sábado, 11 de agosto de 2018

O vínculo entre EUA e Israel abriu portas que o inimigo sempre tentou fechar, diz pastor

O pastor Chuck Pierce afirma que o reconhecimento de Israel pela Casa Branca abriu portas no mundo espiritual.

O pastor Chuck Pierce atua como presidente do ministério Global Spheres. (Foto: Reprodução)

O pastor norte-americano Chuck Pierce sempre teve uma paixão por Israel, mencionada por ele como “a nação de Deus”. Observando os últimos acontecimentos que envolvem os Estados Unidos e a Terra Santa, ele acredita que Deus está abrindo portas no mundo espiritual.

Em uma conversa com Steve Strang, fundador da Charisma Media, Pierce falou sobre a importância da celebração do Dia da Independência de Israel na Casa Branca em maio de 2017, algo considerado inédito na história de Washington.

“Quando o vice-presidente Mike Pence se levantou para falar, aconteceu uma mudança dramática na presença de Deus na Casa Branca”, observa o pastor. ‘E [Pence] disse: ‘Enquanto esta administração estiver em vigor, seremos os melhores amigo de Israel. Vamos nos alinhar com Israel. Reconheceremos Israel’”.

Pierce acredita que essa reunião na Casa Branca “abriu portas que o inimigo tenta fechar há muito tempo”, já que meses depois, o presidente dos EUA, Donald Trump, decidiu transferir a embaixada do país em Israel de Tel Aviv para Jerusalém. “Ao fazer isso, Trump enviou uma mensagem clara de que os EUA apoiam Jerusalém como a verdadeira capital de Israel”, observa Strang.

“O que torna isso tão importante é que é um decreto bíblico”, opina Chuck. “E abriu um portal sobre a América para um retorno divino, um retorno divino para a justiça, para a colheita — porque todo mundo sabe que haverá uma Nova Jerusalém que irá descer — um retorno divino às bênçãos da nossas aliança de uma nova maneira”.

Pierce, que revela ter tudo uma experiência profunda com “o Deus de Israel”, anseia para que cada vez mais cristãos tenham seus corações alinhados com o coração de Deus por Israel.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CHARISMA NEWS

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Israel é atingido por mais de 180 foguetes disparados por militantes palestinos

Os foguetes e morteiros foram disparados de Gaza contra Israel atingindo a maior cidade do sul do país.

Fumaça subindo após um ataque aéreo israelense na Cidade de Gaza. (Foto: AFP/Mahmud Hams)


Mais de 180 foguetes e morteiros foram disparados de Gaza contra Israel nesta quarta-feira (8) atingindo Berseba, a maior cidade do sul do país. Mais de 30 foguetes foram interceptados pelo sistema de defesa antimísseis e maior parte das bombas explodiu em áreas abertas.

O ataque foi uma demonstração de força por militantes palestinos, horas depois de uma autoridade árabe dizer que o fim do conflito na fronteira poderia estar próximo. Em retaliação nesta quinta-feira (9), o Exército de Israel atingiu mais de 150 instalações pertencentes ao Hamas, grupo islâmico que controla Gaza.

Sete pessoas ficaram feridas no sul de Israel, de acordo com militares israelenses. Uma grávida palestina, seu filho de 18 meses e um militante do Hamas, foram mortos e pelo menos cinco civis ficaram feridos, segundo autoridades médicas locais.

Pela primeira vez desde a guerra de 2014, sirenes de alerta de foguetes soaram em Berseba, uma cidade de 200 mil habitantes localizada a 40 quilômetros da Faixa de Gaza.

A série de ataques ocorreu depois que autoridades palestinas e israelenses falaram sobre uma possível trégua nos meses de violência na Faixa de Gaza, em um esforço mediado pelas Nações Unidas e Egito.

“Facções da resistência consideram esta escalada encerrada no que nos diz respeito, e a continuidade da calma depende do comportamento da ocupação”, afirmou uma autoridade palestina sob condição de anonimato, usando o termo das facções militantes para Israel.

Antes do incidente de Berseba, autoridades israelenses disseram que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, deveria realizar uma sessão no gabinete de segurança para evitar conflitos.

O enviado da ONU para o Oriente Médio, Nickolay Mladenov, alertou que “a situação pode se deteriorar rapidamente, com consequências devastadoras para todas as pessoas”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA REUTERS

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Evangélicos divergem sobre modificações genéticas em bebês

Com a descoberta do CRISPR, especialistas dizem que é possível mudar a humanidade para sempre



por Cris Beloni

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Bebês e o DNA. (Foto: Getty)

Cientistas descobriram novas tecnologias que permitem editar o DNA de um embrião para reduzir o risco de desenvolvimento de doenças na fase adulta. Muitos médicos defendem que a prática deveria ser permitida do ponto de vista ético, mas os opositores levantam algumas questões, entre elas a possibilidade de erros durante o processo.

A nova técnica da edição genética é vista como revolucionária, mas pode causar mais mutações do que se imaginava segundo alguns especialistas. Apresentada pela primeira vez há cerca de seis anos, a CRISPR é uma espécie de ferramenta de edição de genoma, que consegue enxergar e separar áreas específicas do DNA, além de poder remover e corrigir uma sequência defeituosa nele.

A princípio, isso aumentou as esperanças de que um dia os genes causadores de doenças poderiam ser alterados antes mesmo de o bebê nascer. A proposta vai além, visando criar uma geração extraordinariamente saudável, inteligente e brilhante. Porém, muitos cientistas já estão prevendo que boa parte dessas crianças podem ter problemas como maior agressividade ou até mesmo narcisismo.

Além disso, uma alteração no gene de uma pessoa pode resultar em gerações de humanos geneticamente modificados e ainda não se sabe quais seriam as consequências disso.

Cientistas chineses já criaram um embrião humano geneticamente modificado na tentativa de remover o gene responsável por uma perigosa desordem sanguínea, mas o resultado foi inconclusivo e o sucesso, apenas parcial.
Prós e contras

De acordo com um relatório da Pew Research Center, a maioria dos americanos (72%) concorda com o objetivo de fornecer benefícios diretos para a saúde dos bebês, mas considera as técnicas para estimular a inteligência deles algo que vai longe demais. Entretanto, a porcentagem de aceitação diminui quando se trata de cidadãos religiosos, ficando em 57%.

Entre os cristãos evangélicos, 91% considera que manipular o DNA para deixar a criança mais inteligente inaceitável. O aspecto questionado pelos cristãos é que, antes que a edição genética seja formalizada para uso clínico, ela precisaria passar ainda por mais desenvolvimentos e testes. Isso envolve o uso de embriões humanos como se fossem “ratos de laboratório”, o que viola a sacralidade da vida.

Em 2016, vários veículos de comunicação publicaram alertas sobre pesquisas com embriões humanos. O presidente da Aliança para a Medicina Regenerativa, Edward Lanphier e outros quatro pesquisadores pediram à comunidade mundial para não realizar experimentos nessa linha.

“Não somos ratos de laboratório, muito menos algo como um milho transgênico. Por décadas, os países desenvolvidos debateram a modificação de genes em células reprodutivas e se posicionaram contra isso”, alertou o cientista, na ocasião. Com informações Christianity Today

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Mulheres visitam clubes noturnos para levar o amor de Deus a strippers

A missão das mulheres é fazer com que as strippers se sintam dignas do amor de Deus.

Love's Way Out é um ministério evangélico que visita clubes de striptease. (Foto: Max Burkhalter/The Guardian)


Um ministério de mulheres que visita clubes de strip em Atlantic City, nos Estados Unidos, é movido por uma única missão: fazer com que as strippers se sintam dignas do amor de Deus.

O Love's Way Out foi fundado por Cissy McNickle, 40 anos, que lidera junto com seu marido, Buff, a Igreja Batista Grace Falls. Junto com outras mulheres, uma vez por mês, ela vai até os famosos clubes da cidade para levar amor e um pequeno presente.

“Olá! Temos cupcakes!”, anunciou Cissy para cerca de dez strippers que faziam a maquiagem em frente a grandes espelhos.

Uma das perguntas que Cissy mais escuta é: “Quantas strippers você salvou?” Ela geralmente responde: “Eu não posso salvar ninguém. Eu posso começar mostrando amor e levando bolinhos para elas saberem como são amadas por Deus”.

O objetivo da Love's Way Out é complexo, de acordo com Morgan, uma das participantes de 28 anos. Embora o processo não dê resultados imediatos, as mulheres são pacientes.

“Os clubes nos deixam entrar no vestiário e sair — isso já é um avanço. Foi preciso muito trabalho da Cissy”, explicou, fazendo referência ao esforço de Cissy para ganhar a confiança da administração.

“Sentimos que Deus tem um caminho mais seguro e um caminho mais saudável para as mulheres”, disse Cissy, enfatizando a importância das dançarinas saberem que o ministério está orando por elas. “Eu simplesmente amo muito essas mulheres e quero que elas saibam que são amadas”.

Muitas vezes, os clubes não deixam as mulheres evangélicas entrarem. “As pessoas podem ter tanto medo dos cristãos”, comentou Raven, uma das participantes. “É exatamente por isso que eu nunca me apresento como uma ‘batista’. As pessoas geralmente atribuem algo a esse nome”, disse Cissy.


Caixa de presentes com frase inspirada em Lucas 1:45: “Feliz é aquela que creu”. (Foto: Max Burkhalter/The Guardian)

Início

A primeira vez em que Cissy foi a um clube de strip foi a “noite mais aterrorizante” de sua vida. “Não é suficiente a igreja dizer [às garotas de programa]: ‘O que você está fazendo é errado’. Ela precisa dizer: ‘Vamos te ajudar a fazer parte da sociedade novamente’. Nosso ministério seria obsoleto, a menos que a gente considere a realidade”, ela afirma.

Cissy lembra que certa vez uma stripper contou sobre sua família. “Ou trabalho numa mercearia, ganho um salário mínimo e não vejo meus filhos, ou ganho mais dinheiro enquanto meus filhos estão dormindo na casa da minha mãe”, lembra Cissy. “Eu honestamente não fui capaz de resolver isso”, lamenta.

Antes de fazer parte do ministério, Morgan nunca havia entrado em um clube de striptease. “Mas Jesus foi a lugares que faziam 'boas moças cristãs' se sentirem desconfortáveis. Ele foi julgado por isso, mas ele foi para esses lugares porque era onde estava a necessidade”, observa.

Uma mulher chamada Envy, que trabalha em vários clubes de Atlantic City, conhece o trabalho das mulheres. “Eu achava elas meio estranhas, mas elas nos trouxeram um monte de coisas legais”, disse ela, enquanto mastigava chiclete. “Elas falaram com as meninas e fizeram perguntas pessoais, e eu nunca vi isso antes. Apesar de ser bem esquisito, é legal e muito generoso”.

“Ah, elas são tão irritantes”, interveio outra stripper, enquanto Envy falava. “Mesmo que elas estejam fazendo isso com a bondade de seus corações, eu sei que elas não acham que estamos no mesmo nível que elas”, justificou.

Embora haja muita resistência por parte das mulheres que trabalham nos clubes, Cissy continua em oração por todas elas: “O Senhor conhece as histórias delas, conhece os nomes delas, conhece a situação delas, as ama e se preocupa com elas. Nos dê ousadia. Nós oramos em nome de Jesus. Amém!”

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO THE GUARDIAN

terça-feira, 7 de agosto de 2018

“Estamos nos últimos dias para a vinda do novo mundo de Deus”, alerta filha de Billy Graham

Anne Graham Lotz afirma que é preciso ficar atento para o fim dos tempos, pois Jesus está às portas.

Anne Graham Lotz diz que os cristãos vivem hoje um tempo de grandes tribulações. (Foto: Reprodução)
Anne Graham Lotz diz que os cristãos vivem hoje um tempo de grandes tribulações. (Foto: Reprodução)
Anne Graham Lotz, filha do evangelista Billy Graham, que faleceu em fevereiro deste ano, alertou cristãos sobre a vinda de Jesus e disse que este dia não está tão distante, em mensagem compartilhada no YouTube.

A evangelista conta que ao ler as notícias, foi tomada por uma vontade de falar com Deus. “Eu tentei ler as notícias durante uns 10 minutos e eu não consegui. Eu olhava as manchetes e percebi que estamos vendados politicamente, espiritualmente, racialmente, socialmente, em várias categorias. São tantas catástrofes e crimes hediondos, como o tiroteio em Toronto por exemplo”, comentou.

Em seguida, Anne fez uma oração e foi direcionada para um trecho específico da Bíblia. “Eu estava falando com o Senhor e Ele me levou a ler Isaías 35. Deus me fez ver que está chegando um novo mundo. Os versículos 3 e 4 dizem: ‘Fortalecei as mãos fracas, e firmai os joelhos trementes. Dizei aos turbados de coração: Sede fortes, não temais; eis que o vosso Deus virá com vingança, com recompensa de Deus; ele virá, e vos salvará’”, observou.

“Isso é exatamente o que Ele quer nos dizer. ‘O Senhor teu Deus está vindo’. Então, senti como se Ele estivesse nos alertando sobre os últimos momentos da história humana. Talvez os tempos mais difíceis de viver pela fé com uma vida que glorifica a Deus. Eu acredito que nós já estamos nesses últimos tempos e há tanta exaustão, há uma opressão na atmosfera”, disse ela sobre os dias atuais.

“Quando eu estava falando com Deus ontem pela manhã, senti como se Ele estivesse dizendo para mim: ‘Anne, quero encorajar você. Você está exausta de diferentes formas, seja encorajada, fortalecida em seus joelhos. Você sabe, nós vamos continuar caminhando’. Jesus está voltando e eu acredito nisso. Ele disse que o novo mundo está chegando é um novo mundo com alegria”, apontou a evangelista.

Com base nas profecias biblicas de Isaias, Anne acrescentou: “A palavra de Deus diz que todos verão a glória do Senhor e a Sua Majestade. Zacarias 14 nos diz que um dia haverá apenas um Senhor, apenas um rei sobre toda a terra e a terra será preenchida com a sua glória. Nos conhecemos esse nome, é Jesus. Então a terra irá se regozijar. Vai chegar um dia em que tudo isso vai passar e o mundo irá se alegrar e a glória do Senhor será revelada, o mundo será avivado”, declarou.

“Todas as pessoas verão o arrebatamento e será como um piscar de olhos. A Bíblia diz que os olhos dos cegos serão abertos. Será algo refrigerador, como águas-vivas. Devemos ficar atentos pois o novo mundo está chegando e será totalmente debaixo de Sua autoridade, preenchido com a Sua glória e as pessoas andarão em santidade. Nós vamos adorar Jesus e celebrar Jesus para sempre e sempre”, finalizou.

FONTE: GUIAME

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Um milhão de evangélicos argentinos nas ruas contra o aborto

“Desafiamos a igreja evangélica a ser protagonista nesta luta”, destaca líder do Parlamento e Fé.


por Jarbas Aragão

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Marcha contra o Aborto na Argentina. (Foto: Divulgação)

Durante final de semana, milhares de evangélicos protestaram contra o aborto na Argentina. O senado do país votará dia 8 a lei que legaliza a prática, podendo mudar a decisão da Câmara dos Deputados que a aprovou em junho.

O ato organizado diante do Obelisco da avenida 9 de Julio, um tradicional ponto de protesto no país, foi o maior dos últimos anos. Durante da marcha, que teve como lema “Salvemos as duas vidas”, os participantes usaram lenços azuis, que caracteriza o movimento pró-vida no país.

Além da marcha, pastores evangélicos organizaram vigílias e promoveram campanhas de orações para que a lei não passe. O presidente Maurício Macri disse que não pretende vetá-la, caso passe no Senado.

Os organizadores acreditam que havia 650 mil em Buenos Aires. Entre os muitos discursos, os líderes do movimento lembraram aos evangélicos que, nos períodos eleitorais, muitos candidatos visitam seus templos para obter votos. Os pastores avisaram que farão um alerta nacional para que os fiéis não votem naqueles que se mostrarem a favor da legalização do aborto.

No domingo, outras cidades argentinas também tiveram manifestações do tipo. Em Tucuman foram cerca de 150 mil e, em Córdoba, a movimentação atraiu um número similar. Não existe uma contagem oficial, mas estima-se que elas mobilizaram mais de um milhão em todo o país. Jornais argentinos dão conta que havia muitos católicos e pessoas sem religião participando também.

Parlamento e Fé Luciano Bongarrá, presidente do Parlamento e Fé. (Foto: Claudia Werhli da Silva)

Em entrevista ao Gospel Prime, o pastor Luciano Bongarrá, líder do ministério “Parlamento e Fé” diz que, quando a Câmara debatia a legalização do aborto, a Igreja no início não estava atenta à gravidade da situação. Porém, passou a se manifestar fortemente após ela ser aprovada.

“Hoje, em cada província há um grande ativismo das igrejas. Os pastores estão mobilizando suas igrejas e cremos que isso vai ser revertido no Senado”, explica.

Bongarrá destaca que há uma influência estrangeira, pois houve um forte lobby pela legalização, a exemplo do que ocorreu na Irlanda, que também é um país majoritariamente católico. “Organizações multinacionais como a OEA e a ONU têm sua agenda mundial e ela chegou até nós”, denuncia.

Além disso, o pastor entende que “o populismo dos partidos de esquerda insistia fortemente na questão do ‘Estado laico’, mas nunca foi só uma questão religiosa, há fortes argumentos à luz da biologia e da legislação atual do país que protegem a vida”.

O Parlamento e Fé é um ministério paraeclesiástico que atua junto a autoridades, focado na evangelização de políticos e na conscientização que a igreja possui valores inegociáveis. O pastor Bongarrá acredita que “se tivéssemos mais políticos cristãos, a tentativa de legalização não chegaria tão longe”.

Nas últimas semanas, vários senadores foram procurados para ouvirem a posição da igreja. “Nosso ministério está lutando junto às igrejas e junto aos políticos pró-vida para que, apesar da decisão da Câmara, a lei não seja posta em prática. Desafiamos a igreja evangélica a ser protagonista nesta luta e começar um despertamento sobre a gravidade dessa agenda política anticristã”, ressalta.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/

sábado, 4 de agosto de 2018

Jair Bolsonaro quer juiz cristão no STF

por Jarbas Aragão

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Foto: Sérgio Lima/Poder 360

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, participou de uma entrevista diferente na noite desta quinta-feira (2). Transmitida pela internet, a conversa de cerca de duas horas com três jornalistas conservadores abordou uma série de temas que geralmente não são tratados pela grande mídia.

Uma das questões foi a posição de Bolsonaro em relação à legalização do aborto, tema que está sendo debatido pelo Supremo Tribunal Federal, em resposta a uma ação do PSOL.
Bolsonaro reforçou sua posição pró-vida, e declarou que era contra a interrupção da gravidez.

Indo além, deixou claro que, caso eleito, vetaria a legalização do aborto. Em relação aos casos de estupro, de anencefalia ou nos quais há risco para mãe, admitiu serem “situações difíceis”.

Incisivo, explicou como agiria: “Se o Congresso aprovar o aborto, minha caneta vai vetar. Mas se o Congresso derrubar o veto, não posso fazer nada”.

Chama atenção também sua avaliação do STF. Ele lamentou que não há ministros cristãos na Suprema Corte do país. “Tem algum ministro do STF cristão de verdade? […] Por que um país que tem 90% da população cristã e não temos um ministro cristão? Até para fazer o contraponto”, argumentou.

Ele não falou em nomes, mas deixou claro que seria um cristão com conhecimento das leis, alguém capacitado.

Assista!



Fonte:https://noticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

“As igrejas não foram reconhecidas antes, mas eu reconheço”, diz Trump a pastores

Donald Trump recebeu pastores na Casa Branca para discutir a parceria entre o governo e as igrejas.

Presidente Donald Trump recebendo oração do pastor John Grey na Casa Branca, em Washington. (Foto: Andrew Harnik/AP)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniu com pastores na Casa Branca na última quarta-feira (1º) para discutir a reforma nas prisões, o desenvolvimento da força de trabalho no país e a parceria do governo com as igrejas.

“Ao longo da nossa história, as igrejas e os líderes religiosos dos EUA pediram mudanças e nos inspiraram a cuidar e levar esperança aos necessitados”, declarou o presidente a líderes como a pastora Paula White e a Dra. Alveda King, sobrinha do pastor Martin Luther King Jr.

“Também ressaltamos a importância crucial da fé na promoção de famílias e comunidades fortes. Vocês são admirados por todos neste país. Mesmo que não sejam crentes, a maioria deles admira o que vocês estão fazendo. Mas talvez nós façamos eles serem crentes, certo?”, acrescentou Trump, sorrindo.

Em seguida, um momento de oração foi conduzido pelo pastor John Gray, da Carolina do Sul. “Oramos para que o Senhor continue dando sabedoria e discernimento ao nosso presidente e sua equipe de liderança”, clamou o líder.

Os pastores e bispos aproveitaram a reunião na Sala do Gabinete para agradecer a Trump por colocar o cristianismo na vanguarda de sua administração.

“Obrigado por tudo o que você está fazendo e por reconhecer as igrejas como parceiras sua e do governo”, disse o pastor Benny Perez, de Las Vegas. “As igrejas não foram muito reconhecidas nos últimos anos. Nós reconhecemos”, garantiu Trump.

Liberdade religiosa

O bispo Kelvin L. Cobaris agradeceu a Trump por cumprir o compromisso de garantir a liberdade de expressão para a comunidade cristã. “Observei você, dia após dia, dando liberdade para a comunidade de fé e sendo nosso parceiro para fazermos o que fomos chamados a fazer: impactar nossas comunidades”.

Em resposta, o presidente falou sobre a importância da revogação da Emenda Johnson, que proíbe igrejas de estabelecerem um posicionamento político em relação a temas como aborto e casamento gay. “Vocês não podiam falar porque tinham medo da repercussão negativa. E nós mudamos isso”, observou Trump.

O pastor Mike Freeman, de Washington, relembrou que durante sua campanha presidencial, Trump afirmou que “os cristãos teriam um amigo na Casa Branca”. “Eu estava ansioso para descobrir se essa palavra seria ou não mantida. Estou feliz em saber que você é um homem de palavra. Você tem um ouvido que ouve Deus”, afirmou.

“É uma honra tê-los aqui. E vocês sempre terão um amigo na Casa Branca. Vocês sabem disso”, Trump destacou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

UM RECOMEÇO PARA OS CRISTÃOS DO IRAQUE

A vida renasce conforme cristãos iraquianos voltam para reconstruir suas casas, escolas, comércio e igrejas  

Um recomeço para os cristãos do Iraque Família que voltou a Bashiqa e teve sua casa restaurada através de parceiros da Portas Abertas
Bombas ainda explodem na capital Bagdá e postos de controle policial podem ser vistos em todas as partes. Na Revista Portas Abertas deste mês trazemos uma visão geral da atual situação dos cristãos no Iraque, país que foi tomado pelo Estado Islâmico (EI) por três anos. O governo iraquiano declarou a liberação do país do EI em dezembro de 2017, mas a atuação do grupo terrorista ainda se faz presente no Iraque. Com isso, a população de cristãos caiu, contando hoje com cerca de 258 mil pessoas.
Na revista, você vai conhecer como cristãos que permaneceram ou estão voltando para o país têm sido abençoados com iniciativas em várias frentes. Entre elas, programas de microcrédito, reconstrução de casas e lugar para socializar. Uma cidade que se destaca é Qaraqosh, na Planície do Nínive. A cidade tinha 50 mil cristãos até 2014. Mas muitos dos que fugiram naquela época estão voltando desde o ano passado e tendo suas casas reconstruídas através da ajuda de parceiros da Portas Abertas.
Esses cristãos têm não apenas suas casas reconstruídas, mas também a oportunidade de contar com programas de microcrédito para começarem ou expandirem o próprio negócio. Em Bagdá, as igrejas que permaneceram de portas abertas também fazem atividades para que os cristãos possam sair das quatro paredes e socializar, deixando o medo e fazendo a vida voltar ao normal em todos os aspectos.
Revista Portas Abertas
Para conhecer histórias de como Deus tem sustentado seus filhos que permaneceram ou voltaram ao Iraque, assine a Revista Portas Abertas. A cada mês você receberá notícias da Igreja Perseguida e será encorajado ao ver as grandes coisas que o Senhor tem feito entre os cristãos perseguidos. Assine e receba na sua casa!
Semeando para o futuro
Você pode fazer parte da reconstrução do Iraque ao contribuir com projetos de microcrédito e de geração de empregos. Através de empréstimos, cristãos podem começar ou desenvolver o próprio negócio. Doe e leve uma semente de esperança ao Iraque.
República do Iraque

 REPÚBLICA DO IRAQUE

  • Fonte de Perseguição: Opressão islâmica
  • Capital Bagdá
  • Região Oriente Médio
  • Lider Fuad Masum
  • Governo República parlamentarista
  • Religião Islamismo
  • Pontuação 86

POPULAÇÃO
38.6 MILHÕES

POPULAÇÃO CRISTÃ
258.0 MIL

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

André Valadão apoia Bolsonaro: “Brasil precisa de um choque”

Pastor não irá concorrer ao senado, mas não está alheio à política

por Jarbas Aragão

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André Valadão. (Foto: Reprodução / Instagram)

O nome do pastor e cantor André Valadão vinha sendo cotado para concorrer ao Senado por Minas Gerais. Contudo, mesmo não tenho aceitado o convite, mostrou que não está alheio à política nacional.

Através de um vídeo publicado em sua conta oficial no Instagram, Valadão afirmou: “Por enquanto, o meu voto é para o Bolsonaro. Para mim é o melhor candidato… é o cara que o Brasil precisa para dar um choque”.

Quatro anos atrás, ele apoiou Aécio Neves (PSDB), tendo participado da gravação da música oficial do candidato. No vídeo divulgado por ele, afirma que foi enganado. “Todos nós que votamos no PT ou PSDB, ou por outros candidatos que a gente escolheu anteriormente, fomos enganados”, lamentou.

Mencionando a questão da segurança pública como um assunto que mereceria prioridade, o pastor disse que vê no candidato do PSL um maior preparo para tratar disso. Mesmo assim, fez uma ressalva: “Bolsonaro não tem todas as respostas, mas não existe nenhum político que tenha”.

Em outras ocasiões, André e sua irmã Ana Paula haviam se manifestado contra a corrupção política no país, apoiando a Lava Jato. A Lagoinha inclusive convidou o procurador Deltan Dallagnol que é evangélico para fazer palestra sobre o assunto na igreja.

Assista!
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/

terça-feira, 31 de julho de 2018

Profecias do Antigo Testamento estão se cumprindo hoje em Israel, segundo rabino

O rabino Tuly Weisz listou quais são as profecias do Velho Testamento que estão se cumprindo nos dias atuais.

O rabino Tuly Weisz é editor da Bíblia de Israel e fundador da organização Israel365. (Foto: Israel365)
O rabino Tuly Weisz é editor da Bíblia de Israel e fundador da organização Israel365. (Foto: Israel365)
reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelos Estados Unidos e a transferência de sua embaixada não foi o único acontecimento moderno previsto pelas profecias bíblicas.

De acordo com o rabino Tuly Weisz, dentro dos 70 anos do Estado moderno de Israel, esta não foi a primeira vez dentro que a nação viu o cumprimento de profecias. “Muitos dos milagres que estamos testemunhando hoje em Israel foram prometidos na Bíblia há muito tempo”, disse ele ao site The Christian Post.

Agrupamento dos judeus exilados

Em julho de 2018, pela primeira vez, Israel ultrapassou a América e se tornou o maior centro populacional judeu do mundo.

Segundo o rabino, este acontecimento cumpre as palavras de Ezequiel 34:13: “Eu as farei sair das outras nações e as reunirei, trazendo-as dos outros povos para a sua própria terra. E as apascentarei nos montes de Israel, nos vales e em todos os povoados do país”.

“Acredita-se que o aumento na comunidade judaica tenha sido alimentado por membros que retornaram da diáspora (expulsões forçadas dos judeus pelo mundo)”, comenta Weisz. “Além disso, a população judaica total chegou a seis milhões, trazendo um significado mais profundo, já que este era o número de judeus mortos no Holocausto”.

Parceria entre judeus e cristãos

O Estado de Israel não nasceu apenas pelo esforço de judeus, como foi profetizado em Esdras 6:14: “Eles terminaram a reconstrução do templo conforme a ordem do Deus de Israel e os decretos de Ciro, de Dario e de Artaxerxes, reis da Pérsia”.

“Nos tempos bíblicos, foi o decreto de Ciro que permitiu que o povo de Israel retornasse à sua terra e reconstruísse o Templo. Em 1917, foi a Declaração Balfour do governo britânico que virou a maré para os judeus no exílio. Da mesma forma, em 1948, quando o presidente dos EUA, Harry Truman, reconheceu o Estado de Israel, ele disse: ‘Eu sou Ciro’”, observa Weisz.

“Nos casos de Ciro, Balfour, Truman e agora Trump, foram os não-judeus que serviram como agentes de Deus para facilitar o retorno do povo judeu à sua terra”, o rabino completa. “O Estado de Israel nasceu de uma parceria espiritual entre judeus e não-judeus”.

Weisz também destacou a profecia de Isaías 49:22, que diz: “Assim diz o Soberano Senhor: ‘Veja, eu acenarei para os gentios, erguerei minha bandeira para os povos; eles trarão nos braços os seus filhos e carregarão nos ombros as suas filhas’”. “Esta profecia está sendo cumprida pelo número sem precedentes de não-judeus que visitam, apoiam e oram por Israel”, avalia.

A revitalização do idioma hebraico

O profeta Sofonias descreveu que nos últimos dias, todas as nações do mundo teriam “pureza na fala”. “Então purificarei os lábios dos povos, para que todos eles invoquem o nome do Senhor e o sirvam de comum acordo” (Sofonias 3:9).

“Compreendemos, a partir de Sofonias, que todas as nações do mundo estudarão o hebraico para proclamar o nome de Deus em seu santo idioma”, afirma Weisz.

Israel passou a adotar o hebraico como idioma oficial graças aos esforços do linguista Eliezer Ben-Yehuda (1858-1922), que reconstruiu o hebraico moderno a fim de unificar a nação. Antes disso, o hebraico era visto como um idioma sagrado, usado apenas para estudar e orar.

O rabino também observa que, nos últimos anos, um crescente número de cristãos têm se interessado em aprender hebraico e os fundamentos da Torá, cumprindo as palavras de Isaías 2:3: “Virão muitos povos e dirão: ‘Venham, subamos ao monte do Senhor, ao templo do Deus de Jacó, para que ele nos ensine os seus caminhos, e assim andemos em suas veredas’. Pois, a lei sairá de Sião, de Jerusalém virá a palavra do Senhor”.

“Desde a fundação do Estado de Israel — e ainda mais na última década — a Bíblia está sendo usada como uma fonte de união entre judeus e cristãos, começando a cumprir a visão de Isaías e o mandato histórico dos judeus de serem luz para o futuro das nações”, afirma Weisz.

Renascimento da terra física de Israel

Por quase dois milênios, o rabino observa que a terra de Israel permaneceu completamente desolada enquanto esteve nas mãos de várias potências estrangeiras, como os romanos, muçulmanos e otomanos.

No entanto, Isaías 51:3 predisse uma mudança: “Com certeza o Senhor consolará Sião e olhará com compaixão para todas as ruínas dela; ele tornará seus desertos como o Éden, seus ermos, como o jardim do Senhor. Alegria e contentamento serão achados nela, ações de graças e o som de canções”.
“O renascimento do estado judaico em 1948 trouxe consigo um desenvolvimento espantoso da terra”, analisa Weisz. “O deserto está literalmente florescendo e crescendo. Nos campos da tecnologia e cultura, Israel está entre os países mais avançados do mundo. De fato, estamos testemunhando o Senhor consolar ‘todas as ruínas’”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Com mais de mil membros, motociclistas levam o Evangelho pelo Brasil: “Mostramos o amor”

O grupo de motoqueiros cristãos está presente em mais de 22 estados do Brasil.

Jeferson Cassali (esquerda), de 43 anos, é um motoqueiro cristão. (Foto: ASN).
Jeferson Cassali (esquerda), de 43 anos, é um motoqueiro cristão. (Foto: ASN).
Um grupo de motoqueiros cristãos se reúne para levar o Evangelho de Cristo. Com mais de mil membros, o Ministério de Motociclistas Adventistas (AMM) tem uma ótima representação no Brasil. A iniciativa nasceu há 10 anos nos Estados Unidos e hoje possui grupos em 12 países.

O Brasil é atualmente o maior grupo, com cerca de 1.300 integrantes. Além disso, o ministério está ativo em 22 estados. De acordo com eles, novas sedes regionais continuam sendo criadas, o projeto continua se expandindo na nação.

São homens e mulheres que usam suas motos para trabalhar para Deus. Como Jeferson Cassali, de 43 anos, um aficionado por motocicletas que resolveu usar isso a favor da pregação do Evangelho.

Já na adolescência ele costumava andar de moto e passou a ter certa admiração pelos motoclubes. 

Apesar disso, ele escolheu não fazer parte de nenhum porque não se identificava com os grupos. Mas, tudo mudou quando ele encontrou o Ministério de Motociclistas Adventistas.

No ano de 2015, quatro pessoas chegaram à sua igreja local vestindo o colete do AMM. Além de ter uma moto, o novo membro precisa ter uma outra coisa: paixão por Cristo e pelo evangelismo. Jeferson não esperou e se afiliou no mesmo dia. Seu primeiro estudo bíblico foi na estrada.

Um dia ele chegou a conhecer o presidente de um motoclube denominado Ovelhas Negras, Valdir Junior. Juntos estudaram a Bíblia e, depois de alguns meses, Valdir também passou a ser parte do Ministério de Motociclistas Adventistas.

Segundo o Notícias Adventistas, Valdir tem aceitado os ensinos bíblicos e se prepara para tornar pública sua decisão através do batismo.

Aos diferentes

Jeferson tem visto outras pessoas que conheceram a igreja por meio do ministério de motociclistas decidirem ser batizadas. Depois de três anos no ministério, cujo lema é “Em cada passeio, uma missão”, ele esclarece que não tem preconceito com quem evangeliza.

“Além de nossa vestimenta, a quebra de paradigmas é fundamental para o sucesso do evangelismo. Nós fazemos amizade com eles sem nenhum preconceito: se são tatuados, se usam piercing, se bebem ou usam drogas, pois nós mostramos interesse e amor por eles e isso tem feito toda a diferença”, disse.

Hoje, Jeferson é o diretor do AMM no estado de São Paulo. E seu trabalho só aumenta, pois neste ano foi inaugurada mais uma sede, no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus Engenheiro Coelho.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO NOTÍCIAS ADVENTISTAS

sábado, 28 de julho de 2018

Menina enfrenta ataque na África para orar por doentes: “Jesus curou as pessoas”

O testemunho foi compartilhado pela missionária Heidi Baker, que lidera o ministério Iris Global na África.

Crianças apoiadas pelo ministério Iris Global louvando a Deus na África. (Foto: Iris Global)

A missionária Heidi Baker, que lidera o ministério Iris Global ao lado de seu marido, Rolland Baker, incentivou seus seguidores nas redes sociais a não terem medo, através de um testemunho vivenciado em um vilarejo na África.

Heidi conta que algum tempo atrás, ela foi a uma aldeia no meio da selva africana com visitantes de outros países, uma equipe de intercessores e algumas crianças que são acompanhadas pelo ministério.

“Elas oram pelos enfermos — coxos, surdos, cegos, leprosos — e Jesus aparece. Essas criancinhas são cheias do Espírito Santo”, ela conta.

No entanto, quando o grupo chegou no vilarejo, os aldeões ficaram irritados com a mensagem que estava sendo pregada e começaram a atirar pedras nos missionários. Mas uma das crianças foi tomada pela ousadia e enfrentou a situação.


Desde 1995, a missionária Heidi Baker vem atuando em todas as províncias de Moçambique. (Foto: Iris Global)

“Tinha uma garota comigo que eu havia resgatado de um depósito de lixo”, relata Heidi. “Ela não tinha medo de mais nada. Ela estava cheia de Jesus, cheia de poder. Em vez de ser intimidada, ela se levantou e gritou para os aldeões: ‘Me tragam os cegos, me tragam os surdos!’”.

A missionária conta que a menina se desviou das pedras que estavam sendo lançadas e continuou gritando. Pouco a pouco, os doentes começaram a chegar para receberem oração. “Ela orou e Jesus curou as pessoas instantaneamente”, relembra.

Com base nesse testemunho, Heidi ensina uma lição: “Muitas vezes, o medo pode nos paralisar. Mas quanto mais permitimos que Jesus nos preencha, mais cresce a nossa confiança Nele. Seu amor não deixa espaço para medo”, destaca.

“Quando Ele nos induz a agir com fé, como esta menininha, sabemos sem dúvida que Ele trará Sua poderosa presença e mudará as circunstâncias. Hoje, em vez de pedir a Deus para tirar os seus medos, peça que Ele te preencha o Seu amor”, finaliza a missionária.

FONTE: GUIAME

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Palestina acusa Israel de tentar destruir mesquita para construir 3º templo

Queda de pedra na porção sul do Muro das Lamentações ainda não foi explicada.

por Jarbas Aragão

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Jerusalém. (Foto: Reprodução)

“A pedra que caiu do Muro das Lamentações no início da semana prova que Israel criou um plano para destruir a mesquita de Al-Aqsa em Jerusalém”, a afirmação é do porta-voz do Fatah, grupo político-militar liderado pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.

Um guindaste da Autoridade de antiguidades de Israel (AAI) removeu a pedra de quase 200 kg que havia se desprendido do Muro das Lamentação na porção sul, conhecida como “Ezrat Yisrael”. Ninguém ficou ferido.

Até o momento, os arqueólogos da AAI não determinaram o que causou a queda da pedra que fazia parte do Muro desde o tempo de Herodes, edificado no século 1 a.C. A estrutura cerca parte do Monte do Templo, local onde ficava o lugar mais sagrado para os judeus. Desde 705, quando Jerusalém foi conquistada pelos muçulmanos a mesquita de al-Aqsa está no local.

Os palestinos usaram o incidente para retomar uma antiga acusação infundada que Israel estaria planejando destruir a mesquita de al-Aqsa para construir o Terceiro Templo.

Osama Qawassmeh, porta-voz do Fatah, disse na quinta-feira (26) que o deslocamento da pedra era “um sinal perigoso do que estava acontecendo na mesquita de al-Aqsa e seus arredores”, numa referência ao trabalho arqueológico que vem acontecendo perto do local.

“Afirmamos que a mesquita de al-Aqsa e seus arredores, incluindo o que está abaixo dela, são totalmente islâmicos”, disse Qawassmeh. “Os judeus não têm direito a ele [terreno].”

Reclamou também que as visitas dos judeus ao Monte do Templo, bem como as escavações arqueológicas israelenses “abaixo” do Monte do Templo, são um “crime contra todas as religiões e uma flagrante violação da santidade da religião do islã”.

Acusando Israel de trabalhar para causar um conflito religioso, Qawassmeh insiste que o governo israelense conspira para “enterrar qualquer perspectiva de coexistência na região”. Declarou também que Jerusalém é “puramente árabe e palestina, e não pode haver paz e estabilidade sem acabar com a ocupação da cidade por Israel”.

Omar Kiswani, responsável pela mesquita Al-Aqsa, concordou que a queda da rocha foi resultado direto das escavações arqueológicas israelenses. Pediu ainda o envio de um comitê internacional para a área, que possa investigar as “ações de Israel”. Com informações Jerusalém Post

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quinta-feira, 26 de julho de 2018

"O Conselho de Direitos Humanos da ONU é uma farsa", diz embaixadora dos EUA

Nikki Haley tem defendido incansavelmente o Estado de Israel das resoluções abusivas da ONU.

Nikki Haley é embaixadora dos EUA na ONU e uma grande defensora de Israel. (Foto: thejewishlink.com)
A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley, não tem medo de dizer o que pensa sobre a postura das Nações Unidas com relação a Israel.

Nos últimos 18 meses, Haley criticou a organização abertamente por suas inclinações e preconceitos globalistas contra o Estado de Israel. Quando o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, a embaixadora desafiou a oposição maciça na Assembleia Geral da ONU.

"A América colocará nossa embaixada em Jerusalém. É isso que o povo norte-americano quer que façamos e é a coisa certa a fazer", disse ela em discurso na ONU. "Nenhum voto nas Nações Unidas fará qualquer diferença nisso".

Defensora de longa data das relações entre os EUA e Israel, Haley dirigiu-se à Cúpula dos Cristãos Unidos por Israel (CUFI) na última segunda-feira (23), onde foi também presenteada com o prêmio "Defensor de Israel", entregue pelo pastor John Hagee, líder da CUFI.

"A cada ano, a liderança da CUFI elege a única pessoa na América que mais acreditamos ter feito para defender e proteger Israel. Estamos muito satisfeitos e muito honrados em apresentar este prêmio à embaixadora Haley", disse o pastor Hagee enquanto a presenteava com uma placa de ouro.
Outro desafio de Haley na ONU veio quando ela votou contra uma resolução que condenava ferozmente as ações do exército israelense e se recusava a reconhecer as ações violentas do grupo terrorista palestino Hamas, durante um recente surto de violência na fronteira.

"Quando ouvi país após país no Conselho de Segurança da ONU criticando abertamente Israel, decidi falar. O que eu disse chocou as pessoas na ONU, mas vou dizer de novo porque é a verdade. Israel agiu com mais moderação do que qualquer outro país sob essas mesmas condições", explicou Haley na cúpula, segundo a CBN News.

E parece que sua posição pró-Israel começou a valer a pena, com muitos membros da Assembleia Geral da ONU começando a discutir a questão do Hamas e suas ações desumanas.

"A ideia de que poderíamos obter a maioria da Assembleia Geral pela primeira vez, até mesmo para reconhecer que o Hamas era um problema, é uma vitória fantástica", observou Haley.

A farsa do Conselho de Direitos Humanos

A ex-governadora da Carolina do Sul também falou sobre sua decisão de se retirar do Conselho de Direitos Humanos da ONU, um grupo ao qual ela se referiu como "um escoadouro de preconceito político".

"O Conselho de Direitos Humanos é uma farsa", declarou Haley. "O que dissemos é que há sérios abusos aos direitos humanos, seja na Venezuela, seja no Irã, onde estão protestando contra o seu regime, seja na Nicarágua, e [este Conselho] não está fazendo nada a respeito".

"A América será sempre a líder mundial na defesa dos Direitos Humanos, mas não faremos isso em um lugar onde se zomba dos ideais de direitos humanos que ela deve defender", acrescentou ela. "É muito importante para mim representar a verdade e a realidade na ONU, mesmo que isso incomode outros países".

Enquanto isso, Haley vai diminuir sua retórica? Provavelmente não. "Ficar em silêncio nunca foi algo em que eu fui boa", ela riu.

Haley também deu uma breve visão de sua intrigante jornada de fé. "Eu não sou judia, mesmo que isso surpreenda algumas pessoas", explicou ela. "Eu também não fui criada como cristã. Há vinte anos, minha jornada de fé me levou ao cristianismo, onde encontrei força em minha fé e confiança em meu coração".

"Mas também sou uma pessoa humilde em sua fé. Eu não pretendo ter a sabedoria do que Deus tem reservado para mim ou para outras pessoas", Haley continuou. "O que sei é que Deus abençoou a América com grandeza e bondade e sei que, no mundo perigoso em que vivemos, é absolutamente urgente que os Estados Unidos se levantem para dar cobertura aos nossos amigos".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO FAITH WIRE

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Embaixadora dos EUA na ONU diz que sua fé em Jesus a faz defender Israel

Nikki Haley denuncia: "O Conselho de Direitos Humanos da ONU é uma farsa"


por Jarbas Aragão

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Nikki Haley e Donald Trump

A embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Nikki Haley, fez o discurso principal durante a Cúpula dos Cristãos Unidos por Israel, em Washington, na noite de segunda-feira (23). Criada pelo pastor John Hagee, o evento anual este ano concedeu a ela o prêmio “Defensor de Israel”.

As milhares de pessoas presentes no evento aplaudiram Haley de pé quando seu nome foi anunciado. A embaixadora é conhecida como uma grande apoiadora de Israel na ONU, local que ela chamou de “o epicentro global do antissemitismo”.

Embora diga que, “há momentos em que pode ser uma força do bem”, considera que a ONU “também pode ser um lugar extremamente frustrante e bizarro”. Uma das maneiras mais visíveis disso, destaca Haley, “é o modo terrível como vem tratando Israel por décadas”.

Mas isso começou a mudar quando Donald Trump assumiu o poder. “A mudança vem pela liderança dos Estados Unidos. Isso ficou muito claro quando o presidente tomou a decisão corajosa e correta de transferir a embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém”, disse ela. “Historicamente, Jerusalém tem sido a capital de Israel e sempre será.”

Filha de imigrantes indianos, Haley foi governadora da Carolina do Sul e nomeada em 2016 pela revista Time como uma das “100 Pessoas Mais Influentes do mundo”. Evangélica, desde que se tornou embaixadora ela promoveu mudanças drásticas na política externa do país, que sucumbiu durante o governo Obama à política globalista.

Além de conseguir barrar algumas resoluções que condenavam Israel e ignoravam as ações do Hamas, ela diz que há uma chance real de a ONU finalmente reconhecê-lo como um grupo terrorista.

Também retirou os Estados Unidos do Conselho de Direitos Humanos da ONU.

“O Conselho de Direitos Humanos é uma farsa”, acusou. “Nós dissemos que há sérias violações aos direitos humanos na Venezuela, no Irã – onde estão protestando contra o seu regime – na Nicarágua, e não se faz nada a respeito.”

Declarou ainda durante o discurso: “É muito importante apresentar a verdade e a realidade na ONU, mesmo que isso incomode outros países”.

A Cúpula atraiu muitos judeus e Haley disse que a luta contra o antissemitismo dever ser algo que preocupe os cristãos também. “Eu não sou judia nem venho de uma família cristã. Vinte anos atrás, minha jornada de fé me trouxe ao cristianismo”, explicou, acrescentando que é sua crença em Jesus que a faz defender Israel.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

terça-feira, 24 de julho de 2018

Israel anuncia apoio aos cristãos perseguidos no Irã

Benjamin Netanyahu reafirmou o compromisso de Israel de continuar defendendo os cristãos perseguidos no Irã.


Benjamin Netanyahu em discurso televisionado na conferência Cristãos Unidos por Israel, em Washington. (Foto: Twitter)
Benjamin Netanyahu em discurso televisionado na conferência Cristãos Unidos por Israel, em Washington. (Foto: Twitter)
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou nesta segunda-feira (23) que a nação continuará defendendo os cristãos que estão sendo perseguidos pelo Irã, em uma conferência realizada em Washington, nos Estados Unidos, pela organização Cristãos Unidos por Israel.

“Infelizmente, alguns países não respeitam os cristãos. No Irã, os cristãos são brutalmente perseguidos e os pastores passam anos na prisão”, disse Netanyahu em um discurso via satélite. “Me deixe dizer claramente: Israel está em completa solidariedade com os cristãos perseguidos no Irã”.

Netanyahu questionou por qual motivo tantos ficam em silêncio enquanto os cristãos são presos e torturados no Irã. “Nós em Israel não ficaremos em silêncio, e eu vou continuar apurando a situação do sofrimento do povo iraniano: cristãos, bahá'ís, estudantes, jornalistas”, acrescentou.

O primeiro-ministro observou que Israel é o único país do Oriente Médio onde os cristãos “não apenas sobrevivem, mas prosperam”. “Locais sagrados para os cristãos são protegidos e a adoração cristã é feita sem medo. Os cristãos alcançaram níveis incríveis em Israel”.

A Cristãos Unidos por Israel, fundada e liderada pelo pastor John Hagee, tem milhões de membros e se autodenomina a “maior organização pró-Israel dos Estados Unidos”. O evento que se encerra nesta terça (24) é sua maior cúpula de todos os tempos.

A influência da organização foi um fator importante na decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e transferir a embaixada norte-americana para lá.
Os cristãos conhecem uma “verdade fundamental”, de acordo com Netanyahu: “Jerusalém tem sido a capital do povo judeu por 3 mil anos. Jerusalém é a capital de Israel há 70 anos. E Jerusalém será sempre a nossa capital”.

Origem na Bíblia

Dentre os palestrantes da conferência também estava a embaixadora dos EUA na Organização das Nações Unidas (ONU), Nikki Haley, que declarou que sua fé cristã tem impulsionado seu forte apoio a Israel.

“Eu não sou judia, mesmo que isso surpreenda algumas pessoas. Eu também não fui criada como cristã. Vinte anos atrás, minha jornada de fé me trouxe ao cristianismo, onde encontrei força em minha fé e confiança em meu coração", Haley explicou.

“Mas eu também sou uma pessoa que é humilde em sua fé. Eu não reivindico ter a sabedoria do que Deus tem reservado para mim ou para outras pessoas", continuou a embaixadora. “O que eu sei é que Deus abençoou a América com grandeza e bondade e sei que no mundo perigoso em que vivemos, é absolutamente arriscado que os EUA tenham as costas dos nossos amigos. Estamos com Israel”, destacou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO TIMES OF ISRAEL

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Gênio de 11 anos se forma na faculdade: “Quero provar que Deus existe através da ciência”

Desde pequeno, William Maillis carrega o desejo de ser um astrofísico para provar Deus ao mundo científico.

William Maillis, se formou aos 11 anos na Faculdade St. Petersburg e deseja ser um astrofísico. (Foto: Jorja Roman)
William Maillis, se formou aos 11 anos na Faculdade St. Petersburg e deseja ser um astrofísico. (Foto: Jorja Roman)
Um gênio de 11 anos, que já havia declarado sua intenção de se tornar um astrofísico para provar aos ateus que Deus existe, se formou no sábado (21) na Faculdade St. Petersburg, na Flórida, apenas dois anos depois de terminar o ensino médio.

“Quero provar que Deus existe através da ciência, para que o mundo possa saber”, disse William Maillis ao site Tampa Bay Times.

William acredita que o ateísmo e algumas partes da ciência dependem da fé e da religião. Ele argumenta que é mais provável que um poder maior tenha criado o universo do que um evento aleatório.

“A ciência e a religião não são diferentes. A ciência é uma ferramenta para explicar o mundo. A ciência não desmente Deus”, disse o garoto, que é filho de um sacerdote da Igreja Ortodoxa Helênica, em Palm Harbor.

William começou a montar frases completas aos sete meses, aprendeu a somar e subtrair aos dois anos e foi declarado um gênio aos cinco anos de idade. Ele acredita que seus dons são divinamente inspirados. “Todo mundo tem dons de Deus. Eu fui dotado de conhecimento, ciência e história”, disse William à WTFS.

Seu pai, Peter Maillis, disse que o atual desafio da família é arrecadar fundos para a faculdade, pois devido à idade, seu filho não pode se qualificar para o programa federal de auxílio financeiro para os estudos.

Nos Estados Unidos, é possível concluir o ensino médio mais cedo e entrar na faculdade através de um exame concedido pelo governo, independentemente da idade do estudante.

Tonjua Williams, presidente da Faculdade St. Petersburg, elogiou o desempenho do garoto. “Estou totalmente fascinado por William e pelo trabalho que ele fez”, disse ele ao Bay News 9. “Ele é extremamente brilhante, muito aberto e colaborativo”.

William vai iniciar aulas na Universidade do Sul da Flórida ainda este ano, com o objetivo de obter um PhD quando completar 18 anos.

Joanne Ruthsatz, ex-psicóloga da Universidade Estadual de Ohio que declarou William um gênio, disse que o histórico de autismo da família poderia explicar por que ele nasceu com tanta habilidade.

“Prodígios têm esse desejo de fazer o bem. Eles estão muito sintonizados com o bem maior da humanidade”, explica Ruthsatz.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

domingo, 22 de julho de 2018

Ativistas do Monte do Templo: “Estamos escrevendo um novo livro da Bíblia este ano”

“Um dia, as pessoas lerão sobre a construção do 3º Templo”, garante Elisha Sanderman

por Jarbas Aragão

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Silman Khader

Em Israel, o 9º dia do mês hebraico de Av, chamado de Tisha B’Av, é um dia de jejum que lembra a destruição dos dois templos judaicos. No calendário ocidental, começa na noite de 21 de julho e termina no entardecer do 22.

Segundo a tradição, a destruição do primeiro templo pelo babilônicos, em 423 a.C. , e do templo de Herodes, no ano 70, ocorreram exatamente no mesmo dia do calendário judaico.

No ano passado um número recorde de judeus subiu ao Monte do Templo para lembrar esse dia importante e fazer orações para que o local mais sagrado dos judeus seja reconstruído. Para os ativistas ligados ao Instituto do Templo, a cada ano cresce o interesse e o apoio pela construção do Terceiro Templo.

Elisha Sanderman, porta-voz da organização Yera’eh, explica que mais de 22.566 judeus subiram até o Monte do Templo este ano, número maior que no mesmo período no ano anterior. Sua organização acompanha essa estatística diariamente. “No ano passado, 2.264 judeus visitaram o Monte do Templo no dia 9 de Av, por isso é razoável esperar talvez o dobro visite o lugar nesta data especial este ano”, acredita.

Para Sanderman, apesar de haver uma proibição para que os judeus orem no Monte do Templo, que está sob jurisdição de uma entidade muçulmana, as coisas estão mudando.

“A polícia e o governo estão apoiando mais os judeus, mas isso não faria sentido se não houvesse um despertar espiritual entre nós”, disse ele. “Antigamente, apenas homens jovens do movimento religioso nacional subiam. Mas agora, vemos todos os tipos de judeus, incluindo os haredis [ultra ortodoxos], mesmo que haja objeções dos rabinos.”

Outro aspecto que chama atenção é o aumento do número de cristãos que visitam o monte do Templo, e veem nele um lugar com significado espiritual. “Sua presença (dos cristão) pode não ser em um volume tão grande, mas não é menos significativa na luta para devolver o ele o seu papel de Casa de Oração para todas as nações”, revela o ativista.

“Estamos testemunhando a história sendo escrita. Conhecemos os 24 livros do Tanakh [Antigo Testamento], mas estamos escrevendo o 25º livro agora. Um dia, as pessoas lerão sobre a construção do Terceiro Templo assim como lemos sobre Esdras e Neemias construindo o Segundo Templo e Salomão construindo o Primeiro. Talvez esse novo livro da Bíblia liste nomes de pessoas que conhecemos, aquelas que têm um papel especial no que está acontecendo hoje”, avalia. Com informações de Israel National News e Breaking Israel News

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Israel aprova lei que declara o país “exclusivamente judeu”

Texto da legislação determina que sua única capital é "Jerusalém unificada"

por Jarbas Aragão

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Imagem de 13 de maio mostra israelenses com bandeiras na Porta de Damasco, uma das entradas de Jerusalém antiga (Foto: Ariel Schalit/ AP)

Aprovada nesta quinta-feira (19) pelo Knesset (parlamento israelense), a chamada lei do “Estado Nação” determina oficialmente que “Israel é a pátria histórica do povo judeu e eles têm um direito exclusivo à autodeterminação nacional”.

A partir de agora, está determinado que o país é um Estado exclusivamente judeu, tendo como sua única capital “Jerusalém unificada”, o hebraico é estabelecido como sua língua oficial.

A aprovação, por 62 votos a favor e 55 contra, é resultado de meses de debates e polêmicas, uma vez que cerca de 18% da população é de árabes – majoritariamente muçulmanos – e 2% de cristãos.

Após oposição do presidente Reuven Rivlin e do procurador-geral de Israel, foram alteradas a cláusulas que previam a criação de comunidades “exclusivamente judias” e a determinação para que os tribunais pudessem julgar seguindo a lei ritual judaica quando não houvesse precedentes legais relevantes.

A partir de agora fica estabelecido definitivamente como símbolos oficiais do país o hino Hatikva (que fala do retorno do povo a Israel), a bandeira branca e azul com a Estrela de Davi no centro, e o brasão com o menorá (candelabro de sete braços) ladeados por dois ramos de oliveira.

A nova legislação, aprovada no ano que se completa o 70º aniversário do ressurgimento do Estado de Israel, estabelece duas medidas que podem causar problemas com os territórios palestinos vizinhos.

“O Estado atuará para reunir os judeus que estão no exílio e promoverá assentamentos judaicos em seu território, alocando recursos para esse fim”, afirma um dos trechos mais criticados. Isso significa na prática que a população judaica aumentaria significativamente e serão feitas novas construções em trechos disputados com os palestinos.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, afirmou que a aprovação da lei é um “momento histórico na história do sionismo e da história do estado de Israel.” Com informações Times of Israel

Fonte: https://folhagospel.com