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sábado, 1 de abril de 2017

Certificado de Profissão de Fé

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10 perguntas a fazer antes de começar um namoro

Quer saber se você está pronto para começar um relacionamento? As respostas de Diane Eble podem te ajudar.

1. Nosso relacionamento é baseado na confiança?

Um relacionamento não pode sobreviver sem honestidade e abertura. Se as mentiras têm espaço entre vocês, é hora de lidar com a verdade.

2. Podemos ser nós mesmos quando estamos juntos?

Se você tem que ser alguém que não é, provavelmente você está no relacionamento errado.

3. Algum de nós é muito possessivo?

Se um de vocês não pode fazer nada sem que o outro o saiba, a possessividade e o ciúmes podem ser um grande problema. Esses traços são sinais vermelhos.

4. Temos boas conversas?

É importante que vocês tenham conversas um pouco mais profundas, que permitam que vocês saibam gostos e desgostos, forças e fraquezas, esperanças e sonhos um do outro.

5. Nós estabelecemos limites físicos?

Para evitar que os limites sejam ultrapassados, vocês precisam se manter conforme o início do namoro. Existem outras perguntas que valem a pena serem feitas: Vocês dois entendem por que devemos fazer sexo apenas no casamento? Vocês dois entendem por que o sexo fora do casamento é destrutivo? Se você caísse amanhã, você terminaria o relacionamento por causa de seu arrependimento?

Se você não puder responder sim a estas perguntas, converse com seu líder de jovens ou com alguém de sua confiança que possa te orientar nessa área.

6. Nossos amigos fazem parte de nosso tempo livre?

Se seus amigos ou família se queixam por não te verem mais, é sinal de que seu relacionamento está se tornando exclusivo.

7. Planejamos como iremos passar nosso tempo juntos?

Sem ter "nada a fazer", é mais fácil ter a chance de se envolver fisicamente. Se esforcem para planejarem como irão gastar seu tempo juntos.

8. Temos uma boa compreensão do que significa o perdão?

As pessoas falham. Por isso é importante perdoar uns aos outros. Guardar rancores por ter sido injustiçado pode matar um relacionamento. Por outro lado, ninguém deve dizer "me perdoe" quando isso significa "aceite minhas falhas e não espere que eu mude".

9. Podemos discordar?

Você consegue lidar com desentendimentos sem gritar, ficar bravo ou desligar o telefone na cara? Um relacionamento não é sobre ter sempre a razão, é sobre querer o melhor para a pessoa que você ama.

10. Colocamos Deus no centro?

Jesus Cristo precisa ser o centro de suas vidas e do seu relacionamento. Isso significa ter boas conversas sobre o que Deus está ensinando a cada um de vocês e serem comprometidos com o crescimento espiritual. Significa também ter amizades cristãs que podem ajudá-los em sua caminhada de fé. A soma de tudo isso resulta em uma emocionante aventura de fé é, que é a chave para um namoro fortalecido.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE IGNITE YOUR FAITH

sexta-feira, 31 de março de 2017

Conheça a história do casal cristão que salvou mais de 300 judeus, na Segunda Guerra

A história de Jan e Antonina Zabinski será contada no filme "O Zoológico de Varsóvia", que chega aos cinemas brasileiros em abril. Eles ajudaram a livrar centenas de judeus da opressão nazista.

Jan e Antonina Zabinski (à esquerda) e os atores Jessica Chastain e Johan Heldenbergh (à direita). (Foto: AdoroCinema)
Jan e Antonina Zabinski (à esquerda) e os atores Jessica Chastain e Johan Heldenbergh (à direita). (Foto: AdoroCinema)
Ainda ao final do mês de março deste ano (2017), os cinemas norte-americanos receberão entre os lançamentos, um filme que pode emocionar a muitos. "O Zoológico de Varsóvia" ("The Zookeeper's Wife") conta a história de um casal cristão que ajudou a salvar mais de 300 judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

"Baseada em fatos reais, a trama acompanha a história dos mantenedores do zoológico de Varsóvia, capital da Polônia, que salvaram inúmeras pessoas de ataques nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Durante a invasão, Jan e Antonina Zabinski abrigaram judeus nas jaulas de seu estabelecimento. Jessica Chastain e Johan Heldenbergh fazem os protagonistas e Daniel Bruhl interpreta um dos homens do regime nazista", conta a sinopse do filme.

O filme é adaptado do livro que leva o mesmo nome e foi escrito pela autora Diane Ackerman. Antonina e Jan Żabiński, um marido e esposa cristãos, supervisionavam os animais do Zoológico de Varsóvia, na Polônia, durante a década de 1930, com muito amor e cuidado.

O Zoológico de Varsóvia floresceu e se tornou um destino, que pessoas de toda a Europa iam visitar. Mas o ano de 1939 marcou um ponto alto na história do casal. Os nazistas invadiram a Polônia e diversas nações acabaram mergulhando na Segunda Guerra Mundial.

Sob a ocupação nazista, a Polônia foi envolta em medo e opressão. Mas ninguém sofria mais do que a população judaica que logo enfrentaria perseguição e genocídio implacáveis. Jan e Antonina viram o abuso que os judeus sofriam nas mãos dos nazistas. A comunidade judaica em geral - na qual o casal cristão tinha muitos amigos - acabou sendo levada para o tenebroso Gueto de Varsóvia.

Mas apesar da ameaça nazista - que se estendia a qualquer pessoa que ousasse questionar o regime de Hitler - os Żabiński não podiam ficar indiferentes diante de tal injustiça e maldade. Eles se juntaram à resistência polonesa e assumiram a responsabilidade de realizar um plano que resgatasse judeus do gueto. Durante a guerra, eles abrigaram e protegeram mais de 300 judeus no Zoológico de Varsóvia que eles gerenviavam, mantendo esses convidados a salvo dos nazistas.

O pastor Kim Door, da igreja Tilley Bel Air, teve a oportunidade de assistir à pré-estreia filme ao filme e se emociou com a história, que lhe permitiu reflexões preciosas.
"Eu chorei várias vezes enquanto eu observava a injustiça e a opressão ser retratada na tela. Mas também me maravilhei com a força e coragem interior que vi nas vidas de Jan e Antonina (interpretadas por atores notáveis ​​Jessica Chastain e Johan Heldenbergh) e de outros integrantes da resistência", contou.

"Eram pessoas comuns - como você e eu - sacrificando sua segurança para lutar contra mal. Enquanto eu assistia ao filme, muitas vezes me perguntava: 'O que eu faria e estaria disposto a arriscar minha vida para fazer a coisa certa e salvar as vidas de pessoas inocentes?", acrescentou.

A compaixão e as convicções do corajoso casal resultaram em centenas de vidas salvas. De acordo com o romance, "The Zookeeper's Wife", Jan e Antonia eram cristãos que se sentiram chamados a lutar contra a opressão nazista.

"O filme nos mostra como mais uma vez Deus usa pessoas comuns para fazer coisas extraordinárias. Quando o Estado de Israel mais tarde honrou os Żabińskis como Justos Entre as Nações, o casal permaneceu humilde sobre suas realizações. No fundo de seus corações eles sabiam que estavam realizando a obra do Senhor e não precisavam do reconhecimento", finalizou o pastor.

O filme "O Zoológico de Varsóvia" tem lançamento previsto para o dia 27 de abril.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOSPEL HERALD

quinta-feira, 30 de março de 2017

Cientistas encontram ‘prova’ da existência de Deus em portal descoberto no universo

Um portal quântico que conecta o nosso universo a um universo paralelo pode ajudar estudiosos a compreenderem os primeiros momentos da criação.

Aquilo que criou o universo ainda está ativo no universo, segundo especialista. (Foto: Reprodução)
Aquilo que criou o universo ainda está ativo no universo, segundo especialista. (Foto: Reprodução)
Uma equipe de físicos quânticos acredita ter encontrado uma parcial prova da existência de Deus após a descoberta de um portal quântico que conecta o nosso universo a um universo paralelo, caracterizado por ser escuro e separado.

Os estudiosos acreditam que nos primeiros dias de existência do universo, partículas visíveis foram formadas juntamente com partículas ocultas e escuras que, embora sejam completamente inobserváveis, elas existiriam para tornar possível a expansão do universo.
Embora as partículas escuras estejam além dos limites da observação científica, seus efeitos no universo são enormes. Os físicos acreditam que aproximadamente 68% do universo é formado por essa energia escura, com uma matéria escura que representa cerca de 27% do espaço. A parte observável com o apoio de instrumentos artificiais soma menos de 5% do universo.

Cientistas quânticos teorizam que a matéria escura e a energia escura existem em um universo paralelo, embora não seja simétrico. Este universo escuro e separado está conectado ao nosso através de portais quânticos.

Pesquisadores do Centro de Física Teórica do Universo afirmam ter descoberto um desses portais através de uma partícula subatômica chamada “heavy quark”, ou seja, uma partícula elementar que constitui a matéria. Acredita-se que os heavy quarks ​​têm uma "carga escura" que lhes permite atuar como uma ponte entre os dois universos. Porém, como os cientistas são incapazes de observar a energia escura, não se sabe mais sobre o universo paralelo — apenas sua existência.

Segundo o Dr. Gerald Schroeder, um estudioso da Torá (Lei de Moisés) e PHD em física pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, essa descoberta revela um aspecto natural de Deus.

"A física quântica constatou que o universo pôde ser criado a partir do nada, desde que tenha sido através das forças da natureza", disse Schroeder, ressaltando que esse entendimento físico tem o suporte da criação bíblica. "As leis da natureza não são físicas, elas agem sobre o físico. Elas antecedem o universo".

Schroeder observa que nos Salmos 90:2 está uma definição bíblica que pode comprovar seu argumento: “Antes de nascerem os montes e de criares a terra e o mundo, de eternidade a eternidade tu és Deus”.

"A ciência descobriu o aspecto natural de Deus descrito em Gênesis. A única coisa crucial que precisamos acrescentar é que aquilo que criou o universo ainda está ativo no universo", ele ressalta.

De fato, a descoberta é prova de que os sentidos humanos são incapazes de acessar tudo o que existe no mundo — alguns aspectos da existência são incognoscíveis e, portanto, divinos.

"A matéria escura é prova de que existem dimensões com as quais interagimos, mas não conseguimos sentir. Estas forças, que são escuras para a ciência, são uma parte do universo criativo. Isso trouxe à ciência a uma definição parcial de Deus".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY E BREAKING ISRAEL NEWS

quarta-feira, 29 de março de 2017

Temer, Senado e Câmara têm 5 dias para se manifestar sobre legalização do aborto

O presidente Michel Temer, o Senado e a Câmara dos Deputados tem o prazo de cinco dias para se manifestarem sobre a legalização do aborto.

A legalização do aborto realizada nas 12 primeiras semanas de gestação está em discussão. (Foto: Reuters)
A legalização do aborto realizada nas 12 primeiras semanas de gestação está em discussão. (Foto: Reuters)
O presidente Michel Temer, o Senado e a Câmara dos Deputados tem o prazo de cinco dias para se manifestarem sobre a legalização do aborto quando realizado nas 12 primeiras semanas de gestação.

O prazo foi definido pela Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), que é relatora da ação apresentada pelo partido de esquerda PSOL no começo do mês.

Após a resposta de Temer, do Senado e da Câmara, a ministra determinou que o caso seja encaminhado para a Advocacia-Geral da União (AGU) e para a Procuradoria-Geral da República (PGR). O despacho de Rosa Weber foi assinado na segunda-feira (27).

Atualmente, o aborto é permitido no Brasil em três situações: quando a gravidez pode gerar risco de vida para a mulher, quando a gestação é resultado de um estupro ou quando o bebê é anencéfalo, isto é, não tem cérebro. Nas demais situações, a gestante pode ser presa por até três anos, enquanto os médicos abortistas podem ser condenados a até quatro.

Na ação, o PSOL argumenta que a criminalização do aborto leva muitas mulheres a recorrerem a práticas inseguras, principalmente mulheres pobres, negras e das periferias, já que elas têm menos conhecimento e recursos para evitar a gravidez.

O partido político também pede uma liminar para suspender as prisões de gestantes e médicos em flagrante, os inquéritos policiais e os processos e decisões judiciais que criminalizam o aborto quando ocorrido nas 12 primeiras semanas de gravidez.

Por outro lado, movimentos contrários ao aborto indicam que o direito à vida também deve ser garantido ao feto e, por isso, a prática é inconstitucional. Hoje, os grupos pró-vida no Congresso contam com o apoio de uma ampla bancada de parlamentares, em geral católicos e evangélicos, que atuam para impedir a legalização do aborto ou mesmo aumentar sua restrição.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE O GLOBO

terça-feira, 28 de março de 2017

Ronaldo Ésper conta como Deus o livrou do suicídio: "Meu passado foi perdoado"

Ronaldo Ésper falou mais sobre como a Bíblia o ajudou a abandonar a homossexualidade e disse que o acolhimento de sua igreja foi essencial para livrá-lo do suicídio. Assista ao vídeo, clicando abaixo.




No último domingo (26), foi ao ar pela Rede TV! uma entrevista com o estilista Ronaldo Ésper, que acabou gerando muita expectativa, após ser anunciada aqui no Guiame e em diversos outros veículos de comunicação.

O estilista, que agora é evangélico, disse em uma entrevista à apresentadora Daniela Albuquerque que decidiu mudar o rumo de sua vida, após uma grande crise pessoal. A fé e o abandono da homossexualidade estão fazendo parte dessa nova fase de sua vida.

"Depois de um período de grande crise, eu parti para outra direção na minha vida. Hoje em dia, eu não sou mais homossexual. Não sou mais, por força da minha vontade, porque ninguém se cura disso", afirmou.

"Pelo o que estou seguindo de fé e a palavra que eu tenho ouvido, isso [homossexualidade] pode ser um monte de coisa... até um encosto, uma maldição, tudo isso", acrescentou.
O estilista também apontou a homossexualidade como uma parte de sua vida que o leva a pedir perdão.

"Eu quero pedir perdão pelo meu passado. Vai ser um negócio difícil... vc vai ver... vai criar uma polêmica, porque eu acho que é uma infelicidade. Eu não queria ter um filho homossexual", afirmou.

Quando questionado se ele sofreu preconceito, Ronaldo foi enfático em dizer que nunca foi alvo de discriminação por ser homossexual.

"Eu nunca sofri nada [de preconceito]. Mas eu vejo, agora na minha idade, o que eu sou? Um homem solitário e mais nada", confessou.

Quando questionado se virou evangélico, Ronaldo Ésper afirmou que está de fato frequentando a Igreja Universal e explicou que sua fé vai além da religião.

"Não é religião, é uma fé e a nossa fé é o que está escrito na Bíblia. Ali está o certo e o errado", destacou.

"Estou muito feliz de estar lá. Há alguns anos eu estava à beira do suicídio, se não tivesse sido acolhido da forma que fui, teria me matado", acrescentou.

Finalizando a questão de sua transformação de vida, Ésper sintetizou o que gostaria de deixar claro.

"Eu só gostaria de esclarecer isso: continuo muito feliz agora, me encontrei, o meu passado foi perdoado. Deus perdoa sempre, mas [o meu passado] não serve de exemplo pra ninguém", disse.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA UOL

segunda-feira, 27 de março de 2017

Garoto de 7 anos é libertado de cinto com explosivos do Estado Islâmico; assista

Um vídeo publicado recentemente mostra o oficial do exército iraquiano retirando um 'cinto' com explosivos do garoto de 7 anos, que aparenta estar assustado.


Resultado de imagem para Garoto de 7 anos é libertado de cinto com explosivos do Estado Islâmico; assista



Um novo vídeo divulgado na rede 'LiveLeak' mostra integrantes das forças iraquianas desarmando um colete suicida, usado por um menino, que parece ter cerca de 7 anos de idade e foi encontrado junto a um grupo de famílias que fugiam dos domínios do Estado islâmico, em Mossul, no norte do Iraque.

O vídeo mostra um especialista em bombas do exército iraquiano, cuidadosamente desarmando o dispositivo e libertando o garoto dos explosivos em uma área fora de Mossul, segundo o jornal Daily Star, do Reino Unido.

As forças de segurança encontraram o garoto escondido entre as famílias que estavam fugindo da cidade de Mossul, que ainda tem parte sitiada pelo Estado Islâmico.

"Mantenha seus braços levantados, filho", diz o soldado para o garoto, que não dá uma palavra e parece estar com medo. "Vire-se".

Enquanto desenrolava o pano que cobria os explosivos na barriga do garoto, o soldado explicou que as tropas iraquianas desconfiaram da atitude do garoto, quando viram as famílias fugindo do Estado Islâmico.

"Os refugiados se tornaram suspeitos, porque o garoto estava sozinho e ficava com as mãos sobre sua barriga", contou.

Assim que o soldado retirou o pano, o garoto reagiu, expondo seu medo de que o pior acontecesse: "Não, tio!".

Porém o militar tranquilizou o garoto, assegurando que nada de mal iria acontecer.

"Não se preocupe, filho. Eu não vou te machucar", disse o oficial.

O vídeo também mostra o soldado explicando que o menino foi enviado por seu tio com instruções para atingir o exército iraquiano.

O garoto, que está sendo retratado como a mais jovem "criança-soldado" do Estado Islâmico, usada para atentados suicidas até hoje, estava usando uma camisa de time de futebol azul, com o nome do astro do Chelsea, Eden Hazard.


Situação em Mossul

As forças iraquianas tentaram recentemente evacuar os civis das partes de Mossul para que as tropas pudessem limpar a área, mas o terroristas dificultaram o esforço, segundo a Reuters, que também alertou que cerca de 600 mil civis ainda permanecem no setor ocidental de Mossul e correm sérios riscos.


"Nossas forças controlam cerca de 60% do oeste agora", disse o porta-voz do Ministério da Defesa, o general de brigada Yahya Rasool. "É a Cidade Velha, agora com ruas pequenas e é uma luta dura com os civis dentro Nós estamos tentando evacuá-los Estamos a algumas centenas de metros da mesquita agora, estamos avançando em al-Nuri Nós sabemos que isso significa muito Para Daesh.

As forças de segurança apoiadas por uma coalizão internacional liderada pelos EUA retiraram várias cidades do Estado Islâmico no ano passado e liberaram o leste de Mossul em dezembro. Eles agora estão tentando liberar as partes ocidentais da cidade.

Além dos ataques suicidas, grupo terrorista do Estado Islâmico, (também conhecido como IS, ISIS, ISIL ou Daesh), está forçando crianças e idosos a realizarem execuções de outros reféns em sua fortaleza de Mosul.


"Filhotes do Califado"

No início deste ano, o Estado Islâmico lançou um vídeo, mostrando crianças no processo de lavagem cerebral - algumas delas com apenas 10 anos de idade e outras ainda mais jovens. As imagens também mostravam os garotos matando reféns curdos, com tiros na cabeça ou cortando as gargantas destes, em um local que parecia ser um parque de diversões abandonado na Síria.


Os "filhotes do califado" - como são chamadas crianças que doutrinadas pel ideologia terrorista do grupo - apareceram em vários vídeos para demonstrar a influência do Estado Islâmico sobre os mais jovens.

Outro vídeo de propaganda de 40 minutos, divulgado em outubro passado mostrou garotos executando cristãos, crucificando-os e espancando mulheres e outras crianças.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

domingo, 26 de março de 2017

Mais de 84 anos após a morte de missionário, igrejas permanecem firmes na República do Congo

Dr. William Leslie acabou morrendo nos EUA, sem saber que seu trabalho missionário, iniciado em 1912, tem frutificado até os dias de hoje, na República do Congo.

Cristãos participam de culto na República do Congo. (Foto: Christians in Pakistan News)
Cristãos participam de culto na República do Congo. (Foto: Christians in Pakistan News)
Em 1912, o médico e missionário Dr. William Leslie foi viver e ministrar a povos tribais em um lugar remoto da República Democrática do Congo. Depois de 17 anos ele retornou para os EUA, muito desanimado, pois acreditava que não tinha conseguido cumprir seus objetivos no país africano e acabou morrendo nove anos depois de seu retorno.

Mas em 2010, uma equipe do Ministério 'Tom Cox World', liderada por Eric Ramsey, fez uma descoberta chocante e sensacional. Eles encontraram diversas igrejas escondidas como diamantes na densa selva, ao longo do rio Kwilu de Vanga, onde o Dr. Leslie esteve trabalhando.

Eles encontraram uma igreja em cada uma das oito aldeias que visitaram espalhadas ao longo de 54 quilômetros. Ramsey e sua equipe até encontraram em uma das aldeias, um templo construído com rochas, na qual cabem 1000 pessoas (sentadas). Ele soube que já na década de 1980, esta igreja ficou tão lotada - com pessoas viajando quilômetros a pé para participar dos cultos - que se iniciou um movimento de plantação de igrejas nas aldeias vizinhas.

O missionário destacou que ainda não há nenhuma Bíblia traduzida para o dialeto local e que os cristãos da região acabaram usando um exemplar da língua francesa para evangelizar a população.

"Não há nenhuma Bíblia na língua Yansi", diz Ramsey. "Eles usaram uma Bíblia francesa, então aqueles que ensinavam tinham que ser fluentes em francês".

Aparentemente, Dr. Leslie teria cruzado o rio de Kwilu uma vez por ano e passou um mês viajando por dentro da selva, acompanhando por seus assistentes.

"Ele ensinava a Bíblia... ensinava as crianças das tribos a ler e escrever, falava sobre a importância da educação e contava histórias da Bíblia", observou Ramsey. Dr. Leslie começou o primeiro sistema educacional organizado nessas aldeias, segundo informou o líder da equipe do Ministério 'Tom Cox World'.

Ramsey teve que se esforçar bastante para descobrir a identidade de Leslie. "O povo tribal só o conhecia por um nome e eu não sabia se era um nome ou sobrenome. Eles sabiam que ele era um Batista e ele estava morando na região cidade há anos".

Quando Ramsey voltou para casa, ele fez alguma investigação adicional e descobriu que o Dr. Leslie estava afiliado à União Americana Batista Missionária. A organização foi fundada em 1814 por Adoniram Judson, que liderou um trabalho pioneiro na antiga Birmânia (Mianmar).
Dr. William Leslie faleceu em 1938, sem saber que diversas igrejas acabaram sendo i
mplantadas como resultado de seu trabalho na República do Congo. (Imagem: God Reports)

Nascido em Ontário, Canadá, William H. Leslie seguiu sua profissão de farmacêutico até se converter ao Evangelho em 1888. Mudou-se para a área de Chicago, onde Deus começou tocar seu coração com o desejo transformar-se em um médico missionário.

Dr. Leslie iniciou seus trabalhos no Congo em 1893, na região de Banza-Manteke. Dois anos mais tarde, ele descobriu que estava com uma doença grave. Uma jovem missionária chamada Clara Hill cuidou do missionário até ele se recuperar. A amizade de ambos acabou se transformado em amor e resultou em casamento, celebrado ​​em 1896.

Em 1905, William e Clara iniciaram uma obra missionária na vila de Cuilo, Angola, onde sobreviveram a furacões, búfalos, exércitos de formigas vermelhas e tiveram seus filhos.

Sete anos mais tarde eles voltaram ao Congo, próximo ao rio Kwilu (região de Vanga) para montar uma nova base missionária, localizada em uma área de planalto. Algumas das aldeias ao redor ainda praticavam canibalismo naquela época.

Eles passaram 17 anos em Vanga, mas o fim de seu trabalho aconteceu de forma decepcionante para o médico.

"Dr. Leslie teve um desentendimento com alguns dos líderes tribais e foi 'convidado a se retirar da região", contou Ramsey. "Eles se reconciliaram mais tarde; houve pedidos de desculpas e perdão, mas a história não terminou como Leslie gostaria".

"Seu objetivo era difundir o cristianismo. Ele se sentiu como se estivesse lá por 17 anos, sem ver de fato os frutos de trabalho que desenvolveu. O que ele acabou não descobrindo é que o legado que ele deixou continua firme até, é enorme".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOD REPORTS