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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Pastor batiza comunista que comandou campo de concentração onde ele foi preso

Acusada de crimes contra a humanidade, Im Chaem aceitou a Jesus: "Eu fui redimida"


por Jarbas Aragão

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Pastor batiza líder de campo de concentração comunista onde foi preso

Khmer Vermelho era o termo usado para se referir a vários grupos comunistas que governavam o Camboja no século passado. Criado em 1966 e dissolvido em 1981, tiveram como seu maior expoente o presidente Pol Pot, que manteve em operação os chamados “campos de extermínio”, para onde eram levados os opositores do Estado e ali realizavam trabalhos forçados. Estima-se que mais de dois milhões de pessoas, foram presas, torturadas e mortas pelo regime nesses locais.

Agora que o Camboja finalmente conseguiu montar tribunais para julgar os membros do Khmer como ela por crimes contra a humanidade, incluindo assassinatos em massa, extermínio e escravidão, as histórias de vida dos guerrilheiros vêm sendo reveladas.

Im Chaem, hoje com 75 anos, supervisionou um dos campos de extermínio na década de 1970. Ao falar à imprensa sobre o julgamento, contou que está arrependida de ter participado do Khmer. Ex-budista, ela converteu-se recentemente ao cristianismo. O mais impressionante é que foi através da vida de um homem que sobreviveu ao campo de trabalho forçado que ela supervisionou.


No ano passado, Chaem compareceu ao tribunal supervisionado pela ONU. Os promotores a acusavam de ser responsável pela morte de cerca de 500 mil pessoas, enquanto foi a chefe distrital do Khmer na província de Banteay Meancheay. Contudo, os juízes consideraram que ela não teve um papel direto na morte das pessoas nos campos que supervisionava. A decisão causou polêmica no país.

“Eu fui redimida”, disse ela ao site da Rádio Voz da América, que cobre o caso. “As pessoas me acusaram de ter matado. Isso é errado. Eu nunca usei violência, nem ameacei ninguém. Eu não sou culpada dessas acusações”.


Nascida de novo pela fé em Jesus, Im Chaem foi batizada dia 22 de janeiro. Ela e outros membros de sua família frequentam uma pequena congregação evangélica na aldeia de O’Angre.

O pastor Christopher LaPel, fundador da Igreja Cristã do Camboja, que inclui várias congregações no noroeste do país foi quem evangelizou Im Chaem e sua família.

Ele foi preso no final da década de 1979 por não negar sua fé e enviado para o campo de trabalhos forçados na região de Trapeang Thma. Lá, entre outras coisas, precisaram construir uma barragem. Sem ferramentas adequadas, conta que escavavam com as mãos.

“Mesmo que muitas pessoas a odeiem, eu a amo”, afirma LaPel. No final do ano passado, ele soube que a ex-supervisora dos campos de trabalho forçado iria comparecer perante o tribunal e reconheceu o nome. Decidido a reencontrá-la, foi até a pequena aldeia onde ela vive, na província de Oddar Meanchey.

“A senhora Im Chaem recebeu a Jesus Cristo como seu Salvador em 6 de novembro de 2017”, lembra o pastor, acrescentando que “seu marido e filhos também se converteram”.

Segundo LaPel, “Ela aceitou a Cristo depois de ouvir o evangelho e também o relato de seus ex-companheiros do Khmer Vermelho”. Destacou que “vários ex-combatentes contam como Deus os mudou, pois antes eles nunca puderam conhecer o verdadeiro sentido das palavras ‘paz’ e ‘amor’”.

“Ela viveu por muito tempo uma vida vazia e sem direção”, assegura o pastor. “Quando tomou essa decisão, entendeu que só Jesus podia dar-lhe esperança e perdoar os seus pecados”.

Questionado se entre os pecados estariam todos aqueles apresentados nas acusações diante do tribunal, LaPel disse apenas: “Não sei dizer se ela é culpada disso tudo ou não. É algo agora entre ela e Deus”.

Segundo apurou a Voz da América, apesar da idade, Im Chaem participa de várias atividades da igreja, incluindo trabalhos de evangelização e de ação social. Ela dá testemunho que, após a conversão, seu filho Loeung foi curado de uma séria doença que o afligia.

Ela garante que sua nova fé é para valer. “Deus entrou no meu coração e me ajuda a crescer espiritualmente Eu nunca voltarei atrás”, encerra. Com informações Voa News

Fonte:https://noticias.gospelprime.com.br/

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Esposa de pastor sequestrado há um ano clama por sua liberdade: "Ainda temos esperança"

O pastor Raymond Koh foi sequestrado por homens mascarados no dia 13 de fevereiro de 2017.

O pastor Raymond Koh foi sequestrado perto de sua casa em Petaling Jaya, no oeste da Malásia. (Foto: Change.org).


No dia 13 de fevereiro de 2017 o pastor Raymond Koh foi sequestrado. Hoje, um ano depois do acontecido, sua esposa ainda clama por sua liberdade. Ela havia sido acusada de “proselitismo” a muçulmanos e foi raptada por homens mascarados perto de sua casa.

Susanna Liew continua a pedir a libertação de seu marido. Há um mês, o inquérito sobre o incidente foi interrompido. "Meu desejo é que Raymond seja libertado para que ele possa se reunir com sua família, especialmente agora no Ano Novo Chinês", disse ela.

"Sua mãe está doente e não o vê há mais de um ano", contou em entrevista ao Channel News Asia.

O pastor Raymond Koh foi sequestrado perto de sua casa em Petaling Jaya, no oeste da Malásia. Após o rapto, a polícia começou a investigar se o pastor pregava o cristianismo aos muçulmanos, ao invés de se concentrar em capturar os homens que sequestraram o líder cristão.

Em plena luz do dia

Com base em imagens, o sequestro foi executado em apenas dois minutos, em plena luz do dia e com alguém gravando todo o processo em vídeo, enquanto outra pessoa é vista redirecionando o tráfego. Nenhuma demanda legítima de resgate foi feita, de acordo com as autoridades.

Antes de seu sequestro, Koh foi acusado de pregar aos muçulmanos. Enquanto a constituição da Malásia prevê a liberdade religiosa, o governo proíbe os não-muçulmanos de pregar aos muçulmanos.

A Comissão de Direitos Humanos da maioria muçulmana, a SUAKAKAM, que também estava perguntando sobre o sequestro, teve que cessar a investigação em janeiro, depois que a polícia acusou um suspeito em relação ao caso, de acordo com o The Star.

Inquérito

De acordo com a lei, a comissão é obrigada a "cessar imediatamente" um inquérito se o processo judicial começar. A esposa de Koh disse no momento em que a família foi "esmagada" pelo súbito fim do inquérito.

"É muito chocante para nós como uma família, pois não fazíamos ideia de que isso acontecesse", disse ela. "Esperamos que haja justiça. Ainda temos esperança, mas hoje tenho medo de que essa esperança tenha sido esmagada".

Amigos próximos da família de Koh disseram anteriormente ao World Watch Monitor que a polícia aparentemente têm informações sobre o sequestro do pastor, mas que eles escondem. "Eles sabem o que aconteceu", disse uma fonte.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Atirador de escola na Flórida afirma que “vozes de demônios” o guiaram

Declarações de Nikolas Cruz foram consideradas sinais de doença mental

por Jarbas Aragão

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Atirador da Flórida afirma que "vozes de demônios" o guiaram


Logo após uma grande tragédia é comum as autoridades revelarem informações aos poucos, após a confirmação (ou não) das narrativas.

Quando Nikolas Cruz, 19 anos, invadiu a escola Marjory Stoneman Douglas, em Parkland, Flórida, na quarta (14) seu objetivo declarado era matar o maior número possível de pessoas. Armado com um rifle AR-15, ele disparou contra os alunos e professores, deixando 17 mortos e dezenas de feridos. Sete pessoas ainda estão hospitalizadas por causa dos ferimentos, uma em estado grave.

Em determinado momento, largou o rifle, e se misturou com os estudantes que fugiam do local, indo para um supermercado próximo e depois para um Mc Donald’s. Não demorou muito para a polícia identifica-lo e prendê-lo.

Segundo o relato dos policiais, questionado sobre sua motivação, Cruz afirmou que “vozes de demônios” lhe deram instruções para o ataque. Conforme a reportagem da rede ABC, as autoridades tratam a declaração como sinais de um possível transtorno mental.

Foi revelado que Cruz passou a viver com a família de um amigo após sua mãe adotiva, Lynda Cruz, 68 anos, ter morrido em novembro, devido a uma pneumonia. Seu pai tinha falecido quando ele era criança e não tinha parentes conhecidos.

Especialistas acreditam que após o julgamento ele deverá ser condenado à morte.
Orações pelo assassino

Na noite de quinta-feira, mais de 1.000 pessoas participaram de uma vigília à luz de velas no Anfiteatro Pine Trails Park, em Parkland, onde estavam muitos estudantes da escola atacada e parentes das vítimas.

Entre os pedidos para um controle de armas mais rígido por parte do governo, alunos da escola choravam e lamentavam a perda de colegas e professores.

Dezessete cruzes foram colocadas no gramado para lembrar cada vítima. Diferentes líderes religiosos participaram da vigília, conduzindo as pessoas em oração e oferecendo palavras de encorajamento.

Um dos pastores leu a seguinte oração, em favor do assassino: “Nós pedimos que o Senhor intervenha na mente perturbada dele e lhe mostre a esperança que só pode ser encontrada em ti. Oramos para que seu agir milagroso seja evidente nele apesar do que ele fez”. Com informações de Daily Mail e ABC

Fonte:https://noticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

CHÁ DE MULHERES 2018 AD MINISTÉRIO SÃO PAULO


Mulher diz que clamou a Deus e anjos a livraram de acidente: “Poder da oração”

Depois de passar mais de 35 horas perdida na mata após sofrer um acidente de carro, uma mulher diz que conseguiu sobreviver por causa do poder da oração.

Lisa perdeu o controle do carro em uma curva no estado americano de Alabama. (Foto: Arquivo Pessoal)


Depois de sofrer um acidente de carro e passar mais de 35 horas perdida na mata, Lisa Holman, de 45 anos, diz que conseguiu sobreviver por causa do poder da oração.

Lisa foi encontrada viva na manhã do último domingo (11) depois se acidentar na noite de sexta-feira em Pelham, no estado americano de Alabama. Ela estava a caminho da casa de um amigo quando perdeu o controle do carro em uma curva.

Por um momento Lisa perdeu a consciência, mas conseguiu sair do carro pelo banco traseiro depois de se recompor, mesmo tendo fraturado uma clavícula, seis costelas e uma vértebra.

Lisa saiu para buscar ajuda, mas não conseguiu encontrar o caminho de volta para o carro. Sua irmã, Kathy Holman Caufield, conta que ela vagou por toda a madrugada após o acidente e encontrou suas forças em Deus.

“Ela disse que orava o tempo todo. Acredite no poder da oração”, disse Kathy ao site AL.com. “Eu acredito que os anjos estavam cuidando dela e a protegendo a cada passo do caminho. Não tenho sombra de dúvidas sobre isso”.

Horas mais tarde, o carro de Lisa foi encontrado pela irmã e por seu filho, Jackson, de 17 anos. Inicialmente, eles não entenderam porque Lisa não estava lá e pediram ajuda para os policiais e bombeiros da cidade.

Na manhã de domingo, equipes de resgate chamavam por Lisa e ouviram sua voz respondendo. Ela foi encontrada a cerca de 700 metros de seu carro destruído.

Lisa foi encontrada viva na manhã do último domingo. (Foto: Ray Franklin)

De acordo com Kathy, Lisa permaneceu forte durante todas essas horas na mata, mas depois do resgate ficou emocionalmente abalada. Ela está hospitalizada e passará por algumas cirurgias.

O chefe de polícia de Pelham, Larry Palmer, foi visitar Lisa no hospital junto com outras pessoas da equipe e se sentiu grato por ver sua boa recuperação. “Tivemos a sorte e o prazer em tê-la de volta. Eu acho que testemunhamos um milagre”, observa.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE AL.COM

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

“Sem a parceria da minha esposa, meu ministério seria impossível”, diz Billy Graham

Enquanto o mundo comemora o "Valentine's Day", o evangelista Billy Graham lembra princípios preciosos sobre o casamento.

O evangelista passou 63 anos ao lado de sua esposa, Ruth Bell Graham. (Foto: Billy Graham Evangelistic Association)


Nesta quarta-feira (14) o mundo comemora o "Valentine's Day", data que celebra o que é conhecido no Brasil como Dia dos Namorados. Depois de passar 63 anos ao lado de sua esposa, o evangelista Billy Graham aprendeu princípios preciosos sobre o casamento que foram relembrados nesta data.

“Sem a parceria e incentivo de Ruth ao longo dos anos, meu próprio trabalho teria sido impossível", declarou Billy Graham sobre a esposa, que faleceu em junho de 2007. “Nós fomos chamados por Deus como uma equipe”.

Billy Graham e Ruth McCue Bell se casaram em 13 de agosto de 1943. Ela acompanhava o evangelista sempre que podia em muitas ocasiões — desde eventos com líderes importantes até trabalhos de apoio a vítimas de desastres naturais — mas na maioria das vezes tinha que ficar em casa para cuidar da família.

“Eu não posso acompanhar o homem. De fato, me levar para uma Cruzada Evangelística é como um general levar sua esposa para lutar com ele. Nossos momentos mais felizes juntos são em casa ou nas férias”, disse Ruth Graham há alguns anos.

Embora Billy Graham tenha visto milhões de pessoas se entregando a Jesus Cristo através de suas Cruzadas, dizer adeus para sua família nunca foi um momento fácil. “Muitas vezes, eu saía da garagem de casa com lágrimas escorrendo pelas minhas bochechas, não querendo sair”, ele lembra.

Olhando para a importância do casamento, Graham considera sua esposa como sua maior conselheira espiritual. “Quando se trata das coisas espirituais, minha esposa teve a maior influência no meu ministério”, disse ele. “Ruth e eu não tivemos um casamento perfeito, mas tivemos um ótimo casamento”.

A união dos dois sempre foi muito admirada por seus filhos. “A dependência deles de Deus era óbvia — a luz da minha mãe ficava acesa no final da noite e no início da manhã, enquanto estudava a Bíblia e orava. E papai, mesmo que o mundo o aclamasse como um grande homem e muitos o procurassem para o conselho, ainda ficava de joelhos e pedia humildemente ao Senhor por Sua orientação. Por meio de tudo isso, aprendemos que buscar Deus era não um sinal de fraqueza, mas sim de força”, disse Anne Graham Lotz.

Graham sempre destacou a importância da aliança inabalável do casamento. “O casamento não é apenas uma conveniência social ou um costume legal. O casamento vem de Deus, e é um dos seus maiores presentes para nós. Quando chegarem os momentos de estresse ou decepção (e eles virão), lembre-se que Deus os uniu, e vocês fizeram seus votos matrimoniais não só um ao outro, mas também a Ele”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE ASSOCIAÇÃO EVANGELÍSTICA BILLY GRAHAM

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Professora é demitida e acusada de “terrorismo” por dizer a aluna lésbica “Deus ama você”

Grupo de alunos alega ter sofrido "lavagem cerebral" visando fazê-los sentirem-se "culpados".


por Jarbas Aragão

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Professora é demitida por dizer a aluna lésbica que Deus a ama

O Tribunal do Trabalho do Reino Unido julgou improcedente a tentativa de uma professora cristã de reaver seu emprego numa escola. Ela foi acusada de discriminação, por ter falado sobre questões religiosas aos alunos.

Svetlana Powell, que possui 17 anos de experiência no magistério, foi demitida pela Academia de Aprendizagem T2, na cidade de Bristol em junho de 2016. O motivo foi seu posicionamento sobre a homossexualidade. Uma aluna lésbica denunciou a professora, que foi enquadrada como potencial “perigo de radicalização”, pelo órgão de vigilância antiterrorista do governo, a Prevent.

Powell diz que respondeu a uma estudante de 17 anos sobre sua crença pessoal, explicando que a homossexualidade era contra a vontade de Deus. Porém, deixou claro que, como cristã, amava a cada pessoa, independentemente do que eles faziam.


Uma das colegas, afirmando ser lésbica a contestou, quando a professora disse em frente a toda a classe: “Deus te ama”. Dois dias depois, a Diretora dos Recursos Humanos da escola, Stacy Preston, comunicou que a senhorita Powell seria demitida por sua “conduta desrespeitosa”.

Diante do tribunal, a diretora da instituição de ensino, Sian Prigg, relatou que um grupo de estudantes se queixou a ela de terem sofrido uma “lavagem cerebral” visando fazê-los sentirem-se “culpados”. Ela contatou o escritório local da Prevent, que entrou em ação, classificando Powell como uma “ameaça” por suas convicções religiosas.

Em sua defesa, a professora diz que a conversa na sala de aula visava “Fazer uma discussão que abordava questões incluídas no plano de aula”. “Eu considerei o tema apropriado, pois a discussão sobre a perspectiva cristã contribuiria para o debate das questões culturais de nossa sociedade”, explicou.

Um dos alunos teria perguntado se a aluna lésbica “iria para o Inferno”. A opção de Powell foi dizer que a perspectiva cristã histórica é que só existe um caminho de salvação, através de Seu filho, Jesus Cristo, mas não disse nada sobre o “Inferno”.

Segundo a direção da escola, Powell foi demitida por que seus comentários foram considerados ofensivos por alguns alunos não cristãos. O tribunal não emitiu juízo sobre ela representar (ou não) perigo de “radicalização”, mas deu ganho de causa para a escola, que teria direito de impedir manifestações religiosas em sala de aula. Com informações Christian Concern

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Coliseu será “pintado” de vermelho em homenagem aos mártires cristãos

Iniciativa é da Fundação Ajuda à Igreja Que Sofre


por Jarbas Aragão

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Coliseu será "pintado" de vermelho em homenagem aos mártires

O Coliseu é um dos mais famosos cartões postais de Roma. Ele foi palco da morte de milhares de cristãos perseguidos durante o reinado de alguns imperadores nos primeiros séculos da era cristã.

No sábado, 24 de fevereiro, ele será totalmente iluminado em vermelho, numa homenagem aos cristãos que derramam seu sangue pela fé até hoje. O mesmo ocorrerá com duas igrejas no Iraque: a catedral de São Elias Maronita, em Aleppo (Síria) e a Igreja de São Paulo em Mosul (Iraque).

A iniciativa é da Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN), que recentemente publicou um relatório sobre a perseguição religiosa global. “Os cristãos são vítimas de pelo menos 75% de toda violência e opressão religiosa”, afirma o estudo.

Durante o evento especial em Roma, os participantes terão a oportunidade de escutar testemunhos de cristãos que sofreram a perseguição no Oriente Médio.

Entre eles, Ashiq Masih e Eisham Ashiq, o esposo e a filha de Asia Bibi, que está presa há quase 10 anos no Paquistão, tendo sido condenada à morte, acusada de blasfêmia.

Também falará Rebecca Bitrus, que foi sequestrada e abusada por jihadistas do Boko Haram, na Nigéria.



Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br