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sábado, 11 de junho de 2016

Mais um cristão libertado no Irã



Mohammedreza também está em liberdade. Os cristãos perseguidos do Irã sabem que podem contar com nossas orações, eles agradecem e pedem para que elas não cessem

No início desse mês, a Portas Abertas informou que os cristãos Yasser, Saheb, Yousef Nadarkhani e sua esposa Tina foram libertados. Porém, o irmão Mohammedreza Omidi, ainda permanecia na prisão. No dia 7 de junho, ele também recebeu a liberdade após pagamento da fiança, também no valor de 33 mil dólares.


As prisões começaram depois que agentes de segurança invadiram a casa de Yousef Nadarkhani, um líder de igreja que atraiu a atenção mundial quando foi acusado de apostasia e condenado à morte em 2010. Embora ele tenha sido absolvido e libertado em 2013, junto com sua esposa Tina e Yasser Mossayebzadeh, foi preso novamente. Yousef e Tina foram soltos no mesmo dia, mas Yasser permaneceu detido. Dois outros cristãos, Saheb Fadaie e Mohammedreza Omidi, foram convocados pela segurança local e também ficaram presos. Para a polícia, todas as prisões tinham conexões.

Inicialmente, Mohammedreza não recebeu a opção de pagar fiança, mas seu pedido de liberdade condicional foi aprovado mais tarde e ele foi autorizado a deixar a prisão de Lakan, em Rasht, na última terça-feira, depois de pagar fiança no mesmo valor que Yasser e Saheb pagaram. Lhe informaram que ele seria convocado novamente, embora as acusações contra ele e os outros cristãos ainda sejam desconhecidas.

Os cristãos agradecem as orações da família da fé ao redor do mundo e pedem que intercedam para que não precisem enfrentar novas acusações sobre a escolha de seguir a Jesus ou pelas atividades cristãs que realizam. Eles também pedem para que orem pedindo a Deus que lhes conceda paz e sabedoria a eles e suas famílias e que não sejam pressionados a deixar o país.

Fonte: https://www.portasabertas.org.br


sexta-feira, 10 de junho de 2016

Jovem se converte após acampamento de verão



ÁSIA CENTRAL

"Depois do acampamento passei a orar pela minha família, embora eu não possa contar sobre minha nova fé"



Madina* é uma jovem cristã da Ásia Central. Ela nasceu numa família muçulmana, e quando nasceu, seus pais desejavam que fosse um menino. Em sua infância, sempre foi muito obediente e gentil e na escola foi uma das melhores alunas, além de se destacar entre os jogadores de basquete de sua cidade. Mas ela parecia estar sempre provando para os pais que era digna do amor deles. Sua aparência era a de uma garota alegre e forte, mas somente os mais próximos sabiam o quanto ela sofria e era frágil por dentro. Vivia solitária e tinha sérios problemas em casa, em especial com seu pai, Nurbek*, que era alcoólatra. Sua mãe, Aygul* sofria de problemas cardíacos.

Quando chegou na adolescência, a menina acumulou inúmeros traumas, além de alimentar rancor pelo pai. Ela já não tinha sonhos para o futuro e nunca fez planos também. Sem vontade de viver, chegou a pensar em suicídio. Seus primos e primas sabiam de sua condição, então quando ela completou 15 anos de idade, eles a convidaram para participar de um acampamento de verão, organizado pela Portas Abertas. Além de ter sido uma oportunidade única de descanso e distração, com jogos, dança, canto, artesanato, teatro e natação, Madina teve a oportunidade de conhecer Jesus.
"No início ela se fechou, não conversava com ninguém e não se enturmava, mas conversamos com ela, que depois chorou e desabafou. Então, apresentamos Cristo e seu imenso amor e foi algo que a tocou profundamente", compartilhou um dos professores. "Depois dessa experiência, senti que deveria perdoar meu pai por ter arruinado minha infância, assim como Deus perdoou os meus pecados. Depois do acampamento passei a orar pela minha família, embora eu não possa contar sobre minha nova fé", revela a jovem. Atualmente, seu pai já não bebe com tanta frequência e está mais calmo e a saúde de sua mãe melhorou muito. Medina lê a Bíblia secretamente e participa de reuniões com seus primos, sempre que pode. "Eu creio que Jesus pode salvar meus pais, da mesma forma que me salvou e me transformou. Agora eu sei que terei um futuro feliz com Ele", conclui.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

Motivos de oração
  • Agradeça a Deus pela vida de Medina e ore para que sua família também seja tocada pelo amor de Cristo.
  • Interceda pelos trabalhos da Portas Abertas, que são realizados na Ásia Central, para que muitos outros jovens sejam transformados
  • Ore pela igreja que enfrenta perseguição em vários países dessa região e peça ao Senhor para fortalecer nossos irmãos que são proibidos de seguir o cristianismo.
Fonte: https://www.portasabertas.org.br


quinta-feira, 9 de junho de 2016

Numa noite escura, ela teve um encontro com Cristo




"...de repente eu vi a imagem de um homem, como um raio de luz, parecia real, mas eu sabia que não podia tocá-lo. Não era um sonho, eu estava acordada. Senti uma alegria em meu coração só de olhar para ele e não tive medo"

Maizah* é uma cristã líbia de aproximadamente 20 anos, que teve que fugir de seu país após ter sido espancada por um grupo de "homens barbudos" como ela descreve. O incidente ocorreu porque ela não aceitou a proposta de ser a quarta esposa de um muçulmano. Atualmente, ela tenta esquecer o passado e está tentando ser curada de seus traumas, agora em um país ocidental, onde teve a chance de confessar sua fé livremente. A equipe da Portas Abertas fez uma visita a ela e ouviu seus relatos, principalmente sobre suas experiências ao ter um encontro com Deus.

Ela ainda tem medo de que alguém descubra onde está vivendo, por isso, mudou radicalmente sua aparência e o seu nome é fictício por motivos de segurança. Sua história começa na Líbia, o 10º país da Classificação da Perseguição Religiosa 2016, onde ser cristão pode custar a própria vida. "Estar viva para mim já é um milagre. Quando eu era pequena, houve um incêndio em nossa casa, todos conseguiram sair, menos eu. Quando meu irmão tentou entrar para me resgatar, minha mãe disse: ‘deixe-a, não há mais esperança’, mas quando apagaram o fogo, eu estava viva e ilesa. Quando eu ouvia as pessoas contarem essa história, várias e várias vezes, eu percebia que minha mãe não se importava muito comigo", conta ela.

Primeiras experiências religiosas
"Aos oito anos de idade, fiz muitas perguntas a minha mãe sobre Deus, mas ela sempre respondia com raiva. As respostas dela nunca me convenceram. Passei a frequentar uma mesquita, ligada a uma corrente mística do islã e isso não incomodava minha família. Mas a mesquita fechou, então fui para outra que seguia o salafismo, que era ortodoxa e conservadora, dentro do islamismo sunita. Com nove anos de idade, eu entrei na mesquita vestindo calças compridas. Naquele dia eu apanhei dos líderes por causa das minhas roupas o que me deixou chocada. Decidi então não frequentar mais mesquita alguma", afirma.


"Na adolescência, meu irmão Maizah* se tornou um salafista, meu pai não era muçulmano devoto e minha mãe passou a se envolver mais com o islã depois que meu pai a deixou por outra mulher. E eu decidi buscar a Deus de novo. Entrei em outra mesquita, novamente vestindo calças para ver o que aconteceria, mas dessa vez ninguém disse nada. Com carinho, as mulheres explicaram que eu tinha um corpo bonito e que deveria cobri-lo. Decorei muitos versos do alcorão e minha família não gostou disso, temendo que eu pudesse me tornar uma fanática. Na mesquita eu me cobria toda, mas para sair com meus amigos continuei com meu estilo ocidental e não demorou muito para eu ser chamada de traidora, trapaceira e mentirosa, por isso decidi me afastar", lembra.

O encontro
"Em 2011, eu estava em meu quarto chorando por causa de alguns problemas pessoais, quando senti alguém tocar meus pés. Estava escuro, mas de repente eu vi a imagem de um homem, como um raio de luz, parecia real, mas eu sabia que não podia tocá-lo. Não era um sonho, eu estava acordada. Senti uma alegria em meu coração só de olhar para ele, e não tive medo. Ele era muito alto e tinha os cabelos compridos. Ele disse: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida’. Eu compartilhei a experiência com minha família e só meu irmão se manifestou. Ele disse somente: ‘Você viu um anjo de Deus’. Isso aconteceu duas semanas antes do início da guerra civil na Líbia, quando bombas começaram a explodir perto de casa e tivemos que fugir para o Egito. Foi lá que eu conheci uma mulher cristã e então eu soube que as palavras daquele homem eram da Bíblia", compartilha Maizah.


"Meus parentes não gostaram da minha nova amiga, mas eu estava decidida a saber mais sobre o cristianismo. Eu tive uma experiência incrível e precisava desvendar aquele mistério. Então ela disse que eu tive um encontro com Jesus Cristo e aquelas palavras falaram diretamente ao meu coração. Pela primeira vez eu segurei uma Bíblia em minhas mãos e li aquelas palavras ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida’. Aceitei Jesus e ela disse que eu seria luz para os líbios. Em pouco tempo fui batizada. Com a ajuda daquela família cristã, conheci uma igreja doméstica clandestina na Líbia. Na ocasião, todos nós voltamos ao nosso país. Já em casa, conheci um casal que me instruiu sobre a Palavra, mas em 2013 eles foram presos. Infelizmente, eles tinham um caderno de anotações, e o meu nome estava lá, então eu sabia que a polícia me procuraria em breve. Minha foto estava espalhada por todos os lugares, foi quando decidi fugir e voltei para o Egito", lembra.

Peregrinando
Maizah estava sendo procurada tanto pela polícia quanto pelos seus familiares. "Eu tive tanto medo e com a ajuda de alguns irmãos fui parar na Turquia. De lá, eu planejava ir para a Europa. Fiz uma ligação rápida para casa, minha irmã atendeu e disse que minha mãe havia sofrido uma paralisia e que não estava bem. Naquele momento me senti egoísta por estar longe enquanto minha mãe estava doente, então decidi voltar. Minha família estava esperando por mim no aeroporto, eles me abraçaram como se nada tivesse acontecido. Quando entrei em casa, minha mãe estava ali, de pé e muito bem de saúde, foi quando percebi que era uma cilada. Todos eles me traíram. Levaram-me até a sala onde havia muitos homens barbudos, vestidos de branco e fizeram um grande interrogatório, com várias perguntas estranhas. Um deles bateu forte no meu rosto. Eu quis saber se eles eram da polícia, se eram médicos ou líderes muçulmanos, mas disseram que não era da minha conta", diz.


"Tive que responder muitas coisas, eles queriam saber até se eu estava com alguma doença de pele. Eu me levantei e disse que não responderia mais nada, porque pensei que meu irmão iria me proteger. Mas eles me agarraram e todos eles me bateram muito. Sei que Deus estava me protegendo, porque eu não sentia mais dor. Depois, eles ainda fizeram mais perguntas: ‘Quem te instruiu a ser cristã? Quanto eles pagaram para você se converter? Quais os nomes dos líbios que se converteram?’. Eles tinham muitas fotos e documentos da família egípcia que me ajudou. Depois de tudo, ainda fui submetida a exames de virgindade. Eu não tinha forças em meu corpo nem para me levantar. Me obrigaram a sentar no sofá e eles gritavam versos do alcorão em meus ouvidos. Disseram a minha família: ‘ela é uma menina inteligente, mas tenham cuidado, ela é perigosa e pode enganá-los novamente’. Então eles armaram um plano", conta.

Proposta de casamento
"Lembro-me de cada instrução que deram a minha família: ‘Não deixem nenhum telefone perto dela e não permitam que saia de casa nem para estudar’. Então o xeique disse para minha mãe: ‘O nome dela está na lista de pessoas que devem ser mortas, se você quiser ver sua filha viva, eu tenho uma oferta’. Então ele olhou para mim e disse: ‘Case-se comigo. Eu tenho três esposas e você poderá ser a quarta. Se aceitar minha proposta, então esquecemos tudo isso’. Eu estava raciocinando muito bem, então pensei em ser mais estratégica do que sentimental. Fingi aceitar a proposta dele para ganhar tempo. Eu disse que precisava de um médico antes de me casar, pois meu rosto estava muito machucado. Meu ‘futuro marido’ concordou imediatamente", relata a cristã.


Fuga e recomeço
Ela conta que ele não queria que eu fosse a um hospital líbio e nem que soubessem de nada. Então, viajou para a Tunísia com uma "equipe", a mãe, irmã, primos, tia, que não tiravam os olhos dela. "Na viagem eu não tive chance de escapar. Mas ao entrar no consultório, vi que Deus havia preparado um médico para me ajudar. Depois de um longo tempo eles foram me procurar, mas eu não estava mais lá. O doutor conseguiu um refúgio seguro para mim, era uma casa só para mulheres. Eu tinha o número do telefone de um líder cristão naquele país e então ele me ajudou a ir para um país ocidental, onde vivo até hoje, com a ajuda de muitos irmãos na fé. Eles são minha nova família agora e vou reconstruir minha vida longe dos meus parentes, com a ajuda do homem que naquela noite escura entrou no meu quarto e disse ser ‘o caminho, a verdade e a vida’. Ele é meu Salvador, meu Jesus", conclui.


*Nomes e foto alterados por motivos de segurança.


quarta-feira, 8 de junho de 2016

Rejeitados pela sociedade


INDONÉSIA

"Sou grato a Deus pela perseguição que tenho vivido, pois me permitiu sentir o peso real da cruz de Cristo"

A Indonésia (43º da Classificação da Perseguição Religiosa) é o país com a maior população muçulmana do mundo, mas reconhece seis religiões por lei: islamismo, catolicismo, protestantismo, budismo, hinduísmo e confucionismo. Embora a Constituição garanta a liberdade de cada um escolher a sua fé como parte dos direitos humanos básicos, na prática, o que acontece é bem diferente da teoria legislativa. Até onde se tem notícias, todos os cristãos ex-muçulmanos foram perseguidos por essa escolha, sendo tratados como apóstatas e infiéis. Aqueles que decidem abraçar o evangelho são rejeitados pela sociedade e perseguidos pelo governo.

Às vezes, radicais e clérigos muçulmanos fazem uso do Decreto Presidencial n.º 1/1965, que dita regras acerca da lei anti-blasfêmia para pressionar os que evangelizam. De acordo com o decreto, o cidadão indonésio é proibido de evangelizar em público ou de buscar apoio da comunidade no que diz respeito à interpretação de religião ou até mesmo aconselhar ou ensinar alguém sobre determinada crença. Aos que infringem essa lei, o governo decreta pena máxima de cinco anos. Aqueles que usam roupas muçulmanas ou se utilizam de qualquer texto corânico para adorar Jesus também são considerados blasfemos.


Em 2013, Rudi* e seu irmão Ipin*, ambos cristãos, foram presos sob acusação de blasfêmia, ao participarem do batismo de uma jovem de 15 anos de idade, parente deles. Após a conversão da família, o filho mais velho de Rudi foi expulso da escola e as pessoas do vilarejo onde moram passaram a desprezá-los. Durante as investigações, os dois irmãos também foram acusados de espalhar falsos ensinamentos e de profanar o islamismo. "Sou grato a Deus pela perseguição que tenho vivido, pois me permitiu sentir o peso real da cruz de Cristo", disse Rudi, que recebeu liberdade condicional em 2014. A Portas Abertas tem acompanhado o caso dos dois irmãos desde a prisão, fornecendo apoio jurídico e ajuda financeira à família. Em suas orações, interceda pelos cristãos perseguidos na Indonésia.

https://www.portasabertas.org.br

terça-feira, 7 de junho de 2016

Após passar 6 anos ligando para aniversariantes de sua igreja, cristã morre aos 111

Christy também era aposentada por ser professora de inglês
Christy também era aposentada por ser professora de inglês

Em 2010, ela disse ao portal de notícias que havia telefonado para pelo menos uma pessoa por semana. "Eu só ligava e dizia: 'Sua igreja quer que você tenha um feliz aniversário e eu também".

Os membros da igreja Andrews United Methodist cresceram acostumados a receber um telefonema de Jean Christy em seus aniversários. A senhora de 111 anos foi "embaixadora de aniversário", da igreja e ligou para cada membro para desejar a eles um dia agradável. Ela foi até seu “telefone ministerial” para fazer com que as pessoas se sentissem especiais e amadas em seus aniversários bem no fim de sua vida.

Christy, que morreu no dia 28 de maio. Ela decidiu quando tinha 105 anos de idade que precisava ser mais ativa no apoio em sua congregação, relatou a Methodist News Service United (UMNS). Então ela disse ao pastor, na época, o Reverendo Mike Macdonald, que ela poderia fazer ligações para animar os membros da igreja.

Em 2010, ela disse ao portal de notícias que havia telefonado para pelo menos uma pessoa por semana. "Eu só ligava e dizia: 'Sua igreja quer que você tenha um feliz aniversário, e eu quero que você tenha também'", disse ela. "E eles pareciam muito felizes em ouvir isso".

Christy estava na igreja toda vez que as portas se abriam. Ela foi levantada quando veio de uma família com foco no ministério. Seus pais serviram como tesoureiros da igreja, um superintendente distrital, presbíteros ordenados, um diácono e pastor em tempo integral. Ela, no entanto, nunca sentiu que havia feito o suficiente para sua igreja. Isso a levou para o seu ministério de telefone aos 105 anos. Ela também renovou seus votos de batismo aos 107.

Christy também era aposentada por ser professora de inglês, de acordo com o site de notícias. “Muitos na cidade do sudeste da Carolina do Norte perderam a ‘Senhorita Christy’”, disse seu sobrinho-neto que também é um pastor metodista. "Em nossa família, muitos de nós somos pregadores, mas nunca teremos o tipo de influência que a tia Jean teve", disse o Reverendo David Christy, pastor sênior da Primeira “United Methodist” de Gastonia.

"Foi tão consistente para tantas gerações", acrescentou. "Tanto na igreja e na escola. Todo mundo conhecia a tia Jean. Christy ensinou gerações de jovens na igreja e na cidade. Ela ensinou inglês. Ela ensinava na escola dominical. E ela ensinou boas maneiras e graças sociais”, disse Christy.


Macdonald disse que uma vez Christy entrou num restaurante da cidade e viu alguns de seus ex-alunos sentados juntos usando bonés de beisebol. De acordo com seu ex-pastor, ela não precisa dizer nada. "Quando ela passou, ela não disse uma palavra. Ela só virou as abas", disse Macdonald. Ele acrescentou que um visitante da cidade viu o incidente e tirou o boné, também.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN EXAMINER

segunda-feira, 6 de junho de 2016

A BÍBLIA NOS ENSINA A VIVER: "A importância do ouvir"

Por Johnny Bernardo

No quarto artigo da série A Bíblia nos Ensina a Viver iremos tratar de um tema espinhoso para muitas pessoas, que possui inúmeras características e aplicações práticas dentro da realidade social, do relacionamento entre pessoas que compartilham situações conflitantes, experiências e conselhos – aliás, conselhos existem aos montes, porém nem sempre construtivos ou que levem o ouvinte a uma mudança positiva de vida. De fato, o viver em sociedade não é uma tarefa das mais fáceis, principalmente pensando que há uma série de opções de “escape da realidade”, de “desvirtuamento dos padrões bíblicos e familiares de vida”. Neste contexto de opiniões e pensamentos divergentes é preciso desenvolver a capacidade do “ouvir com sabedoria e discernimento”. Em suma, significa dizer que devemos entender o que ouvimos e compreender o seu significado.


A dor e o sofrimento são consequências da rebeldia

Como veremos adiante, a dor e o sofrimento são algumas das consequências do “ouvir e não praticar”, da rebeldia generalizada e desenfreada que caracterizam a sociedade do século XXI. Para ilustrar o presente tópico apresentaremos o testemunho de uma filha rebelde que, ao perder sua mãe em um acidente, arrependeu-se de seu erro.

“Prezado pastor.
Para muita gente hoje (dia das mães) é um dia de felicidade e alegria, principalmente para aqueles que têm suas mães vivas, mas para mim não. Hoje é um dia triste, tristeza gerada pela minha própria pessoa. Digo assim porque perdi minha mãe. Alguns anos atrás eu tinha 16 anos de idade. Hoje fujo das comemorações porque só me trazem lembranças tristes e remorso de minha ingratidão com minha mãe em vida.
Pastor, talvez eu tenha sido uma das filhas mais rebelde e respondona que uma mãe venha possuir. Quantas vezes eu vi minha mãe orando por mim e eu pedia para ela acabar com aquelas orações bobas pela minha pessoa. Há se tivesse minha mãe para me dar um grande beijo e um abraço. Infelizmente ela não vive mais. Lembro-me que um dia comecei a me arrumar para ir a uma festa. Minha mãe me pediu com paciência de mulher cristã por tudo que eu não fosse para a festa, mas eu teimei, discuti, xinguei-a de “velha nojenta e enjoada” e ainda por cima ao sair de casa a mandei para o inferno.
Minha mãe não dormiu enquanto eu não cheguei. Naquela noite caiu uma chuva torrencial. Já era uma hora da madrugada quando minha mãe pegou o guarda-chuva e uma capa plástica para ir me buscar na festa. No caminho um ônibus desgovernou-se e pegou trés pessoas na pista, uma delas a minha mãe que morreu na hora. Eu saia da festa com minhas colegas quando de longe vimos uma multidão de pessoas e logo alguém veio me falar que minha mãe estava morta. Encontrei-a ainda segurando a capa que levava para me apanhar, e não me molhar. Morreu na intenção de me proteger.
Naquele momento eu abracei minha mãe como nunca tinha abraçado antes. Chorando desesperada, eu pedi perdão, mas já era tarde. Ela não podia me ouvir. Pastor diga aos jovens de sua igreja que nossas mães só querem o nosso bem. As bençãos e os conselhos de minha mãe são eternos. Só hoje sei quanto é importante o quinto mandamento. Guardo o bilhete com todo carinho que três dias antes de morrer ela colocou em cima de minha cama com as seguintes palavras: “Minha filha, dizem que a ingratidão tira a feição, mas com toda a ingratidão, tuas desobediências, tua falta de reconhecimento ao amor que eu tenho por ti jamais vou tirar você do meu coração”.

Que história impactante. Acredito que você conhece alguém que passou por uma situação semelhante, de muita dor e sofrimento. A história desta jovem ilustra uma realidade presente na sociedade desde os tempos imemoriais: de desobediência aos conselhos de pais e responsáveis. Foi assim no começo, no Éden. Pai de toda a humanidade, Adão possuía um relacionamento de submissão em relação ao criador. Deus criou o homem e deu-lhe responsabilidades. Cabia ao homem ouvir as orientações divinas. Era algo simples, apesar de exigir empenho e persistência em obedecer. Deus estava com ele diariamente, tal como um pai presente na vida do filho – e olha que hoje é algo cada vez mais raro, principalmente nas grandes cidades e metrópoles, onde pais e filhos mantêm um relacionamento praticamente virtual, sem tempo para quase nada. Entre Deus e Adão havia um relacionamento harmonioso. Havia amor e comunicação.

Eram constantes as visitas de Deus ao homem. Tal relacionamento serviria de modelo para o relacionamento entre Adão e sua prole (descendência). Como o jardim do Éden, era preciso que a convivência com o criador fosse regada constantemente. Nada poderia fugir ao “padrão” estabelecido por Deus, de visitas diárias e constantes para averiguar o desempenho do homem em sua atividade de conservação do jardim. A presença do homem naquele lugar dependia, entretanto, do cumprimento de um requisito básico e fundamental: jamais, e em qualquer situação ou momento, comer do fruto proibido. “ […] De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do bem e do mal, dela não comerás […]” (Gêneses 2.15 -16). Deus estabeleceu limites ao homem, pontos ou áreas restritas que ele deveria evitar, apesar de conceder “liberdade de escolha”. Não era algo necessariamente impositivo, mas opcional. Deus não impõe.

De forma semelhante, a filha rebelde era constantemente orientada por sua mãe quanto aos perigos do mundo. Não havia imposição, mas advertências recheadas de amor e carinho. Deus amava a sua criação e por isso deu a ela “opções de escolha”. Era preciso que o homem obedecesse a Deus por livre e espontânea vontade. A árvore da ciência do bem e do mal foi plantada no meio do jardim do Éden justamente com o objetivo de servir como um “meio de provação do homem”. Não era uma árvore qualquer, como também não foi plantada no meio do jardim com outro objetivo a não ser a de servir como a primeira e grande tentação do homem. Localizada no centro, por onde passavam obrigatoriamente as trilhas do jardim, a árvore era vista todos os dias. Ela estava lá à espera do primeiro vacilo do casal, da primeira tentação de consumo. Provavelmente a árvore da ciência do bem e do mal era a mais bela e chamativa árvore do jardim, de tamanho superior às demais. Há beleza no mundo, nas festas dançantes.

Quem nunca foi tentado a deixar os cultos de sua igreja para participar de uma festinha? Quem nunca foi tentado a deixar os conselhos dos pais para seguir os conselhos dos ímpios? O salmista Davi era conhecedor desta realidade. “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores” (Salmo 1.1). “Seguir o conselho dos ímpios” equivale a observar as orientações, as regras de convivência típicas de um grupo de pessoas que não priorizam Deus em suas vidas. De fato o mundo possui uma capacidade de atração muito grande, capaz de fisgar novos consumidores de seus produtos pecaminosos. No entanto, as consequências são sentidas posteriormente. Deus advertiu Adão que “no dia em que ele comesse do fruto proibido ele certamente morreria”. Foi justamente o que aconteceu: ao seguir os conselhos da serpente (Gênesis 3.1-6), Adão e Eva morreram espiritualmente, como também fisicamente. É óbvio que eles não tombaram mortos como no caso de Ananias e Safira (Atos 5), mas o relógio biológico do homem foi acionado no momento em que pecou.

Não devemos dar ouvidos aos espíritos enganadores

O principal erro de Adão e Eva foi “dar ouvidos à argumentação da serpente”. O diabo é expert em provocar no homem o “desejo pelo desconhecido”, a “vontade de se provar daquilo que é proibido”. Nunca ouviu a frase de que o que é “proibido é mais gostoso”? É algo, diria, comum em nossa sociedade. Os jovens são as principais vítimas do sistema consumista e pecaminoso de nossa geração, assim como o foi Adão e Eva. É parte da estratégia de dominação psicológica e espiritual promovida pelos agentes do mal. Vivemos dias tenebrosos, para sermos mais específicos em nossa abordagem. A filha rebelde é um exemplo de como funcionam as estratégias do inimigo. Desobediente, ela trocou os bons conselhos de sua mãe por uma breve curtição com as amigas. Somente após a morte de sua mãe ela reconheceu seus erros. A vida segue este ciclo de rebeldia, curtição, dor e despertar para uma nova realidade. Foi assim quando dos primeiros anos de Israel na Terra Prometida, quando um pequeno grupo de nações passou a oprimir os descendentes de Abraão (Juízes 3.1). Era parte do aprendizado.

De forma profética, o apóstolo Paulo descreve em sua primeira carta a Timóteo um pequeno lampejo da forma como os espíritos enganadores atuariam nos “últimos tempos” (I Timóteo 3.1-3). Não seria algo necessariamente novo, dado ao fato de que temos inúmeros outros exemplos ao longo da História de movimentações malignas. O que diferencia nossa geração das gerações antigas é que o inimigo não mais atua por meio de governos ou instituições religiosas opressoras, mas por meio de subterfúgios de aceitação popular, por meio de “redes de convencimento”, de ideias tornadas “populares”, como a exemplo do Relativismo Cultural. “Não há certo ou errado”, argumentam os relativistas culturais. A ideia por trás é que “não há verdade absoluta”, de que “cada cidadão deve decidir como viver de acordo com sua vontade e desejo”. Neste ponto temos que ressaltar que nossa convicção religiosa não pode se sobrepor as convicções religiosas ou filosóficas de outros segmentos da sociedade. Compreende? A fé é algo particular, e não social, no sentido de que é preciso respeitar as diferenças.

Temos nossas diferenças com o mundo e seus princípios religiosos e filosóficos, ma tal não significa que temos o direito de dizer ou impor nossas crenças aos outros. A disputa deve se dar no campo das ideias, e não ultrapassar os limites legais e morais de nossas instituições. Agora, não é por isso que devemos concordar com o desvirtuamento da família, abraçar as ideias do Relativismo Cultural. Como cristãos, temos de rechaçar ideias que tenham como objetivo destruir nosso conceito de família, nossa ideia de relação matrimonial. É uma concepção – recorrendo a um termo usado por advogados – “pétrea”, ou seja, perpétua, que não muda ou pode ser revogada por qualquer ato. A nossa luta, ilustra Paulo de forma significativa, não é “contra a carne e o sangue, mas contra as potestades, contra os principes das trevas deste século, contra as hostes da maldade, nos lugares celestiais” (Efésios 6.12). A batalha é espiritual, e não material.

Que queremos dizer com semelhante argumentação? É que não devemos nos envolver em discussões e enfrentamentos que não o seja nos lugares celestiais. Enquanto escrevemos estas linhas há uma onda de ódio e polarização social em curso em nosso país, com resultados inesperados mesmo para os especialistas em conflitos. Por trás desta onda de tensão há uma força maior, de espíritos destruidores que têm como único e principal objetivo disseminar o ódio, o pânico e a destruição de vidas. No meio deste vendaval encontramos a Igreja, o povo de Deus, que tem o amor ao próximo como sua base fundamental e central de ação. Devemos amar indiscriminadamente a todos, e não dar ouvidos a conselhos e doutrinações que nos coloquem em rota de colisão com nosso semelhante. Não há maior mandamento do que o amor a Deus, e semelhante a este o amor ao próximo como a nós mesmos. Milhares de pessoas morreram nas duas Grandes Guerras, no Vietnã, em conflitos localizados na África e no Oriente Médio. Tanto cristãos quanto muçulmanos são vítimas do ódio e do fanatismo.

É de Jesus a informação de que “o ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir” (João 14.10/a). Desde a queda de Adão e Eva – ou mesmo antes, com a rebelião de Lúcifer contra Deus – a principal intenção do inimigo é a de roubar, matar e destruir, e ao longo dos séculos ele vem aperfeiçoamento sua estratégia de ação. Por meio de mecanismos de sedução, ele conduz centenas de pessoas a mais profunda alienação. Dentro do arco de influência encontramos diversos agentes, sejam eles físicos ou jurídicos (instituições religiosas, meios de comunicação, organizações políticas) que recorrem a meios ardilosos de convencimento de quem lhes dê ouvidos. Particularmente nas grandes cidades, religiões de origem norteamericana e oriental atraem seguidores por meio de pregações sobre prosperidade, saúde, felicidade, encontro do grande amor.  Não há nada de errado no fundamento das mensagens, mas o que devemos destacar é a forma como estas instituições religiosas seduzem novos seguidores. São almas carentes.

Em suma, há inúmeras vozes a convencer o homem de que este deve se preocupar apenas com seus problemas imediatos, e não com sua salvação eterna. Adão e Eva foram manipulados pela serpente, com o argumento de que “no dia em que dele comerdes sereis como Deus, sabendo e o bem e o mal” (Gêneses 3.5). O inimigo é experiente no sentido de que possui uma grande capacidade de sedução, de manipulação de textos bíblicos que eventualmente lhes sejam úteis. O diabo soube recorrer aos mais profundos desejos de Adão e Eva de transpor os limites do Éden, de ter acesso ao conhecimento. Há muito eles desejavam provar do fruto proibido, razão pela a qual foi Eva quem convenceu seu marido das vantagens de se provar de tal fruto. Uma breve conversa com a serpente foi suficiente para que Adão e Eva se deixassem seduzir. A partir daí entendemos a importância de se desenvolver a capacidade crítica, do “ouvir com entendimento”, de não se deixar seduzir pela aparência das coisas. Na Bíblia, o termo ouvir (Shamah) aparece 1085 vezes e tem o sentido de “entender”.

Portanto, é preciso que o cristão aprenda a ouvir e entender as orientações divinas, e obedecê-las. Este é o único e principal segredo da vitória, de ter uma vida plena de felicidade e vida.

Fonte: http://www.pulpitocristao.com/

domingo, 5 de junho de 2016

Um rei tinha 4 esposas



Ele amava a 4ª esposa demais, e vivia dando-lhe lindos presentes, joias e roupas caras. Ele dava-lhe de tudo e sempre do melhor.
Ele também amava muito sua 3ª esposa, e gostava de exibi-la aos reinados vizinhos. Contudo, ele tinha medo que, um dia, ela o deixasse por outro rei.
Ele também amava sua 2ª esposa. Ela era sua confidente e estava sempre pronta para ele, com amabilidade e paciência. Sempre que o rei tinha de enfrentar um problema, ele confiava nela para atravessar esses tempos de dificuldade.
A 1ª esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava ao seu alcance para mantê-lo muito rico e poderoso, o rei e o seu reinado.
Mas ele não amava a 1ª esposa, e apesar dela amá-lo profundamente, ele mal tomava conhecimento dela.
Um dia, o rei caiu doente e percebeu que seu fim estava próximo.
Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou:
— É, agora eu tenho 4 esposas comigo, mas quando eu morrer, com quantas poderei contar?
Então, ele perguntou à 4ª esposa:
— Eu te amei tanto querida, te cobri das mais finas roupas e joias. Mostrei o quanto eu te amava cuidando bem de você. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?
— De jeito nenhum! - respondeu a 4ª esposa e saiu do quarto sem sequer olhar para trás.
A resposta que ela deu cortou o coração dele como se fosse uma faca afiada.
Tristemente, o rei perguntou para a 3ª esposa:
— Eu também te amei tanto a vida inteira. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo para não me deixar sozinho?
— Não!!! - respondeu a 3ª esposa. A vida é boa demais! Quando você morrer, eu vou é casar de novo.
O coração do rei sangrou e gelou de tanta dor.
Ele perguntou à 2ª esposa:
— Eu sempre recorri a você quando precisei de ajuda, e você sempre esteve ao meu lado. Quando eu morrer, você será capaz de morrer comigo para me fazer companhia?
— Sinto muito, mas desta vez eu não posso fazer o que você me pede, respondeu a 2ª esposa. O máximo que eu posso fazer é enterrar você!
Essa resposta veio como um trovão na cabeça do rei e mais uma vez ele ficou arrasado.
Daí, então, uma voz se fez ouvir:
— Eu partirei com você e o seguirei por onde você for...
O rei levantou os olhos e lá estava a sua 1ª esposa, tão magrinha, tão mal nutrida, tão sofrida...
Com o coração partido, o rei falou:
— Eu deveria ter cuidado muito melhor de você enquanto eu ainda podia...
Na verdade, todos nós temos 4 esposas nas nossas vidas...
Nossa 4ª esposa é o nosso corpo. Apesar de todos os esforços que fazemos para mantê-lo saudável e bonito, ele nos deixará quando morrermos.
Nossa 3ª esposa são as nossas posses, propriedades e riquezas. Quando morremos, tudo isso vai para os outros.
Nossa 2ª esposa é a família e amigos. Apesar de nos amarem muito e estarem sempre nos apoiando, o máximo que eles podem fazer é nos enterrar.
E nossa 1ª esposa é a nossa ALMA, muitas vezes deixada de lado por perseguirmos, durante a vida toda, a Riqueza, o Poder e os Prazeres do nosso Ego.
Apesar de tudo, nossa Alma é a única coisa que sempre irá conosco, não importa aonde formos...

Não foi por acaso que Jesus disse: 
“Louco, esta noite te pedirão a tua alma; o que tens preparado, para quem será?” 
 Lucas 12.20 

Analise quais têm sido suas prioridades nessa vida terrena. Será que você não tem deixado de lado a sua salvação eterna? Lembre-se: esse é o seu bem mais precioso.

Fonte: PatyWhatsApp