sábado, 17 de novembro de 2018

Cristãos e judeus se unem para orar juntos por Jerusalém

"Café da Manhã de Oração por Jerusalém" deverá ocorrer no Brasil em 2019

por Jarbas Aragão

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Imagem: JPB

Esta semana ocorreu a conferência “Jerusalem Prayer Breakfast” (JPB) em Orlando. Como o nome indica, trata-se de uma reunião de oração pela paz de Jerusalém, inspirado pelo mandamento bíblico do Salmo 122.

A iniciativa, que começou em 2017, tem apoio oficial do Knesset (Congresso de Israel). Liderada pelo deputado Robert Ilatov, presidente da Comissão de Aliados Cristãos do Knesset, seu objetivo é estreitar as relações dos cristãos com a cidade santa. O empresário Albert Veksler, co-fundador do JPB, explica que trata-se de um movimento de oração que reúne líderes políticos e religiosos para que as “nações se alinhem com os propósitos de Deus para Israel e Jerusalém”.

Ele é evangélico e Ilatov, judeu. Após a promoção do JPB em Israel e nos Estados Unidos, a intenção é trazer o movimento para o Brasil em 2019, revelou Veksler ao Gospel Prime. O país é visto como uma prioridade especialmente depois que o presidente-eleito Jair Bolsonaro anunciou que irá mudar a embaixada brasileira para Jerusalém.

O evento em Orlando durou três dias (14-16/11) teve a participação do embaixador de Israel na ONU, Danny Danon. Ele contou que as Nações Unidas já assumiram uma postura claramente anti-Israel e que seu país tem, de fato, poucos aliados. Para o diplomata, é no meio dos cristãos que ele vê o apoio mais sincero.

“Na ONU, todos os dias eles culpam Israel. Eles nos condenam, duvidam da nossa conexão com Jerusalém e com o local sagrado [Monte do Templo]. Eu sei que estamos do lado certo da história, mas quando vejo todo apoio e amor que vocês dão à comunidade judaica fico inspirado em ver tantos amigos de Israel se unindo, orando juntos por nós”, afirmou.
Para o embaixador israelense, muito do que as pessoas pensam sobre Israel é fruto de uma visão distorcida, propagada pela mídia ocidental. “As pessoas deveriam se informar melhor do que acontece por lá”, opina. “As igrejas também não devem ter vergonha de defender Israel. Peço aos pastores que se levantem e mobilizem suas comunidades para falarem em favor de Israel. Estamos juntos nessa luta.”

Robert Ilatov (esq) e Albert Veksler (dir)

Profecia cumprida

Veksler, que é o diretor do JPB, também acredita que quando os cristãos e os judeus se unirem para clamar pela paz de Jerusalém, cumpre-se um propósito bíblico.

A ex-congressista americana Michele Bachmann, que é a vice-presidente do JPB nos EUA, disse que “Israel é o maior milagre da Bíblia”. Líder de um ministério de intercessão, ela lembra que “A Bíblia garantia que o estado judeu voltaria a existir. Somos testemunhas do cumprimento da profecia. Ezequiel profetizou que até Jerusalém voltaria às mãos dos judeus. Isso aconteceu 51 anos atrás, depois do fim da Guerra de 1967”.

Para ela, isso não deveria apenas nos dar mais fé nas promessas de Deus. “Deve servir para que tenhamos maior apreço pela Bíblia, pela autoridade da Palavra de Deus. Ainda há mais eventos por se cumprirem”, lembrou.

Michele Bachmann

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Itamaraty no governo Bolsonaro deve ser pró-Israel e anticomunista

Ernesto Araújo já descreveu o islamismo radical como "o inimigo do Ocidente”


por Jarbas Aragão

Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente eleito Jair Bolsonaro apresentou Ernesto Araújo como novo Minstro das Relações Exteriores durante uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira (14), em Brasília. O capitão aproveitou para reforçar que, ao contrário do que especula a mídia, não mudou de ideia sobre a mudança da embaixada brasileira para Jerusalém.

Em seguida, em um rápido pronunciamento, Araújo declarou que se faz necessário que o Itamaraty “traduza numa política efetiva, numa política em função do interesse nacional, de um Brasil atuante, feliz e próspero”. Como tem sido comum, as críticas às escolhas de Bolsonaro vieram de todos os lados. Não só do Partido dos Trabalhadores, que reclamou de suas políticas extremamente conservadoras, mas sobretudo de veículos da grande imprensa.

O motivo é simples: o histórico de Araújo mostra que ele é simpatizante do governo de Donald Trump e está ciente que o radicalismo muçulmano é um perigo. Em vários textos assinados pelo novo chanceler em seu site pessoal, o Metapolítica, ele mostra ser um cristão praticante.

Na apresentação, descreve-se da seguinte forma: “Tenho 28 anos de serviço público e sou também escritor. Quero ajudar o Brasil e o mundo a se libertarem da ideologia globalista. Globalismo é a globalização econômica que passou a ser pilotada pelo marxismo cultural. Essencialmente é um sistema anti-humano e anticristão. A fé em Cristo significa, hoje, lutar contra o globalismo, cujo objetivo último é rompe romper a conexão entre Deus e o homem, tornado o homem escravo e Deus irrelevante. O projeto metapolítico significa, essencialmente, abrir-se para a presença de Deus na política e na história.”

Funcionário de carreira do Itamaraty, Araújo atuava como diretor do Departamento dos Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos. Recentemente, aos 51 anos foi promovido à diplomata de primeira classe, alcançando o topo de sua carreira.

Os escritos do novo ministro “horrorizaram” a mídia porque ele fazia fortes críticas ao PT, que chamou de Partido Terrorista. Também é categórico em seus posicionamentos. Em uma longa análise da postura de Trump, assegurou: “O inimigo do Ocidente não é a Rússia nem a China, não é um inimigo estatal, mas é sim principalmente um inimigo interno, o abandono da própria identidade, e um inimigo externo, o islamismo radical”.

Ao anunciar a indicação de Araújo por meio de sua conta no Twitter, Bolsonaro escreveu: “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje”. A ruptura com Cuba esta semana e a conhecida opinião do futuro mandatário do país sobre os regimes comunistas são indícios de o quanto as coisas devem mudar.

A partir de janeiro de 2019 será possível ver, de fato, as mudanças que há muito se espera na postura brasileira nas relações exteriores. O rompimento com a história recente, de submissão às agendas globalistas da ONU e o apoio às propostas de países islâmicos, sobretudo contra Israel, devem ser um passo importante na construção de uma nova imagem do Brasil no exterior.

Que venha a regeneração!

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Rabinos apontam sinais do fim dos tempos em meio a conflitos em Israel

Com os recentes ataques com mísseis entre Israel e Palestina, rabinos israelenses refletiram sobre o fim dos tempos.

Escombros de um prédio na cidade de Gaza, após um ataque aéreo israelense. (Foto: Mahmud Hams/AFP)
Escombros de um prédio na cidade de Gaza, após um ataque aéreo israelense. (Foto: Mahmud Hams/AFP)
Depois que Israel foi atacado por militantes palestinos com mais de 400 mísseis e morteiros em um período de 24 horas, mais que o dobro do número disparado na guerra de Gaza de 2014, rabinos israelenses observaram alguns sinais bíblicos do fim dos tempos.

O rabino Pinchas Winston, estudioso sobre o fim dos tempos, afirmou conflitos de proporções relativamente pequenas, como o que ocorreu em Gaza, poderia despertar a guerra de Gogue e Magogue.

De acordo com a profecia bíblica de Ezequiel, a guerra de Gogue e Magogue acontecerá em um período de paz, no qual nações atacarão o Messias e seus seguidores em Israel. Apocalipse mostra que, ao final dessa batalha, Jesus Cristo sairá vitorioso e Satanás será lançado no lago de fogo e enxofre.

“No momento, você nunca sabe o que pode desencadear uma guerra”, disse o rabino Winston à Breaking Israel News. “A Primeira Guerra Mundial foi desencadeada pelo assassinato do arquiduque Franz Ferdinand. A guerra de 2014 em Gaza foi desencadeada pelo assassinato de três jovens rapazes. O mesmo vale para a Guerra de Gogue e Magogue”.

Winston acredita que Gogue e Magogue não será uma guerra caracterizada por questões políticas, mas será movida para o cumprimento dos propósitos eternos. “É o modo de Hashem (Deus) edificar nossa fé e confiança Nele nos últimos dias”.

No entanto, o rabino advertiu que nem mesmo as profecias podem ser usadas para preparar os crentes para a batalha final. “Gogue e Magogue são inevitáveis, mas quando se manifestar, dependeremos da nossa relação com Deus”, disse o rabino Winston. “Nós podemos adoçar o julgamento a ponto de mal notarmos a guerra ou isso pode ser mais horripilante do que podemos imaginar”.

Estratégias de guerra

A Bíblia descreve inúmeras guerras em ricos detalhes. O rabino Hillel Weiss, porta-voz do Sinédrio, observou que, assim como os judeus eram ordenados a observar os mandamentos bíblicos, há orientações específicas para as guerras. “Existem muitas leis na Torá sobre como travar uma guerra”, disse ele.

Weiss explicou que existem três tipos de guerra: a primeira é pela existência de Israel, a segunda é por razões políticas ou econômicas em sua fronteira e a terceira será travada no fim dos tempos.

“As fronteiras de Israel não são arbitrárias e nem foram estabelecidas por nenhum órgão político. Quando a nação de Israel não cumpriu o mandamento de conquistar inteiramente a terra no tempo de Josué, nós sofremos. O mesmo é verdade hoje”, disse o rabino.

Weiss observou que Israel foi estabelecido sobre princípios como sionismo e democracia, mas a palavra de Deus já não tem tanto espaço no governo. “Assim que o Sinédrio for estabelecido e Israel assumir seu papel de ‘luz para as nações’, as relações internacionais, até mesmo a guerra, se tornarão uma questão muito diferente”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO BREAKING ISRAEL NEWS

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Árabe reconhece que “Deus ama judeus” após ver soldados sobreviverem a ataque em Israel

O motorista árabe dirigia um ônibus com soldados israelenses, que se tornou alvo do Hamas. Não houve mortos no ataque.

Ônibus em chamas depois de ser atingido por um foguete disparado da Faixa de Gaza, perto do kibutz de Kfar Aza. (Foto: Menahem Kahana/AFP)
Ônibus em chamas depois de ser atingido por um foguete disparado da Faixa de Gaza, perto do kibutz de Kfar Aza. (Foto: Menahem Kahana/AFP)
Um ônibus que transportava soldados israelenses foi atingido por um míssil antitanque lançado pelo Hamas e explodiu em chamas. As imagens do ataque foram divulgadas pela organização terrorista palestina nesta terça-feira (13).

O ataque aconteceu na fronteira com Gaza na tarde de segunda (12), instantes depois de cerca de 50 soldados israelenses terem desembarcado do ônibus. O veículo estava sem passageiros no momento em que foi atingido pelo míssil e não houve mortes.

O ônibus, que não tinha identificação militar, tinha acabado de sair do memorial militar Black Arrow perto do kibutz de Kfar Aza, a vários quilômetros da fronteira de Gaza, quando foi atingido.

A organização terrorista parecia perseguir o ônibus por vários minutos antes de disparar o míssil. Assim que o veículo saiu da área florestal e ficou totalmente exposto à Faixa, o míssil foi disparado, acertando o ônibus e provocando sua explosão.

Um soldado israelense de 19 anos, que estava do lado de fora do ônibus no ataque, foi ferido e levado em estado instável ao Centro Médico da Universidade Soroka, na cidade de Berseba. Ele passou por uma cirurgia bem sucedida e foi transferido para a UTI.

O motorista do ônibus, um árabe de 25 anos, foi levado para o hospital depois de sofrer um ataque de pânico, disseram os médicos. De acordo com relatos, ele disse aos médicos que a sobrevivência ao ataque foi um “milagre” e que o incidente prova que “Deus ama os judeus”.

“Deus ama vocês. Eu acabei de deixar 50 soldados do ônibus. Um minuto depois, o ônibus foi atingido. Sessenta segundos antes, você teria 50 soldados mortos”, disse o motorista árabe, de acordo com um relato da escritora e ativista Shoshanna Keats Jaskoll‏ no Twitter.

O míssil lançado contra o ônibus deu início a uma sequência de ataques provocados pelo Hamas, que já lançou mais de 300 foguetes contra Israel nas últimas sete horas, levando os dois lados à beira da guerra.

O ataque ao ônibus aconteceu menos de um dia após a morte de um oficial das Forças de Defesa de Israel em uma operação que deu errado e matou sete atiradores palestinos na Faixa de Gaza. Após o incidente da noite de domingo, a organização terrorista Hamas, que controla Gaza, disse que “o sangue dos nossos mártires justos não será desperdiçado”.

Confira o vídeo do ataque:

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Grandes empresas britânicas planejam implantar microchips nos funcionários

Sindicatos reclamam que implante resultará em “controle” demasiado


por Jarbas Aragão

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Jowan Österlund com microchip. (Foto: James Brooks/AP)

Alguns dos maiores sindicatos de trabalhadores do Reino Unido estão protestando contra o anúncio de que grandes empresas poderão implantar microchips em seus funcionários para “aumentar a segurança”.

A empresa sueca Biohax já implantou mais de 4 mil microchips na Suécia. Agora, anunciou que está negociando com várias empresas financeiras e jurídicas a possibilidade de se colocar microchips nos trabalhadores britânicos.

Estes implantes, do tamanho de um grão de arroz, podem ser colocados nos dedos e permitem, por exemplo, abrir e fechar portas, aceder a computadores bloqueados ou armazenar dados médicos.

Por sua vez, a BioTeq, com sede em Londres, revela que já implantou de forma experimental chips em funcionários de algumas empresas de engenharia e do mundo das finanças.

Há um banco atualmente testando a tecnologia e os microchips, que custam entre 70 e 260 libras por pessoa. Também enviou modelos para pessoas interessadas em países como Espanha, França, Alemanha, Japão e China.

Eles são do mesmo tipo usado em animais de estimação. Do tamanho de um grão de areia, são colocados na mão dos usuários e lhes permite abrir portas, substituir senhas de computador e também guardam dados médicos. Há modelos com GPS, que podem fornecer a localização em tempo real.
Violação de privacidade

Os sindicatos mostram-se preocupados com o controle que os patrões poderão exercer sobre os funcionários que carreguem o chip.

A Confederação da Indústria Britânica, que representa 190 mil empresas do Reino Unido, e a central sindical nacional o Trades Union Congress (TUC), disseram que “Embora a tecnologia esteja mudando a forma como trabalhamos, isto deixa espaço para algumas leituras desconfortáveis. As empresas deviam concentrar-se em prioridades mais imediatas e focar-se em ouvir os funcionários”.

Eles afirmam, de acordo com o The Guardian, que “há funcionários preocupados com os empregadores usarem a tecnologia para controlar e micro gerenciar seu trabalho, abolindo seus direitos à privacidade”.

A porta-voz da TUC, Frances O’Gradysaid, aponta que “o uso de microchip proporcionaria aos chefes ainda mais poder e controle sobre seus funcionários. Há riscos óbvios envolvidos, e os empregadores não devem ignorá-los isso nem pressionar a equipe para realizar implantes”.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

“Apoiar Israel é um mandamento bíblico e um imperativo moral”, afirma pastor

John Hagee diz que o antissemitismo das igrejas precisa ser combatido


por Jarbas Aragão
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Bandeiras de Israel no Monte do Templo.

O pastor John Hagee tem uma longa história de ligação com Israel. Há 37 anos ele realiza o evento “Uma Noite Para Honrar Israel”, na megaigreja Cornerstone em San Antonio, Texas, liderada por ele. Além de um culto, eles promovem em seu programa de TV o levantamento de doações para investir na Terra Santa.

Este ano foi arrecadado US$ 1,45 milhão e o dinheiro doado para 12 instituições de caridade. Desde que começou a fazer essa campanha, Hagee recebe críticas por não investir o dinheiro em trabalho de evangelização.

Mas o líder evangélico acredita que não se trata de apenas uma questão social. Para ele, esta é uma forma de combater o antissemitismo que ainda existe nas igrejas. “Acreditamos que, para os cristãos, apoiar Israel é um mandamento bíblico e um imperativo moral. Nossa esperança é que, pelo nosso exemplo, o apoio cristão a Israel cresça e prospere”, afirmou ele ao Breaking Israel News.

O pastor da Cornestone explica que o ministério Cristãos Unidos por Israel (CUFI), fundado por ele, conta hoje em dia com 4.5 milhões de membros, sendo o maior do tipo no mundo. Mesmo com uma força crescente, ele reclama que a mídia mundial constantemente condena o Estado judeu e isso afeta a maneira como os cristãos veem Israel.

Em seu livro mais famoso, “Em Defesa de Israel”, Hagee argumenta que via cristãos odiando judeus e se opondo à existência do Estado moderno de Israel, alegando que eles foram “substituídos” por Jesus pela Igreja.

Desde que deu início ao seu ministério, mais de 40 anos atrás, ele vem tentando criar pontes entre os evangélicos e o governo de Israel. Por isso tomou a decisão polêmica que enviar milhões de dólares todos os anos para instituições de caridade israelenses.

Todo esse apoio lhe rendeu um grande reconhecimento, sendo um dos pastores a fazer orações durante a cerimônia da abertura da embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém, em maio deste ano.

Após vários outros discursos, Hagee, citou várias passagens bíblicas, lembrando as promessas de Deus para Jerusalém feitas pelos profetas do Antigo Testamento.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br