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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Mulher ressuscita após ter visão de Jesus e evangeliza sua família muçulmana

Sabina conta que - como em um sonho - se viu no fundo de um poço, quando Jesus lhe apareceu, estendo a mão para tirá-la dali. Sua 'ressurreição' e o relato sobrenatural surpreenderam os médicos.

O testemunho de Sabina está gerando bons frutos. (Foto: Crosswalk)
O testemunho de Sabina está gerando bons frutos. (Foto: Crosswalk)

Uma mulher que passou dois dias em um necrotério, após ser dada como morta pelos médicos, surpreendeu a muitos, quando de repente voltou à vida.

Sabina, que havia viajado para visitar seu filho na Rússia, entrou em coma por dois dias, antes de ter sua morte confirmada pelos médicos. Ela foi então levada para o necrotério, onde seu corpo foi mantido com outros cadáveres por mais dois dias.

Testemunhando o fato ao jornalista Steve Rees, ela lembrou que, na época, viu-se no fundo de um poço sem chance de escapar. Então ela viu uma árvore na parte superior do poço e um de seus ramos crescia, se estendendo em sua direção.

De repente, o ramo se transformou em uma mão e ela ouviu Jesus dizendo para segurá-la.

"Se você segurar a minha mão, vou trazê-la de volta à vida", foram as palavras que ela o ouviu dizer. Quando ela estendeu a mão e agarrou a mão de Jesus, Sabina acordou no necrotério. Seu corpo estava coberto com um lençol branco, do pescoço até os pés. Ela podia ouvir as vozes das pessoas ao seu redor.

Quando ela se sentou, os funcionários do hospital ficaram assustados e correram para fora da sala. Quando eles voltaram, encontraram-na ainda sentada, dizendo-lhes para não se preocupar, porque ela estava realmente viva. Ninguém poderia conseguia imaginar o que teria acontecido com ela, mas a equipe lhe deu comida, água e roupas, além de ajudá-la a visitar seu filho em outro hospital.

Sabina voltou para sua casa na Ásia Central, surpreendendo sua família. No primeiro domingo de seu regresso para casa, ela foi a uma igreja evangélica e entregou sua vida a Cristo.

A comunidade onde ela morava era majoritariamente islâmica e, embora seus parentes fossem os primeiros a ficarem perplexos com sua conversão, posteriormente, todos os seus filhos, sua mãe e uma sobrinha também entregaram suas vidas a Cristo, abandonando o islamismo. Alguns deles até mesmo passaram a se dedicar integralmente a seus novos ministérios.

Uma de suas filhas, Aisha, casou-se com um ocidental chamado Jamal, que sentiu-se movido a servir a Deus no Oriente Médio e assim, o casal atendeu ao chamado missionário para compartilhar o amor de Deus em um dos países majoritariamente islâmicos do Oriente Médio.

Batismo em massa de refugiados na Alemanha. (Foto: Reuters)

Frutificando
Jamal disse que o testemunho de sua sogra (Sabina) abriu muitas portas para que eles compartilhassem a mensagem do evangelho.

"Eu compartilhei brevemente a história da minha sogra e, como resultado, os alunos ficaram mais interessados em aprender sobre Jesus. Dois dias depois, ele já estava com um grupo de cerca de 30 muçulmanos", disse ele.

O missionário viu como Deus transformou o coração dos muçulmanos, fazendo com que eles se entregassem a Cristo, incluindo seu grande amigo, que agora também é um seguidor de Jesus.

Jamal e Aisha agora estão ministrando em campos de refugiados sírios, onde eles não apenas compartilham a mensagem do evangelho, mas também levantam fundos para ajudar as pessoas a aquecerem suas tendas durante o tempo frio. O milagre que Deus tinha feito a Sabina continua a abrir as portas para o evangelho até hoje.

Refugiados
Na verdade, o agir de Deus entre os muçulmanos continua, enquanto os relatórios sobre conversões maciças do islamismo ao cristianismo continuam a surgir nos campos de refugiados. Uma congregação cristã disse que só neste ano (2016), batizou 600 pessoas que deixaram a fé muçulmana e abraçaram o cristianismo.

No entanto, também houve dúvidas de que alguns requerentes de asilo estivessem alegando sua conversão ao cristianismo, somente para não ser deportado para os seus respectivos países de origem.

Gottfried Martens, pastor da Igreja Evangélica Luterana em Berlim, Alemanha, admitiu isso poderia ser verdade. No entanto, ele viu isso como uma oportunidade para desafiar a fé dos muçulmanos.

"Eu sei que há pessoas que vêm aqui porque elas têm alguma esperança de permanecer em um abrigo", disse o pastor. "Estou os convidando a se juntar a nós, porque eu sei que quem vem aqui não ficará desamparado".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO ASSIST NEWS