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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Piloto da NASCAR se entrega a Jesus após sobreviver a grave acidente: "Eu nasci de novo"

Darrell Waltrip conta que apesar de seu bom desempenho na NASCAR, era arrogante e não tinha amigos. Mas um grave acidente o fez pensar sobre seu relacionamento com Deus.

Atualmente, Darrell Waltrip trabalha como locutor de corridas de carros. (Foto: Muzul)
Atualmente, Darrell Waltrip trabalha como locutor de corridas de carros. (Foto: Muzul)
Antes de se aposentar das pistas e se tornar um locutor, o piloto da NASCAR, Darrell Waltrip, foi um dos grandes campeões na modalidade 'stock car'. Mas durante algum tempo, ele também foi um dos pilotos mais impopulares - alvo do ódio de muitas pessoas.

"Minha paixão era pilotar e correr e, honestamente, eu segui todos os caminhos errados nos primeiros anos", disse durante o tradicional Café Nacional de Oração, na Casa Branca, em 2016. "Eu era muito agressivo, dentro e fora das pistas. Eu não tinha muitos amigos. Eu não achava que precisava de amigos".

Ele era o piloto que tinha o maior número de 'haters' (pessoas que declaradamente odeiam alguma personalidade famosa). "Eles diziam que eu era impetuoso, implacável, agressivo, arrogante, presunçoso, distante, jactancioso, arrogante e francamente irritante".

Os fãs da Nascar o vaiavam quando ele era apresentado junto aos outros pilotos. Parte do público pagante até usava camisas com dizeres como "qualquer um, menos Waltrip".

"Eles me odiavam", admitiu Waltrip. "Os pilotos também me desprezavam".

Certa vez, o piloto e também campeão da NASCAR, Richard Petty olhou para Waltrip e disse: "Eu não sei como você ainda consegue um patrocinador. Você é muito impopular com os fãs".

Waltrip também gostava de discutir com os funcionários da Nascar. "Eu não gostava das regras, principalmente porque elas nunca me beneficiavam", disse ele.

Fora da pista, ele não era muito melhor. "Eu era muito arrogante. Bebia demais. Eu gostava de ir aos bares e sair. Fiz tudo para encontrar satisfação", contou.
Darrell Waltrip venceu muitos torneios da Nascar nos anos 80, mas sua fama não era muito boa entre os fãs da modalidade e outros pilotos. (Foto: Pinterest)

Família
Waltrip lembrou que apesar de sua arrogância e dificuldade de se relacionar bem com as pessoas, sua esposa, Stevie nunca desistiu dele.


"Stevie sempre orava por mim. Ela era uma divina mulher, que amava o Senhor e sempre orava, para que algum dia, de alguma forma, eu fosse com eça a um estudo bíblico, na casa de alguém ou na igreja".

Quando ela o convidava para ir aos cultos, ele dizia: "Eu corro aos domingos e não tenho tempo para ir à igreja. Estou ocupado durante toda a semana. Eu simplesmente não tenho tempo para essas coisas da igreja e de Deus".

Pacientemente, ela sempre respondia: "Bem, eu vou continuar orando".

Mas Darrell Waltrip relatou que Deus começou a chamar a sua atenção de forma mais clara, em 1983, no torneio 'Daytona 500'. Seu carro rodou na pista e foi lançado para fora dela a uma velocidade de quase 320km/h, na volta 64, enquanto ele tentou desviar de um carro que corria a uma velocidade menor, à frente dele.

Waltrip travou suas rodas com os freios, mas o carro derrapou por centenas de metros, depois atingiu um banco de terra perto da entrada da estrada do poço.

A força do impacto foi extremamente violenta e seu carro foi arremessado de volta para a pista, ficando no caminho dos outros carros que estavam correndo. Então ele bateu o muro de concreto externo e afetou o tráfego de novo. Waltrip sobreviveu por um milagre.
"Eu tive uma concussão", disse ele. "Eu fiquei cerca de duas semanas participando de corridas e eu nem sequer me lembrava de ter estado lá. Quando finalmente acordei percebi, que aquele acidente me trouxe algo forte à consciência".

"Isso me assustou demais", continuou ele. "Eu poderia estar morto. E se eu perdesse a vida naquele dia em Daytona? O que teria acontecido comigo? Eu teria ido para o céu ou para o inferno?".

A incerteza sobre seu destino na eternidade de repente chamou sua atenção. "Aquela foi uma chamada para me despertar, que literalmente me deixou consciente", ele contou.
Waltrip pensava que ele era "um cara muito bom", mas refletiu com sobriedade sobre isso e entendeu que "até mesmo 'boas pessoas' vão para o inferno".
Darrell Waltrip (esquerda) e sua esposa Stevie (direita). (Foto: BGEA)

Mudança de vida
Após adquirir um novo olha sobre a vida, Darrell decidiu recomeçar a amadurecer a sua espiritualidade, acompanhando sua esposa nos cultos em uma igreja de sua cidade.

"Começamos a ir à igreja e conheci o Dr. Cortez Cooper, que pregava a Bíblia e amava esportes. Nós nos encontramos em uma escola em julho e estava quente", contou Waltrip.

Waltrip reconheceu sua necessidade de fazer de Jesus o número um em sua vida. Tinha finalmente chegado ao ponto da rendição, o tempo designado por Deus para humilhar-se aos pés da cruz.
"Desci do meu cavalo alto e caí de joelhos. Dr. Cortez, Stevie e eu pedimos que o Senhor entrasse em minha vida, me perdoasse dos meus pecados e fosse meu Senhor e Salvador", contou.
Tudo parecia diferente depois que ele nasceu de novo. "Aquele foi o maior dia da minha vida. Tudo mudou", disse ele.

Enquanto dirigia para casa, disse à sua esposa: "Eu sinto como se o peso do mundo tivesse sido tirado dos meus ombros. Eu sinto que nasci de novo. Eu me sinto como um homem novo, me sinto diferente".

Apesar de se sentir um homem renovado, Waltrip confessou que sua personalidade não foi transformada do dia para a noite, mas celebrou que passou a ser guiado por alguém mais poderoso que ele.

"Eu ainda tinha destroços. Eu ainda tinha problemas, mas eu não estava sozinho", disse ele. "Agora eu sentia como se tivesse alguém alguém a quem orar, para me guiar. Eu podia contar com a sabedoria do Senhor".

Waltrip e sua esposa está casado com Stevie ​​há mais de 46 anos e celebra esta sólida união. "Isso é um milagre", observou.

Agora ele se assusta quando olha para trás e vê o homem que ele foi, comparado ao homem que ele se tornou. "Minha esposa agora diz que ela tinha vivido com dois homens diferentes que têm o mesmo nome", contou entre risos.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOD REPORTS

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

"Enquanto tivermos Deus, nunca estaremos sozinhos", diz Trump em culto na Casa Branca

Donald Trump deu seu discurso no tradicional Café Nacional de Oração, na Casa Branca e afirmou que fará o possível para combater a perseguição religiosa.

Donald Trump. (Foto: Shallow Nation)
Donald Trump. (Foto: Shallow Nation)
Na manhã desta quinta-feira (2), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump participou do tradicional Café Nacional de Oração, na Casa Branca.

"Hoje continuamos uma tradição iniciada pelo presidente Eisenhower, há cerca de 64 anos", disse Trump durante sobre o evento que reúne líderes proeminentes de toda a América e também de outros países.

A solenidade acontece em Washington, D.C., na primeira terça-feira de fevereiro de cada ano.

Trump saudou o encontro como "um testemunho do poder da fé". O evento também foi uma oportunidade para o presidente agradecer ao povo americano novamente por suas orações e mensagens de encorajamento.

"Sua fé e suas orações me sustentaram e me inspiraram em momentos muito difíceis", disse Trump. "Em toda a América, encontrei pessoas incríveis, cujas palavras de apoio orações têm sido uma fonte constante de força".


Orações
Trump disse que cinco palavras continuaram a tocar seu coração enquanto ele viajou pelo país. São elas: "Eu estou orando por você". Ele disse que esta frase.


Ele também separou um momento de seu discurso para homenagear os inúmeros homens e mulheres valentes que fazem a segurança do país, como na polícia e nas Forças Armadas.

"De geração em geração, sua vigilância manteve nossa liberdade viva", disse Trump. "Nossa liberdade é conquistada pelo seu sacrifício e nossa segurança foi conquistada com seu suor e sangue e lágrimas... Deus abençoou esta terra para nos dar heróis e patriotas tão incríveis. Eles são muito, muito especiais e nós vamos cuidar deles".
Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos no dia 20 de Janeiro. (Foto: BBC)

Trump chamou a América de "uma nação de crentes" e insistiu que não é o sucesso financeiro define um cidadão.

"Em todas as cidades do nosso país é fácil ver o que facilmente se esquece: que a qualidade de nossas vidas não é definida pelo nosso sucesso material, mas pelo nosso sucesso espiritual", afirmou.

O presidente falou sobre seus próprios sucessos e disse, em última análise, que a felicidade não se baseia na riqueza financeira.

"Vou dizer-lhe que, como alguém que teve sucesso material e conhece um número enorme de pessoas com grande sucesso material. Muitas dessas pessoas são pessoas muito, muito miseráveis e infelizes", disse Trump.

Ele também destacou seu próprio relacionamento com pessoas que não têm muito dinheiro, mas têm muita fé.

"Eles não têm muito dinheiro e são felizes. Eu tenho que confessar: para mim, estas são as pessoas bem sucedidas de verdade", destacou.


Combate à intolerância
Trump também falou sobre as pessoas que estão sofrendo em todo o mundo por causa sua fé. Ele lembrou que a liberdade religiosa "é um direito sagrado" e advertiu que ela está sob "séria ameaça".


"Vimos os muçulmanos amantes da paz, brutalizados, vitimizados, assassinados e oprimidos por assassinos do Estado Islâmico. Vimos ameaças de extermínio contra o povo judeu. Vimos uma campanha do Estado Islâmico e genocídio contra os cristãos, onde eles [terroristas] cortam as cabeças de suas vítimas. Na Idade Média também já se viu isso", citou.

Trump insistiu que todas as nações têm uma "obrigação moral de se manifestar contra tal violência" e encorajou as pessoas a se unirem para enfrentar essas ameaças.

"Quero expressar claramente hoje ao povo americano que meu governo fará tudo o que estiver ao seu alcance para defender e proteger a liberdade religiosa em nossa terra. A América deve permanecer para sempre como uma sociedade tolerante onde todos sejam respeitados e onde todos os nossos cidadãos se sintam seguros", afirmou.

O presidente dos EUA afirmou que é preciso "rejeitar qualquer forma de opressão e discriminação" e que a América está pronta para receber pessoas que "amam o povo e os valores" norte-americanos.

A fé e confiança em Deus foram temas-chave durante o discurso de Trump. "Enquanto tivermos Deus, nunca estaremos sozinhos", disse.

"Tanto para o vigia noturno, quanto para o pai solteiro que trabalha no turno da noite, Deus sempre dará consolo, força e conforto. É preciso continuar seguindo em frente", finalizou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Muçulmana abandona terrorismo após se converter a Cristo

A mulher tinha sido membro da Frente Al-Nusra, atuando como militante e enfermeira. No entanto, sua vida mudou de rumo após um encontro com Jesus.


A mulher tinha sido membro da Frente Al-Nusra, atuando como militante e enfermeira. (Foto: Reprodução)
A mulher tinha sido membro da Frente Al-Nusra, atuando como militante e enfermeira. (Foto: Reprodução)

Envolvidos na distribuição de alimentos a milhares de refugiados sírios no Líbano, Samuel e outros missionários tem tido muitas oportunidades de compartilhar o amor de Cristo com muçulmanos.

Hanan (nome fictício por razões de segurança), uma viúva de 40 anos de idade, é uma das pessoas que vivem em um dos campos de refugiados no Líbano. Ela ouviu falar sobre a atuação dos missionários no local e convidou a equipe para visitar sua casa improvisada, onde vive com outros familiares.

Durante o primeiro encontro entre Hanan e alguns missionários, a equipe mostrou a ela o filme Jesus. "Eu falei com elas sobre o amor de Deus e ensinei o Evangelho", disse Samuel.

Depois do filme, as mulheres mais velhas da família e a mãe de Hanan, uma idosa de 80 anos, começaram a chorar. "Elas nunca ouviram falar do Evangelho e de Jesus Cristo", conta Samuel.

Com lágrimas nos olhos, a família orou junto com a equipe. Samuel e outros missionários começaram a visitá-las duas vezes por mês, ensinando os princípios da Bíblia e reunidos em oração.

Depois que a amizade entre Hanan e Samuel se fortaleceu, ela revelou algo surpreendente sobre seu passado. Quando vivia na Síria, ela tinha sido membro da Frente Al-Nusra, hoje conhecida como Jabhat Fateh al-Sham. Antigo afiliado da Al-Qaeda, o grupo é um dos principais grupos rebeldes islâmicos que lutam contra o governo da Síria. Hanan também era enfermeira.

"Eu cuidava de suas feridas", disse Hanan sobre seus companheiros terroristas, "e carregava um fuzil AK-47 na outra mão."

Para a mulher, o grupo islâmico lutava pela liberdade contra um governo injusto. Mas seu relacionamento com Jesus foi, aos poucos, transformando seu coração e ela aprendeu mais sobre a verdadeira paz que Deus oferece através de Jesus.

Samuel continuou se encontrando com ela por mais de um ano, até que Hanan desapareceu de repente. Hanan tinha contado a Samuel que gostaria de voltar à Síria, mas, estava adiando seu retorno com a esperança de uma oportunidade de trabalho em outro país.

"Ficamos tristes em perdê-las, mas felizes por saber que levaram o Evangelho com elas. É isso o que vemos Deus fazendo. Esses refugiados se encontram com o Senhor e estão levando o Evangelho enquanto viajam para a Europa ou outro lugar do mundo", disse Samuel.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHARISMA NEWS

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

O Poder da Palavra de Deus


Steve Herzig
Um jovem judeu começou a ler: “Ele foi traspassado pelas nossas transgressões” (Is 53.5).Enquanto lia, parecia ouvir uma voz gritando: “Pare! Isso parece Jesus!” Simultaneamente, uma voz suave dizia: “Não pare! Isso parece Jesus!”
O jovem continuou a ler: “Ele foi moído pelas nossas iniqüidades”. Durante todo o tempo em que lia Isaías 53, duas vozes pareciam discutir dentro de sua cabeça. Por um breve momento, ele até mesmo questionou sua própria sanidade. “Por que qualquer judeu com sanidade mental consideraria Jesus como sendo o Messias prometido?”, ele se perguntava.
Respirou fundo e se lembrou de alguns fatos. Este era o livro de Isaías (um profeta judeu) de uma Bíblia judaica, publicada pela Sociedade de Publicação Judaica, e lhe fora dado por sua sinagoga ortodoxa. O que seria mais judeu do que isso? Ele logo observou que havia outras passagens nas Escrituras hebraicas que descreviam Jesus. E cada versículo era claro e conciso.
Quanto mais lia, mais certo ficava de que o que estava lendo era verdadeiro. Uma estranha sensação de calma e paz subitamente pareceu envolvê-lo.
A mesma paz é descrita no Livro aos Hebreus, do Novo Testamento: “Nós, porém, que cremos, entramos no descanso” (Hb 4.3). O “descanso” é o descanso de Deus. É o descanso que se apossa da pessoa que, pela fé, confia em Jesus como Salvador. É o descanso associado com a paz e a liberdade interiores, independentemente das circunstâncias.
Qualquer pessoa que já tenha alguma vez entrado naquele descanso específico o fez pela fé, depois de ouvir a Palavra de Deus (Rm 10.17). A Palavra de Deus não é igual a nada mais no mundo, e tem poder para transformar as pessoas de maneiras incríveis: “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração” (Hb 4.12).
A Palavra de Deus é viva. É ativa e inerentemente poderosa, e o Todo-Poderoso a usa como um cirurgião usa um bisturi, cortando diretamente no coração, e transformando seus leitores para sempre. Essa maravilhosa transformação acontece todos os dias com inúmeras pessoas de todos os tipos de históricos passados, e de todas as partes do globo. Seguem alguns exemplos:

Um Etíope Transformado

Atos 8 registra a história de um eunuco etíope gentio que estava sentado em sua carruagem no deserto, lendo o capítulo 53 de Isaías. Deus enviou Filipe, um judeu crente em Jesus, para falar ao homem precisamente quando ele estava lendo. Filipe o cumprimentou com uma pergunta: “Compreendes o que vens lendo?” (v.30).
O eunuco respondeu com outra pergunta: “A quem se refere o profeta (...). Fala de si mesmo ou de algum outro?” (v.34). Filipe usou as Escrituras hebraicas para mostrar que Jesus era Aquele de quem o profeta falava. A Palavra transformou o eunuco. Ele recebeu o Messias e foi imediatamente batizado.

A Nova Vida de Nina

Nina era uma mulher judia criada em um lar ortodoxo. Ela se aposentou nos anos 1960 e foi morar no lugar ao qual chamava de “a terra de Deus” – Atlantic City, no estado de Nova Jersey, EUA. Um dia, enquanto estava sentada em um banco junto à calçada, ela ganhou um Novo Testamento de uma transeunte. Daí em diante, todos os dias, Nina se sentava no banco na calçada em Atlantic City e lia alguns capítulos de seu novo livro. Quanto mais ela lia, mais convencida ficava de que estava lendo um livro judeu, como ela mesma dizia.
Logo Nina começou a observar pequenas mudanças em sua vida. Ela já não tinha um temperamento encrenqueiro, nem contava mais lorotas para suavizar situações sociais. Ela não estava se esforçando para produzir essas mudanças, mesmo assim, sabia que elas estavam acontecendo. Nina ficou confusa. Ela sabia que já não era mais a mesma.
Buscando pelas respostas, ela se aproximou de uma amiga cristã e pediu-lhe para ajudá-la a entender o que estava acontecendo. Ela ficou sabendo que ler a Palavra de Deus era o que estava transformando sua vida. Ela percebeu que a Bíblia não era como outros livros. Era poderosa, tão poderosa que convenceu Nina a confiar em Jesus. Foi assim que Nina começou sua nova vida.

Poder Para Perdoar


Corrie ten Boom e a casa da sua família em que esconderam judeus durante a segunda guerra mundial.
Corrie ten Boom foi criada na Holanda antes da Segunda Guerra Mundial. Ela e sua família liam regularmente a Palavra de Deus e eram crentes comprometidos com o Senhor Jesus. Embora os ten Booms fossem gentios, eles amavam o Povo Escolhido de Deus e pagaram o preço mais alto por sua fidelidade a esse povo. Como punição por esconderem judeus dos nazistas, eles foram enviados a campos de concentração. Corrie e sua irmã Betsie foram parar em Ravensbrück, onde Betsie morreu. Anos mais tarde, o poder transformador de Deus se manifestou de uma maneira maravilhosa. Corrie escreveu as seguintes palavras em seu livro The Hiding Place (O Refúgio Secreto):
Foi em um culto na igreja em Munique [em 1947] que eu o vi, o ex-soldado da SS, que tinha montado guarda à porta da sala do chuveiro no centro de processamento de Ravensbrück. Ele era o primeiro de nossos carcereiros que eu via desde aquele tempo. E subitamente tudo estava lá – uma sala cheia de homens escarnecedores, as pilhas de roupas, o rosto pálido de dor de Betsie. Ele veio até mim, uma vez que a igreja estava se esvaziando, sorridente e me saudando com uma inclinação da cabeça. “Quão grato estou por sua mensagem, Fräulein”, disse ele. “Pensar que, como você disse, Ele lavou meus pecados!”
Ele moveu a mão para a frente para me cumprimentar. E eu, que tantas vezes havia pregado às pessoas em Bloemendaal sobre a necessidade de perdoar, mantive minha mão ao meu lado.
Mesmo enquanto os pensamentos raivosos, vingativos, ferviam dentro de mim, eu vi os pecados desses pensamentos. Jesus Cristo havia morrido por esse homem; será que eu iria pedir mais? Senhor Jesus, orei, perdoe-me e me ajude a perdoá-lo.
Tentei sorrir, lutei para erguer minha mão. Não consegui. Eu não sentia nada, nem sequer a mínima faísca de calor humano ou de caridade. Então, novamente, fiz uma oração silenciosa. Jesus, não consigo perdoá-lo. Dê-me do teu perdão.
Quando lhe dei a mão, a coisa mais incrível aconteceu. Desde o meu ombro, ao longo do meu braço e através da minha mão, parecia que uma corrente elétrica passava de mim para ele, enquanto meu coração se enchia de amor por aquele estranho, tanto que quase me tirava o fôlego. Foi então que descobri que não é mais do nosso perdão nem da nossa bondade que depende a cura do mundo, mas do perdão e da bondade dEle. Quando Ele nos diz para amarmos nossos inimigos, Ele dá, juntamente com o mandamento, o próprio amor.[1]

De Terrorista a Sionista


Outro exemplo dramático de como a Palavra de Deus transforma vidas envolve Walid Shoebat, um palestino, nascido em Belém, que odiava os judeus desde o berço. Seu objetivo principal na vida era matar judeus e morrer como mártir por Alá.
Em meados dos anos 1970, ele se tornou ativo na Organização Para a Libertação da Palestina (OLP) e estava fazendo tudo que podia para ajudar a atingir seu objetivo na vida, inclusive realizando ataques terroristas em Israel.[2]

Walid Shoebat, de terrorista a sionista.
Walid mudou-se para os EUA para cursar uma faculdade, ao mesmo tempo em que levantava ajuda financeira para a OLP. Em 1993, ele se casou com uma cristã. “Eu queria convertê-la ao islamismo”, disse ele à BBC News. “Falei-lhe que os judeus haviam corrompido a Bíblia”. Ela pediu-lhe que provasse. Então, ele comprou uma Bíblia.
Durante seis meses estudou intensamente a Bíblia de capa a capa e descobriu a verdade. Renunciou ao terrorismo, arrependeu-se de seus pecados, deu sua vida a Jesus Cristo e tornou-se nova criatura – tudo porque leu a Palavra de Deus com um coração sincero que queria saber a verdade.
Hoje ele é um cristão sionista dedicado a expor as mentiras do islamismo e a apoiar e animar Israel e o povo judeu. Sua família muçulmana o deserdou. O pai dele disse que ele deveria ser morto. Em dado momento ele soube que a OLP estava planejando seu assassinato. Mas Shoebat é destemido e permanece conhecido por seu amor por Jesus e por um Israel judeu. Você pode visitar seu site: www.shoebat.com.
A Palavra de Deus é viva e eficaz. Ela discerne os pensamentos e as intenções do coração e transforma vidas por toda a eternidade. Tenho certeza disso porque o jovem judeu que experimentou aquela profunda paz 36 anos atrás lendo sua Bíblia era eu.
A Palavra de Deus – tanto o Antigo Testamento quanto o Novo Testamento – é a mais absoluta verdade. Se você quiser conhecer Deus pessoalmente e experimentar uma paz que transcende a todo entendimento, leia a Palavra de Deus e deixe que ela penetre em seu coração. Prometo que você não vai se arrepender. (Steve Herzig - Israel My Glory -http://www.chamada.com.br)
Steve Herzig é o diretor dos ministérios norte-americanos de The Friends of Israel.

Fonte: http://www.chamada.com.br/

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Cristãos constroem casa para abrigar judeus sobreviventes do Holocausto, em Israel

Um terço dos sobreviventes do Holocausto são atingidos pela pobreza e doenças causadas pelas torturas que experimentaram quando eram crianças, nos campos de concentração nazistas.

A casa oferece alojamento, refeições e serviços médicos. (Foto: International Christian Embassy Jerusalem)
A casa oferece alojamento, refeições e serviços médicos. (Foto: International Christian Embassy Jerusalem)
Uma organização formada por evangélicos criou uma casa para abrigar os sobreviventes do Holocausto, em Israel. O local oferece alojamento, refeições e serviços médicos para mais de 75 judeus idosos, que sobreviveram ao genocídio nazista.

A Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém (ICEJ, na sigla em inglês), se uniu a um filantropo judeu para beneficiar sobreviventes como Edelstein e sua esposa que, pela primeira vez, pode ter a chance de ter seu Bar Mitzvá — cerimônia que insere o jovem judeu como um membro maduro na comunidade judaica.

Quando completou 13 anos, a única preocupação de Edelstein era a de sobreviver ao holocausto. Agora, com 86 anos e ajuda dos cristãos, ele finalmente teve a chance de ter seu Bar Mitzvá, 73 anos atrasado.

A parceria entre cristãos e judeus é vital para muitas vítimas do holocausto. Um terço dos sobreviventes em Israel são pobres e sofrem com doenças causadas pelo tratamento desumano que experimentaram quando eram crianças, nos campos de concentração nazistas.

“Esses desafios nos deram um sentido de urgência ainda maior", disse David Parsons, porta-voz da ICEJ.

Shimon Sabag, um filantropo israelense que se associou ao ICEJ, diz que todo o seu trabalho seria impossível sem os cristãos, pois a organização não recebe dinheiro do governo.

"Eles estão dando a mais verdadeira forma de caridade, porque eles não pedem nada em troca", disse Sabag. "Estamos orgulhosos de ser seus parceiros".

A generosidade dos evangélicos está fazendo mais do que satisfazer as necessidades, também está construindo pontes. "Eles querem abençoar o povo judeu e querem pagar a dívida moral que os cristãos devem ao povo judeu por causa das atrocidades cometidas contra eles em nome de Jesus", disse Parsons.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CBN NEWS

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Soldado iraquiano sobrevive a 18 meses preso em gaiola no deserto: "Deus me fortaleceu"

Em um testemunho impactante o soldado Samir contou como aprendeu sobre o amor de Jesus com missionários e provou da proteção divina em diversos momentos de perigo.

Soldados iraquianos, em Mosul. (Foto: Alalam News Network)
Soldados iraquianos, em Mosul. (Foto: Alalam News Network)
O soldado iraquiano Samir tem afirmado que o poder a graça de Deus se manifestaram de maneira intensa em sua vida por diversas vezes. Fugindo da guerra em seu país, ele foi perseguido pelas autoridades do Iraque como desertor e acabou sofrendo diversos tipos de ameaça de morte, mas sempre viu a mão de Deus cuidando de sua vida, chegando até mesmo a fazer com que ele sobrevivesse a 18 meses preso em uma gaiola no deserto.

Samir conta que mesmo tendo nascido em uma família muçulmana, nunca concordou com as doutrinas islâmicas e sempre se sentiu incomodado com a forma como Maomé era exaltado por suas batalhas sangrentas.

"Eu nasci em uma família muçulmana conservadora do Iraque. Quando estava no Ensino Médio, sempre ficava perturbado quando ouvia meu professor explicando como o Islã se espalhou por meio de guerras e batalhas, lideradas por Maomé e seus sucessores", contou.

"Assim, enquanto meu professor estava falando sobre o heroísmo islâmico de suas guerras e batalhas, eu via tudo aquilo como crimes de guerra que encorajam o ódio, a perversidade, matança e roubos", acrescentou.

Samir também contou que se decepcionava com as orações islâmicas, que não buscavam o arrependimento humano, mas sim a mudança do contexto em volta.

"Mesmo nas orações muçulmanas não há nenhum apelo a Deus para mudar suas condutas e comportamento, mas sim suas circunstâncias circundantes", relatou.

Quando terminou seus estudos no Ensino Médio, Samir teve que se alistar no exército de seu país, mas não queria guerrear.

"Com o passar do tempo, terminei o colégio e fui forçado a me alistar e servir no exército do Iraque. Eu me tornei um motorista de tanque blindado, mas decidi fugir do serviço militar", explicou. "Quando perguntei a meus companheiros soldados se algum deles estava disposto a vir comigo, eles recusaram e eu tive que escapar sozinho em meio a bombardeios pesados ​​e minas terrestres perigosas, até que milagrosamente cheguei à minha casa na cidade de Mosul".


Clamor em meio à angústia
Quando chegou à sua casa, teve uma grande decepção ao ver que sua família não o aceitava mais de volta, pois ele estava agindo como um desertor e decidiu fugir novamente.



"Quando cheguei à minha casa, minha família se recusou a me aceitar de volta, então fugi para a Síria. Fui pego tentando atravessar a fronteira, quando dois informantes nômades do exército iraquiano me prenderam", contou. "Passei 16 meses em uma prisão do exército, aguardando por um julgamento, até que finalmente fui ao tribunal e fui confrontado pelos dois nômades que haviam me prendido antes e também testemunharam contra mim".

Samir conta que naquele momento se viu sem forças e clamou a Deus, pedindo por proteção e não tem dúvidas que a mão dEle agiu naquela circunstância.

"Naquele momento difícil eu orei a Deus, pedindo que me livrasse daquela situação perigosa. 'Misteriosamente', o tribunal me absolveu por falta de provas, porque uma das duas testemunhas era surda e cega, e por isso não podia depor legalmente perante o tribunal", afirmou. "Naquele exato momento exato momento senti o profundo amor de Deus, que me libertou e me senti mais confiante sobre o poder que Ele tem".
Mais tarde, Samir foi forçado a voltar para o exército, pois havia uma guerra em curso no Iraque e se viu dirigindo um tanque blindado mais uma vez.
A guerra civil tem atingido a cidade de Mosul e feito com que milhares de famílias fujam para outros países. (Foto: Reuters)

Transformação
Mesmo que sua primeira tentativa de fuga tivesse sido frustrada, ele decidiu tentar mais uma vez e conseguiu sair do país. Mas esta viagem iria transformar completamente a sua vida.


"Eu fui para o Nepal. Acabei ficando doente e tive que ser internado em um hospital, onde conheci uma enfermeira cristã, que trabalhava na capelania daquele lugar", contou. "Aquela enfermeira e outras pessoas haviam saído de suas terras para aquela área remota, com o único propósito de servir a Cristo. Eles visitavam presídios, hospitais e áreas pobres para pregar O Evangelho de Jesus".

"Posteriormente, fui convidado a ir para a casa daquela enfermeira e não hesitei em fazê-lo. Quando cheguei lá, vi pessoas simples, cheias de amor, benevolência e desejo de ajudar os pobres em nome de Jesus, que se entregou para salvar toda a humanidade", acrescentou.

Samir contou que sua amizade com aqueles cristãos lhe possibilitou aprender mais sobre muitas coisas que até então eram novas para ele. Naqueles dias, Samir acabou encontrando a paz que tanto buscava encontrar.

"Lá eu aprendi mais sobre Jesus e sobre a importância de orar por outras pessoas, bem como orar para agradecer pelo alimento e fazer a oração do "Pai Nosso", também", relatou. "Aquelas pessoas [cristãs] me contaram sobre a morte expiatória de Jesus. Eu havia sofrido forte perseguição e estava à procura de paz, mas me senti muito amado por todos ali".

Temendo por sua própria vida, Samir acabou partindo novamente e se viu como um nômade, pulando de cidade em cidade, até que se cansou e decidiu voltar ao Iraque, mesmo sabendo da insegurança que havia por lá.

"Certo dia, desisti de vagar pelo mundo e voltei ao meu país. Já não me importava mais com o perigo que eu corria, pois estava confiante no amor de Jesus por mim", destacou.

"Assim que cheguei [ao Iraque], fui preso e interrogado pelo serviço de inteligência iraquiano. Eles me prenderam e me torturaram. Mais tarde, fui enviado ao tribunal sob falsas acusações. As autoridades esperavam conseguir me condenar à morte e me executar", disse.


Proteção divina
Mais uma vez, Samir foi ao tribunal, confiante que Deus estava cuidando de tudo e surpreendentemente, sentiu grande alegria em seu coração, apesar de um veredito não tão favorável, mas que o possibilitou continuar vivo.


"Fui para aquele tribunal cheio de fé no amor e cuidado do Senhor por mim. Em vez da pena de morte, o tribunal me condenou a 20 anos de prisão. Mesmo diante daquela sentença, o meu coração se encheu de alegria por saber que eu não seria mais executado", exclamou.

Samir passou a cumprir sua pena como um prisionero político e foi libertado após um ano, por causa de um acordo entre o governo iraquiano e rebeldes curdos.

"Oito oficiais iraquianos haviam sido tomados como reféns pelos rebeldes curdos e o resgate dos militares foi trocado pela libertação de todos os prisioneiros políticos do Iraque", contou.

Assim que saiu da prisão, Samir tentou voltar ao Nepal para reencontrar seus amigos cristãos, mas seus planos foram frustrados, quando ele foi novamente forçado a voltar para o exército iraquiano e guerrear no Kuwait.

"Mais uma vez fugi da linha de frente para a fronteira saudita em direção às tropas americanas estacionadas ali. Mas o exército saudita me prendeu em vez disso e eu fui mais uma vez preso por 18 meses em uma gaiola do deserto nem sequer se encaixam em animais selvagens", destacou. "O Senhor fortaleceu-me e eu suportei aquele momento difícil até que eu fosse libertado".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOSPEL TRUTH

domingo, 29 de janeiro de 2017

Ser contra o aborto não é extremismo e sim a verdade de Jesus, diz escritor cristão

David Benham chegou a perder o seu programa de TV após assumir publicamente seu posicionamento sobre questões como aborto e casamento gay, mas diz que não se arrepende.

David Benham (direita) com sua esposa, Lori (esquerda) e seu pequeno filho, Chase, nascido em 2010. (Foto: Operation Save America)
David Benham (direita) com sua esposa, Lori (esquerda) e seu pequeno filho, Chase, nascido em 2010. 
(Foto: Operation Save America)
Os irmãos cristãos Jason e David Benham participaram na última segunda-feira (23) da 'Marcha pelo Direito à Vida', no Estado da Geórgia (EUA), um dia após o 44º aniversário de Roe v. Wade, a decisão da Suprema Corte de 1973 que legalizou o aborto nos Estados Unidos. A dupla defendeu que o que eles mesmos chamaram de "a verdade de Jesus Cristo".

Seundo o jornal 'Atlanta Constitution' informou que "algumas centenas" de pessoas participaram da manifestação, que reuniu um público diversificado incluindo políticos e ativistas pró-vida.

David Benham lembrou em um discurso no comício como seu 'reality show', chamado "Flip It Forward", na de HGTV, foi cancelado em 2014 por causa da oposição que ele e seu irmão têm sobre o casamento gay, mas disse que suas fortes visões pró-vida também foram motivações para ataques "extremos e odiosos".

Ele repetiu o que disse na época em que perdeu o seu espaço na TV, declarando: "Creio que um nascituro no útero de uma mãe é um ser humano criado por Deus. Pensar dessa forma não é extremismo, pois essa é a verdade de Jesus Cristo".

David disse que ele e seu irmão Jason estavam orgulhosos de sacrificar seu programa de TV, para se manterem firmes sobre o que acreditam, e argumentou que Deus "está chamando cada um de nós a fazer sacrificar alguma coisa", porque as pessoas têm de defender a verdade.

"Agora é a hora de os pastores e políticos americanos sacrificarem sua posição de poder e influência em nome daqueles que não têm voz, para defenderem a verdade de Deus", insistiu.

David Benham apontou ainda que o problema na América não é "a presença da escuridão, mas a ausência de luz".

"Nós não estamos aqui para simplesmente pregar o ódio contra o aborto. Estamos aqui para brilhar a luz de Jesus Cristo", disse ele.

Jason Benham insistiu que o aborto não é uma questão política, mas também uma "questão que envolve o Evangelho".


Discernimento

Ele acrescentou que as pessoas devem buscar discernimento do Espírito Santo "quando a cultura estiver tentando extinguir a Sua luz".


"O aborto é a questão, é a questão principal", declarou.

"Sua postura sobre a vida determina tudo", continuou Jason Benham, exortando as pessoas a se apoiarem em Deus quando procurarem inspiração para defenderem o valor da vida.

"Quando Deus planeja a libertação, Satanás planeja a destruição", ele apontou.

Em junho de 2016, os irmãos também ministraram uma palestra na Conferência "Road to Majority", realizada pela Coalização 'Fé e Liberdade', em Washington. Na ocasião, eles advertiram que os EUA estavam sendo punidos por Deus, por permitirem que cerca de 60 milhões de crianças fossem abortadas, desde que a prática foi legalizada no país.

David Benham recitou do Salmo 106 na época, lendo: "A Nação de Israel sacrificou seus filhos e suas filhas aos demônios e derramou sangue inocente de seus filhos e filhas, que eles sacrificaram aos ídolos de Canaã, e a terra foi contaminada com seu sangue".

Ele acrescentou, continuando a advertência: "Eles se tornaram impuros em suas práticas e se prostituíram em suas ações. Por isso a ira do Senhor se acendeu contra Seu povo e abominou Sua herança. As nações e aqueles que os odiavam governaram sobre eles".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST