segunda-feira, 6 de julho de 2026

Será que minha vida ainda tem jeito?

Quando tudo parece estar perdido, muita gente culpa o destino, o passado, a falta de sorte, as pessoas... Mas será que essa ideia é verdadeira?


Talvez você nunca tenha dito essas frases ao lado em voz alta, mas elas podem estar ecoando dentro de você há muito tempo.

Quem olha para um casamento destruído pode pensar que não existe mais reconstrução. Quem vê um filho envolvido com vícios ou crimes pode carregar um sentimento profundo de fracasso. Há quem esteja sufocado por dívidas, preso a traumas ou esmagado por culpas que parecem impossíveis de superar.

Também existe quem cresceu em um ambiente de brigas e passou a acreditar que nunca conseguirá construir uma família diferente. Há ainda quem carregue palavras negativas que ouviu ao longo da vida e elas ficaram marcadas como registros difíceis de apagar.

O fato é que, quando os problemas se acumulam, é fácil acreditar que o futuro já foi decidido, como se existisse uma sentença invisível decretando que nada poderá mudar.



Mas será mesmo que uma história precisa terminar assim?

Destino traçado?

Muitas pessoas acreditam que a vida segue um roteiro imutável. Alguns chamam isso de destino. Outros atribuem seus problemas à sorte, às circunstâncias ou às atitudes dos outros. De certa forma, é menos doloroso imaginar que tudo está determinado do que encarar o peso das nossas escolhas.

Sem dúvida, existem situações que ninguém escolhe. Há dores que chegam sem aviso, perdas que não estavam nos planos e injustiças que não dependem da nossa vontade. Mas a Bíblia mostra que Deus não criou o ser humano para ser escravo de um destino inevitável. Pelo contrário, Ele deu a cada um a capacidade de escolher.

E uma escolha pode mudar tudo. Foi o que aconteceu com Rodrigo Bahiense, de 37 anos, cuja história você lê a seguir.

Seduzido pelo crime

Frequentei a Igreja Universal com minha mãe até os 16 anos, mas me afastei. Influenciado por amigos, comecei a usar maconha, pichar muros e frequentar bailes funk.

A ostentação exibida pelo tráfico despertou em mim o desejo de viver daquela forma. Passei a me envolver com pessoas ligadas ao crime e participei do meu primeiro assalto, o que me trouxe aceitação entre os traficantes.

Tornei-me também traficante e participei de conflitos entre facções. Troquei tiros com rivais e policiais e quase perdi a vida.

Fui preso várias vezes. Em uma dessas prisões, permaneci quase dois anos encarcerado. Quando saí da prisão, conheci o crack.

Da conquista para a destruição

O vício me levou a vender e penhorar tudo o que possuía para sustentar o consumo de drogas. Acabei vivendo praticamente em situação de rua, ao longo das linhas do trem, ao lado de outros usuários. Meu estado físico se deteriorou tanto que passei a ser conhecido pelo apelido de “Costelinha”.

Enquanto destruía a minha própria vida, também fazia minha família sofrer. Minha mãe vivia chorando, meu casamento era marcado por constantes discussões e meus filhos passavam por dificuldades, pois todo o dinheiro que eu conseguia era gasto com drogas.

No limite do desespero

Após uma discussão com minha esposa, usei uma quantidade excessiva de drogas e tive alucinações. Convencido de que não havia mais solução para mim, decidi tirar a minha vida.

Já sem conseguir respirar, pendurado por uma corda, vi minha filha, então com 3 anos, entrar no cômodo onde eu estava. Assustada, ela começou a chorar. Pouco depois, minha esposa ouviu o choro, correu até o local e conseguiu me salvar. Naquele momento, abracei minha filha e lhe pedi perdão.

No dia seguinte, pedi à minha mãe que me internasse em uma clínica de recuperação. Mas ela respondeu: “Não vou te internar. Quem vai mudar a sua vida é Jesus”. Aquela frase ficou gravada na minha mente.

A reposta

Naquela mesma noite, voltei a usar drogas, mas não conseguia parar de pensar nas palavras da minha mãe. Ao amanhecer, fui até a Igreja.

Quando cheguei, a vi subindo ao Altar para entregar o voto da Fogueira Santa que ela havia feito por mim. Havia mais de duas décadas que ela perseverava em oração pela minha transformação. Ao me ver sentado na Igreja, ela chorou ao ver que Deus estava lhe respondendo.

Naquela reunião, abri o coração para Deus. Disse que, se Ele mudasse a minha vida, eu me entregaria totalmente a Ele. A resposta foi imediata. Recobrei a lucidez e consegui participar da reunião até o fim. Ao sair da Igreja, percebi que algo havia mudado dentro de mim.

A vida que nasceu depois da entrega

No dia seguinte, me batizei nas águas. Era a última semana da Fogueira Santa e me entreguei totalmente a Deus. Abandonei as drogas, o crime e tudo o que me afastava d’Ele.
Sete dias depois, no domingo, pedi o Espírito Santo. Ali, Ele transformou o meu ser.
Hoje, sou um homem de bem e tenho paz e alegria. Minha esposa também passou a servir a Deus, e juntos temos um lar abençoado. Agora, vivo para testemunhar o que Deus fez em minha vida.

E se uma escolha fosse capaz de mudar o rumo da sua vida em 7 dias?

O poder de uma decisão

Muitos confundem passado com sentença, mas uma coisa não é igual a outra. O passado influencia o presente, erros deixam marcas e decisões equivocadas trazem consequências. Mas nada disso significa, necessariamente, que a história acabou. Toda transformação começa quando alguém decide mudar de direção, como aconteceu na história que você leu anteriormente.
Você não consegue alterar o que aconteceu ontem. Mas pode decidir, hoje, o que fará daqui para frente.

Tudo está perdido?


O profeta Joel apresenta exatamente esse cenário. O povo havia sofrido grandes perdas, e as consequências eram reais. Não dava para fingir que nada havia acontecido nem maquiar a gravidade da situação.

Contudo, Deus não tratou aquela situação como o capítulo final da história. Mesmo diante de um cenário devastador, Deus não disse ao povo que o futuro estava definitivamente comprometido. Pelo contrário, mostrou que as consequências eram graves, mas que não precisavam ser permanentes. Por isso, declarou:

“Ainda assim, agora mesmo diz o Senhor: Convertei-vos a Mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, e com choro, e com pranto. E rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao Senhor vosso Deus; porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em benignidade, e se arrepende do mal” (Joel 2:12-13).

Neste trecho, há duas expressões que chamam atenção:
A primeira é: “Ainda assim”. Ou seja, apesar dos erros, das quedas, das perdas, de tudo o que aconteceu, Deus ainda oferece uma oportunidade.

A segunda é: “Agora mesmo”. A mudança não deve ser adiada; é agora. Assim que a pessoa se volta para Deus, encontra os braços abertos de um Pai que estava esperando para agir rapidamente em seu favor.

É como se Deus dissesse: “A sua história ainda não acabou.”

Você quer ter uma transformação completa?


Deus está pronto para mudar sua história, independentemente do passado. O caminho para uma nova vida passa por 3 etapas:


1. O arrependimento

“Convertei-vos a mim de todo o vosso coração…” (Joel 2:12)

Arrependimento não é sentir remorso. É abandonar a direção errada e voltar-se para Deus com sinceridade.
Não importa o que aconteceu até aqui, o quão distante você tenha ido ou quão impossível a situação pareça. Quando existe arrependimento sincero, existe a chance de um recomeço.

2. O derramamento


“E acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne…” (Joel 2:28)

Ninguém consegue sustentar uma nova vida apenas pela força de vontade. É necessário ter o Espírito Santo. Então, depois do esvaziamento dos erros, vem o preenchimento com a presença de Deus. Ele não apenas perdoa, mas fortalece. Não apenas apaga o passado, mas capacita a pessoa para viver um novo futuro.

3. O livramento


“E há de ser que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo; porque no monte Sião e em Jerusalém haverá livramento (…)” (Joel 2:32).

Os milagres fazem parte da ação de Deus na vida daqueles que confiam n’Ele. Isso inclui Seu livramento nas aflições, nas lutas e nas situações mais difíceis.

Afinal, a sua vida tem jeito?


Voltemos à pergunta do início. E a resposta da Bíblia é: Sim, tem jeito, e essa mudança pode começar hoje.

Talvez, neste momento, tudo o que você ainda consiga enxergar sejam os erros que cometeu, as oportunidades que perdeu ou as consequências que está enfrentando. Pode ser que as pessoas tenham desistido de você, ou até que você mesmo tenha desistido de si.

Mas, como vimos, a mensagem de Joel mostra que, se não houvesse esperança, Deus não teria dito: “Ainda assim, agora mesmo…”

Deus não faz de conta que os erros não existiram. As consequências podem ser dolorosas. Mas, enquanto há vida, existe a possibilidade de escolher um novo caminho e construir uma história diferente.

A Fogueira Santa no Monte Sião é a oportunidade para você mudar o seu futuro. Assim como aconteceu nos dias de Joel, Deus continua chamando para transformar também a sua vida.

Caminhada da Fé rumo ao Monte Sião


Acompanhe, de segunda a sexta-feira, as orações para fortalecer a sua fé. As transmissões acontecem às 22h30 pelos canais TV Templo (canal 10.1 na Grande São Paulo), Rede CNT, Canal 21, UNIVER Vídeo, Rede Aleluia e pelas redes sociais da Universal (YouTube e Facebook).

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Colaborador
Redação / Colaborou: Camila Dantas / Arte: sobre fotos geradas por IA / Arquivo pessoal e cedida

Vale a pena ser bom em um mundo de maldades?

O que a Bíblia nos diz sobre o assunto?


Uma das histórias mais inacreditáveis e comentadas das últimas semanas teve como cenário a cidade de Joinville, em Santa Catarina. O caso surpreendeu o País pelo absurdo: uma mulher de 37 anos conseguiu se passar por uma criança de apenas 12. Usando um jeito infantilizado e uma aparência que buscava esconder sua verdadeira idade, ela convenceu uma família de que era uma menor em situação de vulnerabilidade.

Durante 14 meses, recebeu o acolhimento de um lar. Ela se aproximou da família por meio de uma história muito triste que, na verdade, fazia parte de um golpe. Dizia que havia sido obrigada a tomar hormônios e a se prostituir. O enredo, digno de um filme, chegou ao fim quando uma parente decidiu pesquisar na internet e encontrou histórias semelhantes à que a família estava vivendo. Ao final, a Polícia Civil indiciou a golpista pelos crimes de estelionato e falsa identidade.


Quando se é tapeado

Diante de um caso tão bizarro, a reação imediata de grande parte da opinião pública foi de indignação contra quem engana. Nas redes sociais e nas conversas do dia a dia, a impressão era unânime: “Não dá mais para confiar em ninguém”, “o mundo está perdido”, “quem ajuda acaba se dando mal”. É natural que casos como esse levem alguém a ficar na defensiva para se proteger. No entanto, focar apenas no engano praticado pela golpista é perder a lição mais profunda que esse episódio pode nos ensinar.

A verdade é que esse caso não revela apenas a decadência moral de quem engana. Ele também lança luz sobre a qualidade do caráter de quem ajuda. A criminosa revelou sua essência ao arquitetar uma fraude tão cruel. A família, por sua vez, revelou sua bondade ao acolher quem aparentava precisar de ajuda. Desse modo, é importante compreender: o erro esteve exclusivamente na fraude da golpista, e não na compaixão da família. O caráter das pessoas que ajudaram permanece intacto, porque o ato de estender a mão diz muito mais sobre o interior de quem pratica o bem do que sobre o merecimento de quem o recebe.

O que fazer com essa informação?

Viver em um mundo cheio de maldades faz com que muitas pessoas se fechem para a bondade. A tendência humana é endurecer o coração e adotar a indiferença como um escudo. O raciocínio implícito é: “Se não ajudarmos, estaremos protegidos”. Mas o que a Bíblia nos diz?
No livro de Gálatas, capítulo 6, versículo 9, o apóstolo Paulo afirma: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido.”

O cansaço espiritual e emocional de fazer o bem é um dos maiores perigos da atualidade. Quando nos deixamos contaminar pelas más notícias e pelos golpes cotidianos, permitimos que a maldade dos outros roube a nossa própria essência. Se deixarmos de ser solidários porque alguém abusou da nossa confiança, a maldade terá vencido duas vezes: primeiro, causando-nos prejuízo; depois, roubando de nós a nossa bondade. A prática do “amor ao próximo” (Marcos 12:31) não nos dá garantias de que o outro será grato ou honesto conosco.

Seja vigilante

Por outro lado, vale um alerta: não confunda bondade com ingenuidade. O próprio Senhor Jesus, ao enviar os discípulos para um mundo hostil, deixou uma orientação que continua sendo uma bússola para os dias atuais: “Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas” (Mateus 10:16).

Isso significa manter o coração limpo, livre de amargura e pronto para praticar o bem e perdoar, sem abrir mão da razão, da fé inteligente, do discernimento e da cautela. A prudência nos manda verificar informações, estabelecer limites saudáveis, questionar quando necessário e não assinar documentos nem tomar decisões baseadas apenas na emoção do momento. Aqueles que são apenas bons, sem prudência, correm o risco de cair nas mãos de aproveitadores. O caminho ideal é sempre o do equilíbrio
e da sobriedade.

A moral da história

O caso da mulher de Joinville nos deixa uma grande lição: mesmo em um mundo cheio de maldade, é possível manter um coração bom e os olhos bem abertos para vigiar o mal. Continue fazendo o bem, porque a recompensa do justo vem do Alto, e não de seres humanos falhos.

Colaborador

Redação / Imagem: Gerada por IA

Fé clandestina: igreja doméstica é invadida na China

Líder cristã precisa recomeçar ministério sozinha após prisão do marido


A perseguição atinge igrejas domésticas na China e transforma a vida de cristãos como Jinyi que permanecem firmes na fé

*Nomes alterados por segurança.

A Igreja Perseguida na China enfrenta desafios constantes, especialmente entre comunidades que optam por permanecer fora do controle estatal. A história de Jinyi*, uma líder cristã, ilustra de forma concreta como a perseguição pode transformar drasticamente a vida de uma família e de uma comunidade de fé em poucos minutos.

Durante um culto em uma igreja doméstica, uma ação policial desmantelou o ministério que ela e o marido haviam construído, marcando o início de um período de dor, incerteza e reconstrução.

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O que aconteceu com a igreja doméstica liderada por Jinyi?

A igreja doméstica liderada por Jinyi foi invadida por autoridades durante um encontro de adoração, resultando em detenções e na desestruturação completa da comunidade.

Encontro de igreja doméstica na China (foto representativa)

Em um domingo aparentemente comum, mais de 100 jovens universitários e adultos estavam reunidos para cantar e estudar a Bíblia quando policiais entraram abruptamente no local. Muitos foram detidos por até 24 horas, mas alguns permaneceram presos por mais tempo.

O impacto mais profundo recaiu sobre o marido de Jinyi, Zhang*, que liderava o ministério. Ele foi condenado a três anos e meio de prisão, além de receber uma multa significativa.

Em poucos instantes, o que era uma comunidade vibrante deixou de existir, e a liderança foi interrompida de forma forçada.

Por que igrejas domésticas são alvo de perseguição na China?

As igrejas domésticas são consideradas ilegais quando não estão registradas junto ao Estado, o que as torna alvos frequentes de fiscalização, vigilância e repressão.

Embora a Constituição chinesa mencione liberdade religiosa, na prática, os cristãos só podem se reunir em igrejas aprovadas pelo governo. Aqueles que escolhem permanecer em comunidades independentes enfrentam riscos como multas, fechamento de igrejas e prisão.

Cristãos que frequentam igrejas domésticas na China podem ser presos (foto representativa)

Desde a intensificação das regulamentações religiosas, especialmente nos últimos anos, reuniões cristãs fora do sistema oficial têm sido cada vez mais monitoradas e líderes frequentemente responsabilizados.

Como a perseguição impactou a vida de Jinyi?

A perseguição afetou não apenas o ministério, mas também a vida pessoal, emocional e espiritual de Jinyi.

Após a prisão do marido, ela ficou sozinha com dois filhos e sem meios imediatos de sustento. O choque foi profundo. Em suas palavras, “tudo desmoronou rapidamente”, refletindo a intensidade da ruptura vivida.

A prisão do marido impactou todas as áreas da vida de Jinyi (foto representativa)

O ambiente de vigilância constante também aumentou o medo. Jinyi sabia que qualquer contato poderia colocar outros em risco, o que intensificou o isolamento.

“Com vigilância em todos os lugares, até mesmo uma visita ou uma mensagem para mim poderia trazer perigo.”
— Jinyi

Essa realidade revela que a perseguição vai além de ações policiais: ela atinge relações, segurança emocional e a continuidade da missão cristã.

O que essa história revela sobre a Igreja Perseguida na China?

A história de Jinyi mostra que a igreja na China continua existindo, mas muitas vezes de forma clandestina, resiliente e sob pressão constante.

Mesmo diante da repressão, comunidades cristãs se organizam em pequenos grupos, frequentemente invisíveis aos olhos das autoridades. No entanto, o custo dessa escolha pode ser alto.

A China é o 17º país da Lista Mundial da Perseguição 2026, o ranking das 50 nações mais perigosas para cristãos

Alguns dos impactos que cristãos de igrejas domésticas clandestinas enfrentam são:

* separação familiar;
* perda de liberdade;
* e restrições severas à prática da fé.

Ao mesmo tempo, a perseverança desses cristãos reflete uma fé profundamente enraizada. Eles refletem a verdade bíblica anunciada em Lucas 12.32:

“Não tenham medo, pequeno rebanho, pois foi do agrado do Pai dar o Reino a vocês.”


A Portas Abertas segue ao lado de cristãos como Jinyi, oferecendo apoio, encorajamento e oportunidades para que a igreja continue firme. Ao conhecermos essas histórias, somos convidados a nos unir em oração e a lembrar que, em Cristo, nenhum sofrimento é desperdiçado e nenhuma igreja está verdadeiramente sozinha.

Mostre de maneira prática seu amor pela Igreja Perseguida na China com uma doação ao projeto de discipulado e treinamento da Portas Abertas. Ao contribuir com qualquer valor, você recebe a Revista Portas Abertas com testemunhos repletos de lições espirituais como a história de Jinyi. Torne-se um parceiro hoje.

Como orar pelas igrejas clandestinas na China?

* Ore por Jinyi e seus filhos, para que tenham provisão, proteção e consolo em meio às dificuldades.
* Interceda por Zhang, ainda preso, para que experimente a presença de Deus e seja fortalecido na fé.
* Clame pelas igrejas domésticas na China, para que permaneçam firmes e sábias diante da perseguição.
* Ore também pelas autoridades, para que haja justiça, sabedoria e abertura à liberdade religiosa.



A Redação Portas Abertas Brasil é a equipe editorial com mais de 40 anos de atuação na cobertura da perseguição aos cristãos no mundo. Publica notícias baseadas em relatos diretos de correspondentes e cristãos locais em mais de 70 países. Nosso processo editorial é baseado em verificação, contextualização e avaliação de riscos. A identidade das fontes é preservada quando há risco de segurança, sem comprometer a veracidade dos fatos.