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sábado, 25 de março de 2017

Pastor encontra diamante de US$60 milhões e doa para combater a pobreza, em Serra Leoa

O Pastor Emmanuel Momoh encontrou o diamante durante escavações em uma mina de Serra Leoa, mas decidiu doar a pedra de 706 quilates para ajudar o seu povo.

Pastor Emmanuel Momoh mostra o diamante que encontrou em Serra Leoa. (Foto: Toronto Star)
Pastor Emmanuel Momoh mostra o diamante que encontrou em Serra Leoa. (Foto: Toronto Star)
Um pastor da Serra Leoa, que complementa sua renda trabalhando nas minas do país, encontrou em suas escavações recentes, um dos maiores e mais valiosos diamantes já vistos em todo o mundo. Aquela poderia ser a sua chance de se tornar um homem extremamente rico, mas preferiu olhar para a necessidade de seu povo e doou a pedra preciosa.

O Pastor Emmanuel Momoh encontrou a pedra de 706 quilates na região de Kono. Especialistas disseram que a pedra pode valer até 62 milhões de dólares, dependendo da qualidade. Foi a maior descoberta de diamantes desde 1972, de acordo com a agência de notícias 'Africa Today'.

Analistas do setor disseram que a pedra é o 13º maior diamante bruto que já foi extraído em todo o mundo.

O pastor Momoh apresentou o diamante ao presidente da Serra Leoa, Ernest Bai Koroma, doando a pedra ao governo, com instruções de que a doação deve ser usada para o melhoramento da situação dos mais pobres no país.

"Acredito que o governo possa fazer mais", disse Momoh à Africa Today. "Especialmente em um momento em que o país está passando por alguns desafios econômicos".

O pastor disse também que gostaria de ver melhorias no acesso dos mais pobres à eletricidade e transporte de qualidade.

Depois que o Pastor Momoh fez a notável doação ao governo, a pedra ficou guardada um cofre no Banco Central de Serra Leoa, na capital de Freetown, de acordo com a 'Africa Today'.

Pessoas na aldeia de Yakadu, onde o pastor encontrou o diamante, vivem em uma área devastada por uma sangrenta guerra civil e pela crise do Ebola.

Existem muitas grandes empresas que operam nos campos de diamante, em Kono, usando grande escavadeiras, dragas e bombas de água industriais. Portanto, é ainda mais surpreendente que o Pastor Momoh tenha encontra a joia usando ferramentas simples com picaretas e pás para cavar.

Alguns poderão ver este acontecimento como uma resposta às orações do povo, ou pelo menos um reflexo do amor de Deus pelos mais pobres.

"Com o virtuoso vigário, depois de entregar a pedra às autoridades, também pode ser visto como um ato de propiciação, momento em que Serra Leoa se distanciou simbolicamente da sedição de sangue provocada pelos diamantes de sua guerra civil que durou 11 anos, terminando em 2002", Observou Adrian Blomfield ao 'The Telegraph'.

Blomfield observou que milhares de pessoas em Serra Leoa passaram a maior parte do início dos anos 2000 cavando na lama, em regime de trabalho escravo para encontrar diamantes que financiassem uma rebelião montada por um sargento apoiado pela Libéria, Foday Sankoh.

"A Frente Revolucionária Unida de Sankoh puniu aqueles que resistiram à escravidão, mutilando essas pessoas, arrancando ouvidos e órgãos genitais ou globos oculares. Mais de 100.000 pessoas foram mortas e dezenas de milhares foram mutiladas antes da intervenção militar da Grã-Bretanha em 2000, que virou a maré da guerra a favor do governo".

As injustiças em Kono foram retratadas no plano de fundo do filme "Blood Diamond" ("Diamante de Sangue"), um filme estrelado pelos atores Leonardo DiCaprio, Djimon Hounsou e Jennifer Connelly.

O presidente Ernest Bai Koroma deu garantias de que o diamante será leiloado de forma transparente e elogiou o pastor Momoh "por não ter contrabandeado o diamante para fora do país". Ele também afirmou que o pastor Momoh será recompensado por sua bondade.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOD REPORTS

sexta-feira, 24 de março de 2017

Garoto de 9 anos convence os pais a doarem sítio para projeto missionário: "Fiquei comovido"

Augusto Neto não se conteve quando seu pastor falou sobre um projeto da igreja com a Cristolândia para acolher mulheres em situação de rua e dependência química.

Agora estão sendo feitas reforma e ampliação da primeira etapa, para atender inicialmente 24 mulheres. Foto: (Raul Spinassé).
Agora estão sendo feitas reforma e ampliação da primeira etapa, para atender inicialmente 24 mulheres. Foto: (Raul Spinassé).
Augusto Lucciola Neto é um menino de 9 anos com um coração enorme. Ele se congrega em uma igreja batista com seus pais e não resistiu quando o pastor apresentou um novo projeto. O garotinho convenceu a família de doar um sítio para que a comunidade pudesse construir um projeto social com o objetivo de abrigar mulheres em situação de rua e dependência química.

Raphael Schotelaro, o pastor da igreja, estava falando sobre o projeto Cristolândia Bahia, criado há três anos. O problema é que eles precisavam de um abrigo exclusivo para mulheres. Após pedir que os fiéis ajudassem de alguma forma, o menino não se conteve.
Augusto perguntou para sua mãe, a engenheira civil Judite Lucciola, se ela queria falar, e ela respondeu que não. Insistindo, a criança pediu para ela ir com ele até a frente. Os dois ficaram um tempo na escadaria e, naquele momento, Augusto começou a chorar ao sentir compaixão por aquelas pessoas.

Espaço fechado
De acordo com a mãe, o menino pediu novamente para que eles pudessem fazer algo e deu a ideia de doar o sítio que eles tinham no centro de Monte Gordo, em Camaçari (Grande Salvador). O local estava fechado há anos, em um espaço de oito mil metros quadrados.

"Ele falou comigo que eles precisavam de um espaço, e nós tínhamos e nem usávamos. Falou de uma forma tão convicta que ficamos sem saída", disse a mãe em entrevista para o site A Tarde. "Conversamos com o pastor e fomos ao local para ver se atendia à demanda do projeto”, explicou.

“A casa estava abandonada, reformamos e acrescentamos outra ala de quartos. Agora estamos aguardando o alvará de funcionamento da prefeitura de Camaçari", disse Judite.

Abertura em maio
Agora estão sendo feitas reforma e ampliação da primeira etapa, para atender inicialmente 24 mulheres. O espaço tem previsão para ser aberto em maio deste ano. Augusto relembra do momento na igreja. "Eu fiquei comovido com aquelas pessoas necessitadas”, disse.

“Falei para meus pais que não era justo só os homens serem abrigados. Eles questionaram como iriam investir em uma nova casa, se já tínhamos a nossa em reforma. Fiquei pensando no que poderíamos fazer e, assim que acabou a reforma da nossa casa, investimos na Casa Rosa [nome dado à nova sede do projeto]".

O pastor Schotelaro ressalta que para ele aquilo foi uma grande surpresa. A Bahia só tinha abrigo masculino, e há três anos havia a necessidade do lar feminino. "A nossa oração era essa, que Deus nos abençoasse de alguma forma. E, para minha surpresa, porque Deus sempre nos surpreende, veio por uma criança, com coração amoroso, que ali sentiu que deveria doar. Foi uma iniciativa incrível, uma cena que marcou toda a igreja, que junto com o Augusto chorou".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO A TARTE

quinta-feira, 23 de março de 2017

Um ano após massacre na Nigéria, cristãos continuam sendo mortos por muçulmanos

Em 2016, mais de 300 foram mortos em um ataque de extremistas muçulmanos. O objetivo era atingir os cristãos.

Um ano depois que os muçulmanos de etnia fulani mataram cerca de 300 agricultores, onde a maioria eram cristãos, em Agatu, estado de Benue (Nigéria), os ataques continuaram acontecendo no estado e até hoje não houve trégua. Mais de 29 cristãos em Agatu e em outras áreas rurais foram mortos nos ataques a comunidades predominante cristãs, neste ano.

No dia 11 de março, muçulmanos fulani mataram pelo menos seis cristãos em Tombo-Mbalagh, área de governo local de Buruku (LGA), segundo relatos locais. Justina Sorkaa, administradora da área do conselho de Buruku LGA, disse aos repórteres na segunda-feira (13) que as vítimas eram membros de congregações locais. Ela disse que os corpos tinham feridas de balas e cortes de machado.

No dia 10 de março, muçulmanos fulani, de acordo com o estado de Taraba, encontraram resistência quando tentaram pastar seu gado em terras proibidas na vila de Mkgovur, no LGA de Buruku, no estado de Benue, e depois em um ataque de represália mataram oito cristãos.

Mais cedo, membros da Igreja Cristã Reformada Universal, da Igreja Católica Romana e da Igreja Metodista foram mortos em Agatu e em comunidades cristãs em Mbahimin, Ipiga, Ajegbe, Edumoga e Ogege, disseram fontes locais.

Mais mortes
No dia 24 de fevereiro mataram 10 cristãos na aldeia de Mbahimin, Gwer East LGA, a informação foi de um cristão local. "Fazendas pertencentes a cristãos foram destruídas e suas casas incendiadas", disse ao Morning Star News.

“Entre os mortos estavam Jimmy Angbian Ugon, Benjamin Iorcher Agah, e outro cristão identificado apenas como Puusu, todos membros de congregações cristãs”, ele disse. “Centenas de aldeões foram deslocados”, acrescentou.

Na aldeia de Edumoga, na área do Conselho de Okpokwu, muçulmanos fulani mataram cinco católicos em um ataque nas primeiras horas da manhã do dia 5 de janeiro, de acordo com uma residente da área, Josephine Akioyamen. Ela disse ao Morning Star News por telefone que o ataque foi o segundo na área, como os pastores também atacaram a aldeia de Ogege em janeiro. "Nossos povos estão sendo caçados por estes muçulmanos" disse.

O massacre
No ano passado, entre 22 de fevereiro e 29 de fevereiro, os muçulmanos atacaram predominantemente Agatu, matando cerca de 300 pessoas. Segundo os relatos, eles estavam fortemente armados e mataram pelo menos mais oito no dia 8 de março de 2016.

Entonu Adamu, que representa Agatu, havia dito anteriormente aos legisladores que o governo federal deveria desarmar os pastores, pois desarmou os jovens das comunidades agrícolas atacadas. O governo Ortom desarmou a maioria das pessoas no estado de Benue em um programa de anistia de 2015, e o governador apelou aos moradores para que permanecessem cumpridores da lei diante aos ataques dos pastores.

Em suas observações à Assembléia Nacional, Entonu Adamu instou o governo a designar os fulani como um "grupo terrorista" para que o governo pudesse tomar medidas mais decisivas contra eles.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOSPEL HERALD

quarta-feira, 22 de março de 2017

Pastor que estava no Titanic morreu pregando durante naufrágio

John Harper entregou seu próprio colete salva-vidas para outro passageiro e continuou pregando o Evangelho até o fim, conforme relatos dos sobreviventes.

Pastor John Harper e o Titanic no porto de Southampton, na costa sul do Reino Unido, em 10 de abril de 1912. (Foto: Wikipedia)
Pastor John Harper e o Titanic no porto de Southampton, na costa sul do Reino Unido, em 10 de abril de 1912. (Foto: Wikipedia)
Homens de Deus estão em todos os lugares. Um desses homens foi o pastor John Harper, que morreu entre as vítimas do naufrágio do Titanic, em abril de 1912, que afundou depois de atingir um iceberg no Oceano Atlântico.

Harper nasceu em um lar cristão na Escócia, em 1872, e começou a pregar o Evangelho aos 18 anos. Em 1897, se tornou pastor da Igreja Batista Road Paisley, na cidade de Glasgow, e viu a igreja crescer de 25 membros para mais de 500 fiéis.

Na época do desastre do Titanic, Harper tinha 39 anos, era viúvo e estava com a filha de seis anos, Annie Jessie, e sua irmã, Jessie W. Leitch. Juntos, eles estavam viajando rumo a Chicago, em Illinois, nos Estados Unidos, para pregar por várias semanas na Igreja Moody.
Sua filha e sua irmã foram colocadas em um bote salva-vidas e sobreviveram, mas Harper ficou para trás com o objetivo de cumprir sua última missão: perder sua vida para salvar outras.

Em certo momento, o pastor decidiu entregar seu próprio colete salva-vidas para outro passageiro e continuou pregando o Evangelho de Cristo até o fim, conforme relataram os sobreviventes.

No livro “The Titanic's Last Hero” (“O Último Herói do Titanic”), publicado em 2012 por Moody Adams, foi registrado o testemunho do último homem evangelizado pelo pastor.

"Nos cinquenta minutos finais, George Henry Cavell, que estava apoiado numa prancha, se aproximou de John Harper. Harper, que estava se debatendo na água, gritou: ‘Você é salvo?’ Ele respondeu: ‘Não’. Harper gritou as palavras da Bíblia: ‘Creia no Senhor Jesus Cristo e será salvo’. Antes de responder, o homem foi puxado para dentro do mar.

Minutos mais tarde, a corrente trouxe George de volta e eles ficaram à vista um do outro. Mais uma vez, Harper gritou: "Você é salvo?" Novamente, ele respondeu: "Não". Harper repetiu as palavras de Atos 16:31: "Creia no Senhor Jesus Cristo e você será salvo".

Cansado e sem forças, Harper escorregou no mar e morreu afogado. O homem que ele evangelizou depositou sua fé em Jesus Cristo e, mais tarde, foi resgatado pelos botes salva-vidas. Na província de Ontário, no Canadá, George Henry testemunhou que foi o último convertido de John Harper.

O pastor Harper selou em sua morte o que ele tinha vivido ao longo de sua vida: a paixão pelo Evangelho e a preocupação com almas perdidas. Segundo seu irmão, o pastor George Harper, John levou multidões ao Senhor durante sua vida e mostrou a força do Evangelho para o mundo.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE EVANGELICAL FOCUS

terça-feira, 21 de março de 2017

Computadores serão implantados nos cérebros humanos até 2029, diz diretor do Google

O diretor de engenharia do Google prevê que a inteligência artificial irá superar a humana. Segundo teólogos, esse avanço tecnológico poderá resultar no controle da humanidade.

Conectar cérebros à nuvem será realidade, segundo diretor do Google. (Foto: Thinkstock)
Conectar cérebros à nuvem será realidade, segundo diretor do Google. (Foto: Thinkstock)
O futurista Ray Kurzweil, diretor de engenharia do Google, revelou que até 2029 a inteligência artificial terá superado a inteligência humana, sendo estabelecida a chamada singularidade tecnológica.

Neste momento futuro, os computadores terão uma inteligência humana e poderão ser implantados no cérebro das pessoas, disse Kurzweil no festival de cultura e tecnologia South by Southwest, no Texas (EUA). “Os computadores serão colocados dentro de nossos cérebros e conectados à um sistema de nuvem, expandindo quem nós somos”, afirmou.

Segundo Kurzweil, esse nível de união entre seres humanos e tecnologia tornará as pessoas “mais engraçadas, mais atraentes e irá potencializar todas as coisas que valorizamos nos seres humanos”.

No entanto, especialistas de bioética e teólogos temem um futuro monopólio tecnológico e controle da humanidade. “Uma elite tecnológica pretende decidir como o resto do mundo deve pensar e agir, podendo resultar em abusos e deformações severas”, disse ao site The Christian Post a teóloga Fay Voshell, mestre pelo Seminário Teológico de Princeton.

Ray Kurzweil em palestra na Universidade de Rhode Island's, nos EUA. (Foto: Mike Salerno/URI)
Ela acredita que a singularidade tecnológica prevista por Kurzweil não apresenta apenas o nobre objetivo de satisfazer necessidades físicas ou melhorar as qualidades das pessoas, mas envolve a criação de uma única consciência mundial.

“Os seres humanos serão como máquinas programadas, adeptos a um estado universal e homogêneo”, disse Voshell. “Este transhumanismo irá resultar numa eliminação total da identidade humana, dadas por Deus de forma única”.

O médico Dennis Sullivan, diretor do Centro de Bioética da Universidade de Cedarville, acredita que a previsão de Kurzweil ultrapassa os princípios éticos e bíblicos. “Teologicamente, isso é como uma bofetada na face de Deus, que depois de criar o homem viu que ‘isto era muito bom’. É como se eles estivessem dizendo: ‘Não é tão bom assim, podemos fazer melhor’”.

Questionado se essa filosofia poderia ser classificada como parte do sistema do anticristo, Sullivan concorda. Assim também enxerga Patrick T. Smith, professor de teologia filosófica e ética no Seminário Teológico Gordon Conwell.

“Mesmo que a tecnologia pudesse entregar a todos os corpos humanos metade das habilidades do corpo glorificado por Jesus Cristo — algo que eu não duvido — ela não poderá libertar as pessoas de sua preocupação pecaminosa com o ego”, ele avalia.
Segundo Smith, a preocupação por um desempenho humano perfeito “sempre será a maior fonte de infelicidade das pessoas”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE THE CHRISTIAN POST

segunda-feira, 20 de março de 2017

Depois de 14 anos de guerra, a igreja permanece viva

O cenário é de destruição, ataques, violência e mortes e, mesmo assim, há cristãos que acreditam que ainda vale a pena permanecer para pregar as boas novas de Cristo
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No último dia 15, o mundo inteiro relembrou a guerra na Síria, que já dura 6 anos. Hoje, dia 20, é a vez do Iraque, país que há 14 anos convive com explosões, ataques, violência e mortes. Nesse cenário, há cristãos que acreditam que ainda vale a pena permanecer para pregar as boas novas de Cristo. Milhares de famílias foram expulsas de suas comunidades e obrigadas a viver deslocadas em seu próprio país. Há muito trabalho para se fazer no Iraque. Há pessoas feridas, tanto fisica quanto emocionalmente. E, nessa dor, muitos abrem o coração para deixar o amor de Cristo entrar.
Não há somente casas e construções danificadas, há almas feridas e pessoas desesperadas que perderam tudo, desde os bens materiais até a própria dignidade. A boa notícia é que agora nem todas as cidades estão ocupadas pelo Estado Islâmico, muitas já foram retomadas pelo governo iraquiano, com a colaboração internacional. Há muitas ruas vazias e silenciosas e alguns cristãos já consideram a possibilidade de voltar para suas casas. A cidade de Batnaya ainda enfrenta grandes combates, mas Tesqopa, por exemplo, não apresenta mais sinais de guerra. Algumas famílias cristãs, inclusive, já voltaram para lá. “Veja, dias melhores chegaram, estamos muito felizes, pois retornamos ao nosso lar”, comemora uma cristã.
Em 2003, quando a guerra começou, havia mais de um milhão de cristãos vivendo no Iraque, hoje em dia, estima-se que esse número não ultrapasse 230 mil. Muitos deles permaneceram no país, mesmo sob péssimas condições, por escolha própria. “Às vezes, as pessoas me perguntam: 'por que você não vai embora? Mas a resposta é simples: ‘O Iraque é meu lar e eu não vou abandoná-lo’. As pessoas precisam saber que nós não somos visitantes aqui, essa é a nossa terra, nossos antepassados construíram este país, então que eles nos tratem com mais respeito”, diz firmemente uma jovem cristã. Há muitos jovens provando que os cristãos perseguidos são capazes de honrar o nome de Cristo com suas decisões e capacidade de enfrentamento.
Lembre-se deles em suas orações
Nossos irmãos iraquianos e sírios que vivem em meio à guerra precisam muito de ajuda. A fé cristã precisa continuar viva nesses países. A campanha “Esperança para Iraque e Síria” foi criada com a intenção de reivindicar a eles o direto à igualdade, condições de vida dignas e um papel relevante na construção da sociedade. Estenda a mão para os nossos irmãos iraquianos e sírios e assine a petição.

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

domingo, 19 de março de 2017

Menina de 6 anos evangeliza amigos da escola com o testemunho de sua mãe

Sienna ficou empolgada com a libertação de sua mãe das drogas e passou a falar para todos sobre o poder de Jesus.

Sienna passou a falar para todos sobre o poder de Jesus. (Foto: Reprodução/Facebook)
Sienna passou a falar para todos sobre o poder de Jesus. (Foto: Reprodução/Facebook)
Sienna, uma garotinha de seis anos, ficou empolgada com a libertação de sua mãe das bebidas e das drogas e passou a compartilhar o que Jesus Cristo fez em sua família para todos os seus amigos na escola.

“Ela se transformou em uma pequena evangelizadora”, disse Alice, mãe de Sienna. “Ela está dizendo a todas as crianças de sua classe o quanto Jesus as ama. É incrível. Vindo de uma criança de seis anos é simplesmente incrível”.

Alice cresceu cercada por amigos, bebidas, cocaína e maconha.  "Eu estava em um caminho que não me levava a lugar nenhum. Eu não sabia o que estava fazendo, eu me sentia fracassada”, ela contou em um vídeo publicado pela organização Christian Against Poverty no Facebook.

Foi a mãe de Alice que a convidou para uma reunião na organização missionária. Primeiramente ela resistiu o convite, mas depois resolveu conhecer o local. “Eu entrei lá sem nenhuma expectativa. Isso me fez perceber como sou importante para Deus. Eu entreguei a minha vida a Cristo e comecei a andar com Jesus”, ela lembra.
Alice cresceu cercada por bebidas e drogas, mas teve a vida transformada por Cristo. (Foto: Reprodução/Facebook)
Alice já tinha passado por muitos tipos de tratamento psiquiátricos e terapia — mas só o encontro com Cristo pode curar suas emoções. “Com uma oração tudo foi tirado de mim. Ele tirou toda essa dor do meu coração e, literalmente, a substituiu com Seu amor".

Enquanto aprendia mais sobre os princípios bíblicos, Alice aprendeu a se perdoar. “Eles me ajudaram a compreender o perdão e a perdoar as pessoas que eu nem percebi que precisava perdoar”, disse ela. “Isso fez uma grande diferença na minha vida, me deu algum propósito.”

Alice foi batizada e teve sua família transformada. “Minha filha, por frequentar a igreja e a escola dominical, conseguiu ter uma base realmente sólida, formada por ela conhecer a Deus e a Jesus”, disse a mãe.

Ela lembra de algo que Sienna e tocou seu coração: "Mãe, eu sei que tenho um papai e eu amo meu papai. Mas também tenho Deus, Ele é meu pai celestial e Ele é o melhor pai de todos".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY