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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Eis que estou à porta e bato


(Apocalipse. 3:20) –“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.”

Um aluno de artes marciais estava sentado junto ao seu mestre, tomando chá.
 
O aluno falou ao mestre: -Eu tenho aprendido tudo que você tem me ensinado sobre defesa pessoal.

-Eu desejo aprender outra coisa agora.

-Gostaria que me ensinasse sobre os caminhos de Deus.

O  mestre,  tomando  a  chaleira, começou a despejar o chá sobre a xícara do aluno.

Logo  a  xícara  estava  transbordando  e o  chá  começou a entornar sobre o pires.

O mestre  continuou  a  despejar  o chá  e o  pires  também transbordou e o chá começou a cair no chão.

O  aluno, vendo  o  que ele  fazia, gritou: - Pare,  pare, está derramando.

Não há mais lugar na xícara para o chá.

O mestre, então, olhou para o aluno e disse: -Você está tão cheio de você mesmo que não há lugar em sua vida para Deus.

Você  não poderá  aprender sobre  os caminhos de Deus até que se esvazie de se mesmo." (R. Curtis Fussell)

Até  que ponto  estamos  ocupando  nosso  tempo  e nossas vidas com as coisas vãs e fúteis desse mundo?

Tem Deus encontrado espaço em nossos corações ou ele já está  completamente  preenchido  com  nossas  vaidades  e interesses pessoais?

Como o  Senhor Jesus  poderá  entrar  em  nossas  vidas  e conduzir-nos   as  veredas   da  felicidade  se  nós  não  lhe abrimos a porta?

Como poderá organizar o nosso viver se já entregamos essa tarefa aos enganos deste mundo?

Como  poderemos  esperar as  bênçãos de Deus se Ele está trancado do lado de fora?

Quando  estamos  cheios de nós  mesmos  não  existe lugar para Deus entrar.

Quando nos  esvaziamos de todo egoísmo e vaidade, não só permitimos a entrada de nosso Salvador como deixamos que Ele organize toda a nossa vida tornando-a plena de alegria e vitórias.

Você  já abriu a porta de seu  coração para  o Senhor ou Ele continua trancado do lado de fora?
Fonte por E-mail de José Carlos Martinghi