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sábado, 28 de janeiro de 2017

Os inimigos de Israel poderão acabar na lixeira da história, diz Benjamin Netanyahu

Netanyahu fez seu discurso na véspera do Dia Internacional da Lembrança do Holocausto, em Jerusalém.

Benjamin Netanyahu em discurso no Memorial do Holocausto, em Jerusalém. (Foto: Amos Ben-Gershom/GPO)
Benjamin Netanyahu em discurso no Memorial do Holocausto, em Jerusalém. (Foto: Amos Ben-Gershom/GPO)
Em discurso na véspera do Dia Internacional da Lembrança do Holocausto, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, advertiu que os inimigos que ameaçam a nação judaica poderão acabar no "cinzeiro" da história.

“O regime que promoveu o Holocausto acabou na lixeira da história. Essa é uma lição para o Irã. É uma lição para todo inimigo do povo judeu e do Estado judeu”, disse Netanyahu num encontro no Memorial do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém, nesta quinta-feira (26).

Netanyahu afirmou que, apesar de surgir no Ocidente um movimento de antissemitismo (hostilidade contra judeus), o maior perigo "vem do Irã". “O Holocausto, graças a Deus, ficou no passado, mas o ódio e a intolerância que deram surgimento a isso, não”, lamentou.
Durante sua mensagem, o premier disse que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entende o "perigo" do acordo nuclear com o Irã. Ele ainda disse que Israel irá tomar as medidas necessárias para impedir que a capital iraniana, Teerã, obtenha armas atômicas.

“Nós não pretendemos simplesmente ficar nas palavras, mas tomaremos todas as medidas para nos defender e impedir que o Irã obtenha os meios de assassinato em massa, para prosseguir com seus planos horríveis. Não podemos e não ficaremos calados diante do objetivo declarado do Irã, de destruir Israel”, disse ele.

Em 2015, o Irã firmou um acordo com as potências mundiais, incluindo os Estados Unidos, para limitar sua capacidade de enriquecer urânio em troca da remoção de algumas sanções econômicas internacionais.

Durante a campanha eleitoral de Trump, o republicano prometeu, por diversas vezes, que irá afastar os EUA do acordo ou renegociar sua relação, mas não há indícios claros de que isso será feito em seu cargo.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE AP E JEWISH PRESS