terça-feira, 14 de abril de 2026

O que descobrimos no lado oculto da Lua


Se você fizesse hoje uma expedição a esse lado, o que encontraria que ainda explica o seu  comportamento atual

Fote:  Colaborador
Por NO ALVO/ Foto: istock


A missão Artemis II marcou o retorno histórico do ser humano à órbita lunar.

A bordo da cápsula Orion, quatro astronautas testaram os sistemas de voo em um sobrevoo completo pela Lua — inclusive pelo seu lado oculto, que nunca vemos da Terra

Isso aponta um desejo forte no ser humano: o de explorar. De ir além. De descobrir o que ainda está escondido.

Mas existe um contraste

Enquanto tenta desvendar o espaço, muitas vezes ignora o seu próprio “lado oculto”.

A forma como reagimos, amamos e enxergamos a nós mesmos costuma ser influenciada por experiências vividas lá atrás, na infância.

A necessidade de controle pode vir de uma história marcada por insegurança;
O medo da rejeição pode ser reflexo de abandonos vividos no passado;
O silêncio no casamento pode nascer de uma infância em que o diálogo não existia;

Reflexão da semana

Se você fizesse hoje uma expedição ao lado oculto da sua história, à sua infância… o que encontraria que ainda explica o seu comportamento atual?

Por fim, depois que você descobrir, saiba o que fazer com essa informação aqui.

Nunca é tarde para aprender: idosos dominam smartphones em projeto social

Grupo Calebe oferece aulas que transformam a relação da melhor idade com a tecnologia. Veja

Fonte:  Colaborador

Rafaella Rizzo / Fotos: Cedidas


Em um mundo cada vez mais digital, tarefas simples do dia a dia — como marcar uma consulta, falar com a família ou até acessar serviços bancários — passaram a depender do uso de smartphones. Para muitos idosos, essa realidade representa um desafio constante. A dificuldade em acompanhar a velocidade da tecnologia, somada ao medo de errar ou de “quebrar” o aparelho, acaba afastando esse público de ferramentas que poderiam facilitar — e muito — a rotina.

Dentro de casa, a situação nem sempre é mais fácil. Filhos e netos, apesar da boa intenção, muitas vezes não têm paciência ou tempo para ensinar com calma, o que gera frustração de ambos os lados. O resultado é um sentimento de dependência e exclusão digital que pode impactar até a autoestima dessas pessoas.
Projeto Educar, do Calebe


Diante desse cenário, o Grupo Calebe se propôs a ensinar idosos a utilizar smartphones. Mais do que explicar funções básicas, o projeto oferece autonomia, confiança e inclusão, ajudando esse público a se reconectar com o mundo ao seu redor — e com as pessoas que ama.

Na Universal de São Luís, no Maranhão, as aulas acontecem duas vezes por semana e já reúnem 15 idosos.

“O projeto Educar tem o objetivo de promover a inclusão digital na melhor idade. Me sinto honrada e privilegiada, pois tenho todo o cuidado para orientar e explicar de forma especial. É uma experiência que desperta sentimentos profundos de propósito e realização. Embora cada dia traga um desafio novo, o impacto emocional dessa troca é sempre transformador”, relata a voluntária local Gabriella Rodrigues.

Quem participa, diz:

“Gosto muito das atividades do grupo, estou me desenvolvendo bem no curso de Smartphone. Tinha muita dificuldade de usar o telefone, especialmente a internet, mas estou aprendendo muito e quero aprender ainda mais”, conta Odessa Feitosa, de 77 anos.

“O curso de Smartphone foi muito importante para mim, trouxe novos conhecimentos, finalmente aprendi a usar os aplicativos”, fala Patiomar, de 68 anos.

“Já aprendi muito no Projeto Educar, mal sabia ligar o aparelho e mandar uma mensagem. Agora já sei usar os aplicativos, mandar mensagens, fotos. Todos são bem-vindos para aprender com a gente”, exclama Maria das Graças Pinto.

Saiba mais sobre o Calebe

O grupo é formado por voluntários que dedicam tempo e carinho para cuidar das pessoas da melhor idade. Ali os idosos recebem atenção, fé, apoio emocional, visitas a lares, hospitais e abrigos, além de participar de atividades físicas, palestras, oficinas e encontros especiais.

Ademais, por meio dessas iniciativas, o grupo fortalece sua missão de levar esperança e dignidade aos idosos. Além de divulgar o trabalho voluntário que transforma vidas em todo o país.

Por fim, saiba como participar do Grupo Calebe em uma Universal mais próxima de você.

domingo, 29 de março de 2026

Como estão os cristãos um ano após terremotos em Mianmar

Veja como sua ajuda tem socorrido cristãos perseguidos birmaneses


Em 28 de março de 2025, terremotos deixaram um rastro de destruição em Sagaing e Mandalay

Hoje, um ano após o desastre que abalou Sagaing e Mandalay, cristãos seguem lutando para reconstruir a vida e compartilhar a esperança em Cristo, mesmo em meio ao trauma e à perseguição. Os terremotos em Mianmar deixaram muitos cristãos desabrigados, mas com o apoio da igreja brasileira, a igreja birmanesa está encontrando esperança em meio aos escombros.


Um minuto pareceu uma eternidade

O epicentro do terremoto em Mianmar aconteceu no município de Sagaing, na divisão de Sagaing. Segundo crenças supersticiosas locais, “foi como a lendária serpente da terra cavando o solo, movendo-se de Nyapyitaw para Sagaing”.

O terremoto devastou a região, trazendo destruição e morte. Ele chacoalhou não apenas prédios, mas também o coração, a fé e as crenças de milhares de cristãos.

“A terra tremeu, balançou e depois sacudiu. Um minuto pareceu uma eternidade. Mas percebi que Deus deve ter um plano através desse desastre” —pastor Joshua, parceiro local da Portas Abertas em Mianmar

Um ano após o forte terremoto que atingiu Sagaing e Mandalay em 28 de março de 2025, os cristãos em Mianmar seguem enfrentando desafios profundos. Entre perdas, traumas e destruição, o testemunho do pastor Joshua revela como, mesmo em tempos de crise, Deus tem aberto portas para que o amor de Cristo alcance vidas.


A igreja ia desabar, mas todos estavam vivos

Durante um treinamento de preparação para perseguição em uma remota aldeia no Norte de Mianmar, o pastor Joshua ouviu o grito desesperado de Lin*, um morador da região, que correu para avisar que Sagaing e Mandalay haviam sido devastadas.


Edificação histórica em Sagaing reduzida a escombros após os terremotos que atingiram Mianmar em 2025

Sem sinal telefônico na região, o pastor e os anciãos viajaram por florestas e rios até encontrar comunicação. As tentativas de contato falharam até que, mais de um dia depois, ele finalmente conseguiu falar com a família e soube que sua igreja estava prestes a desabar, mas que todos estavam vivos.

“Um grande peso foi tirado do meu coração”, relembra o pastor.

Continuando a missão, mesmo na dor

Apesar do choque emocional, o pastor voltou ao vilarejo e seguiu ensinando. O treinamento da Portas Abertas que preparava os cristãos para resistirem biblicamente à perseguição tornou-se ainda mais essencial diante do desastre.

Ele compartilha que, enquanto ensinava sobre “tempestades”, Deus o fortalecia internamente. O hino “Eu Decidi Seguir Jesus” ecoava em seu coração, lembrando-o da fidelidade de Cristo.


Igrejas preparadas para levar consolo e esperança

Mesmo à distância, o pastor orientou os líderes das igrejas a: identificar membros afetados; avaliar danos; fornecer alimentos e itens essenciais; apoiar cristãos novos na fé vivendo em extrema pobreza.

Os tremores continuaram por semanas, deixando muitos dormindo nas ruas, expostos ao frio e à chuva.

Resposta imediata da igreja

Enquanto hospitais lotavam e o trauma emocional aumentava, parceiros locais da Portas Abertas formaram uma equipe de Resposta Rápida, levando ajuda, alimentos, tendas, água, medicamentos e apoio emocional aos sobreviventes.
Restauração de parede de uma igreja afetadas pelos terremotos em Mandalay, Mianmar

Os treinamentos de cura de traumas ajudaram cristãos a superar o medo de entrar em prédios danificados, restaurando a confiança para voltar às igrejas.

Segundo o pastor Joshua, muitos só conseguiram voltar à igreja após esse cuidado bíblico.

Portas Abertas para o evangelho

Para o pastor Joshua, uma das maiores transformações ocorreu no coração das pessoas. Muitos sentiram-se abandonados pelos líderes de religiões tradicionais e ao receberem ajuda prática dos cristãos, passaram a reconhecer o amor genuíno de Cristo.

“Agora, seus corações e mentes estão sedentos para saber quem Deus é”, relata o pastor Joshua.

A igreja que cresce sob os escombros em Mianmar

A igreja do pastor Joshua também foi danificada, mas com apoio de parceiros locais, parte da estrutura foi restaurada. Hoje, o templo recebe tantas pessoas que é preciso fazer dois horários de cultos dominicais.

“Deus continua Sua obra em Mianmar”, diz o pastor com alegria.

Como você pode ajudar cristãos como o pastor Joshua?


A reconstrução espiritual e emocional em Mianmar continua, e sua ajuda faz diferença direta na vida de irmãos e irmãs que enfrentam perseguição, pobreza extrema e os efeitos devastadores do terremoto. Apoie cristãos perseguidos em Mianmar hoje mesmo oferecendo abrigo, alimento, esperança e o amor de Cristo a quem mais precisa.

Como orar pelas vítimas dos terremotos em Mianmar?

Ore pelos cristãos que precisam permanecer firmes na fé. Clame pelas pessoas que têm buscado o Senhor, para que encontrem Jesus. Interceda por cura emocional dos afetados pelo terremoto e pela situação política no país que vive um regime militar desde 2021.



terça-feira, 24 de março de 2026

Mãe proíbe filhas de estudarem o evangelho

 Depois da conversão, irmãs começaram um trabalho voluntário em sua comunidade

Fonte: Redação Portas Abertas Brasil

Adolescentes se converteram em acampamento na Península Arábica (foto representativa)


Helen, uma adolescente de 16 anos, participa de atividades com parceiros da Portas Abertas em um centro comunitário na Península Arábica há cinco anos. Todos os jovens que vão a esse centro comunitário têm contato com a palavra de Deus em algum momento. Conforme nossos parceiros locais se aproximam das famílias, eles encontram oportunidades de compartilhar o evangelho.

Leia também

No começo do ano, houve um acampamento de jovens, e Helen foi convidada a participar junto com seus irmãos. Os parceiros quiseram explicar ao pai, que é um bom amigo da equipe, sobre o objetivo do acampamento. O homem não quis ouvir as explicações, mas deixou claro que queria que seus filhos participassem.

“O acampamento começou e, no primeiro dia, entrei no quarto e encontrei Helen de joelhos, chorando ao pé da cruz. Foi algo maravilhoso de ver. Sua irmã veio e tentou fazê-la ficar de pé, mas o oposto aconteceu e ambas começaram a chorar e orar juntas”, diz uma parceira local.

Todos os seis irmãos presenciaram essa cena. Depois do acampamento, Helen e sua irmã começaram um trabalho voluntário no centro comunitário, ensinando o idioma árabe aos interessados. Entretanto, inesperadamente, a família se mudou para outra cidade e as irmãs não puderam mais frequentar o local.

“Nós continuamos a visitá-las e estamos tentando trazê-las para o centro, mas, percebendo a mudança em suas filhas, a mãe não permite mais que elas venham conosco e está forçando as duas a estudaram livros da religião da família. As jovens também precisam usar abayas (vestidos típicos islâmicos) e têm acesso muito limitado a nós”, conta a parceira de campo.


A Redação Portas Abertas Brasil é a equipe editorial com mais de 40 anos de atuação na cobertura da perseguição aos cristãos no mundo. Publica notícias baseadas em relatos diretos de correspondentes e cristãos locais em mais de 70 países. Nosso processo editorial é baseado em verificação, contextualização e avaliação de riscos. A identidade das fontes é preservada quando há risco de segurança, sem comprometer a veracidade dos fatos.

terça-feira, 3 de março de 2026

Quem diz que a Bíblia é machista...

 ...nunca a leu com atenção.  

Fonte: Universal 🎯 No Alvo

Porque Jesus nunca diminuiu uma mulher. Pelo contrário, num tempo em que muitas eram tratadas como invisíveis, Ele as enxergou por inteiro:

  • À samaritana, revelou verdades profundas

  • À mulher acusada de adultério, deu perdão — não condenação

  • À siro-fenícia, atendeu à fé que não desistiu

  • À que há 18 anos vivia enferma, disse: "Mulher, estás livre da tua enfermidade." (Lucas 13:12)

Nenhuma saiu igual depois de encontrá-Lo.

Pessoas, conquistas ou reconhecimento não entregam o valor que você tem buscado. Mas Ele sim.

Ele não rejeita você por causa do passado. Não ignora sua dor. Não minimiza suas lágrimas. Ele transforma.

🥀 Se você precisa de cura, acolhimento e recomeço, este encontro foi preparado para você: