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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

“Jerusalém é a capital de Israel, leia a Bíblia”, lembra Netanyahu

Em visita à França, primeiro-ministro de Israel manda recado ao mundo


por Jarbas Aragão
Netanyahu lembra: "Jerusalém é a capital de Israel, leia a Bíblia"

O presidente francês, Emmanuel Macron, recebeu neste domingo (10), o primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu para uma visita oficial ao país. Durante a coletiva de imprensa, expressou sua desaprovação sobre o reconhecimento dos EUA de Jerusalém como capital de Israel e, ao mesmo tempo, pediu ao líder israelense que “mostre coragem” no avanço das negociações de paz.

“Essas declarações não promovem a segurança, especialmente a segurança de palestinos e israelenses”, disse Macron após três horas de conversações com o primeiro-ministro israelense.

Netanyahu, por sua vez, questionou: “Onde mais seria a capital de Israel, além de Jerusalém?”. O líder israelense enfatizou que desde a refundação do país (em 1948) a sede do governo e os tribunais estão localizados na cidade sagrada. Essa é uma tradição histórica e religiosa que é mencionada desde que a Bíblia foi escrita.

“Jerusalém nunca foi capital de nenhum outro povo”, disse ele, numa referência velada ao fato de não haver comprovação histórica que um “povo palestino” tenha se estabelecido algum dia na cidade.

“Paris é a capital da França. Jerusalém é a capital de Israel. Tem sido a capital de Israel por 3.000 anos, sendo capital do Estado moderno de Israel há 70 anos. Respeitamos sua história e suas escolhas e, como amigos, esperamos que respeitem as nossas”, enfatizou Netanyahu. Ressaltando que há abundantes provas históricas da relação dos judeus com sua capital, disse que as tentativas da ONU e dos outros países em negar isso por motivações políticas são “um absurdo”. “Vocês podem ler sobre tudo isso em um livro muito bom chamado a Bíblia”

Falando com Macron, mas com isso deixando claro ao mundo sua postura, assegurou “Isso também é essencial para a paz. Penso que a paz deve ser construída sobre o alicerce da verdade, sobre os fatos do passado e sobre o presente. Esta é a única maneira de construirmos um futuro pluralista e bem-sucedido”.

Por sua vez, Macron reiterou que “o congelamento da construção de assentamentos e medidas que mostrem confiança em relação à Autoridade Palestiniana são atos importantes para começarmos”.

Desde o anúncio de Trump, na quarta-feira, tem havido ataques na Cisjordânia, Jerusalém Oriental e Gaza, onde os palestinos protestaram. Nos confrontos com as forças de segurança, pelo menos 4 pessoas foram mortas. Vários foguetes foram disparados da Faixa de Gaza, mas foram interceptados ou caíram em áreas desertas.

Respondendo a Macron, Netanyahu disse que a paz não seria possível, a menos que os palestinos aceitassem que Jerusalém é a capital de Israel. Ele enfatizou que o mais importante em qualquer acordo de paz é que ambos os lados reconheçam que o outro tem o direito de existir. “Isso é o que bloqueia a paz israelense-palestina”, insistiu.

Lembrou ainda que deseja retomar as negociações, mas nunca obteve resposta dos palestinos. “Eu invoquei repetidamente o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e eu faço isso aqui novamente, no Elysee. Isso é um gesto de paz. Nada poderia ser mais simples.”

Netanyahu também falou de um plano de paz regional “externo”, que veria a normalização com países árabes pavimentar o caminho para a paz com os palestinos. Publicamente, a ideia foi amplamente rejeitada pelo mundo árabe.

Anunciando que visitará Israel no ano que vem, Macron finalizou dizendo: “Israel é nosso amigo e não aceitamos ataques terroristas”. Com informações de Times of Israel

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

domingo, 10 de dezembro de 2017

O Poder da Palavra de Deus

Steve Herzig




Um jovem judeu começou a ler: “Ele foi traspassado pelas nossas transgressões” (Is 53.5).Enquanto lia, parecia ouvir uma voz gritando: “Pare! Isso parece Jesus!” Simultaneamente, uma voz suave dizia: “Não pare! Isso parece Jesus!”
O jovem continuou a ler: “Ele foi moído pelas nossas iniqüidades”. Durante todo o tempo em que lia Isaías 53, duas vozes pareciam discutir dentro de sua cabeça. Por um breve momento, ele até mesmo questionou sua própria sanidade. “Por que qualquer judeu com sanidade mental consideraria Jesus como sendo o Messias prometido?”, ele se perguntava.
Respirou fundo e se lembrou de alguns fatos. Este era o livro de Isaías (um profeta judeu) de uma Bíblia judaica, publicada pela Sociedade de Publicação Judaica, e lhe fora dado por sua sinagoga ortodoxa. O que seria mais judeu do que isso? Ele logo observou que havia outras passagens nas Escrituras hebraicas que descreviam Jesus. E cada versículo era claro e conciso.
Quanto mais lia, mais certo ficava de que o que estava lendo era verdadeiro. Uma estranha sensação de calma e paz subitamente pareceu envolvê-lo.
A mesma paz é descrita no Livro aos Hebreus, do Novo Testamento: “Nós, porém, que cremos, entramos no descanso” (Hb 4.3). O “descanso” é o descanso de Deus. É o descanso que se apossa da pessoa que, pela fé, confia em Jesus como Salvador. É o descanso associado com a paz e a liberdade interiores, independentemente das circunstâncias.
Qualquer pessoa que já tenha alguma vez entrado naquele descanso específico o fez pela fé, depois de ouvir a Palavra de Deus (Rm 10.17). A Palavra de Deus não é igual a nada mais no mundo, e tem poder para transformar as pessoas de maneiras incríveis: “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração” (Hb 4.12).
A Palavra de Deus é viva. É ativa e inerentemente poderosa, e o Todo-Poderoso a usa como um cirurgião usa um bisturi, cortando diretamente no coração, e transformando seus leitores para sempre. Essa maravilhosa transformação acontece todos os dias com inúmeras pessoas de todos os tipos de históricos passados, e de todas as partes do globo. Seguem alguns exemplos:

Um Etíope Transformado

Atos 8 registra a história de um eunuco etíope gentio que estava sentado em sua carruagem no deserto, lendo o capítulo 53 de Isaías. Deus enviou Filipe, um judeu crente em Jesus, para falar ao homem precisamente quando ele estava lendo. Filipe o cumprimentou com uma pergunta: “Compreendes o que vens lendo?” (v.30).
O eunuco respondeu com outra pergunta: “A quem se refere o profeta (...). Fala de si mesmo ou de algum outro?” (v.34). Filipe usou as Escrituras hebraicas para mostrar que Jesus era Aquele de quem o profeta falava. A Palavra transformou o eunuco. Ele recebeu o Messias e foi imediatamente batizado.

A Nova Vida de Nina

Nina era uma mulher judia criada em um lar ortodoxo. Ela se aposentou nos anos 1960 e foi morar no lugar ao qual chamava de “a terra de Deus” – Atlantic City, no estado de Nova Jersey, EUA. Um dia, enquanto estava sentada em um banco junto à calçada, ela ganhou um Novo Testamento de uma transeunte. Daí em diante, todos os dias, Nina se sentava no banco na calçada em Atlantic City e lia alguns capítulos de seu novo livro. Quanto mais ela lia, mais convencida ficava de que estava lendo um livro judeu, como ela mesma dizia.
Logo Nina começou a observar pequenas mudanças em sua vida. Ela já não tinha um temperamento encrenqueiro, nem contava mais lorotas para suavizar situações sociais. Ela não estava se esforçando para produzir essas mudanças, mesmo assim, sabia que elas estavam acontecendo. Nina ficou confusa. Ela sabia que já não era mais a mesma.
Buscando pelas respostas, ela se aproximou de uma amiga cristã e pediu-lhe para ajudá-la a entender o que estava acontecendo. Ela ficou sabendo que ler a Palavra de Deus era o que estava transformando sua vida. Ela percebeu que a Bíblia não era como outros livros. Era poderosa, tão poderosa que convenceu Nina a confiar em Jesus. Foi assim que Nina começou sua nova vida.

Poder Para Perdoar


Corrie ten Boom e a casa da sua família em que esconderam judeus durante a segunda guerra mundial.
Corrie ten Boom foi criada na Holanda antes da Segunda Guerra Mundial. Ela e sua família liam regularmente a Palavra de Deus e eram crentes comprometidos com o Senhor Jesus. Embora os ten Booms fossem gentios, eles amavam o Povo Escolhido de Deus e pagaram o preço mais alto por sua fidelidade a esse povo. Como punição por esconderem judeus dos nazistas, eles foram enviados a campos de concentração. Corrie e sua irmã Betsie foram parar em Ravensbrück, onde Betsie morreu. Anos mais tarde, o poder transformador de Deus se manifestou de uma maneira maravilhosa. Corrie escreveu as seguintes palavras em seu livro The Hiding Place (O Refúgio Secreto):
Foi em um culto na igreja em Munique [em 1947] que eu o vi, o ex-soldado da SS, que tinha montado guarda à porta da sala do chuveiro no centro de processamento de Ravensbrück. Ele era o primeiro de nossos carcereiros que eu via desde aquele tempo. E subitamente tudo estava lá – uma sala cheia de homens escarnecedores, as pilhas de roupas, o rosto pálido de dor de Betsie. Ele veio até mim, uma vez que a igreja estava se esvaziando, sorridente e me saudando com uma inclinação da cabeça. “Quão grato estou por sua mensagem, Fräulein”, disse ele. “Pensar que, como você disse, Ele lavou meus pecados!”
Ele moveu a mão para a frente para me cumprimentar. E eu, que tantas vezes havia pregado às pessoas em Bloemendaal sobre a necessidade de perdoar, mantive minha mão ao meu lado.
Mesmo enquanto os pensamentos raivosos, vingativos, ferviam dentro de mim, eu vi os pecados desses pensamentos. Jesus Cristo havia morrido por esse homem; será que eu iria pedir mais? Senhor Jesus, orei, perdoe-me e me ajude a perdoá-lo.
Tentei sorrir, lutei para erguer minha mão. Não consegui. Eu não sentia nada, nem sequer a mínima faísca de calor humano ou de caridade. Então, novamente, fiz uma oração silenciosa. Jesus, não consigo perdoá-lo. Dê-me do teu perdão.
Quando lhe dei a mão, a coisa mais incrível aconteceu. Desde o meu ombro, ao longo do meu braço e através da minha mão, parecia que uma corrente elétrica passava de mim para ele, enquanto meu coração se enchia de amor por aquele estranho, tanto que quase me tirava o fôlego. Foi então que descobri que não é mais do nosso perdão nem da nossa bondade que depende a cura do mundo, mas do perdão e da bondade dEle. Quando Ele nos diz para amarmos nossos inimigos, Ele dá, juntamente com o mandamento, o próprio amor.[1]

De Terrorista a Sionista

Outro exemplo dramático de como a Palavra de Deus transforma vidas envolve Walid Shoebat, um palestino, nascido em Belém, que odiava os judeus desde o berço. Seu objetivo principal na vida era matar judeus e morrer como mártir por Alá.
Em meados dos anos 1970, ele se tornou ativo na Organização Para a Libertação da Palestina (OLP) e estava fazendo tudo que podia para ajudar a atingir seu objetivo na vida, inclusive realizando ataques terroristas em Israel.[2]

Walid Shoebat, de terrorista a sionista.
Walid mudou-se para os EUA para cursar uma faculdade, ao mesmo tempo em que levantava ajuda financeira para a OLP. Em 1993, ele se casou com uma cristã. “Eu queria convertê-la ao islamismo”, disse ele à BBC News. “Falei-lhe que os judeus haviam corrompido a Bíblia”. Ela pediu-lhe que provasse. Então, ele comprou uma Bíblia.
Durante seis meses estudou intensamente a Bíblia de capa a capa e descobriu a verdade. Renunciou ao terrorismo, arrependeu-se de seus pecados, deu sua vida a Jesus Cristo e tornou-se nova criatura – tudo porque leu a Palavra de Deus com um coração sincero que queria saber a verdade.
Hoje ele é um cristão sionista dedicado a expor as mentiras do islamismo e a apoiar e animar Israel e o povo judeu. Sua família muçulmana o deserdou. O pai dele disse que ele deveria ser morto. Em dado momento ele soube que a OLP estava planejando seu assassinato. Mas Shoebat é destemido e permanece conhecido por seu amor por Jesus e por um Israel judeu. Você pode visitar seu site: www.shoebat.com.
A Palavra de Deus é viva e eficaz. Ela discerne os pensamentos e as intenções do coração e transforma vidas por toda a eternidade. Tenho certeza disso porque o jovem judeu que experimentou aquela profunda paz 36 anos atrás lendo sua Bíblia era eu.
A Palavra de Deus – tanto o Antigo Testamento quanto o Novo Testamento – é a mais absoluta verdade. Se você quiser conhecer Deus pessoalmente e experimentar uma paz que transcende a todo entendimento, leia a Palavra de Deus e deixe que ela penetre em seu coração. Prometo que você não vai se arrepender. (Steve Herzig - Israel My Glory -http://www.chamada.com.br)
Steve Herzig é o diretor dos ministérios norte-americanos de The Friends of Israel.

Fonte: http://www.chamada.com.br

sábado, 9 de dezembro de 2017

Punido por discordar do casamento gay, militar cristão é apoiado por quase 80 mil pessoas

Leland Bohannon foi suspenso e luta para que a queixa seja retirada de seu registro.

Leland Bohannon tentou repassar a assinatura do documento a outro general que não se opunha a assinar. (Foto: Reprodução).
Leland Bohannon tentou repassar a assinatura do documento a outro general que não se opunha a assinar. (Foto: Reprodução).
Grupos de defesa social de linha conservadora enviaram petições assinadas por mais de 77 mil pessoas às forças armadas em apoio a um coronel da Força Aérea punido por não apoiar o casamento gay.

Leland Bohannon foi manchete em outubro deste ano, depois de ser suspenso por se recusar, por motivos religiosos, a assinar um certificado de agradecimento ao cônjuge de um militar. A Family Research Council e a American Family Association entregaram 77 mil petições assinadas em apoio a Bohannon para o Pentágono, na última quarta-feira (6).

"Exorto-vos a restaurar e proteger o direito constitucional do Coronel Leland Bohannon, de exercer livremente suas crenças religiosas ao reverter a queixa contra ele e ao remover quaisquer observações desfavoráveis ​​de seu registro relacionado a esta denúncia", lê a petição.

Liberdade religiosa

O tenente-general Jerry Boykin, vice-presidente executivo do Conselho de Pesquisa da Família, disse em comunicado que "não vamos recuar na defesa da liberdade religiosa daqueles que estão no comando militar. Mais de 77 mil americanos se juntaram nesta petição para dizer que não defenderão que os membros do serviço sejam punidos e expulsos ​​simplesmente por viver de acordo com suas crenças religiosas", afirmou Boykin.

"A ação tomada contra o Coronel Bohannon é inaceitável, e a política da Força Aérea deve ser corrigida para garantir que isso não aconteça novamente. Além disso, a queixa contra Bohannon precisa ser revertida e retirada de seu registro", complementou.

O incidente envolvendo Bohannon ocorreu na Base Aérea de Kirtland, no Novo México em maio, de acordo com a Associated Press. Ele foi convidado a assinar um "certificado de apreciação do cônjuge" para um aviador homossexual. "O certificado é um documento não oficial tradicionalmente dado aos cônjuges dos militares que se aposentam e não é legalmente obrigado a ser dado", informou a AP.

Violado

Bohannon pediu uma acomodação religiosa, dizendo que não podia assinar o documento devido a suas crenças sobre o casamento. Mais tarde, o aviador apresentou uma queixa junto ao escritório da Igualdade de Oportunidades e Bohannon foi acusado de "discriminação ilegal com base em sua orientação sexual". Ele foi suspenso.

Alguns, incluindo o veterano transgênero Navy e a advogada Paula Neira, argumentaram que a recusa de Bohannon em assinar o certificado equivale a "fanatismo". "O exército é uma instituição secular e se as convicções religiosas de um indivíduo impedem que eles façam seu dever, tratando todos os seus subordinados igualmente, então precisam renunciar", disse Neira ao site military.com.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Ministro de Uganda consagra seu país a Jesus: “Entrego essa nação para Deus”

Representando o presidente de Uganda, o Ministro de Estado da Agricultura fez uma declaração, reconhecendo Jesus e entregando a autoridade de seu país a Deus.

Ministro da Agricultura de Uganda, Hon. Kibanzanga Christopher, faz oração entregando nação a Jesus. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
Ministro da Agricultura de Uganda, Hon. Kibanzanga Christopher, faz oração entregando nação a Jesus. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
Uganda é de Jesus!”. Com essa declaração, o pastor brasileiro Joel Engel iniciou sua ministração em um culto realizado no último domingo (3) no Estádio Nacional Mandela, em Kampala, capital do país. O evento contou com a cobertura exclusiva do Portal Guiame.

A celebração foi organizada pelo Ministério Agape Church, liderado pelo Arcebispo Bwambale Monday Wilson, que coordena na região o Projeto Daniel, idealizado por Engel. No encontro estavam presentes 13 nações africanas e o Ministro de Estado da Agricultura, Hon. Kibanzanga Christopher, que representava ali o presidente de Uganda, Yoweri Museveni.
“Desde o ano passado, a Uganda tem sido muito falada no Brasil e conhecida em muitas nações. Isso é porque Deus tem um plano especial para Uganda. Nós precisamos valorizar nossa terra, nossa nação e as pessoas que Deus colocou para nos abençoar”, disse o pastor, explicando que é importante honrarmos as autoridades estabelecidas por Deus.

“O presidente de vocês é um bom homem. No mundo, ele é conhecido como um homem que tem o coração grande, é conhecido como aquele que abre as portas da nação para todos aqueles que não têm pátria. Isso é muito importante para Deus”, acrescentou Engel.


Pastor Joel Engel (segurando o microfone) dirigiu suas palavras a Hon. Kibanzanga Christopher (ao centro). (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
Engel observou que o Brasil tem uma dívida espiritual com a África, devido o histórico de escravidão e abusos com seus cidadãos. “Nós estamos vindo do Brasil para ajudar a África porque sabemos disso”, disse o pastor. “Esse é o tempo de Deus para essa nação”.

“Em anos passados, presidentes nessa nação entregaram o país para Satanás. Satanás quase destruiu o país com doenças, miséria e pobreza, escravizando essa nação. Hoje nós precisamos fazer um ato profético com a autoridade da nação a entregando para Deus”, afirmou Engel.

Rendição a Deus

Em outro momento da reunião, o ministro Kibanzanga Christopher se colocou de joelhos juntamente com os 13 representantes das nações presentes no evento. “Eu quero falar ao ministro que, representando o presidente, o senhor tem autoridade”, disse Engel, se dirigindo ao político. “Ele representa Uganda. Diante de Deus, tudo o que ele faz Uganda está fazendo”.


Representantes cristãos de 13 nações da África estavam presentes no encontro. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
“Uganda é como se fosse uma pessoa espiritual para Deus. Assim como nós, como pessoas, entregamos nossa vida para Jesus, a nação também deve entregar-se para Jesus. Porque Deus deu autoridade ao presidente para dominar a nação. Quando Deus quer entrar na nação, Ele precisa bater na porta do presidente. Deus quer entrar em Uganda hoje e pede permissão para o presidente, porque Deus respeita as autoridades”, afirmou o pastor.

Instantes depois, Kibanzanga Christopher fez um ato de fé entregando sua nação nas mãos de Deus, repetindo as palavras ditas pelo pastor brasileiro: “Eu estou aqui, diante de Deus, representando o presidente, entregando essa nação nas mãos de Deus. Agora, em nome de Jesus, eu entrego o meu governo, eu entrego a minha vida, essa nação, esta geração, estas crianças que estão hoje passando dificuldades”, disse o ministro.

“Nós clamamos pai que o Senhor receba os nosso corações. Nós entregamos essa nação para Deus. Nós profetizamos que a nossa nação é muito abençoada e feliz, em nome de Jesus”, ele completou, em uma oração feita junto com o pastor Engel.

Uma equipe de pastores brasileiros esteve em passagem no continente africano. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
FONTE: GUIAME

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Líderes evangélicos pedem que Brasil também reconheça Jerusalém como capital de Israel

Deputados evangélicos querem pressionar o governo a seguir os passos da administração Trump e mover a embaixada brasileira para Jerusalém.

Os Estados Unidos reconheceram Jerusalém como capital de Israel. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
Os Estados Unidos reconheceram Jerusalém como capital de Israel. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
Lideranças evangélicas e judaicas do Brasil estão celebrando a histórica decisão dos Estados Unidos de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e transferir para lá sua embaixada, que atualmente está localizada em Tel Aviv.

Deputados evangélicos como o presidente Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel, querem que o Brasil pare de votar a favor de resoluções da Organização das Nações Unidas que condenam atitudes de Israel em relação à Jerusalém e seus territórios.

“A comunidade evangélica aqui no Brasil vê com muitos bons olhos a atitude do governo Trump. É um movimento importante para que o Estado de Israel se firme, para que o povo judeu se firme, anunciando para o mundo que Jerusalém historicamente sempre foi a cidade santa dos judeus e do cristianismo”, disse Jony Marcos (PRB-SE) à BBC Brasil.

Outro grupo que tem pressionado o governo brasileiro é o  Amigos de Israel, que hoje conta com 46 deputados e senadores — 31 deles também integrantes da Frente Parlamentar Evangélica.

No início de 2018, após o recesso parlamentar, Marcos pretende reunir integrantes dos grupos pró-Israel no Itamaraty com objetivo de pressionar o governo a seguir os passos da administração Trump e mover a embaixada brasileira para Jerusalém.

Pressão ao governo

Marcos lamenta o fato de o governo brasileiro continuar votando a favor de resoluções da ONU na Assembleia Geral e na Unesco que desvinculam Israel de seus locais sagrados. Ele destaca que a Bíblia é o registro histórico suficiente para comprovar que Jerusalém é a capital de Israel.

Representantes do Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel. (Foto: Divulgação/Jony Marcos)
“Donald Trump está sendo como um semeador da verdade”, afirma a pastora Jane Silva, presidente da Associação Cristã de Homens e Mulheres de Negócios e a Comunidade Brasil-Israel.

Jane pretende reunir pelo menos um milhão de assinaturas para pressionar o governo brasileiro a mudar sua postura em relação a Israel e entregar o documento em fevereiro, Brasília.

“O que o governo brasileiro está fazendo é rasgar a nossa Bíblia, rasgar a nossa fé. O Brasil vota que Jerusalém não tem a ver com o povo judeu, com Israel. Se Jesus não é homem judeu, não tem a ver com o povo judeu, o Brasil está tentando desmontar a fé no cristianismo”, criticou a pastora.

Posicionamento brasileiro

Enquanto países como França, Alemanha, Reino Unido, Turquia e China criticaram a decisão americana de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, o governo brasileiro não se manifestou. Diante dessa neutralidade, Jane e Marcos afirmam que até o momento, não notam mudanças na postura do governo brasileiro em relação a Israel.

A única exigência feita pelo Itamaraty desde que Michel Temer assumiu a Presidência é a mudança na redação das resoluções na ONU pelos países árabes. Um das reclamações está no fato do Monte do Templo ser referido apenas pela denominação árabe, al-Aqsa ou Haram al-Sharif.

Pastora Jane Silva com o diplomata israelense Dani Dayan, que foi recusado por Dilma Rousseff como embaixador no Brasil. (Foto: Divulgação)
Em junho do ano passado, o então chanceler José Serra divulgou nota dizendo que o Brasil iria rever seu apoio à resolução, caso não houvesse mudanças no seu texto. Os países árabes não apresentaram essa resolução em outubro deste ano, o que pode indicar um receio de perder votos do Brasil e de outros países.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE BBC BRASI

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Reconhecer Jerusalém como capital de Israel pode gerar violência, diz Liga Árabe

Diante das promessas dos EUA de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, a Liga Árabe anunciou que qualquer movimento poderia alimentar o extremismo e a violência.

Ahmed Aboul Gheit, secretário-geral da Liga Árabe. (Foto: Khaled Desouki/AFP)
Ahmed Aboul Gheit, secretário-geral da Liga Árabe. (Foto: Khaled Desouki/AFP)
Diante das promessas dos Estados Unidos de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, a Liga Árabe anunciou no sábado (2) que qualquer movimento do governo de Donald Trump poderia alimentar o extremismo e a violência.

Uma autoridade de alto escalão do governo dos EUA afirmou que Trump pretende reconhecer Jerusalém como capital de Israel em um anúncio na próxima semana, segundo a agência Reuters.

Durante sua campanha presidencial, Trump prometeu que a embaixada americana de Tel Aviv seria transferida para Jerusalém, mas a proposta vem sendo adiada desde que ele assumiu o cargo de liderança dos EUA.  

Enquanto a comunidade internacional considera Tel Aviv como capital de Israel, os palestinos querem que Jerusalém seja a capital de seu futuro Estado, embora a cidade abrigue locais sagrados para o judaísmo, islamismo e cristianismo.

“Hoje, dizemos muito claramente que tomar tal ação não é justificado... Não servirá à paz ou à estabilidade, mas irá alimentar o extremismo e a violência”, anunciou o secretário-geral da Liga Árabe, Ahmed Aboul Gheit Aboul Gheit. “Ele só beneficia um lado, o governo israelense, que é hostil à paz”.

Embora as informações sejam do reconhecimento próximo de Jerusalém, a Casa Branca nega que qualquer decisão já tenha sido tomada. A porta-voz da Presidência, Sarah Sanders, afirmou que um anúncio nesse sentido seria “prematuro”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE FOLHA DE SÃO PAULO

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Billy Graham alerta cristãos que não vão à igreja: "Deixam de servir com os irmãos"

O evangelista destacou como a comunhão pode contribuir para o fortalecimento da fé dos cristãos.

Billy Graham chega aos 99 anos deixando um legado de evangelismo. (Foto: BGEA)
Billy Graham chega aos 99 anos deixando um legado de evangelismo. (Foto: BGEA)
O Rev. Billy Graham disse que, embora seja muito bom poder acompanhar os cultos da igreja pela televisão ou online - particularmente para aqueles que estão doentes ou já são muito idosos - é preferível comparecer pessoalmente, pois é importante se envolver com uma comunidade centrada em Cristo .

O evangelista de 99 anos compartilhou seus pensamentos sobre o assunto em uma recente sessão de perguntas e respostas publicada regularmente no site da Associação Evangelística Billy Graham.

Em seu questionamento, o leitor afirma que se sente como uma "pessoa independente" e simplesmente não se enxerga participando de um culto em uma igreja ou até mesmo se filiando como membro de uma.

"Eu sou reconhecidamente uma pessoa bastante independente, e simplesmente não consigo me ver junto a uma igreja", disse o leitor. "Eu quero ser livre para administrar minha própria vida e definir minha própria agenda. E de qualquer forma, se eu quiser, sempre posso assistir a um culto pela televisão. O que há de errado em fazer isso?".

Graham disse que ele se sente "grato" pelo fato de muitas igrejas hoje transmitirem seus cultos ao vivo e depois disponibilizarem as gravações através do rádio, televisão ou pela internet.

"Como resultado, as pessoas que não podem mais ir à sua igreja por causa de doença ou idade avançada ainda podem acompanhar o ministério do qual fazem parte", disse ele. "É certo que eles perdem a oportunidade de ver seus amigos ou se familiarizar com pessoas novas - mas ainda pode ser uma grande ajuda espiritual para eles".

No entanto, o pastor batista assinalou que o problema do leitor realmente não parece ser relacionado à idade avançada ou doença.

"Espero que você pare e considere qual seu problema realmente é", disse ele. "Sim, todos nós temos personalidades diferentes, e talvez você tenha um espírito mais independente que a maioria. Mas não use isso como uma desculpa para ignorar Deus ou mantê-lo longe (por assim dizer) de você. Francamente, quase nada é mais espiritualmente perigoso do que seu comentário, que você quer comandar sua própria vida, o que significa que você não quer dar espaço para Deus ".

Em outras palavras, Graham disse, o problema que o leitor enfrenta não é apenas a igreja.

"O problema que você enfrenta é Jesus Cristo, e que lugar Ele deveria ter em sua vida", afirmou. "Ele deixou a glória do Céu por uma razão: para que possamos ser perdoados e salvos. Ele fez isso sacrificando Sua vida por nós na cruz. Deus ama muito você!".

Anteriormente, Graham apontou que quando um indivíduo observa um serviço da igreja on-line, eles perdem uma série de benefícios.

"Primeiro, você perderá a oportunidade de fazer parte da congregação - cantar com os outros, dar mais de você à obra de Deus e, especialmente, conhecer outros crentes e aprender com eles", escreveu Graham. "Mas você também pode perder a oportunidade de servir a Deus ao lado de seus irmãos em Cristo".

Graham destacou que ir à igreja também não significa ficar preso dentro de suas quatro paredes, mas sim se fortalecer para fazer a diferença fora dela.

"Uma igreja vital não é apenas uma visão interior, mas também um corpo que olha para fora e procura servir aos outros em nome de Jesus", disse.

Em um artigo de 2015 para o Christianity Today, Ed Stetzer, autor, palestrante e diretor executivo da LifeWay Research Division, disse que, embora seja crucial que as igrejas tenham uma presença on-line - especialmente porque 72% dos adultos on-line usam redes sociais - isto deveria aumentar - e não substituir - a presença pessoal dos fiéis nos cultos.

"A Igreja on-line pode ser um alcance válido se a igreja deixar claro que a expressão normal da intenção e do design de Deus é que nos reunamos em adoração com as pessoas e depois nos dispersemos pelo trabalho de missão no Reino", argumentou. "Um bom equilíbrio poderia ser que as igrejas dissessem sobre seus cultos online: 'Nós estaremos lá somente se você não puder estar aqui".

"Idealmente, as igrejas terão uma presença on-line, mas incentivarão fortemente a interação pessoal onde as mídias sociais podem melhorar e não simplesmente aumentar as desculpas", continuou Stetzer. "Esta pode ser mais uma ferramenta que nós temos para apresentar Jesus Cristo e a Sua igreja às pessoas. Não vai desaparecer em breve, então não podemos simplesmente ignorá-la. Em vez disso, precisamos aprender a usá-la para a glória de Deus. não, nos tornamos cada vez mais irrelevantes em um mundo formado pela Internet".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOSPEL HERALD

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Policiais louvam a Jesus em escola pública e vídeo viraliza

Dupla de irmãos paranaenses também se apresenta em igrejas

por Jarbas Aragão

Policiais louvam a Jesus em escola pública e vídeo viraliza

Os soldados Júnior e Rhay Farias, da Polícia Militar do Paraná, estão no centro de uma polêmica por terem cantado um louvor dentro de uma escola pública no município de Japurá, no norte do estado.


O vídeo com os dois interpretando a música Conquistando o Impossível, famosa na voz da cantora gospel Jamily, foi divulgado pelo Jornal do Nordeste, que circula no norte do Paraná e não chamou muito a atenção.

Porém, no Facebook passou das 350 mil visualizações em menos de 72 horas. São mais de 12 mil compartilhamentos até o momento e cerca de 5 mil “reações”.

O material, gravado na Escola Municipal Irineu Batista Câmara, mostra os soldados entoando a música na cerimônia de formatura do PROERD (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência) das turmas do 5º ano. A apresentação de músicas nas formaturas do programa no Paraná é bastante comum. O que chamou atenção é a escolha de uma com tema religioso.

A letra diz “Campeão, vencedor. Deus dá asas, faz teu voo. Campeão, vencedor. Essa fé que te torna imbatível. Te mostra o teu valor”. Para muitos isso fere o conceito de Estado laico, que preconiza separação entre Igreja e Estado.

“Essa escola é pública? Se for, precisamos lembrar que o Estado é laico! Se meu filho estivesse nessa escola eu processaria a direção!”, escreveu uma usuária da rede social. “Policial não tem que fazer culto em escola. Será que todas essas crianças são evangélicas? São cristãs? Isso é lavagem cerebral”, reclamou outro.

Segundo o conceito de laicidade, o Estado não pode permitir a interferência de correntes religiosas em assuntos estatais, nem privilegiar uma religião sobre as demais. Neste caso, não se tratava de uma questão doutrinária sendo pregada, apenas uma manifestação musical.

Cientes disso, a maioria das pessoas que fizeram comentários apoiaram a iniciativa. “É o que está faltando em nossas escolas! A palavra de Deus!”, assegurou uma mãe. “Melhor que uns funks que andavam ensinando na escola da minha pequena! São verdadeiros instrumentos de Deus”, comemorou outra.

Rhay e Júnior são irmãos. Eles fazem parte da Patrulha Escola Comunitária, de Cianorte – distante 30 km de Japurá. Também formam uma dupla gospel que se apresenta (sem uniforme) em igrejas do Paraná.

Membros da Assembleia de Deus, eles já postaram em redes sociais outros vídeoscantando louvores uniformizados, sem nunca ter gerado polêmica por causa disso.

Assista:



domingo, 3 de dezembro de 2017

Trump fará pronunciamento histórico sobre Jerusalém; palestinos prometem retaliação

Hamas anuncia nova 'intifada' caso EUA reconheça Jerusalém como capital de Israel

por Jarbas Aragão

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Trump fará pronunciamento sobre Jerusalém

Durante sua campanha presidencial, Donald Trump prometeu que iria mudar a embaixada dos Estados Unidos de Tel Aviv para Jerusalém, o que equivaleria a reconhecê-la como capital “indivisível” de Israel. Seria uma mudança drástica nas relações, pois desde a década de 1980, por determinação da Organização das Nações Unidas (ONU), todos os países que tem relações com o Estado judeu levaram suas embaixadas para Tel Aviv, incluindo o Brasil.

Não se trata de uma simples mudança geográfica. Trump estaria contrariando todo o discurso da Autoridade Palestina, que quer Jerusalém Oriental como sua capital numa eventual independência. Atualmente a sede do governo palestino fica em Nablus.

No dia 29 de novembro completaram 70 anos desde que a ONU reconheceu o direito de Israel voltar a existir como um Estado independente, após quase dois mil anos. Entre as comemorações, o vice-presidente Mike Pense afirmou que nos próximos dias, a mudança da embaixada seria anunciada.

No dia seguinte, a Casa Branca disse que essa era uma questão que estava sendo estudada, mas negou que um comunicado oficial seria feito nesse sentido. Donald Trump fará um pronunciamento na próxima segunda-feira e, segundo vem sendo anunciado pela imprensa americana, irá anunciar apenas o reconhecimento de Jerusalém como “capital indivisível” de Israel, postergando a mudança da embaixada.

A notícia rapidamente repercutiu em todo o Oriente Médio. O Hamas, grupo terrorista que controla a Faixa de Gaza, prometeu uma nova ‘intifada’ [insurreição] caso os EUA realmente reconheçam Jerusalém como capital apenas de Israel. Através de comunicado oficial, ameaçaram uma escalada na violência, reclamando que a mudança seria “violação do direito internacional” e uma “agressão flagrante” contra a cidade onde está situada a “esplanada das mesquitas”, nome árabe para o Monte do Templo. O local é considerado o terceiro mais sagrado no islamismo.

Nabil Abu Rudeineh, porta-voz do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, afirmou que que qualquer solução justa no Oriente Médio requer “o reconhecimento de Jerusalém Oriental como capital de um Estado Palestino independente”.

“Jerusalém Oriental, com seus lugares sagrados, é o começo e o final de qualquer solução e qualquer projeto que salve a região da destruição”, disse à agência de notícias oficial da AP, Wafa.

Saeb Erekat, Secretário Executivo da Organização pela Libertação da Palestina (OLP) afirmou não aceitar “qualquer reconhecimento estadunidense de Jerusalém como capital de Israel” e, que se o governo Trump insistir, estará “brincando com fogo”.

A comunidade internacional não reconhece Jerusalém como capital de Israel embora a anexação da porção oriental da cidade tenha ocorrido durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967.

A última intifada declarada, considerada como um movimento de guerra civil, custou a vida de cerca de 3.000 palestinos e 1.000 israelenses e aconteceu em 2000. Com informações AFP e Times of Israel

Fonte:https://noticias.gospelprime.com.br

sábado, 2 de dezembro de 2017

A igreja paquistanesa precisa de nossas orações


Líderes muçulmanos fazem protestos, colocando cristãos em estado de alerta


Nas últimas semanas, mulás extremistas de linha dura têm feito manifestações pacíficas no Paquistão. O judiciário exigiu que as manifestações fossem consideradas atos de terrorismo, mas o governo e o exército se recusaram a apoiar o judiciário, cedendo às demandas dos líderes muçulmanos. Com isso, o poder judiciário foi enfraquecido e o exército está sob clara influência dos extremistas. 

Os manifestantes são partidários da rígida lei de blasfêmia e desejam instaurar a sharia (conjunto de leis islâmicas). Isso pode causar o aumento da perseguição contra cristãos e outras minorias, mais mortes de muçulmanos liberais e o fortalecimento de organizações terroristas, por saberem que têm poder. Os cristãos não foram ouvidos em todo o processo. Igrejas, hospitais e escolas cristãs estão em estado de alerta diante da ameaça terrorista que essas manifestações representam. 

Os protestos de agora seguem-se ao grande combate ocorrido no último dia 25 de novembro na capital Islamabad. A Portas Abertas divulgou o incidente, em que o partido político islâmico Tehreek-e-Labaik acusou a polícia de ser dominada por cristãos e outras minorias religiosas. A igreja paquistanesa precisa de suas orações!


Pedidos de oração

*  Ore para que apesar da situação de medo, os obreiros possam pregar o evangelho e continuar a despertar e fortalecer a igreja existente.

* Clame pela segurança das igrejas e instituições cristãs, principalmente durante o Natal.

*  Peça que não hajam ataques terroristas quando cristãos se reúnem para louvor e adoração.

Fonte: https://www.portasabertas.org.br/

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Brasil apoia ONU na tentativa de tirar Jerusalém do controle de Israel

Assembleia Geral da ONU também pede devolução das Colinas de Golã para Síria
por Jarbas Aragão

Brasil apoia ONU na tentativa de tirar Jerusalém de Israel

Apenas um dia depois da comemoração dos 70 anos da aprovação pelas Nações Unidas da Resolução 181, que permitiu o restabelecimento de Israel como nação independente, o plenário da 72ª Sessão da Assembleia Geral mostra como as coisas mudaram nas últimas sete décadas.

Nesta quinta-feira (30), foram aprovadas seis resoluções contra Israel. Em todas elas o Brasil ficou ao lado da Palestina, que embora não seja uma nação reconhecida oficialmente, possui representação na ONU, com o status de “observador”.

As votações na última reunião oficial da entidade no ano mantiveram o que foi sinalizado na reunião preparatória no mês passado.

A Assembleia Geral votou esmagadoramente em resolução que “desautorizam os laços israelenses com Jerusalém”. O placar da aprovação das propostas foi de 151 votos favor e seis contra, com nove abstenções.

Segundo o Jerusalem Post, um dos motivos para a pressão da Autoridade Palestina e seus aliados são os rumores de que a administração Trump considera mudar a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém e reconhecer a cidade como “capital indivisível de Israel”. Tal decisão pode ter grandes consequências para as políticas no Oriente Médio.

A resolução A-72-L.11 da ONU afirma que “quaisquer ações tomadas por Israel, a força ocupante, para impor suas leis, jurisdição e administração sobre a Cidade Santa de Jerusalém são ilegais e, portanto, nulas e sem validade”.

Essa terminologia repete resoluções semelhantes aprovadas anteriormente pelas Organizações das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), que ignoram a existência do Monte do Templo, usando apenas o termo em árabe para o local: Haram al-Sharif.

A ONU agora “exige respeito pelo status quo histórico nos lugares sagrados de Jerusalém, incluindo o Haram al-Sharif, em palavras e práticas, e exorta todos os lados a trabalharem de forma imediata e cooperativa para desarmar tensões e interromper todas as provocações, incitamento e violência nos locais sagrados da cidade”.

Sete décadas após Oswaldo Aranha liderar a sessão histórica nas Nações Unidas que garantiu aos judeus o direito de voltarem para sua terra, o Brasil assina documentos que ignoram três mil anos de história e rejeitam todos os relatos bíblicos.

De forma clara, cumpriu-se a expectativa dos analistas de que Israel será cada vez mais acuado no campo das relações exteriores. Somente este ano foram mais de 20 resoluções contra o Estado judeu, quase todas falando de direitos humanos. Ironicamente, elas são apoiadas por países como Arábia Saudita, Turquia, Venezuela, China, Cuba, Paquistão ou Zimbábue, que sabidamente perseguem e matam os opositores do governo.

Em outra das resoluções aprovadas na 72ª Sessão, em Nova York, a A-72-L.17 fica estabelecido que “a decisão de Israel, de impor suas leis, jurisdição e administração sobre as Colinas de Golã da Síria são ilegais e, portanto, nulas e sem validade”.

Reconquistada por Israel durante a Guerra dos Seis Dias, e posteriormente anexada em 1981, as colinas de Golã nunca foram reconhecidas internacionalmente como território israelense. De posição militar estratégica, elas delimitam a fronteira norte do país, com a Síria. A nova tentativa de Damasco em retomar o controle da região ocorre poucas semanas depois de Israel ter bombardeado instalações militares erguidas ali por grupos terroristas financiados pelo Irã.

Anulando a História

O representante de Israel na ONU disse que a omissão deliberada de referência ao local mais sagrado do judaísmo, o Monte do Templo, foi algo deliberado e “mais um exemplo da recusa palestina de reconhecer a ligação histórica comprovada do judaísmo e do cristianismo com o Monte do Templo”.

Os EUA se opuseram a todas as medidas anti-Israel. Richard Erdman, seu representante, afirmou: “É inapropriado para as Nações Unidas – fundada sob o ideal de que todas as nações devem ser tratadas de forma igual – tratar um Estado-Membro de forma tão desigual… órgãos e programas das Nações Unidas estão desperdiçando recursos e apenas perpetuam o viés dessa Organização contra Israel. Essas resoluções tendenciosas não ajudam a paz a avançar”.


fonte:https://noticias.gospelprime.com.br

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Jovem interrompe planos de ser policial para fazer missões: “Deus me chamou para servir”

Após um ano de missões em Foz do Iguaçu, Bruna Sarmento está se preparando para ir à Bolívia em 2018.


Bruna passou a se dedicar integralmente na obra de Deus. (Foto: ASN).
Bruna passou a se dedicar integralmente na obra de Deus. (Foto: ASN).

Bruna Sarmento é uma jovem de 27 anos. Assim como as pessoas da sua idade, ela tinha planos e sonhos para alcançar. Mas, eles mudaram quando ela sentiu pulsar em seu coração o desejo de fazer missões. Agora, com sua mochila nas costas, os cabelos amarrados e com a Palavra de Deus em suas mãos, ela sai para visitar uma pessoa especial.

Sob um sol de 32ºC, ela enfrenta o calor sem qualquer reclamação. Bruna está a caminho da casa de dona Anita, uma idosa aposentada. É que a jovem está levando estudos bíblicos para a senhora que decidiu ser batizada. A evangelista é uma das nove pessoas que deixaram família e planos para se dedicar, em Foz do Iguaçu, ao projeto “Um Ano em Missão” (One Year in Mission, em inglês).

Bruna é formada em Direito. Por ser sabatista, ela levou um semestre a mais para finalizar seu curso e ter o diploma em suas mãos. Apesar de ter enfrentado dificuldades por não realizar atividades aos sábados, ela venceu mais essa etapa da vida e não desistiu do curso. Sua motivação era se formar para realizar um sonho: passar em um concurso da Polícia Civil.

Um Ano em Missão

Foi então que, logo após sua formatura, ela passou a se dedicar com muito foco e quase que integralmente aos estudos. Bruna passou cerca de 10 meses em um forte regime de estudos, até que conheceu conhecer o projeto “Um Ano em Missão” durante um congresso jovem chamado Save One.

“Eu me interessei pelo projeto, pois sempre senti vontade de ser missionária. Cheguei a dar meu nome, mas não achei que seria realmente chamada para participar. Ao voltar para casa, recebi a ligação do líder de jovens para o oeste paranaense e senti que Deus estava me chamando para servir”, disse ela.

Pronto, foi o suficiente para que ela entregasse sua força e tempo completamente para a obra de Deus. Agora, ela tem em sua história dois projetos missionários no Paraná. Bruna não para por ai. Agora ela quer um novo desafio e assim o fará. Em 2018 a jovem se dedicará para além das fronteiras de seu estado. O campo missionário será a Bolívia.

Um ano atrás do outro

“Quando soube, fiquei feliz. Essa será minha primeira experiência em missão fora do País. Uma nova experiência, nova cultura, nova língua”, salientou. Apesar da determinação e a vontade de servir, ela explica que enfrentou muitos desafios. “Na primeira missão que participei, foi muito difícil sair de casa. Ficar longe da família foi muito desafiador”, ressaltou.  Com o passar do tempo, “esta luta foi sendo minimizada e outras foram surgindo”.

“Eu sempre quis participar de um projeto missionário. Pensei que era um sonho distante. Quando ouvi sobre o Um Ano em Missão, prontamente me inscrevi. Eu entendo que Deus já havia me chamado”, colocou. Apesar de não ter planejado outro projeto missionário tão depressa, ela crê que Deus encaminhou as coisas. Além disso, seu sonho de ser policial está só aguardando o tempo certo. Bruna quer retomar isso em 2019, e diz que “mesmo que eu não vá até a missão, vou levar a missão comigo. Inclusive na Polícia Civil, se Deus assim permitir”, finalizou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO NOTÍCIAS ADVENTISTAS

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

É impossível não ver a mão divina sobre Israel, diz vice-presidente dos EUA

Comemorando o 70º aniversário da votação da ONU para a criação do Estado de Israel, Mike Pence reconheceu que a mão de Deus sempre esteve sobre a nação.

Vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, em discurso no Queens Museum, em Nova York. (Foto: AFP/Timothy A. Clary)
Vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, em discurso no Queens Museum, em Nova York. (Foto: AFP/Timothy A. Clary)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está “considerando ativamente” em mover a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, conforme anunciou o vice-presidente nesta terça-feira (28).

Mike Pence fez as declarações na abertura de um evento no Queens Museum, em Nova York, que comemorava o 70º aniversário da votação da Organização das Nações Unidas (ONU) para a divisão da Palestina, que resultou na criação do Estado de Israel.

“O presidente Donald Trump está considerando ativamente quando e como mover a embaixada americana em Israel de Tel Aviv para Jerusalém”, disse Pence ao público formado por embaixadores da ONU, diplomatas e líderes judeus.

A Assembleia Geral da ONU, realizada em 29 de novembro de 1947, aprovou uma resolução que adotava o plano de dividir a Palestina para estabelecer um estado judeu. Dos 56 membros da ONU na época, 33 votaram a favor, 13 contra e 10 se abstiveram, possibilitando o estabelecimento de Israel no ano seguinte.

“Israel não precisava de uma resolução que exigisse a sua existência, porque seu direito de existir é evidente e atemporal”, disse Pence. “Enquanto Israel foi construído por mãos humanas, também é impossível não ver a mão do céu aqui”.

Votação da ONU que resultou na criação do Estado de Israel, em 29 de novembro de 1947. (Foto: Government Press Office/Jerusalém)
Embora a mudança da embaixada americana em Israel tenha sido uma das promessas de Trump na campanha eleitoral, os planos vêm sendo adiados desde que ele assumiu o cargo.

Líderes israelenses de direita têm pressionado o movimento da embaixada, no entanto, alguns expressaram preocupações de que isso possa inflamar as tensões regionais. Os palestinos se opuseram duramente à proposta dos EUA, afirmando a reivindicação de Jerusalém Oriental como sua futura capital.

Em seu discurso, Pence ressaltou o apoio dos EUA a Israel, afirmando que os laços entre os dois países nunca foram mais fortes do que na administração Trump. “Como o presidente Trump diz: ‘Se o mundo não souber, os informe: A América está com Israel’”, disse ele. “Sob a nossa administração, a América sempre ficará com Israel”.

Falando sobre o acordo nuclear com o Irã, Pence disse que a administração Trump está trabalhando para consertar “falhas flagrantes” cometidas pelo governo anterior. “Sob o presidente Trump, os EUA não permitirão que o Irã desenvolva armas nucleares. Esta é a nossa promessa solene para vocês, para Israel e para o mundo”, destacou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE TIMES OF ISRAEL

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Namorado de Xuxa, ator da Record diz que tentou ler o Apocalipse, mas não entendeu e desistiu

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As revelações que João narrou no livro do Apocalipse não são de fácil compreensão, muito por causa da linguagem cifrada usada pelo autor. Agora, em 2017, a novela homônima produzida pela Record TV levou o ator Junno Andrade a ler o livro bíblico, e ele se queixou de não ter entendido.

Junno Andrade, 54 anos, é namorado de Xuxa Meneghel e interpreta um jornalista na novela escrita por Vivian de Oliveira. Durante a preparação para o papel, afirmou ter tentado estudar a Bíblia, mas achou muito complexo e desistiu.

“Quando fui convidado para fazer a novela, imediatamente peguei a Bíblia e comecei a ler o Apocalipse. É muito difícil de compreender, ainda mais para mim… Eu não sou aquele cara que frequenta igreja, nunca fui. Eu sou espiritualista. Não tenho esse hábito, é muito difícil”, comentou, de acordo com informações do site Notícias da TV.

“Aí pensei, quer saber? Vou ler a novela, me concentrar aqui. Na hora em que eu entender um pouquinho melhor eu volto para a Bíblia, para sacar mais a coisa do apocalipse, do [apóstolo] João, dos cavaleiros, peste, guerra, fome e morte. É difícil para caramba”, prosseguiu.

O ator, que já havia trabalhado na novela Escrava Mãe (2016) e também passou pelas TVs Globoe o SBT, diz que se inspirou em profissionais do jornalismo brasileiro para compor personagem Arthur, e a audiência já o tem comparado a William Bonner.

“A Xuxa achou parecido e eu também. A gente vai poder se aprofundar muito mais nesse universo do jornalismo”, disse, acrescentando que também pegou como referência alguns comportamentos de Chico Pinheiro e Celso Freitas.

Arthur é um estressado editor-chefe de telejornal e persegue a mocinha da novela, a repórter Zoe (Juliana Knust), mas vai se empolgar ao dar notícias “apocalípticas” ao longo do desenrolar da trama.

“Não sei se é dessa forma [contada na novela] que o mundo vai acabar, mas está acabando da pior forma possível. O ser humano está muito distante do amor que foi pregado por Jesus, agora com essa era digital as pessoas estão mais frias ainda. [Por isso] No meu último dia eu iria beijar muito na boca. Iria pegar minha mulher e falar: ‘Vem cá, vamos beijar na boca porque vai acabar o negócio aqui'”, brincou.