Google+ Followers

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

QUE SAUDADE DO GOVERNO MILITAR





Já escrevi sobre a administração pública no período em que os presidentes eram militares. Neste período tive o privilégio de ocupar cargo no terceiro escalão estadual da Caixa Econômica Federal, mesmo sendo declaradamente simpatizante do comunismo. Atualmente tenho aversão e faço severas críticas ao socialismo e ao comunismo. Arrependimento não mata, mas é como marca de ferro no couro de boi.

Evolução é assim. É preciso ler e estudar para aprender. Ou empiricamente ver os fatos acontecerem. Os dedos das mãos não são iguais.

Procurem ler sobre o crescimento da fortuna dos ex-presidentes militares e a dos presidentes civis e de seus ministros.

O texto abaixo não é meu. É de uma colega da Caixa Federal. Mary Madureira a quem pedi autorização para transcrever.

"ASSIM SÃO ESTES ESTRANHOS MILICOS"

"Falavam horrores de Mário Andreazza. Que estaria riquíssimo, que teria ganhado de presente das empreiteiras um edifício na beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, que não tinha mais onde enfiar dinheiro.

Não sei se Amália Lucy Geisel, filha de Ernesto Geisel, ainda está viva. Pouco mais velha do que nós, tinha alguns problemas de saúde. Pois bem, era professora do Colégio Dom Pedro II e mesmo quando o pai era Presidente da República, ia de casa ao trabalho de ônibus. Cansei de encontrá-la neles, ela e eu a caminho do centro do Rio de Janeiro.

Meu pai chamava isso de os três D dos milicos: decência, decoro e discrição.

Primeiro morreu o coronel Mário Andreazza. Quando Ministro dos Transportes foi responsável pela construção da ponte Rio-Niterói. Obra que teve empréstimo inglês de dois bilhões de dólares. Os seus trinta e sete colegas de turma tiveram que fazer uma vaquinha para que o corpo pudesse ser transladado para o Rio Grande do Sul.

Em 2000, Dona Lucy Markus Geisel viúva do presidente Ernesto Geisel, pobre e discreta, morreu em acidente de carro na Lagoa Rodrigo de Freitas.

A morte de Dona Dulce Figueiredo.

Agora foi a vez de Dona Dulce Figueiredo, que ficou viúva do último presidente militar João Batista Figueiredo em 1999. Em 2001, devido a problemas financeiros, organizou um leilão para vender objetos pessoais do marido.

Sem comentários e façam suas comparações e conclusões.

Os tempos são outros...naquela época ninguém amealhava fortuna de 20 milhões de reais em dois anos. Nem a vida toda.

Decência, decoro, respeito são palavras que não constam nos dicionários atuais... e se dos dicionários constam, não são entendidos na forma de agir e de pensar. Quem sabe um dia teremos motivos para nos orgulhar da classe política que hoje abriga o que de mais adjeto representa o povo brasileiro.”

Fonte: http://benutesantos.blogspot.com/2011/06/valores.html


Por isso meus irmãos vamos seguir o conselho de Timóteo que diz:

"Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens,
pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda a piedade e honestidade." 1 Timóteo 2:1-2

Adelia Brunelli