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segunda-feira, 5 de agosto de 2024
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
sexta-feira, 11 de março de 2016
O Caminho Para a Cruz
Mark Johnson
Você já foi tentado a duvidar do amor de Deus por você? Talvez você tenha perdido uma pessoa amada, ouvido más notícias de um médico, ou tido que enfrentar novamente uma tentação perturbadora. “Deus”, você lamenta, “se Tu me amas de fato, como podes permitir que isto aconteça comigo?”.
Em todos esses momentos, na verdade, o fato de quanto Deus nos ama é que pode nos impedir de desesperarmos. “Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Rm 8.32). Meditar sobre os sofrimentos de Cristo pode realmente nos ajudar a “Conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento” (Ef 3.19) e é uma maneira absolutamente prática de nos equiparmos para confiar nEle, aconteça o que acontecer.
Desde o século IV d.C. alguns cristãos têm encontrado consolação em caminhar pela Via Dolorosa, a saber, o “caminho do sofrimento”, ou “o caminho doloroso”, para se lembrarem da jornada de Jesus até a cruz. Essa rota de 700 metros de comprimento segue pela Cidade Velha de Jerusalém, desde a Fortaleza Antônia, perto do Monte do Templo, até a Igreja do Santo Sepulcro, o local tradicional mais antigo da crucificação e do sepultamento. Porém, o local visitado pela grande maioria dos cristãos conservadores contemporâneos é o Jardim do Sepulcro, localizado perto da Porta de Damasco.
O que realmente aconteceu no caminho para a cruz? E como meditar sobre as verdades da Escritura nos fortalece com a segurança do amor incondicional de Deus por nós? As Escrituras sobre a Via Dolorosa são claras e simples, contudo são profundas. Na estrada para a cruz, a glória de Deus estava à mostra; o plano de salvação estava sendo realizado; e o amor de Jesus por você e por mim foi demonstrado: “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus” (1Pe 3.18).
O sofrimento de Jesus começou no Jardim do Getsêmani; continuou em Sua prisão, nos julgamentos religioso e civil que Ele foi forçado a suportar, e nos açoites desumanos que sofreu dos soldados romanos, quando o governador romano Pôncio Pilatos buscava despertar a simpatia das multidões. A seguir, Pilatos “O entregou para ser crucificado” (Jo 19.16) e, “Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram” (Lc 23.33).
A Bíblia registra quatro cenas principais, cada uma das quais mostra uma preciosa qualidade do Cordeiro de Deus e Seu notável amor por nós.
Dependência
Quatro soldados formavam o esquadrão padrão para uma crucificação. “Os soldados, pois, quando crucificaram Jesus, tomaram-lhe as vestes e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte” (Jo 19.23).
"Tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, (...) tornando-se obediente até à morte e morte de cruz" (Fp 2.7-8). O Homem de Dores experimentou a fraqueza do ser humano por amor a você e a mim.
A primeira parada no caminho para o Calvário foi o pátio do Pretório, a residência oficial do governador. Então, “os soldados do governador, levando Jesus para o pretório, reuniram em torno dele toda a coorte” (Mt 27.27). Esta provavelmente era a Fortaleza Antônia, ao lado do Templo. Até aos dias de hoje, antigos jogos romanos entalhados no pavimento do pátio podem ser vistos. Os 200 ou mais soldados de “toda a guarnição” decidiram ter ali algum divertimento cruel, antes que começasse o trabalho sério da crucificação.
Famosos por sua brutalidade, eles expressaram sua própria depravação e ódio por Israel ao debocharem do “Rei dos Judeus”. Eles O despiram, vestiram-nO com um manto vermelho para mostrar uma falsa realeza (provavelmente uma capa que havia sido descartada por algum oficial), fizeram uma coroa de espinhos (que nos faz lembrar da maldição do pecado sobre a terra), e Lhe deram uma vara por “cetro”. Depois, fizeram-Lhe reverências motejando dEle com cumprimentos de realeza; repetidas vezes cuspiram em Seu rosto mostrando seu desprezo por Ele; repetidamente, bateram em Sua cabeça com a vara, fazendo com que os espinhos agudos da coroa entrassem cada vez mais dolorosamente em Seu crânio; e bateram em Seu rosto com suas mãos calejadas.
Quão irônico é que meras criaturas tenham tido permissão para atormentar seu Criador, o verdadeiro Rei do Universo! Todavia, Ele, “Quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente” (1Pe 2.23). Jesus entregou-Se a Seu Pai, confiando que o Juiz de toda a terra deixaria todas as coisas certas no final. O amoroso Senhor Jesus dependeu totalmente de Seu Pai para que pudesse pacientemente suportar a rejeição vinda de Suas próprias criaturas.
Humanidade
Não sabemos por quanto tempo continuou o escárnio; mas, depois dele, a marcha em direção à execução foi reiniciada. A despeito de Suas machucaduras, Jesus, Ele mesmo, carregava Sua cruz (Jo 19.17), a trave de cerca de 50 quilos que homens condenados carregavam.
No entanto, as Escrituras dizem que os soldados recrutaram Simão, um cireneu, que estava entrando em Jerusalém, vindo do interior, para terminar a tarefa. Claramente, os soldados, que haviam tão cruelmente abusado de Jesus, jamais teriam usado Simão se houvesse a possibilidade de o próprio Jesus, cambaleando por causa da exaustão, tortura e perda de sangue, pudesse ter arrastado o peso por si mesmo.
Jesus não foi um sofredor super-humano. Ele estava exausto – um verdadeiro membro da humanidade, “Tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, (...) tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2.7-8). O Homem de Dores experimentou a fraqueza do ser humano por amor a você e a mim.
Solidariedade
O Evangelho de Lucas diz que grandes multidões seguiam a Jesus, inclusive mulheres, cujos corações estavam sofrendo ao vê-lO seguir em direção à crucificação. Ele voltou-Se para elas e disse palavras compassivas de admoestação: “Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai, antes, por vós mesmas e por vossos filhos! Porque dias virão em que se dirá: Bem-aventuradas as estéreis, que não geraram, nem amamentaram. Nesses dias, dirão aos montes: Caí sobre nós! E aos outeiros: Cobri-nos!” (Lc 23.28-30).
Esta foi a sexta admoestação a Jerusalém, que Lucas registrou, vinda dos lábios do Messias de Israel. Esterilidade era considerada uma maldição; mas Jesus sabia que, quando os romanos queimassem Jerusalém, no ano 70 d.C. (e quando ela for novamente devastada durante a Tribulação), não ter filhos para enfrentar tamanha batalha seria uma bênção. Seria melhor ser moído debaixo de pedras do que enfrentar tamanha agonia.
A pergunta final de Jesus foi uma máxima para dizer que, se Ele estava experimentando tamanho sofrimento sem o merecer, mais terrível seria o julgamento que aqueles que o merecem irão enfrentar: “Porque, se em lenho verde fazem isto, que será no lenho seco?” (v.31).[1]
O Profeta, Sacerdote e Rei foi movido de compaixão para parar e emitir um aviso profético, mesmo em meio ao estresse de estar seguindo o caminho para a cruz. Oh!, como Ele ama a você e a mim!
Persistência
Seis meses antes, Jesus havia dito aos apóstolos que Ele seria morto. Disse também:“Ninguém a tira [minha vida] de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la” (Jo 10.18).
Tudo em Seus meses, semanas e horas finais mostravam Seu absoluto compromisso de cumprir o plano de Seu Pai como o Cordeiro de Deus.
Quando Jesus finalmente chegou ao Gólgota, onde seria crucificado, ofereceram-Lhe uma bebida de vinho misturado com mirra ou fel, usada como forte sedativo. O Talmude judeu diz que as mulheres nobres de Jerusalém costumavam doar essa bebida e trazê-la às crucificações.[2] “Deram-lhe a beber vinho com fel; mas ele, provando-o, não o quis beber” (Mt 27.34). O Messias estava tão determinado a manter Seus sentidos aguçados à medida que pagava o preço pelo nosso pecado que Se recusou a tomar qualquer coisa que diminuísse Sua agonia. Seu amor por nós foi total e persistente, resoluto.
O caminho para a cruz foi completo. Em horrível simplicidade, as Escrituras afirmam:“Depois, O crucificaram” (v. 35). Durante todo o percurso, nosso Salvador demonstrou Sua dependência, humanidade, solidariedade e persistência. O Pai foi totalmente glorificado através do Servo Sofredor.
Na próxima vez que as circunstâncias tentarem você a duvidar do amor de Deus, pegue uma Bíblia e siga ao lado do seu Senhor no caminho que Ele percorreu para a cruz, à medida que sofreu por você. A experiência poderá mudar a sua vida. (Mark Johnson — Israel My Glory — Chamada.com.br)
quinta-feira, 7 de maio de 2015
segunda-feira, 30 de março de 2015
JESUS É PRESO
Mateus 26.47-56 Jesus é preso
Jesus ainda estava falando,
quando chegou Judas, um dos doze discípulos. Vinha com ele uma grande multidão
armada com espadas e porretes, que tinha sido mandada pelos chefes dos
sacerdotes e pelos líderes judeus. O traidor tinha combinado com eles um sinal.
Ele tinha dito: “Prendam o homem que eu beijar, pois é ele.” Judas foi até
perto de Jesus e disse:
— Mestre, que a paz esteja com o
senhor!
E o beijou. Jesus respondeu:
— Amigo, o que você vai fazer
faça agora.
Então eles chegaram, prenderam
Jesus e o amarraram. Mas um dos que estavam ali com Jesus tirou a espada,
atacou um empregado do Grande Sacerdote e cortou uma orelha dele. Aí Jesus
disse:
— Guarde a sua espada, pois quem
usa uma espada será morto por uma espada. Você não sabe que, se eu pedisse
ajuda ao meu Pai, ele me mandaria agora mesmo doze exércitos de anjos? Mas,
nesse caso, como poderia se cumprir aquilo que as Escrituras Sagradas dizem que
é preciso acontecer?
Depois Jesus disse para aquela
gente:
— Vocês vêm com espadas e
porretes para me prender como se eu fosse um bandido? Eu estava todos os dias
ensinando no pátio do Templo, e vocês não me prenderam. Mas tudo isso está
acontecendo para se cumprir o que os profetas escreveram nas Escrituras
Sagradas.
Então todos os discípulos
abandonaram Jesus e fugiram.
Sociedade Bíblica do Brasil
quarta-feira, 4 de março de 2015
LEITURA DIÁRIA
A vida dominada pelo Espírito Santo
Romanos 8.1-11
Romanos 8.1-11
Vocês,
porém, não vivem como manda a natureza humana, mas como o Espírito de Deus
quer, se é que o Espírito de Deus vive realmente em vocês. Quem não tem o
Espírito de Cristo não pertence a ele. Mas, se Cristo vive em vocês, então,
embora o corpo de vocês vá morrer por causa do pecado, o Espírito de Deus é
vida para vocês porque vocês foram aceitos por Deus. Se em vocês vive o
Espírito daquele que ressuscitou Jesus, então aquele que ressuscitou Jesus
Cristo dará também vida ao corpo mortal de vocês, por meio do seu Espírito, que
vive em vocês.
Fonte: SBB
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Ministério alcança 100.000 pessoas em 8 anos
Simon Guillebaud explica por que igrejas no Ocidente não testemunham
mais milagres por Jarbas Aragão
Ministério alcança 100.000 pessoas em 8 anos
A oração do
missionário inglês Simon Guillebaud era simples e sincera: “Senhor, eu farei
qualquer coisa, eu vou a qualquer lugar”. Em 1999, quando tinha pouco mais de
25 anos, Guillebaud abriu mão de seu emprego numa empresa de marketing para
viver no Burundi, país africano devastado pela guerra. Durante os 15 anos
seguintes, ele testemunhou o mover de Deus de uma forma incrível.
Em uma entrevista ao
site Christian Today, ele conta que quando foi para o Burundi sabia pouca coisa
sobre o país, apenas que era um dos mais perigosos do mundo na época, pois
vivia uma guerra civil. Ele acreditava que poderia morrer, mas foi mesmo assim.
Nascido em uma
família que já tinha missionários trabalhando na África, disse ter aprendido
desde cedo que “Somos imortais até que Deus nos chame para casa”. Citando
Filipenses 1:21-22 lembra que aceitou ser missionário em um país difícil por
que “Viver é Cristo e o morrer é lucro”. Apesar das dificuldades iniciais,
associou-se a trabalhos missionários que já existiam no país. Alguns anos
depois, fundou sua própria missão, a Great Lakes Outreach (GLO), que trabalha
com treinamento de líderes nativos. O nome se refere à chamada região dos
Grandes Lagos, incluindo Burundi, Ruanda, Tanzânia e Quênia.
Nos últimos oito anos
seu ministério ajudou a ganhar 100.000 pessoas para Cristo, cerca de um por
cento da população do país. Entre os testemunhos que foram fundamentais para o
sucesso de sua missão está a história de Agnes. Era uma jovem sofrida, que
nasceu surda, cega e muda. Ela vivia num estado quase vegetativo, toda
encurvada. Durante anos seus pais se limitavam a coloca-la no pátio de casa
para apanhar a luz do sol e, em seguida, trazê-la de volta para dentro e
alimentá-la.
Guillebaud lembra que
muita gente já havia orado por Agnes. “Certo dia, um grupo de jovens orou por
ela e o corpo dela se contorceu todo. Ela teve sua visão e audição de volta,
mas ainda faltava a fala. Ela passou a frequentar o coro da igreja pela fé e
algumas semanas mais tarde Deus liberou sua língua para louvá-lo. Desde então
ela não cala a boca! ” conta rindo.
Agnes hoje é uma das
melhores evangelistas da missão. Afinal, todos os que viviam na região sabiam
que ela vivia como um vegetal, mas agora está bem. Testemunhar milagres e
libertações de espíritos demoníacos são comuns para os que trabalham na região.
Quando um dos feiticeiros mais conhecidos da região convidou alguns
missionários para visitá-lo ninguém sabia o que esperar. “O homem acabou
ouvindo sobre Jesus, foi liberto e muitos dos seus seguidores entregaram suas
vidas a Cristo naquele mesmo dia, umas 50 pessoas”, lembra o missionário
inglês.
Questionado por que
esse tipo de coisa não acontecia com ele quando pregava nas igrejas da
Inglaterra, Guillebaud dá uma resposta dura: “É uma questão de fé e
incredulidade. Os africanos são muito conscientes do mundo espiritual. Você não
precisa ensinar-lhes que Satanás e Deus são reais, eles sabem disso e já viram
o poder de ambos… É difícil para nós no Ocidente acreditarmos em muitas coisas
porque estamos sempre duvidando ou questionando os ensinamentos da Bíblia”.
O missionário é
enfático: “os sinais são para os incrédulos. O Reino de Deus é o segredo mais
bem guardado que temos, mas está preso nas quatro paredes da igreja. Nós
deveríamos passar mais tempo lá fora, anunciando esse Reino. É na escuridão que
vemos a luz brilhar mais forte. Esse é o verdadeiro desafio para a Igreja do
Ocidente”.”
Atualmente ele está
no Reino Unido, com sua esposa e três filhos. Veio para lançar um novo livro.
Os outros três que escreve falam sobre seu trabalho na África. Ao ser questionado
se veio para ficar, ele diz que ainda não: “Eu não quero segurança. Quando você
tem segurança, você não precisa de Deus. Eu só quero estar no centro da vontade
de Deus, que é o lugar mais seguro para se estar”.
Ao mesmo tempo que
trabalhos como o do Great Lakes Outreach crescem, o Parlamento do Burundi
aprovou recentemente um projeto de lei que tenta evitar a proliferação de
igrejas evangélicas no país. A partir deste mês, só serão reconhecidas
legalmente pelo governo as congregações que reunirem pelo menos 500 pessoas (ou
1.000, quando forem fundadas por estrangeiros). Segundo o ministro do Interior,
Edouard Nduwimana, o objetivo da lei é proteger os cidadãos. Com
informações Christian Today e CBN
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
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