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sábado, 8 de outubro de 2016

Prestes a matar cristãos, muçulmano se converte: “Eles me abraçaram com amor”

Paul Ciniraj era parte de uma importante família muçulmana no sul da Ásia. Hoje, ele é missionário e distribui Bíblias em países que proíbem a leitura do livro sagrado.

Paul Ciniraj foi impactado pelo amor e alegria dos cristãos. (Foto: Reprodução)
Paul Ciniraj foi impactado pelo amor e alegria dos cristãos. (Foto: Reprodução)

Paul Ciniraj era parte de uma importante família muçulmana no sul da Ásia. Hoje, ele é conhecido por ser fundador da organização Bibles4Mideast, que tem como missão distribuir Bíblias em países que proíbem a leitura do livro sagrado.

Ciniraj cresceu debaixo de um rigoroso cumprimento das leis e práticas islâmicas. No entanto, ironicamente, ele passou a estudar num colégio cristão e se viu ali como minoria. "Eu tinha dificuldade para me misturar com os meus colegas no início. Mas aos poucos fui me aproximando deles", lembra.

Na faculdade, ele ficou conhecido como “desordeiro” e passou a desenvolver alguns vícios, como cigarro, álcool e outras drogas. "Eu estava na lista da polícia. Meus pais cortaram o dinheiro que me mantinha", ele lembra. Seus amigos desapareceram depois que ele ficou sem dinheiro e Ciniraj perdeu completamente sua paz de espírito.

Cheios de compaixão, alguns estudantes compartilharam sobre o amor de Deus com Ciniraj. "Eles afirmaram que Jesus é o Filho de Deus, que foi crucificado pela humanidade, ressuscitou dos mortos e é o Rei da Paz. Eles ainda alegaram que, se alguém nele crêsse e confessasse todos os pecados, se tornaria uma nova pessoa", relata.

Reação inesperada

Ao contrário do que se esperava, Ciniraj rejeitou a mensagem dos cristãos. "Você só pode alcançar o céu crendo no Islã, que é a verdadeira religião", ele disse ao grupo. Ciniraj já participou de discussões acaloradas com seus colegas em muitas ocasiões, mesmo sem conseguir superar seus argumentos.

Certo dia, colegas cristãos trouxeram folhetos evangelísticos para Ciniraj. Por serem baseados na Bíblia, o muçulmano ficou furioso. Ciniraj despedaçou o material e jogou nos rostos dos cristãos. "Eu vou destruir vocês, se continuarem enganando os outros", ameaçou.

No dia seguinte, ele foi para a faculdade armado, com a intenção de causar violência. "Quando entrei na sala de aula, os estudantes cristãos foram em minha direção e me abraçaram com amor e alegria. Eles me surpreenderam, pedindo perdão por terem me irritado no dia anterior".

Naquele momento, ele lembra que foi tocado pelo “amor, bondade e natureza gentil" de seus colegas, e seu plano maligno foi desarmado. Naquela noite, Ciniraj ficou surpreso ao descobrir um pedaço de papel que alguém tinha inserido em um de seus livros, com um verso da Bíblia: “Esta afirmação é fiel e digna de toda aceitação: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior (1 Timóteo 1:15)”.

No verso do papel, estava escrito: "Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor (Romanos 6:23)”. Ciniraj não sabia que estes eram versículos da Bíblia.

Visão poderosa

Enquanto pensava no significado daquelas palavras, o Espírito Santo veio sobre Ciniraj com uma visão. "Eu reconheci todas as minhas iniquidades, grandes e pequenas. Cada uma delas era transformada em uma bolha no meu corpo. As bolhas se abriram e se tornaram feridas. Saía pus da minha carne e dos meus ossos, que começaram a serem colocados para fora. A dor era insuportável e o cheiro era terrível. Eu estava sendo puxado para um poço sem fundo. Não havia ninguém para me salvar, e eu gritei: ‘Deus, me salve!’”.

"Então, um homem que brilhava e estava de branco desceu do céu e me tocou. Eu entendi que era Jesus. Por um momento eu fechei os olhos com uma alegria celestial, por ter sentido seu toque que aliviou meu corpo e minha mente. Quando abri os olhos, todas as bolhas e feridas tinham desaparecido do meu corpo", relata.

Na visão de Ciniraj, uma mudança incompreensível tinha acontecido. Agora era Jesus que estava infectado pelas bolhas e feridas que atingiam Ciniraj. Ele percebeu que Jesus tinha tomado sobre si todas as suas aflições. "Eu deveria ter sido condenado à morte por todos os meus pecados, mas eu vi Cristo assumindo todos os eles e ser crucificado em meu lugar", afirma.

Transformação

Essa visão transformou a vida de Ciniraj. "Eu não sei se essa experiência foi um sonho, uma revelação ou uma visão. Mas esta experiência me transformou em um cristão. Me permitiu abandonar o velho e me tornou um novo homem. Eu recebi alegria e paz, como nunca senti antes".

Transbordando de alegria, ele compartilhou sua experiência de conversão aos seus pais. Embora eles tenham escutado em silêncio, disseram a ele que a visão foi um truque lançado por Satanás.

No entanto, Ciniraj rejeitou essa interpretação. "Eu estava convencido de que o Deus de amor me salvou através do Seu único Filho, e que eu iria herdar a vida eterna", conta.

Mesmo diante de diversos conflitos com sua família por causa de sua nova fé, Ciniraj pôde experimentar a graça de Deus. "Dois dias antes de sua morte, meu pai aceitou Jesus Cristo como Senhor e Salvador, porque ele teve uma visão de Jesus com as marcas dos pregos em suas mãos e pés. Minha mãe também se tornou cristã um pouco antes de sua morte", disse ele.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHARISMA NEWS

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Idosa fica viúva após 90 anos de casada e relembra união: "Foi uma bênção"

A Sra. Kartari Chand já havia dito que aceitaria quando chegasse a hora de seu esposo partir. "Tudo depende da vontade de Deus, mas nós realmente podemos dizer que vivemos uma boa vida", disse ela.

Karam e Kartari Chand foram casados por 90 anos. (Imagem: aaj.tv)
Karam e Kartari Chand foram casados por 90 anos. (Imagem: aaj.tv)

Faleceu na última sexta-feira (1), Karam Chand, um homem que morava no Reino Unido e ficou conhecido por ter o casamento mais longo do mundo. Pouco antes de seu 111º aniversário, o idoso morreu, deixando sua esposa Kartari, com quem foi casado por 90 anos.

O casal celebrou sua união oficialmente na Índia, em 1925, durante o Raj britânico e se mudou para a Inglaterra 40 anos depois, de acordo com a BBC. O casal teve oito filhos, 27 netos e 23 bisnetos.

"Eu e toda a nossa família estamos orgulhosos de meu pai. Com a graça de Deus ele foi em paz", disse Paul, filho do casal em um depoimento à BBC. "É uma daquelas coisas que ninguém pode impedir, todo mundo tem que ir um dia".

Paul disse que sua mãe, depois de viver casada por tanto tempo, ficou um "pouco chocada" com a morte de Karam, mas disse que ela vai ficar bem.

Os membros da família disseram ao 'Indian Express' que o casal vivia em harmonia, em uma atmosfera de companheirismo.

Apesar da dor que sentiu com a partida de seu marido, Kartari Chand disse que foi uma bênção passar tanto tempo casada com Sr. Karam.

Harbhajan Das, outro filho de Karam Chand, disse: "Meu pai sempre dizia que a felicidade e o contentamento foi o que os manteve em uma uma vida tão longa e bela".

Ele também disse que seu pai tomava seu desjejum às 6:30, todas as manhãs e "comia uma maçã quase que diariamente".

Em uma entrevista anteriormente concedida ao Daily Mail, enquanto celebrando o 89º aniversário do casamento de seus pais, Paul explicou que uma das coisas que sua família fez para mantê-los saudáveis ​foi dar-lhes uma "vida livre de estresse".

Karam Chand, que era operário de fábrica aposentado, disse que, no passado, mesmo acreditando que a vida deve ser aproveitada, isso não poderia ter exageros.

"Podemos comer o que quisermos, mas com moderação. Eu nunca fui impedido de desfrutar a minha vida", disse ele de acordo com o Daily Mail.

Sua esposa concordou.

"Nós sempre comemos uma boa comida saudável, não há nada artificial em nossa dieta, além de produtos como manteiga, leite e iogurte. É disto que nós gostamos", contou Kartari na época.

"Nós sabemos que permanecer casados por tanto tempo é uma bênção, mas também estaremos prontos para irmos quando fora a hora certa. Tudo depende da vontade de Deus, mas nós realmente podemos dizer que vivemos uma boa vida", disse ela.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Jesus livra cristãos de ataque terrorista, usando tempestade de areia no Oriente Médio

Cerca de 50 cristãos que estavam voltando da celebração de um batismo no Oriente Médio vivenciaram uma experiência marcante, vendo a proteção divina sobre suas vidas.

Tempestade de Areia no Kuwait. (Foto: Danilo Futsal.Wordpress)
Tempestade de Areia no Kuwait. (Foto: Danilo Futsal.Wordpress)

Cerca de 50 cristãos do Oriente Médio relataram ter experimentado diretamente a proteção poderosa de Jesus Cristo diante do perigo de um ataque terrorista, no Oriente Médio.

Segundo a organização cristã "Bibles 4 Mideast" ("Bíblias para o Oriente Médio") 24 novos convertidos do Islã para o Cristianismo foram batizados em uma cerimônia conduzida pela própria Missão em uma praia, na manhã do último domingo (2), após terem jejuado por três dias.

Após um pedido pessoal dos novos convertidos, A "Bíblias para o Oriente Médio" decidiu realizar o batismo coletivo.

"Cerca de 50 pessoas, incluindo os candidatos ao batismo participaram do culto. Todos nós fomos de ônibus. Após o culto de batismo e as orações, todos nós entramos no ônibus para voltar para à nossa igreja e celebrar o culto de adoração e a Ceia do Senhor. No caminho, alguns militantes nos cercaram com três ou mais carros e começaram a atirar com armas de fogo contra nós", disse Rizwan, um dos novos batizados.

A organização estava mantendo sigilo sobre a celebração do batismo e por isso disse que não sabe como esta informação acabou vazando para os terroristas.

"Talvez os militantes tivessem planejado nos matar na praia, durante o culto de batismo. Mas de alguma forma nós terminamos a nossa celebração mais cedo e já estávamos voltando para casa, quando fomos surpreendidos", continuou o homem.

Rizwan confessou que ficou sem reação, ao se deparar com tamanho perigo.

"Realmente eu não sabia o que fazer, mas comecei a orar ao Senhor, clamando por Sua poderosa proteção. O motorista do ônibus aumentou a velocidade para tentar fugir do ataque. Mas os terroristas também nos seguiam com a mesma velocidade. As pessoas daquele ônibus pensavam que todos nós seríamos assassinados", disse.

Refugiados muçulmanos se convertem ao cristianismo e são batizados na Alemanha. (Foto: Reuters)

Mas a resposta das orações de Rizwan provavelmente tenha vindo de forma surpreendente, com uma tempestade de areia.

"De repente, vimos uma tempestade gigante de areia se formando por trás do nosso ônibus. No começo, todos ficaram com medo dela. Nós pensávamos que pode não íamos conseguir continuar a fuga, sendo enfim alcançados pelos terroristas. Mas, Louvado seja o Senhor! Todos nós sentimos que o Senhor Jesus Cristo apareceu sobre a tempestade de ateia como um homem poderoso e maravilhoso, mostrando sua proteção e sua poderosa ​​mão que vinha em nossa direção com um sorriso doce. Jesus nos salvou. Ele mesmo bloqueou o caminho dos terroristas, usando uma tempestade de areia", relatou.

O homem contou que, após perceberem que o ônibus conseguiu se afastar dos carros dos terroristas, todos os cristãos que estavam com ele conseguiram expressar sua gratidão a Deus pelo livramento, mesmo que ainda fosse possível ouvir os tiros contra o seu veículo.

"Nós novamente ouvimos os tiros em nossa direção. Mas não víamos os veículos deles atrás de nós. Louvando e agradecendo ao Senhor, nós conseguimos voltar para a igreja em segurança, com grande alegria", celebrou.

"Mais uma vez, louvamos e agradecemos ao Nosso Senhor Jesus Cristo por mostrar-nos o amor e cuidado que Ele tem para com Seus filhos".


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA 'BIBLES 4 MIDEAST'

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Mais de 190 novos convertidos são batizados em um só dia, na Mongólia

Depois de receberem atendimento médico gratuito e se envolverem em estudos da Bíblia, 198 pessoas foram batizadas no Tuul River, na Mongólia.

Muitas igrejas se uniram para levar atendimento médico gratuito para a comunidade. (Foto: ASN).
Muitas igrejas se uniram para levar atendimento médico gratuito para a comunidade. (Foto: ASN).

Conhecido por suas baixas temperaturas durante vários meses, o tempo frio da Mongólia deu lugar ao calor humano durante um evento histórico: 198 pessoas se batizaram em apenas um dia.

A programação foi realizada por membros da Igreja Adventista, após um ano inteiro de preparo espiritual e um trabalho de base. A Missão Adventista na Mongólia, com o apoio da Divisão Pacífico Norte-Asiático (PNA), com sede na Coreia do Sul, realizou entre os dias 4 e 10 de setembro uma semana inteira de abordagens bíblicas, a Mission 16. A programação é conhecida como campanha de evangelismo público.

No total, foram 13 congregações em Ulaanbaatar, capital da Mongólia, que se envolveram na ação missionária.

De acordo com os missionários, muitas igrejas se uniram para levar atendimento médico gratuito para a comunidade. Também foram realizadas outras atividades de cunho social no período diurno. É o exemplo da Igreja Adventista de Nisekh, localizada em frente ao aeroporto internacional da capital, que fica em uma região bem populosa da cidade e que oferece grandes oportunidades devido à rápida expansão imobiliária no local.

A igreja chegou a atender centenas de pessoas durante os dias da ação, com um médico, enfermeiro e fisioterapeuta disponíveis, além de aulas de inglês e de costura. No total, 14 pessoas foram batizadas. No início desse ano, a congregação possuía apenas sete membros e congregava em um pequeno apartamento. Cerca de 70 pessoas participaram dos estudos bíblicos durante a semana na Igreja de Nisekh.

Para Nyamdavaa, pastor e coordenador da área de Evangelismo da Missão na Mongólia, “a Mission 16 foi o projeto de maior impacto que já tivemos no país em pouco mais de 20 anos de presença adventista no país”. Durante a programação, a Bíblia foi estudada por várias famílias mongóis no período da noite. A grande maioria dos convidados presentes ainda não tinham tido nenhum contato com a mensagem bíblica.

Encerramento

Mais de 900 pessoas se reuniram em um grande auditório no centro da cidade, no sábado, para o encerramento da programação. Louvores, testemunhos e mensagens bíblicas emocionaram os participantes ao longo do evento. Um dos pontos altos foi a cerimônia batismal no Tuul River, principal rio de Ulaanbaatar.

Ao todo, 198 pessoas foram batizadas. Os novos convertidos foram inseridos no corpo de membros da Igreja Adventista na Mongólia. Esse foi o maior batismo da história do país em número de pessoas sendo batizados de uma só vez. Os líderes adventistas na Mongólia pedem que as pessoas orem pelos missionários e pelas pessoas que estão se tornando discípulos nesse país, ainda com pouca tradição cristã.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO SITE NOTÍCIAS ADVENTISTAS

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Rosh Hashaná: como os judeus comemoram o ano novo em Israel

No entardecer do último domingo (2), Israel iniciou as festividades do Rosh Hashaná, nome dado ao ano-novo judaico. Veja como a festa é comemorada.

Veja como a festa que comemora a chegada do ano 5777 é comemorada em Israel. (Foto: Reprodução/Bible Places)
Veja como a festa que comemora a chegada do ano 5777 é comemorada em Israel. (Foto: Reprodução/Bible Places)

No entardecer do último domingo (2), Israel iniciou as festividades do Rosh Hashaná, nome dado ao ano-novo judaico. Considerado o dia da concepção do mundo pela tradição rabínica, o feriado ocorre no primeiro dia do mês de Tishrei, que representa o mês de setembro no calendário gregoriano.

Nesta data, os judeus acreditam que Adão e Eva foram criados e neste mesmo dia cometeram seu primeiro pecado. Por isto, este dia é considerado como Dia de Julgamento (Yom ha-Din) e Dia de Lembrança (Yom ha-Zikkaron), o início de um período de introspecção e meditação de dez dias (Yamim Noraim) que culminará no Yom Kipur, um período no qual se crê que Deus julga os homens.

O site Kehila News Israel questionou alguns de seus leitores para saber como a data será comemorada por sua família. Veja como a festa que comemora a chegada do ano 5777, segundo o calendário bíblico, é comemorada em Israel.

Família messiânica (Reconhece Jesus como Messias)

"Eu vou tocar o shofar e celebrar um novo começo de muitas coisas. Depois, irei analisar os meus caminhos e o meu coração, diante da palavra de Deus”, Leah, uma judia messiânica. “Sou grata pelo Yom Kippur, porque os meus pecados estão longe de mim".

Ben, que também é judeu messiânico, evita o cumprimentodos rituais tradicionais, mas se baseia nas bênçãos de Deus para o novo período. “Que você tenha bênçãos tão numerosas como as sementes de uma romã ao comemorar o ano 5777”, ele deseja.

Família tradicionalista (Observa os mandamentos básicos)

"Vamos estar com nossas famílias reunidas”, disseram as irmãs gêmeas Chava e Malka. “Iremos recitar as bênçãos. Cada família traz algo para colaborar com o anfitrião. Teremos canja de galinha, alcachofras recheadas, frango, saladas e legumes”.

Para elas, estarem reunidos na mesa é o principal momento do feriado. “Depois de comer os pratos habituais para a festividade, estaremos satisfeitos e não iremos mais comer — que é a parte que menos gostamos", riram.

Família religiosa (Observa todos os mandamentos)

A família de Dina, mãe de nove filhos casados, costuma cumprir todos os costumes da data, como a iluminação de velas, a bênção sobre o vinho, a tashlich (cerimônia de arrependimento) e o toque do shofar.

Ela conta que o cumprimento tradiciona da Hag Sameach (“Feliz Festa”) é seguido pela expressão g'mar chatimá tova (“que sejamos inscritos no livro da vida com uma boa assinatura”).

Família secular (Observa apenas as principais datas sagradas)

A família de Shira de Eilat também compartilhou seu cardápio: sopa de frango, patê de fígado, peixe com salada de alface, carne cozida, couve, mousse de chocolate, bolo de nozes, bolo de mel com creme quente, café e chá de menta.

As tradições de preparação da mesa foram passadas pela avó. Tanto a preparação como o momento do jantar é feito com a participação de convidados de fora, sendo parentes ou amigos.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE KEHILA NEWS ISRAEL

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Autonomia indígena restringe liberdade religiosa



BOLÍVIA

Os direitos das minorias cristãs nas comunidades indígenas têm sido sistematicamente violados, principalmente depois da implementação da nova lei

Charagua, uma cidade que fica no Sul da Bolívia, é o primeiro município a implementar a autonomia indígena, conforme o jornal boliviano La Razón. Depois de Charagua, mais de dez comunidades decidiram aproveitar essa oportunidade da Constituição. Na Colômbia (46º país na atual Classificação da Perseguição Religiosa), onde existe a autonomia indígena desde 1991, os direitos das minorias cristãs nessas comunidades têm sido sistematicamente violados.

Essa autonomia permite que cada comunidade indígena tenha a sua própria jurisdição, o que significa que os julgamentos são realizados pelos chefes indígenas, e as vítimas não podem contar com a possibilidade de reivindicar seus direitos fundamentais. Na opinião de um dos colaboradores da Portas Abertas que atua na Bolívia, “se o país seguir o mesmo caminho que a Colômbia, isso significa abrir as portas para a perseguição aos cristãos”.

Os colombianos vindos de costumes indígenas que se decidem pelo cristianismo enfrentam ameaças de morte pelos próprios amigos e familiares. É o caso de Lustenio*: “Eu preciso me esconder o tempo todo dos meus ex-amigos, pois sei que se eles me encontrarem, vão me matar. De acordo com as antigas tradições, eu cometi a pior das ofensas, me tornando um cristão”. Embora a Bolívia não tenha nenhuma pontuação para ser classificada como uma nação que hostiliza o cristianismo, ela já mostra sinais que violam a liberdade religiosa. Ore por essa nação.

*Nome alterado por motivos de segurança.

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

domingo, 2 de outubro de 2016

“A gente não ensina princípios falando, mas sendo exemplo", diz psicóloga cristã

Juliana Batista alertou que os pais precisam entender os sentimentos dos adolescentes, que agora enxergam o mundo por uma nova ótica.

Juliana criticou os pais que cobram dos filhos atitudes que nem eles mesmos são capazes de colocar em prática.  (Foto: Reprodução).
Juliana criticou os pais que cobram dos filhos atitudes que nem eles mesmos são capazes de colocar em prática. (Foto: Reprodução).

A psicóloga Juliana Batista comentou, durante uma entrevista no programa Mente Aberta da emissora cristã Rede Super, sobre uma fase tão complicada na vida de todos: a adolescência. Ela ressaltou a importância de “validar o sentimento do adolescente” e que é “fazendo” que a gente ensina os princípios.

“A gente precisa ter paciência, é um período bem complicado na vida do homem, né? O corpo muda todinho, a criança perde a perspectiva dela mesma. Então, é bem confuso nesse período”, disse.

“É um período muito ambíguo, a gente é grande demais para algumas coisas e pequeno demais para outras coisas. Às vezes o pai tende a cobrar como um adulto, no entanto a criança não consegue corresponder. É bem complexo mesmo esse período”, pontuou.

Uma fase de conflitos

Para a psicóloga, o adolescente começa a perceber um novo mundo que lhe rodeia. “Ele está compreendendo o mundo sobre uma nova ótica. Então antes ele não tinha tantas escolhas, ele não tinha tanta voz. Agora, como adolescente, quase um adulto, ele tem a sensação muito grande de que ele pode tudo. A gente chama essa tentação de onipotência. Então, ele acha que sabe mais que todo mundo. Ele acredita que pode tudo, que tudo vai dá tempo. Então, o grande conflito com os pais gira em torno disso”, comentou.

“O adolescente sempre deixa tudo pra fazer de última hora, tem o pensamento otimista demais de que tudo vai dá certo. De que em uma semana vai perder 20 quilos. É aquela coisa completamente fora da realidade”, ressaltou.

“O que os pais precisam mais compreender é que eles precisam trazer a direção para esses jovens à despeito da briga entre eles. Os pais são realmente muito questionados nesse momento, na sua liderança, nas suas coerências. A gente precisa manter a calma e entender que esse momento vai passar”, continuou a profissional.

“Para o adolescente, é muito importante que a gente valide os seus sentimentos. Que a gente aceite aqueles sentimentos. A gente não precisa concordar com eles, mas a gente precisa acolher os sentimentos do adolescente e tratar aquilo com naturalidade”, incentiva.

Juliana ainda faz uma crítica aos pais que cobram dos filhos atitudes que nem eles mesmos são capazes de colocar em prática. “A gente não ensina princípios falando, a gente ensina princípios fazendo. É muito importante que os pais percebam que, muitas vezes, os filhos estão reproduzindo os seus comportamentos. Então, como pais, antes de fazer qualquer crítica ao adolescente, é importantíssimo refletir sobre os nossos comportamentos, trazer a responsabilidade para nós”.

Confira a entrevista na íntegra:


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA REDE SUPER