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sábado, 25 de fevereiro de 2012

As vezes os amigos decepcionam


Texto: II Timóteo 4:9-18
A amizade nos traz algumas das maiores alegrias na vida, mas também pode causar dor imensa. Se você ainda não experimentou rejeição ou traição, você provavelmente algum dia irá experimentar. O apóstolo Paulo aprendeu a perdoar os outros por seus fracassos e reconciliar-se com eles, quando necessário. Vamos descobrir como ele lidou com a traição e o abandono por parte de amigos de confiança.
Amigos às vezes falham conosco.
A. Apesar da fidelidade de Paulo ao Senhor, seus amigos falharam. Eles não foram fiáveis, quando ele precisava desesperadamente deles (II Timóteo 1:15, 4:14-16).
B. Quais são algumas razões pelas quais amigos podem te abandonar em tempos de angústia? Eles…
1. Sentem-se inadequados e / ou não tem certeza de como ajudar.
2. Não querem ser identificados com você em um conflito, por medo de que poderiam acabar no lado perdedor.
3. São ciumentos e esperam vê-lo falhar.
4. Egoisticamente não querem sacrificar seu tempo para apoiá-lo.
5. Julgam você e, assim, desculpam-se da responsabilidade de ajudá-lo.
O perdão deve prevalecer.
A. Paulo respondeu à traição e o abandono com o perdão: “Na minha primeira defesa ninguém me apoiou, mas todos me abandonaram…” (II Timóteo 4:16). Tanto Jesus como Estevão disse algo semelhante nos momentos finais de suas vidas (Lucas 23:34, Atos 7:60).
B. Paulo praticava o que pregava; a importância do perdão. Não seja um amigo bons tempos, interessado apenas no que você pode obter de outra pessoa. Esteja disposto a ajudar mesmo aqueles que o maltrataram no passado. Esperar por uma chance de retribuir o que eles fizeram para você, indica que você tem um espírito que não perdoa.
A presença do Senhor nos sustenta.
A. Paulo foi capaz de perdoar, porque ele sabia que Deus nunca iria deixá-lo: “O Senhor esteve comigo” (II Timóteo 4:17). Embora os amigos de Paulo se foram, ele sabia que o Senhor estava com ele. Cristo promete a todos os crentes, “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei” (Hebreus 13:5).
B. O apóstolo foi capaz de perdoar, porque ele confiou em Deus para capacitá-lo: “O Senhor. . . fortaleceu-me, para que através de mim a pregação fosse cumprida, e todos os gentios a ouvissem” (II Timóteo 4:17). Paulo podia contar com a presença de Deus para cumprir sua vocação de anunciar o evangelho ao mundo (Filipenses 2:13). É bem provável que, as pessoas perseguirão a vós, e alguns de seus amigos vão abandoná-lo em tempos difíceis. Mas Deus prometeu que todas as adversidades com o tempo chegará a um fim (1 Pedro 5:10).
C. Ele foi capaz de perdoar, porque ele estava confiante de que Deus iria livrá-lo: “O Senhor me livrará de toda obra do mal, e me levará salvo para o seu reino celestial” (II Timóteo 4:18). O Pai pode nos livrar das dificuldades ou nas dificuldades (Isaías 43:1-4). Ele também nos resgata, trazendo-nos para casa para estar com Ele. Deus livrou Paulo, não permitindo que Nero o executasse. Quatro anos mais tarde, o governador cometeu suicídio. Ninguém pode violar os princípios de Deus e evitar o seu juízo.
Que tipo de amigo você é? Você é dedicado a todos aqueles que você ama? Ou você muitas vezes os decepciona? Talvez você é fiel, mas seus amigos sempre falham com você quando o problema vem. Feridas e rejeição são partes dolorosas, mas inevitável da vida. A cura está sempre disponível se você estiver disposto a perdoar. Você e eu podemos ter conforto em saber que o mais fiel amigo, o Senhor Jesus, nunca sai do nosso lado, ainda que todo mundo nos abandone.
Fonte: O Pregador / Geração do Avivamento

O pastor Franklin Graham levantou dúvidas sobre a fé cristã do presidente americano Barack Obama



Em uma participação recente no Talk Show “Morning Joe” da rede de televisão MSNBC, o reverendo Franklin Graham, filho do evangelista Billy Graham, questionou a fé de Barack Obama, ao ser perguntado se o presidente americano é cristão.

“Você tem que perguntar a ele. Eu não posso responder a essa pergunta para qualquer um. Tudo que sei é que eu sou um pecador, e que Deus perdoou os meus pecados”, afirmou Graham, que dizendo não ter certeza se o presidente é cristão completou afirmando que “você tem que perguntar a cada pessoa. Ele disse que é um cristão, então eu tenho que acreditar que ele seja”.

O presidente da Associação Evangelística Billy Graham disse ainda que não há “nenhuma dúvida” de que o candidato presidencial republicano Rick Santorum seja um homem de fé. Ele foi questionado ainda se o também candidato Mitt Romney seria cristão. Evitando uma resposta mais direta o religioso afirmou que Romney “é um mórmon” e que “a maioria dos cristãos não reconhecem o mormonismo como parte da fé cristã”.

Graham afirmou ainda que o presidente americano começou a frequentar a igreja por pressão dos grupos comunitários de Chicago, que disseram que ele precisava fazer isso para trabalhar com eles: “Você tem que ir, por que uma pessoa diz como vive sua vida e a que igreja vai. São eles frequentadores fiéis da Igreja? Ou será que eles apenas vão quando as câmeras estão sobre eles?”, questionou.

O religioso ressaltou ainda o fato do pai de Barack Obama ser muçulmano, de acordo com ele “sob a lei islâmica, o mundo muçulmano vê Barack Obama como um muçulmano”. Graham demonstrou também suas preocupações sobre a dedicação do presidente para os cristãos que vivem em países muçulmanos, dizendo que o Islã teve um “passe livre” sob a administração Obama.

“O presidente Obama parece mais preocupado com os muçulmanos do mundo do que com os cristãos que estão sendo mortos em países muçulmanos. Isso é o que me incomoda”, concluiu.
Fonte: Gospel+

A cada dez dias uma nova igreja evangélica abre as portas na Europa

Ao som de bateria e teclado, quatro cantores dão o tom do culto na igreja, enquanto são acompanhados fervorosamente por fiéis que, com os braços erguidos, dançam e repetem as letras mostradas em um telão. Logo acima, os escritos “Dieu est Amour”. A cena, comum para a maioria dos brasileiros, é novidade na França, que viu a fé neopentecostal crescer nos últimos anos, impulsionada pela crise econômica.

Na França, a cada dez dias uma nova igreja evangélica abre as portas, de acordo com dados do CNEF (Conselho Nacional dos Evangélicos da França). Essa é a corrente religiosa que mais se expande no país e a com o maior número de praticantes.

“A primeira razão é simplesmente a necessidade de esperança”, opina Sébastien Fath, sociólogo das religiões especializado no protestantismo e autor de Do gueto à rede – O protestantismo evangélico na França e do recém lançado Nova França Protestante – Desenvolvimento e crescimento no século XXI. 
 Fonte: Opera Mundi

Pastor Morre no púlpito após concluir sermão



O bispo Barnett K. Thoroughgood  terminou de pregar o sermão de domingo em sua igreja, intitulado “Estou aqui para batalhar”, sentou na cadeira que ficava na plataforma e caiu morto.

Os membros Igreja de Deus em Cristo Nova Jerusalém oravam e choravam ao perceber a situação e viram os paramédicos tentarem reanimar o pastor de 62 anos, mas sem sucesso.

“Ele morreu fazendo o que mais amava”, disse Mable Beckett, membro da igreja. Ela conhecia bem o pastor e disse ainda: “Ele viveu para o seu chamado até o final”.

Thoroughgood fundou a igreja Nova Jerusalém cerca de 42 anos atrás. Hoje ela possui mais de 2.000 membros.

O bispo era conhecido por suas mensagens de fogo, cheias de energia. O último sermão de Thoroughgood foi baseado em 2 Crônicas 20:12, exortando os fiéis a manter os olhos em Deus e o invocar nos momentos de necessidade.

“Você deve viver e não morrer”, disse ele no encerramento da mensagem.
  
Fonte: Noticia gospel

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Eis que estou à porta e bato


(Apocalipse. 3:20) –“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.”

Um aluno de artes marciais estava sentado junto ao seu mestre, tomando chá.
 
O aluno falou ao mestre: -Eu tenho aprendido tudo que você tem me ensinado sobre defesa pessoal.

-Eu desejo aprender outra coisa agora.

-Gostaria que me ensinasse sobre os caminhos de Deus.

O  mestre,  tomando  a  chaleira, começou a despejar o chá sobre a xícara do aluno.

Logo  a  xícara  estava  transbordando  e o  chá  começou a entornar sobre o pires.

O mestre  continuou  a  despejar  o chá  e o  pires  também transbordou e o chá começou a cair no chão.

O  aluno, vendo  o  que ele  fazia, gritou: - Pare,  pare, está derramando.

Não há mais lugar na xícara para o chá.

O mestre, então, olhou para o aluno e disse: -Você está tão cheio de você mesmo que não há lugar em sua vida para Deus.

Você  não poderá  aprender sobre  os caminhos de Deus até que se esvazie de se mesmo." (R. Curtis Fussell)

Até  que ponto  estamos  ocupando  nosso  tempo  e nossas vidas com as coisas vãs e fúteis desse mundo?

Tem Deus encontrado espaço em nossos corações ou ele já está  completamente  preenchido  com  nossas  vaidades  e interesses pessoais?

Como o  Senhor Jesus  poderá  entrar  em  nossas  vidas  e conduzir-nos   as  veredas   da  felicidade  se  nós  não  lhe abrimos a porta?

Como poderá organizar o nosso viver se já entregamos essa tarefa aos enganos deste mundo?

Como  poderemos  esperar as  bênçãos de Deus se Ele está trancado do lado de fora?

Quando  estamos  cheios de nós  mesmos  não  existe lugar para Deus entrar.

Quando nos  esvaziamos de todo egoísmo e vaidade, não só permitimos a entrada de nosso Salvador como deixamos que Ele organize toda a nossa vida tornando-a plena de alegria e vitórias.

Você  já abriu a porta de seu  coração para  o Senhor ou Ele continua trancado do lado de fora?
Fonte por E-mail de José Carlos Martinghi

domingo, 19 de fevereiro de 2012

A ORIGEM DO CARNAVAL


Carnaval- sua origem e narureza
Os que defendem o carnaval, costumam afirmar que ele é a alegria do povo, uma festa que expressa a cultura popular, uma festa folclórica. Ainda afirmam que o carnaval é a ocasião certa para atrair turistas estrangeiros a fim de angariar fundos para os cofres públicos.

Neste estudo, no entanto, tentaremos mostrar, ainda que de forma objetiva, a realidade do que vem a ser esta festa e suas implicações para as nossas vidas. A Palavra carnaval vem de carnevale, vocábulo latim, que significa “adeus à carne”, entendido também como uma festa de muita alegria, folia e orgia que precede à quarta-feira de cinzas. No entanto, a comemoração do carnaval é de origem pagã e não cristã. Desde tempos imemoriais no Egito antigo, no outono, realizava-se a festa do boi Apís que era considerado um animal sagrado. E nestas festas, escolhia-se o boi mais belo e branco o qual era pintado com várias cores, hieróglifos e sinais cabalísticos. Em seguida o boi era conduzido pelas ruas, e levado até o Rio Nilo, onde era afogado. Para este ritual o povo fazia procissão juntamente com os sacerdotes, magistrados, homens, mulheres e crianças, fantasiadas grotescamente, dançando, cantando, em promiscuidade até seu afogamento. Com as conquistas da Grécia e de Roma, a festa foi transportada para outros países, sob outras formas e denominações. Na Grécia, tomou o nome de Dionisíaca em honra ao Deus do vinho que era considerado Dionísio e em Roma, era festejada como Bacanal em homenagem ao deus do vinho, Baco. Nessas comemorações, a aristocracia misturava-se com o populacho, os tribunais e estabelecimentos oficiais se fechavam, e se abriam todos os lugares de divertimentos, onde a devassidão, a orgia e os prazeres sensuais eram inomináveis.

Com o advento do cristianismo, as festas pagãs se arrefeceram, mas na Idade Média, sob a tolerância da Igreja dominante, recrudescera entre os povos de educação latina sob a única denominação de carnaval. No Brasil, com o caldeamento cultural afro-brasileiro e com rituais diferentes, o carnaval empolga multidões e é motivo de atração turística. Como em todos os tempos e lugares, no Brasil a festa é portadora de nefastas conseqüências ao indivíduo, à família, à sociedade. O carnaval é festa religiosa, revivescência do paganismo antigo, dedicado a Momo - deus da zombaria, do sarcasmo, da pândega e que está ligada à quaresma - período de abstinência e jejum, que termina com a semana chamada santa. O catolicismo ao invés de se contrapor contra esta festa pagã oficializou-a em sua religião sobre o pretexto de festa alegre precedente a quaresma. Mas o cristão deve se conduzir pelas determinações bíblicas. Momo é Satanás dissimulado. Jesus em sua quaresma de jejum e oração, peremptoriamente repeliu o falso deus: “Retira-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorará e só a Ele darás culto” (Mt. 4:10). O Salmo 115:1-8 afirma que quem adora um Deus morto se torna espiritualmente semelhante a ele. Momo é deus morto, cuja falsa duração é de três dias, cultuado pelos foliões, e que conforme a mitologia foi expulso do Olimpo, para ser na Terra o rei dos loucos. Pelo exposto, carnaval é festa religiosa que se contrapõe ao cristianismo verdadeiro.

A lenda mitológica conta que Júpiter se impressionou com a formosura da princesa Europa e tomou forma de um belo boi branco como a neve e misturou-se com o rebanho. Europa, atraída pela mansidão do animal e pelo seu elegante porte, enfeitou-o com flores e subiu no seu dorso. Imediatamente, em carreira veloz, Júpiter se dirigiu para o mar e levou a linda princesa para praias desconhecidas.

Satanás é assim. Como anjo de luz (II Corintios 11:14) e com todo poder de mentira, de mistificação (II Ts 2:9), ilude incautas criaturas por meios atraentes, como as festas carnavalescas e as leva para as praias ignotas da perdição.

O carnaval é revivescência das religiões pagãs e de maneira alguma deveria estar justaposta ao período da quaresma que começa com a quarta-feira de cinzas. Lamentável é que criaturas que se dizem cristãs festejem o carnaval, ressurgimento do paganismo de priscas eras e responsável pelos danos e efeitos morais para homens, mulheres, jovens de ambos os sexos, também crianças e uma das causas da desorganização de famílias e de graves problemas sociais. A festa carnavalesca é culto imerecido ao falso deus Momo que constitui ofensa à pessoa do Deus vivo e verdadeiro.

Três perspectivas bíblicas sobre o carnaval.

A primeira é, o carnaval não é uma simplesmente uma festa alegre e inofensiva, mas pelo contrário, é uma festa que tem patrocinado a tristeza e a desgraça de muitos lares.E nestas ocasiões que muitas jovens perdem a virgindade e se tornam mães solteiras, muitos jovens são iniciados no mundo das drogas, muitos casamentos são destruídos, que doenças como a Aids encontra a oportunidade de proliferarem e que muitos morrem por diversos motivos.

A segunda perspectiva é, o carnaval não é uma festa cristã e sim pagã. O fato de a igreja católica ter a regulamentado antes da quaresma não faz dela uma festa religiosa. Antes, como vimos acima, as origens do carnaval são pagãs, e Roma só deu uma roupagem religiosa para ela, mas para Deus ela é abominável.

A terceira perspectiva é, o espírito do carnaval não deve influenciar o verdadeiro cristão, pois este é satânico e, na verdade, um culto a Satanás. O carnaval que significa reúne todos os elementos de um culto satânico, orgias, bebedeiras, drogas, foliões devotos a ídolos do espiritismo, erotismo, possessões, enfim, tudo que o diabo gosta. Eu penso que a igreja não devia nestas ocasiões simplesmente ir tirar “folga” em acampamentos e etc. Ela devia se mobilizar em oração haja vista ser nesta ocasião que Satanás mais age nas nossas cidades. Se orarmos, Deus pode impedir que os cofres públicos financiem estas festas pagãs para que, sem recursos, elas deixem de existir.

Jesus antes de sua quaresma, vinha do batismo, um ato de consagração a Deus e não de orgia bacanal. Por isso que na sua quaresma ele foi tentado, mas na quaresma destes carnavalescos o Diabo ao invés de tenta-los, vai é agradece-los por terem dado suas vidas a Satanás no Carnaval.
 Fonte: vidamotivadasim.blogspot.com