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sábado, 16 de janeiro de 2016

Vencendo em meio as crises

Vencendo em meio as crises
"Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal." Mateus 6:34
por Dionatan Oliveira



CENÁRIO ATUAL DO BRASIL

É noticia em todas as mídias brasileiras e em várias mídias internacionais a situação financeira deplorável em que se encontra a nossa nação. Gráficos evidenciam que a situação é mais crítica que nunca.
Nível de desemprego subindo e subindo, índices que medem a situação do poder de compra das famílias mostram que pobreza está se agravando em nosso país. As indústrias estão regredindo, nos hospitais faltam médicos, quando tem médicos, faltam os medicamentos, as escolas estão com ensino de péssima qualidade, em contra partida, as universidades estão exigindo mais para o seu ingresso.
Os presídios sequer mantêm os presos lá dentro, devido a superlotação, os juízes estão “mandando” bandidos embora pela porta da frente das delegacias. Resultado disso sobem os índices de violência em todo país. E pra piorar o cenário politico que por si só já é desacreditado por grande parte da população, nosso país passa por um turbilhão de denúncias de desvios da estatal mais poderosa do Brasil.
Presenciamos um dos maiores e vergonhosos escândalos da história, devido aos rombos milionários. Quem amar o dinheiro jamais dele se fartará; e quem amar a abundância nunca se fartará da renda; também isto é vaidade. Eclesiastes 5:10. Por esses agravantes que nossa nação está mergulhado na crise. E como ficam aqueles que amam e temem ao Senhor? Devemos preocuparmos? Devemos nos desesperar?
A CRISE É UMA OPORTUNIDADE
“A crise é uma oportunidade de nos apresentarmos diante do Senhor como filhos obedientes”.
Nas páginas das Sagradas Escrituras está registrado muitas histórias de homens que se evidenciaram diante do Senhor, uma das histórias é de um homem que nos ensina o seguinte; Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia. Hebreus 11:8 Nosso pai da fé, ou como Paulo mesmo o descreve lá em Romanos 8:11 O pai de todos os que tem fé. Abraão, se encontrava em uma situação cômoda na vida, possuidor de bens, morador de um local “próspero”, pois haviam comércios, as necessidades da época ali, eram sanadas com facilidades, Abraão estava cercado por sua família, ou seja, era aceito pelos que o cercavam, era bem tratado por todos.
Porém tinha um problema, Ur dos Caldeus juntamente com seus moradores tinham tudo, exceto, o amor e temor a Deus. Deus vendo aquilo, traçou algo para Abraão, homem de fé com coração obediente, Deus diz: Sai da tua terra e dentre a tua parentela, e dirige-te à terra que eu te mostrar. Atos 7:3 
A partir da ordem de Deus, não vejo Abraão questionar, pedir esclarecimentos, querer saber o por que e para quê. Muito pelo contrário, sua obediência e fé, o conduziu para o centro da vontade de Deus. Não é a toa que estamos aplicando a sua história nesse estudo! Ouça a voz do Senhor, e aprenda obedece-lo sem questionar, fazendo isso, Deus lhe conduzirá para o Centro da vontade dEle, onde você estará protegido.
“A crise é uma oportunidade de nos mantermos fiéis mesmo diante das mais contraditórias, constroversas”
Moisés foi um grande líder, não só isso, foi um grande líder no meio do deserto. Todos nós sabemos que deserto é sinônimo de escassez, de dificuldade de penúria.
Viaje comigo agora ate o passado, vamos de encontro a Moisés e todo aquele povo caminhando pelo deserto em busca de liberdade, em busca da terra prometida. Imagina que escassez, imagina, homens, mulheres, e crianças, animais todos caminhando em um clima árido, hostil com pouca água, comida, sem um mínimo de higiene, sem uma boa cama para recuperar as energias.
Se imagine nessa sena você também, pois quero lhe fazer uma pergunta; Você, em meio a crise, é capaz de ouvir e obedecer a voz do Senhor? Moisés passou por incontáveis dificuldade, todavia em meio a crise, Deus sempre lhe deu escape. De maná a coluna de fogo. Todavia, eu sou o Senhor teu Deus desde a terra do Egito; portanto não reconhecerás outro deus além de mim, porque não há Salvador senão eu. Oséias 13:4 
“A crise é uma oportunidade de crescimento e amadurecimento. Se nos mantivermos fiéis ao Senhor, teremos a certeza que seremos recompensados”
O que dizer de um homem da bíblia chamado Jó? Veja você mesmo o que o próprio Deus diz deste homem; E disse o Senhor a Satanás: Observaste tu a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal. Jó 1:8 Imagina que benção, que honra, que maravilhoso o próprio Deus testificando de você mesmo, para isso é preciso de um processo, é preciso passar por etapas e avaliações. E é justamente o que Deus faz conosco, diariamente e constantemente.
Todos nós conhecemos a história Jó, antes mesmo de ser tentado por Satanás, ele já se encontrava integro, reto e temente a Deus. Porém, a crise que Jó passou a mesma que levou tudo o que ele tinha, no final dessa crise Jó se fortaleceu mais ainda, o fortificou mais ainda diante Deus, e isso fez com que ele fosse retribuindo tudo em dobro. Ei, nossa persistência e fidelidade ao Senhor nos fará superar todas as crises, e essas crises não serão para nos destruir, e sim, para nos deixar mais forte!
EM CRISTO A CRISE É UMA FONTE
É difícil de assimilar, mas nossas maiores fontes de aprendizados são os desertos, as dificuldades a lutas. Ap. Paulo afirma; Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidadeFilipenses 4:12.
Como se aprende passar por problemas financeiros? Quando estamos desempregados, endividados, etc. Como sabemos administrar nossas finanças? Quando temos recursos para administrar. Sabemos lhe dar com a fome, quando passamos fome(que a fome e a miséria, desemprego nunca chegue a tua tenda)!
Não se esqueça, nossas maiores fontes de aprendizados são os desertos, as dificuldades a lutas. É ruim aceitarmos isso, pois temos algo que opera em nossa mente que é senso da autopreservação, nossos instintos nos impulsionam a nos pouparmos da dor, sofrimento e angustia. É natural isso, é do instinto do homem. Mas a verdade é uma só, aprendemos lidar com as crises, nas crises. 
“Em meio as crises, vejo uma oportunidade para você. A oportunidade de firmar sua confiança e fé no Senhor”!
Fonte: https://artigos.gospelprime.com.br/vencendo-em-meio-as-crises/

* As opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores
e não refletem, necessariamente, a opinião do Blog

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Não Deixe Penina Matar seus Sonhos...


“... Até a estéril deu à luz sete filhos, e a que tinha muitos filhos enfraqueceu”.1 Samuel 2:5

Havia um homem chamado Elcana, este tinha duas mulheres, uma era Ana e a outra era Penina. E Penina tinha filhos, porém Ana não.
 Ana tinha um sonho impossível ser mãe, mas o Senhor cerrou( Deus a impedia de ter filhos) a madre de Ana.1 samuel 1.5
Sua rival Penina excessivamente a provocava, para a irritar; porque o SENHOR lhe tinha cerrado a madre. 1 Samuel 1:6

Ana vivia atribulada de espírito, seu desejo de ser mãe era muito intenso. Ana todos os anos ia ao templo oferecer sacrifício ao Senhor, orava, clamava, buscava por um milagre; mas os anos se passavam e nada acontecia e sua rival escarnecia dela.
Um dia Ana com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente.

E fez um voto, dizendo: “SENHOR dos Exércitos! Se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas à tua serva deres um filho homem, ao SENHOR o darei todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha”. 1 Samuel 1:10-11

Passado algum tempo Deus realizou o sonho de Ana de ser mãe. Ela havia pedido um filho a Deus e Ele deu-lhe muito mais que um filho deu-lhe um profeta. O milagre foi além do que Ana pensou, ou pediu.
 Mesmo passando humilhações, vergonha e dor Ana não deixou de ir ao templo, adorava ao Senhor mesmo na adversidade, quiseram matar os sonhos de Ana - Penina, a humilhava e escarnecia dela, Elcana disse-lhe: “Não te sou eu melhor do que dez filhos?” 1 Samuel 1:8; e até mesmo o sacerdote Eli E disse-lhe: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti o teu vinho. 1 Samuel 1:14; cada um a sua maneira,foi ferramenta para desanimar e frustrar os sonhos daquela mulher, mas ela não desistiu, perseverou até conseguir realizar seu sonho.
Amados nós estamos cercados de “Peninas”, tentando frustar, matar os sonhos de muitas “Anas.” Não importa qual o tamanho do seu sonho, nem tão pouco se ele te parece impossível, Deus é poderoso para realizá-los e te dar muito além do que tens pedido.

Acredite tua hora chegará, persevere, ore, como fez Ana. Não deixe de ir a igreja, não pare de trabalhar para o Senhor, o adore não importando a situação ou as circunstâncias, Louve, exalte e glorifique ao Deus Todo Poderoso, não saia da presença D’Ele, no tempo apropriado Ele colocará em teus braços teu sonhado “Samuel.” 
Cida Augusto  
http://www.estudosgospel.com.br/


segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

A eficácia do evangelho


Porque se contentar apenas com o crescimento numérico de igrejas, enquanto que, o Evangelho pode penetrar em todas as camadas...
Porque se contentar apenas com o crescimento numérico de igrejas, enquanto que, o Evangelho pode penetrar em todas as camadas da sociedade? Porque não acreditar que o Evangelho pode curar a maneira adoecida e equivocada de se fazer política? Porque não acreditar que a cultura, a literatura, e as mentes pensantes de nossa geração podem ser transformadas pelo Evangelho?
Seria extraordinário o Evangelho transformando a política brasileira, em um novo modelo de justiça e igualdade. Como seria a sociedade livre dos altos índices de violência, adultério, roubo, homicídio, e suicídio? Como seria acordar um dia e encontrar uma cidade mais saudável, equilibrada, feliz e livre? Qual seria a sensação de abrir o jornal e não encontrar mais as calamidades que assolam as nações? Tudo isso é possível quando o Evangelho torna-se realidade nos corações!
A Igreja não estará cumprindo de fato a sua missão, enquanto, apenas os templos religiosos estiverem abarrotados de pessoas ávidas pela prosperidade material, pacificação emocional ou qualquer outra intenção que não seja de fato a realidade de viver o Reino de Deus e a sua justiça.
O Evangelho almeja modificar desde as mais sutis manifestações da vida até os grandes sistemas e processos existências. Porém, o número de pessoas que tem vivido apenas na periferia dos portões do Reino de Deus é alarmante. Esses indivíduos chegam até a contemplar a beleza e a singularidade do Reino, mas acabam ficando entretidas com as mercadorias e comércios realizados do lado de fora.
Enquanto a Igreja não se desvincular de uma mensagem que apenas procure solucionar problemas de natureza temporais individualistas, jamais influenciará além dos seus portões.
A mensagem do Evangelho de Cristo sempre teve como objetivo tornar o Reino de Deus concreto na vida das pessoas. O espírito do Evangelho atende as necessidades individuais em seus pormenores, como também os de aspecto coletivo.
A dificuldade em absorver o espírito integral da mensagem do Evangelho, normalmente provoca atrasos indizíveis na missão da Igreja. A tentativa da descentralização de Deus para que os desejos narcisistas humanos sejam centralizados, pode ser notado em inúmeras letras de canções e conteúdo de algumas pregações. A doença do narcisismo religioso tem atingido um estágio tão crônico que atualmente muitos cultuam a si mesmos pensando estarem rendendo culto a Deus.
A estagnação e o retardamento da grande comissão da Igreja vêm acontecendo porque as luzes que encantam o mundo estão ofuscando a visão da Igreja. Como é rara a visão espiritual no mundo moderno!
A visão divina não apenas gera ideologias ou teorias, mas efetivamente proporciona a iluminação e o poder de ação.
Através da iluminação divina a Igreja descobre em primeiro plano onde se encontra dentro do panorama divino. Ninguém chega a lugar nenhum, sem antes conhecer de fato onde está no presente. Para um individuo viajar para qualquer lugar, primeiro deverá saber onde se encontra, para depois planejar a viagem.
O fracasso na maioria das vezes ocorre pelo desconhecimento do posicionamento atual. A revelação gerada pela visão proporciona o posicionamento substancial do individuo.
Um exemplo de Igreja que desconhecia seu posicionamento era Laodicéia – “Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;” Ap. 3.17A ausência de visão na Igreja de Laodicéia era uma realidade sórdida – “que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.” Ap3.18, produzindo um estado de anarquia espiritual maquiado pela religiosidade e pela prosperidade material.
Após a visão posicionar o indivíduo dentro de sua realidade substancial, a iluminação atua como elemento de motivação. Isso ocorre porque o reconhecimento do estado de indolência produzirá desassossego – “Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti;” Lc 15.18 Quase sempre a confrontação do coração dormente com a chama da iluminação divina recondicionará o individuo no caminho da mudança. Não existe nenhum poder de natureza humana ou maligna que pode parar um coração iluminado pela visão divina.
Enquanto existir a visão de Deus a iluminação jamais cessará. E existindo iluminação sempre haverá ação. De modo que, a ação na vida do cristão é consequência da iluminação divina, Jesus disse: “…sem mim nada podeis fazer.” (João 15.5). Existe de fato iluminação em nossos dias? Se existe, qual tem sido a iluminação dos representantes do Reino de Cristo? Temos apenas sonhado ou de fato estamos realizando? Contamos apenas história ou estamos participando efetivamente da construção do Reino de Deus?

domingo, 10 de janeiro de 2016

Crente ou cliente?


É bastante comum encontrarmos dentro da literatura voltada para a liderança eclesiástica temas como: Aumentando a membresia da sua igreja,...
É bastante comum encontrarmos dentro da literatura voltada para a liderança eclesiástica temas como: Aumentando a membresia da sua igreja, Como gerar crescimento na igreja, ou os 7 passos de uma igreja que se multiplica, etc., os dados estatísticos compravam  que os livros mais vendidos e comercializados seguem este caráter e paradigma de conteúdo e proposta reflexiva. É evidente que o crescimento em todos os sentidos é importante e significativo, porém, é válido ressaltar que a missão da Igreja é de pregar as boas novas de salvação em Cristo Jesus, e jamais a fixação ou a obsessão em crescimento de números de membros ou adeptos religiosos.
Atualmente, dentre os diversos desafios que a Igreja contemporânea enfrenta se encontra o perigo da deturpação da verdadeira consciência do legado e missão da Igreja no mundo, uma vez que, sorrateiramente as leis do mercado parecem estar ditando o formato e o conteúdo da missão de alguns cristãos desavisados no século XXI.
Em síntese a lei do mercado ou do comércio baseia-se na relação entre o fornecedor e o cliente (ou consumidor), onde uma das máximas deste contexto diz que o cliente sempre tem a razão. Sendo assim, o fornecedor esta para servir e cumprir as expectativas e demandas daquele que paga pelo produto, a saber, o cliente.
Certa vez, ouvi um líder de uma grande igreja declarar: “Nós somos os fornecedores, Jesus é o produto e os pecadores os clientes”. Precisei prontamente discordar desta declaração que inicialmente tem um caráter  inocente e até inovador. Discordei por quê?
– Primeiro porque o Evangelho não é um produto, mas uma pessoa – Cristo Jesus.
– Segundo porque a Igreja não é fornecedora de algum produto religioso, mas antes, é a noiva de Cristo Jesus que comunica a Sua graça infinita.
– Terceiro porque o pecador não é um cliente, mas um necessitado de arrependimento para perdão dos seus pecados e reconciliação com Deus.
É aterrorizante a possibilidade de que, para algumas lideranças cristãs o significado da missão da Igreja é semelhante ao mesmo significado do mercado capitalista e consumista do século XXI.
Certamente, deve ser por este motivo que algumas comunidades cristãs não pregam mais sobre o pecado, o juízo final, ou o confronto com o erro e o engano. Porque uma vez que, o pecador é uma espécie de cliente, ele agora precisa ser agradado, bajulado, e persuadido a continuar comprando uma religiosidade de mimos e agrados.
Porém, observamos que, Cristo Jesus jamais esteve em conluio ou alinhado ao espírito do mercado religioso de sua época. Cristo Jesus não pregava aquilo que agradava ou massageava o ego das pessoas, mas antes anunciava a verdade eterna de Deus  – “Muitos, pois, dos seus discípulos, ouvindo isto, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir?”(João 6.60)
Do mesmo modo, certamente a expectativa de Deus com relação a Sua Igreja é que anunciemos o evangelho puro e simples, jamais negando a verdade, ou se prostrando diante das recompensas imediatistas e passageiras do mercado religioso que sutilmente descaracteriza a verdadeira missão da Igreja de Cristo Jesus. 
por Samuel Torralbo https://artigos.gospelprime.com.br/crente-ou-cliente/