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sábado, 10 de setembro de 2016

"Precisamos confiar em Deus", diz cristã iraquiana que escapou do Estado Islâmico

Na pequena tenda, o forte verão não os deixava dormir, pois era quente demais. (Foto: Reuters).
Na pequena tenda, o forte verão não os deixava dormir, pois era quente demais. (Foto: Reuters).

A fuga de Athraa das mãos do grupo extremista fez com que ela conhecesse as Escrituras e o poder de Deus.

Uma cristã iraquiana que fugiu de sua casa sob ameaça do grupo extremista Estado Islâmico (EI) afirma que está agradecida pelo que aconteceu, pois o fato acabou mudando a sua vida. Athraa vivia com sua família em Quaraqosh, no Iraque, mas eles foram forçados a fugir quando o EI atacou e ocupou a cidade no verão de 2014.

Athraa contou ao Ministério Portas Abertas sobre o dia em que fugiu: "Eu me lembro de não me preocupar muito naquele dia. Não esperávamos um ataque e nem pensávamos na situação. Então, quando o ataque aconteceu tivemos de fugir. Pensávamos que seria algo temporário e por isso nem levamos nossos documentos de identidade".

Mas o deslocamento não foi temporário. Desde que Athraa e sua família deixaram Quaraqosh, eles nunca mais voltaram. Ela lembra da fase inicial do novo momento de sua vida. "Os primeiros meses foram um desastre. Nós vivemos em muitos lugares diferentes. Primeiro em um salão de casamento, depois num jardim de igreja. Nós terminamos em uma tenda que ficava em um centro esportivo. Foi realmente difícil", contou.

Na pequena tenda, o forte verão não os deixava dormir, pois era quente demais. Além disso, a comida era escassa e faltava água. Mas, foi através do deslocamento, e de uma situação bem ruim, que Athraa teve sua vida transformada: ela descobriu a Deus.

Transformação

Agora ela vive com sua família em uma casa alugada pela igreja local e diz que conhecer a Deus foi transformador. "Após a fuga, eu estava entediada, não havia nada para fazer. Então eu ia à igreja com mais frequência. Logo eu me envolvi com um grupo de estudo da Bíblia que se reúne duas vezes por semana", explicou Athraa.

Lá, ela descobriu o poder da Escritura. "Eu descobri que cada linha na Bíblia nos diz alguma coisa. É algo maravilhoso. Me dá paciência para continuar a vida e me faz ver as coisas em uma perspectiva maior", diz ela.

Sua família compartilha a casa com outra família e ela dorme em um colchão fino, em um piso frio. Mas Athraa não está desanimada. "Nós não temos que gastar nosso tempo nos perguntando por que isso aconteceu. Deus não quer nos fazer mal", afirma.

"Ele está falando com a gente e nós precisamos ouvi-lo e confiar nEle. Eu aprendi que passar esses dias em oração têm sido bom. Tomaram nossa terra e nosso dinheiro, mas ainda temos a nossa vida e temos que viver como Deus quer", comentou.

Por mais que a ameaça do EI permaneça, Athraa está focada em compartilhar sua esperança com os outros: "Eu quero ajudar as pessoas da minha comunidade a redescobrir a riqueza da fé e quero estar lá para ajudar eles", contou.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Prestes a ser morto, ex-muçulmano revela fé em Jesus para família: “Ele me deu paz”

Doze pessoas foram mortas pelas autoridades iranianas no fnal de agosto. (Foto: Reprodução)
Doze pessoas foram mortas pelas autoridades iranianas no fnal de agosto. (Foto: Reprodução)

"Quero contar a melhor experiência que eu tive: conhecer Jesus. Eu não quero forçar vocês, mas por favor, comecem a tentar conhecê-lo", escreveu Alireza para a família muçulmana.

As últimas palavras de um homem executado dentro de um presídio no Irã foram de profunda fé em Jesus Cristo, segundo uma publicação feita no Facebook por seu irmão, Mohsen.

As palavras de Alireza Asadi, que estava entre as 12 pessoas mortas pelas autoridades iranianas no final de agosto, foram publicadas por seu irmão e compartilhadas pelo pastor Saeed Abedini, liberto do país em janeiro deste ano.

"Eu realmente acredito que uma nova fase está começando pra mim. E esta nova fase é muito, muito mais agradável que a vida mundana. Isto é o que eu realmente acredito”, disse Alireza à Mohsen.

"Eu acredito com certeza nesta nova fase. Finalmente posso estar em paz. Eu não tenho nenhum estresse ou sentimento ruim, tudo está bem comigo", acrescentou.

No momento em que ele escreveu para seu irmão, Alireza ainda não tinha certeza de quando seria executado. Ele contou sobre o que Deus estava fazendo em sua vida.

"Para muitos de vocês [familiares], a questão é se eu sou cristão ou não. Mas agora eu digo que eu sou cristão. Eu posso morrer daqui um ou dois dias. Espero que isso nunca aconteça com vocês. Nesses momentos, você perdoa tudo de ruim que aconteceu com você. Mas o que mais eu quero contar é sobre a melhor experiência que eu tive: conhecer Jesus. Eu não quero forçar vocês, mas por favor, comecem a tentar conhecê-lo. Se você ler duas frases da Bíblia, você nunca mais vai deixar de ler novamente", disse ele a seu irmão, que é muçulmano.

Alireza contou que sua fé cristã foi despertada dentro da prisão. "Quando eu vim parar na prisão, percebi que Deus é o Deus verdadeiro que eu queria que se revelasse para mim", disse ele. “Eu precisava de paz, e Jesus estava lá. Eu perdi muitos amigos, mas eu sabia que poderia encontrar conforto Nele. Quando mandei o diabo sair, vi que o mal não se atreveu a chegar perto de mim. Vi que o nome de Cristo está acima de todos os nomes, e que o inimigo não tem nenhuma autoridade sobre mim".

Ele também contou que a maioria das pessoas que enfrentavam a pena de morte estavam perdidas pelo vício nas drogas. "Mas por causa Dele [Jesus Cristo] eu permaneci no caminho certo. Em vez de drogas, estou me exercitando todos os dias."

De acordo com o Conselho Nacional de Resistência do Irã, os 12 indivíduos foram executados no dia 27 de agosto no presídio de Gohardasht, próximo à capital do país, Teerã.

O especialista iraniano em direitos humanos da ONU, Ahmed Shaheed, havia lutado para que as execuções fossem interrompidas. "É lamentável que o governo continue avançando com as execuções por crimes que não cumprem o limite dos ‘crimes mais graves’, conforme exigido pelo direito internacional”, disse ele.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Descoberta do 'Palácio de Salomão' prova história da Bíblia

Os arqueólogos disseram que o complexo do palácio só poderia ter sido construído por um rei com recursos substanciais, como Salomão. (Foto: Reprodução).
Os arqueólogos disseram que o complexo do palácio só poderia ter sido construído por um rei com recursos substanciais, como Salomão. (Foto: Reprodução).

A veracidade do novo descobrimento foi comprovada por meio de análises de cerâmica filisteia descoberta no local. Segundo a Bíblia, filisteus viviam em Gezer, até que a cidade foi vencida pelo pai de Salomão, o rei Davi.

Mais uma sólida evidência foi descoberta, provando que as passagens da Bíblia foram baseadas em eventos históricos reais. Uma equipe de arqueólogos descobriu um edifício palaciano em Gezer (Israel). Os descobridores estão chamando a novidade de "Palácio de Salomão".

De acordo com os arqueólogos, o magnífico edifício foi construído a mais de 3 mil anos, no século X A.C. Embora eles não possam ainda dizer se o rei viveu no palácio, eles acreditam que provavelmente foi construído durante o reinado do rei Salomão.

A afirmação é baseada em análises de cerâmica filisteia descoberta no local. Segundo a Bíblia, filisteus viviam em Gezer, até que a cidade foi vencida pelo pai de Salomão, o rei Davi. De acordo com as escrituras, o Rei Salomão foi a força principal por trás da criação de Israel.

O co-diretor da escavação, o professor Steve Ortiz, do Museu Tandy, localizado na Southwestern Baptist Theological Seminary, em Fort Worth, Texas (EUA), disse que a estrutura era muito maior do que o tamanho de casas normais daquele tempo. Isso sugere que ele estava em casa com alguém de grande importância.

O Antigo Testamento afirma que a cidade de Gezer, que está situada em uma encruzilhada que conduz para a costa de Jerusalém, foi dada pelo Faraó do Egito como um dote à mulher de Salomão. Em seguida, Salomão reconstruiu a cidade durante o final do século X.

Os arqueólogos disseram que o complexo do palácio só poderia ter sido construído por um rei com recursos substanciais, como Salomão.

Eles também encontraram evidências de destruição dentro dos quartos do complexo, e afirmaram que poderia ser associado com a invasão de Shishak em 925 A.C, quando o faraó lançou uma invasão a Israel e Judá, outro evento descrito no Antigo Testamento.

Esta não foi a primeira descoberta arqueológica de alto perfil em Israel neste ano, que mostra evidências dos eventos escritos na Bíblia. No mês passado, uma equipe descobriu uma sinagoga em um local chamado Tel Rechesh, que está localizado perto do Monte Tabor.

A descoberta confirmou a narrativa do Novo Testamento da Bíblia sobre a pregação que Jesus Cristo fez nas sinagogas. De acordo com um arqueólogo líder: "Esta é a primeira sinagoga descoberta na parte rural da Galiléia e confirma a informação histórica que temos sobre o Novo Testamento, que diz que Jesus pregou em sinagogas em aldeias da Galiléia", disse Motti Aviam, pesquisador sênior do Instituto Kinneret de Arqueologia, citado pela CBN News.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Prestes ao suicídio, muçulmano se converte após ouvir cristãos em praça pública

O jovem subiu numa árvore amarrado em uma corda, mas desistiu ao ser evangelizado. (Foto: Shutterstock)
O jovem subiu numa árvore amarrado em uma corda, mas desistiu ao ser evangelizado. (Foto: Shutterstock)

O jovem subiu numa árvore amarrado em uma corda. No entanto, a alguns metros de distância, acontecia uma pregação pública do evangelho.

Sameer cresceu em uma família muçulmana, seguindo rigorosamente as práticas do Islã. Embora fosse religioso, aos vinte anos ele passou a enfrentar grandes problemas em sua vida: uma profunda depressão seguida de diversas tentativas de suicídio.

Para aliviar seus sentimentos internos, o jovem buscou refúgio em drogas sedativas e maconha. Com o tempo, o efeito dos entorpecentes deixou de ser o suficiente e ele começou a injetar substâncias químicas em seu corpo. Logo ele se tornou um viciado em drogas e bebidas alcoólicas.

A vida de drogas, álcool e mulheres intensificou ainda mais a depressão de Sameer. Certo dia, o jovem enfrentou uma grande decepção amorosa que o fez tomar a decisão de tirar sua própria vida. Ele subiu numa árvore amarrado em uma corda. No entanto, a alguns metros de distância, acontecia uma pregação do evangelho.

Através de um alto-falante, Sameer ouvia: "Homem que está prestes a cometer um suicídio, você não tem que morrer. Nosso Senhor Jesus Cristo morreu crucificado por você para te trazer paz e vida. Ele morreu como um resgate por seus pecados e ressuscitou dos mortos para glorificar você como filho. Se você acreditar em Jesus, você será salvo do pecado, das iniquidades e de todos os seus problemas".

Segundo relato da organização missionária “Bíblias Para o Oriente Médio”, a mensagem atingiu o coração de Sameer. Com a corda na mão, ele decidiu descer da árvore, causando medo aos cristãos ali reunidos — que temiam sofrer um ataque.

Alguém tentou proteger o Pastor Paul, um ex-muçulmano convertido ao cristianismo que pregou para Sameer, mas o jovem foi até ele para explicar sua situação e pedir oração. Nesse momento, outros pastores se aproximaram e juntos oraram por ele.

Enquanto recebia as orações, Sameer teve uma visão: ele era uma ovelha prestes a ser atacada por animais selvagens, mas foi salvo da morte pelo pastor — que era Jesus. Na visão, Cristo o colocou sobre os ombros e caminhou com ele até um local seguro.

"Você é meu filho. Eu te marquei sobre as palmas das minhas mãos. Seja minha testemunha", disse Jesus à Sameer, na visão.

Nesse momento, ele clamou a Deus: "Senhor, eu aceito você como meu salvador. Eu serei a sua testemunha".

Dentro de alguns dias ele foi batizado e hoje, segundo relata a organização, ele se tornou um evangelista na região em que vive.



FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CROSSMAP 

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Cristãos são presos em festas de casamento por não seguirem ritos islâmicos, no Irã

Cristãos são presos em festas de casamento por não seguirem ritos islâmicos. (Foto: Reprodução/Play Buzz)
Cristãos são presos em festas de casamento por não seguirem ritos islâmicos. (Foto: Reprodução/Play Buzz)

O governo do Irã iniciou um movimento de repressão contra festas familiares e casamentos que não seguem os regulamentos islâmicos.

Cinco cristãos foram presos depois que policiais iranianos invadiram a casa de uma família celebrava uma festa junto com seus convidados.
Inicialmente, a polícia deteve aproximadamente 15 pessoas, mas levou apenas 5 quando o grupo tentou resistir, segundo o site Mohabat News.

Segundo uma agência de notícias cristã iraniana, o ataque à casa é parte da repressão do governo contra festas familiares e casamentos que não seguem os regulamentos islâmicos.

Os cinco homens presos na festa foram levados para um local desconhecido e acusados de evangelismo, um crime que pode resultar na morte ou prisão perpétua. Eles ainda terão de comparecer perante um tribunal no Irã.

A Comissão dos Estados Unidos sobre Liberdade Religiosa denunciou em seu relatório que os cristãos e outras minorias religiosas no Irã continuam sofrendo graves violações dos direitos humanos, de acordo com o site FrontPage Mag.

Segundo o relatório, as condições de liberdade religiosa "continuaram se deteriorando" no ano passado. Sob o governo do presidente Hassan Rohani, o número de prisões por motivos religiosos tem aumentado.

Cerca de 550 cristãos foram presos e detidos desde 2015 e pelo menos 90 permanecem detidos desde fevereiro, devido às suas crenças e atividades religiosas, aponta o relatório.

"O governo do Irã continua se envolvendo em violações sistemáticas, contínuas e flagrantes da liberdade religiosa, incluindo a detenção prolongada, tortura e execuções baseadas principalmente ou inteiramente na religião do acusado", denuncia o documento.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Cristãs indianas são agredidas pelos próprios vizinhos


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O nível de perseguição religiosa está cada vez mais alto; assim como Meena e Sunita, muitos outros cristãos indianos passam por dificuldades e enfrentam preconceito por parte da sociedade
 
No começo desse ano, duas irmãs cristãs indianas, Meena* e Sunita*, foram violentadas por seguirem a Cristo e quase não sobreviveram. Na vila onde elas moravam, eram proibidas por outras mulheres até mesmo de tirar água do poço. Depois do ataque, as duas foram à delegacia registrar o incidente, em busca de proteção da polícia. Como de costume na Índia, nesses casos, os policiais enviam agentes às aldeias para tentar uma reconciliação entre os moradores.


Os agressores recebem uma advertência e são punidos, caso continuem a perseguir os cristãos. Por outro lado, os cristãos agredidos são convencidos a retirar a queixa. Apesar de tudo isso ter sido feito no caso de Meena e Sunita, os vizinhos continuaram a tratá-las de forma agressiva, dificultando cada vez mais suas vidas. As irmãs tiveram que deixar a vila e, atualmente, estão morando na casa de um líder cristão. Parceiros da Portas Abertas providenciaram um advogado para ajudá-las nesse caso. Elas também receberam tratamento médico e estão sendo auxiliadas para abrir um pequeno comércio para que tenham uma renda e sustento próprio.

Assim como Meena e Sunita, muitos outros cristãos indianos passam por dificuldades e enfrentam preconceito por parte da sociedade. NaÍndia, 17º país na Classificação da Perseguição Religiosa 2016, o nível de perseguição está cada vez mais alto. Colaboradores da Portas Abertas realizam vários projetos por lá, como distribuição de Bíblias e literatura cristã, treinamentos, assistência médica e jurídica, entre outras formas de ajuda. Para saber mais sobre esses projetos e também fazer parte deles, conheça a Campanha Encoraje Cristãos da Índia. Você também pode ajudar nossos irmãos indianos orando por eles.


*Nomes alterados por motivos de segurança.

domingo, 4 de setembro de 2016

Pastor alerta contra o 'perdão técnico': "Deixar pra lá não resolve a situação"

O pastor relata como liberou o perdão pelo seu pai. (Foto: Reprodução).
O pastor relata como liberou o perdão pelo seu pai. (Foto: Reprodução).

Leonardo Paulino diz que a decisão do perdão é difícil, mas não deve ser tomada com base nos sentimentos.

O pastor Leonardo Paulino contou em entrevista ao programa “Mente Aberta”, da emissora Rede Super, seu testemunho sobre o perdão. Ele que tinha conflitos com seu pai, hoje afirma que a decisão de perdoar resultou em um relacionamento sincero.

“Eu acho que o perdão é extremamente desafiador. E dentro desse desafio, às vezes nós entramos num caminho de um 'perdão técnico', que não é um perdão verdadeiro”, disse. O pastor comenta que existem expressões que usamos que identificam o perdão técnico, como: "Ah, foi mal", "Eu já esqueci", "Não quero falar sobre esse assunto" e até mesmo o clássico "Eu já perdoei".

“A palavra de Deus nos deixa esse desafio e é importante que lá no seu íntimo você não tenha mais nenhum incômodo. O perdão real, quando ele acontece, você vai lembrar de tudo, mas você não vai sentir dor”, pontuou.

O pastor relata como liberou o perdão pelo seu pai. “É o meu caso. Eu já era cristão, já tinha ouvido a palavra. Mas, certo dia o Espírito de Deus falou comigo: 'Você acha que já perdoou o seu pai. Mas, eu estou te afirmado que você não perdoou. Porque quem perdoa não anda na indiferença que você tem andado. Já pensou se eu fosse assim com você?' E aquele cristão que conhecia a palavra, na verdade tinha uma grande frieza”, ressaltou.

“O primeiro princípio da cura do perdão é você saber que está doente. Se você não reconhecer a sua condição real, se você não admitir que não perdoou, o processo de cura ficará comprometido. Agora, quando você reconhece que não perdoou? Perdão não é indiferença, frieza, ausência de compaixão e misericórdia. Primeiro você perdoa para depois sentir”, explicou.

“Esse entendimento trouxe algumas ações difíceis. Perdoar envolve ações difíceis. É uma escolha difícil. E essas ações culminaram em conversas olho-no-olho. E no final dessas conversas houve um abraço e o nosso relacionamento nunca mais foi o mesmo. Hoje é um relacionamento de respeito e carinho”, revelou.

Ponto sobrenatural
O pastor explica que deixar pra lá não resolve a situação. “Existe um aspecto muito importante no perdão que tem uma frente natural, mas também existe um ponto sobrenatural. O nosso papel é obedecermos a palavra. E por mais que isso seja difícil existe um poder e uma graça de Deus que é muito real. E o que o inimigo quer impedir é que nós enxerguemos isso”, disse.

“Existe uma graça de Deus que pode transformar o nosso presente. Se você permitir que esse perdão aconteça na sua vida, nós estamos falando aqui de uma transformação de gerações. Porque a grande maioria dos fatos acontece na geração familiar. E se você realmente perdoar em seu coração, isso vai trazer consequências positivas”.

“Não é fácil. É desafiador e envolve uma série de decisões, envolve dor. Mas, existe um Deus que é capaz de fazer o sobrenatural no seu coração. Se você avançar em direção ao perdão, o poder de Deus fará algo dentro de você, por mais que você não entenda como”, finalizou.

Confira a entrevista completa:


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA REDE SUPER