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sábado, 9 de janeiro de 2016

Tomando Uma Decisão — Fatos sobre a interrupção da gravidez

Possivelmente você já ouviu dizer que pode fazer o aborto de forma segura e que não resultarão efeitos secundários físicos ou emocionais. Precisamos dizer-lhe que não é bem assim! Por isso, antes de tomar uma decisão, seja qual for, pense um pouquinho sobre as seguintes questões ou situações: 
Você está sendo pressionada para praticar o aborto? Está sendo ameaçada de abandono, expulsão e de não receber ajuda caso continue com a idéia de ter o seu bebê? Você está insegura quanto às suas convicções sobre o aborto, mas pensa que é o melhor “diante das circunstâncias”?
É natural que você concorde com seus familiares ou com as pessoas que ama, especialmente se, em função de sua decisão, você possa perdê-los. No entanto, o que acontece quando eles querem que você faça algo que não deseja fazer? O aborto pode solucionar um problema para o seu noivo, esposo ou família, porém, começará um outro para você.
O que realmente acontece...
Se você pensa que um aborto resolverá um problema para o casal, lamento informar que isso NÃO acontecerá. Também não manterá o casal unido numa relação não estável. As estatísticas mostram que, em torno de 70% dos casais se separam no período de um ano após o aborto.
Sua idade é inferior a vinte anos?
Você era ainda uma adolescente? Lamento dizer que então há maior risco de ocorrerem reações negativas após o aborto. Certamente você jamais imaginou que ficaria grávida e agora a sua única preocupação é fazer com que o “problema” desapareça.
O que realmente acontece...
O aborto não faz os bebês desaparecerem. O aborto os mata. Se isso for algo que a perturba e incomoda, não o faça! Você se sentirá muito pior depois de se dar conta de que acabou com a vida do seu bebê.
Há alguma outra razão para que você não queira essa gravidez?
Em torno de 25% das mulheres têm dificuldades para engravidar. Não há certeza de que você não seja uma delas, simplesmente porque ficou grávida quando não desejava. Esse bebê “não planejado” poderia ser o seu único filho. A fertilidade diminui à medida em que envelhecemos.
O que realmente acontece...
O aborto é definitivo. Você nunca poderá recuperar este bebê!
Se você tem dúvidas sobre o aborto, não vá à consulta médica nem procure uma clínica clandestina para a interrupção da gravidez.
Busque alguém de confiança com quem conversar sobre isso. Certamente não faltará quem lhe diga: “Faça esse aborto o quanto antes”! Nós, porém, lhe aconselhamos: “Pare, pense e reflita!” Deus a ama e quer o melhor para você. Ele formou o bebê que você leva em seu ventre e que é um ser sem igual. Lembre-se que seu bebê é uma pessoa diferente de você, tem seu próprio grupo sanguíneo, seu coração começa a bater a partir dos 22 dias após a concepção e terá características que o farão ser tão especial que não haverá outro igual em todo o planeta. O propósito de Deus é que o seu bebê viva, pois, somente Ele é Quem dá a vida e somente Ele pode tirá-la. Você encontrará preciosas promessas na Palavra de Deus que a sustentarão em momentos difíceis. O Senhor promete, de alguma maneira, lhe proporcionar todas as coisas que você necessitar, quer sejam materiais ou emocionais. Apenas confie nEle de todo o coração.
Peça que Deus lhe perdoe seus pecados e confesse-Lhe que somente Ele pode perdoar e livrar de toda a maldade. Se você o fizer, poderá se apropriar da Sua promessa, pois Jesus disse: “E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mateus 28.20).
Jesus deu a Sua vida por você, Ele sofreu horrivelmente para que você e seu bebê pudessem ter a oportunidade de desfrutar da Sua paz e Sua presença para sempre. Ele pode entendê-la melhor do que ninguém! Fonte: http://www.chamada.com.br

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Seja Cheio do Espírito

Para muitos, ser cheio do Espírito Santo é um assunto vago e místico. Não há uma ideia clara e definida na mente das pessoas em relação a isso, além do fato de haver muitos ensinamentos errados sobre esse ministério do Espírito. Não admira que os cristãos sejam confusos quanto a esse assunto.
Em primeiro lugar, ser cheio do Espírito deve ser diferente de Seus outros ministérios:
A habitação. Isso significa que a Terceira Pessoa da Trindade mora, literalmente, no corpo de cada crente. Nosso corpo é o templo do Espírito.
O batismo. O batismo é o ministério do Espírito que coloca uma pessoa no corpo de Cristo no momento em que ela crê. A partir de então, ela se torna membro da Igreja Universal.
O selo. Um selo é uma marca de posse e segurança. Deus Espírito marca o crente como sinal de que pertence ao Senhor e está seguro por Ele.
O penhor. Isso significa um sinal ou garantia. Alguns o comparam com a aliança de noivado. Tão certo como a pessoa possui o Espírito, ela também receberá, um dia, a herança por completo.
A unção. No Antigo Testamento, reis e sacerdotes eram ungidos com óleo em um rito inaugural. Da mesma forma, o Espírito nos unge como sacerdotes reais. A unção possui um significado adicional em 1 João 2.27. O ministério de ensino do Espírito nos permite distinguir a verdade do erro.
Todos esses ministérios do Espírito acontecem no momento em que uma pessoa é salva. Eles são automáticos. Não exigem qualquer cooperação por parte do novo crente. Não há condições a serem satisfeitas. São experiências definitivas.
Ser cheio do Espírito é diferente. Na verdade, no Novo Testamento, há duas formas de sermos cheios.
Primeiro, um crente pode ser cheio do Espírito soberanamente para alguma obra especial. Assim, lemos que João Batista foi cheio do Espírito Santo no ventre de sua mãe (Lc 1.15b). Dessa maneira, Deus o preparou para ser o precursor do Messias. É possível que essa palavra tenha sido usada nesse sentido na maioria das ocorrências no livro de Atos. Foi assim que os discípulos foram cheios do Espírito Santo como preparação para a vinda dEle no Pentecoste (At 2.4). Pedro foi cheio do Espírito, pois precisava ser equipado a fim de ser convincente na transmissão da mensagem às autoridades e aos cidadãos comuns (At 4.8). Pedro e João foram cheios a fim de proclamar a Palavra de Deus com intrepidez (At 4.31). Saulo foi cheio do Espírito para pregar de Cristo em Damasco (At 9.17,22). Depois, ele foi novamente cheio para denunciar Elimas, o mágico (At 13.9). Pelo menos algumas dessas ocasiões em que as pessoas foram cheias do Espírito foram temporárias e não houve exigências a serem satisfeitas para que isso ocorresse.
Segundo, há uma forma de sermos cheios do Espírito para a qual há condições. É isso que encontramos em Efésios 5.18. Não é algo pelo qual você ora, mas uma ordem à qual obedece. É claro na língua original do Novo Testamento que o significado desse versículo é: “Sejais continuamente cheios”. Trata-se de um processo contínuo, não de uma realização. Não é uma experiência emocional, mas uma vida de santidade constante.
Paulo escreveu: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito”. Por que ele mencionou algo tão ruim quanto a embriaguez juntamente com o nosso dever de sermos cheios do Espírito? Provavelmente porque há algumas semelhanças e diferenças evidentes entre as duas coisas. Primeiro, as semelhanças. Em ambos os casos, a pessoa está sob um controle externo. Na embriaguez, ela está sob o controle da bebida alcoólica chamada, às vezes, de “espíritos”. Ser cheio do Espírito significa que ela está sob o controle do Espírito Santo. Em ambos os casos, é possível saber quem a controla pela forma como anda: o bêbado cambaleia a esmo; a pessoa cheia do Espírito anda separada do pecado e do mundo. Em ambos os casos, é possível saber quem a controla pelo modo como fala: a fala do alcoólatra é enrolada e profana; a fala do crente é edificante e exalta a Cristo.
Também há duas diferenças. Quando se está embriagado, há perda do autocontrole; quando se está cheio do Espírito, não há perda do autocontrole. Quando se está embriagado, há uma menor resistência ao pecado; quando se está cheio do Espírito, a resistência é maior.
Lembrei-me das palavras perspicazes de James Stewart: “Se é pecado embriagar-se com vinho, é um pecado ainda maior não ser cheio do Espírito”.
Conforme mencionado, ser cheio do Espírito é a vida de santidade. Você a encontra sob diferentes aspectos nestas passagens:
  • É o caráter de um cidadão do reino (Mt 5.1-16);
  • É a vida permanente (Jo 15.1-17);
  • É a vida de amor (1 Co 13);
  • É a armadura do cristão (Ef 6.10-20);
  • É a vida do caráter cristão (2 Pe 1.5-11).
A seguir, algumas coisas essenciais a fazer para ser cheio do Espírito:
  • Confesse e abandone o pecado assim que tomar consciência dele (1 Jo 1.9; Pv 28.13);
  • Submeta-se ao controle do Senhor em todos os momentos (Rm 12.1-2);
  • Encha-se com a Palavra de Deus (Jo 17.17). Você não pode ser cheio do Espírito a menos que a Palavra de Cristo habite em você ricamente (Cl 3.16);
  • Passe bastante tempo em oração e adoração (Rm 8.26; 2 Co 3.18);
  • Mantenha-se perto da comunhão cristã, evitando envolver-se com questões do mundo (Hb 10.25; 2 Tm 2.4);
  • Ocupe-se para o Senhor (Ec 9.10);
  • Diga um sonoro “não” para os apetites ilícitos da carne (1 Co 9.27). Responda à tentação pecaminosa como um morto responderia (Rm 6.11). No momento de forte tentação, clame ao Senhor (Pv 18.10). Tome medidas rigorosas para evitar qualquer pecado (Mt 18.8). Fuja, não caia (2 Tm 2.22). Aquele que luta e foge sobrevive para lutar mais um dia.
  • Controle seus pensamentos (Pv 23.7; Fp 4.8);
  • Seja Cristocêntrico, não egocêntrico (Jo 16.14).
Agora faça o que tem de fazer, crendo que o Espírito está no controle.
Como é ser cheio do Espírito? A maior parte da vida provavelmente continuará sendo o habitual trabalho duro, rotineiro e secular. Às vezes, haverá picos. Porém, você perceberá que os mecanismos da vida se encaixam, que acontecem coisas incomuns. Você terá consciência de que o Senhor está operando em você e por seu intermédio. Sua vida reluzirá com o sobrenatural e, quando você tocar outras vidas, algo acontecerá para Deus.
Além disso, haverá poder (Lc 24.49; At 1.8), intrepidez (At 4.13,29,31), alegria (At 13.52), louvor (Lc 1.67-75; Ef 5.19-20) e submissão (Ef 5.21).
Um último aviso. A pessoa que é cheia do Espírito nunca diz que é. O ministério do Espírito é exaltar Cristo, não o crente. Vangloriar-se como se o tivesse alcançado é orgulho. (William MacDonald - http://www.chamada.com.br)


quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Sou pentecostal, mas sem colesterol gospel


Não sou manipulável nas minhas emoções, sou pentecostal, mas não sou ignorante.

  
INFELIZMENTE, muita especulação, exagero, e equívocos existe em torno do movimento pentecostal, isso se deve a própria deturpação que alguns pseudos pentecostais promovem através de uma experiência religiosa desconexa daquela encontrada no Evangelho de Cristo Jesus.
O MOVIMENTO pentecostal genuíno tem sua origem no próprio movimento de Deus na história da Igreja – “E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar; E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.” (Atos 2:1-4)
É IMPOSSÍVEL negar a ação de Deus através do movimento pentecostal, onde Cristo Jesus é glorificado através da adoração, do serviço, dos dons e das conversões de almas as boas novas de Salvação. Porém, durante o processo histórico muitos abusos foram cometidos por pessoas que preferiram suas próprias percepções espirituais ao invés de se submeterem a autoridade do Evangelho de Cristo Jesus. É apavorante ligar o rádio ou a televisão e encontrar esses indivíduos deturpando o verdadeiro significado do pentecostes, com suas heresias, indulgencias, mandingas e mentiras, chamando para si (quando afirmam serem pentecostais) um legado que não conhecem e jamais experimentaram de fato.
É VERDADE que o movimento pentecostal em sua grande maioria labutou contra o intelectualismo gerando inúmeros prejuízos, também é verdade que o estudo e o desenvolvimento teológico no meio pentecostal encontraram como ainda enfrenta muita resistência de boa parte daqueles que não entenderam a importância do crescimento na graça como também no conhecimento.
PORÉM, sabemos que em todo movimento que envolve o gênero humano sempre haverá erros como acertos. É obvio que nada justifica o erro, mas se os nossos pais pentecostais erraram nos exageros impostos com a finalidade de não errarem, parece que atualmente alguns pentecostais estão errando por serem extremamente liberais, demonstrando nenhum limite, seja na doutrina, na moral ou nos costumes, fazendo da liberdade que tanto desejaram um caminho de libertinagem e engano.
É ESTARRECEDOR e preocupante quando olhamos para a origem bíblica como histórica do movimento pentecostal e notarmos cada vez mais o distanciamento e diminuição da verdadeira essência nos dias atuais. Contudo, Deus continua sendo o Senhor da Igreja e da História, é Cristo Jesus quem cuida e defende a sua Igreja.
DE MODO QUE, sou pentecostal, mas não sou manipulável nas minhas emoções, sou pentecostal, mas não sou ignorante, sou pentecostal, mas não sou massa de manobra religiosa, sou pentecostal, mas não sou marionete nas mãos de pregadores inescrupulosos, sou pentecostal, mas não sou produto de um mercado de barganha espiritual, sou pentecostal, mas não sou alienado, sou pentecostal, mas sem o colesterol gospel (que descaracteriza a verdade), sou pentecostal, mas desde cedo descobri na caminhada cristã que um dos mandamentos é “crescei na graça e no conhecimento”. Autor: Samuel Torralbo

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Descoberto tesouro judaico no sopé do Templo do Monte em Jerusalém

Arqueólogos israelenses descobriram um tesouro de moedas de ouro e jóias que data do século VII, no sopé do Monte do Templo, no coração de Jerusalém.
36-peças-gold-também-ter-sido desenterrado-in-the-copy-1A equipe de arqueólogos ficou surpreso ao descobrir um tesouro composto por 36 moedas de ouro de várias jóias, e um medalhão de ouro com uma menorá, o candelabro com sete braços hebraico.
A descoberta foi datado do fim do período bizantino no século VII e desenterrados nos restos de uma estrutura pública bizantino.
Parte do tesouro foi cuidadosamente enterrados sob o edifício, enquanto a outra parte parece ter sido deixado lá com pressa. A idade dos objetos arqueólogos indica que este tesouro foi abandonada durante a conquista de Jerusalém pelos persas no ano 614.
Uma das melhores peças do tesouro é um medalhão de ouro puro de 10 centímetros de largura, decorada com um menorah. Os pesquisadores estimam que era provavelmente um ornamento para um rolo da Torá. Outras jóias enterrado com também foram utilizados para embelezar o pergaminho.
menorah"A melhor explicação é que esses objetos eram uma contribuição para a construção de uma nova sinagoga, perto do Monte do Templo", diz o diretor de escavações. "O que é certo é que esta missão não foi bem sucedida. O tesouro foi abandonado, e seus proprietários nunca recuperaram. "
Uma informação interessante para qualquer pessoa interessada em arqueologia, mas que pode parecer trivial. Na verdade, não é nada. Por quê?
Na imaginação da maioria dos nossos contemporâneos, os judeus foram expulsos da Palestina nos anos seguintes ao ano que viu a 70 revolta judaica colocado para baixo pelos romanos. O templo foi queimado e os judeus espalhados por todo o mundo conhecido.
Mas aqueles interessados ​​em um pouco de história sabe que há mais fantasia do que realidade no mito da causa palestina ea descoberta sustenta que sabemos da história local, os judeus têm sempre esteve presente na Judéia / Palestina.
Havia ainda Erezt Israel, em Jerusalém, algumas décadas antes da conquista muçulmana, quase 600 anos após a suposta diáspora, sob a dominação cristã, uma comunidade judaica rico e poderoso o suficiente para construir uma sinagoga perto do Templo e com 'ornamentos ricos para os rolos da Torá.